O actor e o abismo

(João Ferreira, in Facebook, 05/08/2026, Revisão da Estátua)


Zaluzhnyi Enterra o Sonho, Zelensky Enterra os Ucranianos.


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Valeriy Zaluzhnyi, o comandante que ainda tinha vergonha na cara, acabou de dizer o que qualquer soldado na trincheira já sabia: a Ucrânia nunca vai entrar na NATO. Doze anos a pedinchar, doze anos a servir de capacho, e a resposta é um não redondo – ou pior, um “talvez” que serve para manter o gado em fila. A própria Aliança, segundo Zaluzhnyi, levaria 12 anos para alcançar metade do poder militar da Rússia. Meia dúzia de blindados usados e promessas de “apoio incondicional” – mas sempre com a condição de que o sangue seja ucraniano, nunca americano ou britânico.

E então a pergunta que incomoda os senhores da NATO: se o sonho nunca se realizará, por que continuam os ucranianos a morrer?

Porque Volodymyr Zelensky, o ator de comédia que Washington escolheu a dedo, precisa que o espetáculo continue. Este homem – que antes de ser presidente era um palhaço de televisão a fazer piadas sobre o próprio país – descobriu que o papel de “herói em tempo de guerra” rende muito mais que qualquer sitcom. E rende em euros, dólares e ienes. Enquanto os soldados morrem congelados nas trincheiras, o séquito de Zelensky amealha milhões em contas offshore, compra mansões na Europa e negocia contratos de gás com intermediários duvidosos. A corrupção que sempre foi o seu cartão de visita agora está blindada por bandeiras azuis e amarelas.

E não nos esqueçamos do outro detalhe que a imprensa ocidental varre para debaixo do tapete: o vício. Relatos vindos de dentro do seu próprio círculo apontam para um homem cada vez mais dependente de estimulantes para aguentar a pressão do papel que lhe foi imposto – ou será que foi o papel que o escolheu a ele? Um ator toxicodependente, manipulado por assessores americanos, a decidir o destino de milhões de pessoas. Que bela democracia.

Zelensky não é ingénuo. Ele sabe que a NATO nunca o vai aceitar. Ele sabe que a Rússia avisou vezes sem conta. Ele sabe que os acordos de Istambul, em março de 2022, eram a saída honrosa. Mas Boris Johnson, em nome de Washington, voou a Kiev para dizer: “Não assinem. Nós aguentamos-vos”. E Zelensky, como o bom funcionário que sempre foi, obedeceu. E os ucranianos continuaram a morrer – por um cheque que nunca chegará, por uma promessa que nunca se cumprirá, por um sonho que nunca passou de um truque de palco.

Enquanto isso, o ator compra mais um iate (ou será que é o terceiro?), os seus ministros compram apartamentos em Londres e os generais da NATO coçam a cabeça a perguntar-se como é que a Ucrânia ainda não se render. Zaluzhnyi, que ao menos percebe de guerra, demitiu-se por não querer ser cúmplice desta farsa. Mas Zelensky continua – porque o espetáculo tem de continuar. Até ao último ucraniano. Até ao último cêntimo.

Os soldados não morreram por uma mentira – morreram por um negócio. E o homem de negócios chama-se Volodymyr Zelensky, tem um passado em palcos de comédia, um presente em cofres suíços e um futuro – esse, coitado, não terá. Porque quando o Ocidente se cansar do circo, o ator ficará sem plateia. E os ucranianos ficarão sem país.

O sonho acabou. A farsa também devia acabar. Mas enquanto houver dinheiro a lavar e corpos a cair, o ator continua em cena. E aplaudem-no. Até ao último ucraniano Slava Ukraine.

12 pensamentos sobre “O actor e o abismo

  1. Claro que as prioridades dessa gente são pilhar os recursos da Rússia, do Irão e de quem tiver o azar de ter alguma coisa para roubar custe o que custar.
    Para os custos ambientais ou outros estão de eles nas tintas.
    Para eles nunca vai faltar.
    Um quilo de arroz podre custar 100 euros, um quilo de carne de vaca 200, eles poderão sempre comprar.
    Aliás, duvido que se deem ao trabalho de saber quanto custa hoje um litro de leite.
    As nossas vidas não lhes interessam, querem lá saber se morremos por causa da poluição ou das vagas de calor.
    Uma coisa temos de perceber: para as nossas elites as nossas vidas não valem uma casca de alho. Tal como na Idade Média a vida diz camponeses não valia nada para os senhores das terras e da guerra.
    Esta gente meteu nos no bucho uma porra experimental que tem morto mais que o dum dum.
    Cinco anos volvidos continuam a tentar convencer as massas mais fragilizadas da população, idosos ou doentes, aqueles que eles acham que rendem pouco, como os doentes cronicos, ou só dão despesa, como os reformados, a ir dar aquilo.
    Em sítios mais pequenos até o mesmo Centro de Saúde onde no resto do ano não conseguem uma consulta lhes telefonam para ir dar a coisa.
    Quem for a uma consulta por outra coisa qualquer esta sujeito a levar com a pica assim não tenha um familiar capaz de dizer não.
    E assim que todos os anos temos excessos de mortalidade. E assim que todos os anos poupam umas quantas reformas.
    Esta esta gente preocupada com o que quer que nos possa acontecer por causa das guerras que armam? Claro que não.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  2. Isto quando se escreve muito de manhã pela fresquinha as vezes sai bojarda. O que eu queria dizer era mesmo que o patego tinha aproveitado o derrube de um dos seus brinquedos para fazer publicidade e alimentar a esperança dos pategos de que ainda há alguma arma milagrosa que possa fazer aquela cambada de nazis ganhar a guerra.
    E a esperança tem realmente aumentado pois que uma das pesquisas mais populares no dia de hoje e “drone”.
    Isto realmente só a pazada. Como se uma vitória nazi lhes descesse a prestação da casa ou permitisse pagar um T0 por menos de 200 mil euros.
    Valha lhes um burro aos coices. Raios partam a Ucrânia.

  3. Para lá dos actores, figurantes e basbaques destas novelas mal-amanhadas e mortíferas para muitos, temos a estimativa a nível mundial de que 1 em cada 4 pessoas morre por consequências directas ou indirectas da poluição ou degradação ambiental. 9 milhões morrem anualmente devido à poluição atmosférica.
    Lembram-se do pânico promovido e generalizado por causa da Covid-19, as medidas de quarentena, de distanciamento físico, as quarentenas/”lockdown”, os “layoff”, o fecho de fronteiras, o despesismo em paletes e paletes de vacinas mal testadas que, “com 85% da população vacinada”, nos garantiriam “imunidade de grupo”, mas depois se tinha de dar a dose de reforço passados 6 meses, e outra, e outra, e outra ainda, pois ninguém estava imune, e afinal o “efeito” da vacina só funcionava por 3 a 4 meses (e era quando funcionava, quantos recém-vacinados não eram contagiados e contagiavam também?), e dos restaurantes fechados, da venda ao postigo, de não se poder comer no carro, nem visitar familiares em lares e hospitais, etc…
    Então o que está a D. Ursula, financiadora da Pfizer, e Cia à espera para tomar medidas? A investir no armamento e nas máquinas de guerra, ultra-destrutivas, poluentes e gastadoras de recursos e combustíveis fósseis como se não houvesse amanhã? A enviar os tanques e as bazucas para a Ucrânia? A pagar tudo o que Trump exige para a NATO, e ainda as tarifas que lhe impõe? A comprar gás liquefeito e petróleo americano provindo de fracking, técnica super perigosa, pois que super destrutiva e poluente de extracção de combustíveis fósseis? A colaborar com os ecocídios e desastres ecológicos que os ucranianos frequentemente praticam com todo o seu apoio e aprovação, sem qualquer contestação ou repúdio (destruição da barragem Kathovka do Dnipro, com correntes e inundações arrasadoras, ataques à central nuclear de Zaporizhzia, ataques a navios petroleiros e outros no Mar Negro, rebentamento do Nord Stream)?
    Onde estão as prioridades dessa zelosa protectora da nossa saúde, dos nossos valores e da demo-cracia, da D. Ursula salvadora e protectora da Europa, madrinha de Montenegro Spinumvivas?
    Estas carolas direitolas farsolas javardolas não páram…

  4. O patego não morreu, e aproveitou a captura de um drone de reconhecimento “ultra high-tech top notch” que sobrevoava a Rússia para fazer mais publicidade, nos telejornais dos canais alinhados com o marketing e a propaganda do regime corrupto instituído, eixo NATO-UE-Ucrânia.
    A mensagem no fim do reclame noticioso era qualquer coisa como “conhecer um drone Tekever hoje não significa estar a par de um drone Tekever amanhã”…
    Estas carolas direitolas não páram… agora também tem-que-ver:

    https://sicnoticias.pt/mundo/2026-08-04-tekever-ar3-como-funciona-o-inovador-drone-portugues-que-surpreendeu-os-militares-russos–b3cde440

    • O que os “deslumbrados” merdiáticos não disseram foi que, quando os russos declararam que “nunca tinham visto nada assim”, se referiam apenas, e obviamente, à arquitectura externa do aparelho, nomeadamente ao desenho e formato da cauda, como ficou claro nas entrelinhas. Se também disseram que iam enviá-lo para um laboratório especializado, para análise pormenorizada de componentes e sistemas, é óbvio que tal análise não tinha ainda sido feita, como é fácil de perceber, já que o pássaro tinha acabado de ser caçado.

      Mas a bacoquice merdiática, parasitada oportunisticamente pelo caramelo da empresa, dá nisto: os pretos das neves ficaram de boca aberta perante o génio luso e borradinhos de medo perante a certeza de que, com tal génio do lado do inimigo, a derrota da Moscóvia será inevitável e esmagadora.

      • Nem mais! Não fosse a SIC a fortaleza merdiática que tem Mil-Ases e Rojeiro-a-jacto como seus porta-estandartes! Estas carolas direitolas não páram…

  5. Os russos abateram “por cá o patego que se tem enchido de dinheiro a vender drones para os terroristas ucranianos”!

    Essa não sabia eu! Grande novidade!

  6. E por cá o patego que se tem enchido de dinheiro a vender drones para os terroristas ucranianos foi abatido pelos russos que teriam ficado abismados com a tecnologia do engenho.
    Ainda continuam a sonhar com a vitoria nazi.
    E claro que nunca pensaram em mete los na NATO.
    Eles podem se achar descendentes dos vikings mas por cá continuam a achar que eles só servem para trolhas e elas para putas e limpar merda.
    Daí a usa los numa guerra foi um pulo.
    Mas sao tão estupidos que nem perceberam que são vítimas do mesmo racismo que temos em relacao aos russos e que foram usados.
    Por isso não param. E a gente a pagar.
    Raios partam a Ucrânia.

  7. Não vale a pena pessoalizar em torno de Herr Zelensky apesar de um sujeito ser filho de um cabaz de putas e o homem certo para continuar a guerra até ao último ucraniano.
    E um sionista e para os sionistas a vida dos gentios não vale uma casca de alho.
    Mas se a guerra continua não e só porque este drogado quer.
    E por ainda haver fanáticos nazis prontos a morrer desde que matem russos, ainda haver jovens fascistas de todo o mundo dispostos a servir lá como mercenários.
    Jovens em busca de dinheiro fácil que muitas vezes não saem de lá vivos nem mortos.
    Os brasileiros queixam se de que estão entre os que mais morrem por lá.
    Claro que são. Se quando vêem para cá arrenegam do nosso Inverno como vao sobreviver a uma trincheira na Ucrânia?
    Mas enquanto houver gente disposta a ser carne para canhao vamos todos continuar a pagar isto.
    Quanto ao Zaluzhnyi foi durante muito tempo um impiedoso chefe de guerra e mentor de ataques a civis no Donbass e na Rússia mostrando verdadeira satisfação no trabalho.
    Se agora abriu o olho isso não apaga tudo o que fez e se acabar morto pelos próprios nazis por isso não serei eu que lamentarei.
    Raios partam a Ucrânia.

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