(Miguel Sousa Tavares, in Expresso, 31/07/2026)

A Europa, o continente mais exposto ao aquecimento global, o território do fogo descontrolado, corta nas verbas destinadas a combatê-lo, em benefício das verbas destinadas a combater a Rússia.
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Enquanto a França e a Espanha começavam a arder, no que viriam a ser os piores incêndios de ambos os países em décadas, Luís Montenegro estava em viagem oficial a Itália — que juntamente com Portugal e Grécia, completa o eixo de fogo que todos os Verões, em simultâneo ou à vez, devasta o sul da Europa. Mas em Roma, Montenegro e Meloni conversaram sobre outro tipo de fogo, que de tal forma aqueceu os seus corações que Montenegro declarou mesmo que ali se tinha atingido o ponto mais alto das relações Portugal-Itália, também em décadas. Porém, este novo êxito da nossa diplomacia e esta renovada amizade vêm com um custo: 3,9 mil milhões de euros, que é o preço que iremos pagar pelas três fragatas que encomendámos em Itália para a nossa Marinha de Guerra. O custo representa mais de metade do que Portugal prometeu gastar a armar-se para a anunciada guerra contra a Rússia e para cumprir as ordens de Trump, e é assumido ao abrigo da estratégia consagrada pelo programa de rearmamento europeu SAFE: encomende agora, pague depois. E o depois não será provavelmente apenas um problema financeiro, mas também operacional: quem nos diz que quando as fragatas forem entregues elas ainda farão algum sentido na guerra do mar, se já hoje os drones submarinos e os avanços militares com a IA estão a mudar tudo? (Veja-se como, sem nenhuma fragata, o Irão anda há cinco meses a humilhar a força naval e aérea, carregadas de testosterona, dos Estados Unidos…) Seria mais prudente, pensarão, começar por encomendar apenas uma fragata e esperar para ver, mas tal é impossível, pois que se dá com as fragatas o mesmo que com os submarinos: é preciso comprar três de uma vez, porque enquanto uma está no mar, outra está de prevenção acostada na base e a terceira está no estaleiro em reparação. São brinquedos muito caros. São tão caros e o negócio é de tal maneira rentável para os vendedores — mais ainda que o tráfico de droga — que desta vez anunciaram-nos que seria nomeada uma das tais “comissões independentes”, para tentar garantir “transparência” e seriedade nos negócios em que seremos sempre compradores. Porém, ainda nem a comissão está composta e Montenegro já gastou €3,9 mil milhões sem dar justificações do essencial: porquê fragatas, porquê italianas e porquê a pressa.
Valha a verdade que o nosso primeiro-ministro se limita a acompanhar e cumprir o que ficou acordado com a NATO, a UE e os EUA de Donald Trump (as três entidades confundem-se hoje em dia). Devagar e passo a passo, encomenda a encomenda, comprometemo-nos a caminhar em direcção aos 5% do PIB em gastos militares, ao mesmo tempo que se anunciam investimentos públicos de há muito não vistos: um novo aeroporto para Lisboa, o TGV Lisboa-Porto, uma nova ponte no Porto e outra e mais um túnel no Tejo, em Lisboa, mantendo intactos o sistema de pensões e os restantes apoios sociais, bem como a satisfação, sempre premente, das reivindicações das corporações do Estado. A perspectiva é de tal maneira insana que, aqui ao lado, Pedro Sánchez declarou logo que a Espanha governada por ele não cumpriria os 5%. Mas foi o único entre todos os dirigentes europeus, reduzidos voluntariamente à condição de capachos obedientes do ‘aliado’ americano, com quem não poupam gestos de apaziguamento, todavia inúteis, como se viu na recente Cimeira da NATO em Ancara. Muitas vezes, e até para justificar este desvario guerreiro, esta gente e os seus propagandistas têm defendido as suas decisões com a necessidade de não repetir o erro de Chamberlain em Munique, tentando fazer-nos acreditar que a inacção perante a ameaça que Putin representará é igual à que Hitler representava em 1938. Mas não só a Europa, no seu conjunto, dispõe de muito mais poderio militar convencional do que a Rússia (a qual, ao mesmo tempo, nos garantem estar exaurida por quatro anos de guerra na Ucrânia), como também as duas situações não são nem objectiva nem subjectivamente comparáveis. Aliás, não fosse esta uma geração lastimável de dirigentes europeus — de que o defunto Keir Starmer era o perfeito exemplo do líder plastificado, desde o cérebro até aos sapatos — e poderiam dar-se uma pausa para meditação sobre os verdadeiros grandes problemas e grandes inimigos que a Europa tem de enfrentar. Se o fizessem, se por um momento quisessem pensar pela própria cabeça, esquecendo as ordens de Trump ou do seu capacho Mark Rutte, talvez chegassem à conclusão de que os dois grandes inimigos da Europa chamam-se Donald Trump e alterações climáticas.

Sobre o primeiro inimigo da Europa, Donald Trump, já tudo foi dito e sabido e só não vê o perigo que ele representa quem não quer ver ou está interessado em não ver. Sobre a ameaça presente do descontrolo do clima (clear and present danger, chamar-lhe-iam os americanos, no tempo em que ainda eram uma democracia decente), tem-se visto como a UE tem recuado e abandonado todas as suas metas definidas e ajuramentadas para enfrentar as consequências das alterações climáticas. A Europa, o continente mais exposto ao aquecimento global, o território do fogo descontrolado, corta nas verbas destinadas a combatê-lo, em benefício das verbas destinadas a combater a Rússia, no dia em que nos juram que Putin virá por aí abaixo. Portugal é um bom exemplo disso mesmo: na necessidade que houve de realocar verbas do PRR, tirando de um lado para pôr no outro, os dois maiores cortes, ambos de 15%, foram nos investimentos previstos para a transição climática e a transição digital da economia — outro sector crítico, em que a Europa não se limita a ficar para trás relativamente à China e Estados Unidos, mas assim cava a sua dependência futura, como já a tem na energia, entusiasmada que anda, por exemplo, a sequestrar navios-fantasmas da frota petroleira russa — verdadeiros actos de pirataria, sem qualquer sustentação legal.
Em França, cujo Presidente passou de intermediário para tentar evitar a guerra na Ucrânia a defensor da continuação e agravamento da mesma, anunciando o reforço extraordinário das capacidades militares da França, Emmanuel Macron acabou esta semana a ter de recorrer aos militares para ajudarem a dominar o grande incêndio de Bordéus. Afinal, parece que, na hora da verdade, aquilo que os cidadãos esperam da sua República é que lhes garanta a segurança de pessoas e bens contra um perigo real e presente e não contra um hipotético perigo futuro. Daqui a uns anos os nossos filhos e netos hão-de perguntar-nos o que andámos nós a fazer, gastando fortunas em armamento e alimentando os lucros das multinacionais das armas e da energia, enquanto víamos, fingindo surpresa, as terras a arder, o gelo dos pólos a derreter e as temperaturas a subir sempre.
2 Sinal destes tempos de mentira organizada e desinformação planeada, o Governo de Israel, depois de matar todos os jornalistas árabes que conseguiram estar em Gaza (para cima de 150!) e proibir a entrada da imprensa ocidental independente, aposta agora em profissionais da aldrabice, dispostos a serem contratados para negar o que vimos e sabemos: Gaza reduzida a cinzas, 73 mil mortos, dos quais mais de 20 mil crianças, a Cisjordânia transformada num faroeste, onde os colonos israelitas, apoiados pela IDF, caçam palestinianos, ocupam as suas terras, destroem as suas casas e culturas. Vemos, ouvimos e lemos. Mas é possível fingir ignorar: entre os €500 milhões que o Governo de Netanyahu já destina anualmente para propaganda amiga, estão verbas para convidar uns mercenários da verdade a visitarem a “única democracia do Médio Oriente”. Oito tristes patetas portugueses, ditos influencers, responderam assim à chamada e lá foram eles, descobrindo, cito, que “o mais fixe em Israel é que eles não têm a intenção de se vingar de ninguém. O amor é a palavra que mais usam”. E lá foram recebidos por um anfitrião, dito jornalista, Henrique Cymerman, a quem chamaram um “anjo da paz” e o qual lhes fez uma prelecção sobre as mentiras que a imprensa ocidental veicula sobre Israel, sobrepondo-se ao silêncio cúmplice dos dirigentes europeus. Os 73 mil mortos vítimas do amor de Israel, de facto, é como se nunca tivessem existido.
Tem toda a razão a comentadora Maria Alice Oliveira. Também não acho bem chamar patetas aos ditos “criadores de conteúdo”. Do que se trata, na realidade, é de um desprezível grupinho de idiotas e atrasados mentais, com a cavidade craniana ocupada por uma mistura em partes iguais de areia e serradura. Um grupelho de vermes acéfalos que se prostituem a um bando de comprovados assassinos só para capitalizarem mais uns minutinhos de “fama”, a fama merdosa com que sustentam a lamentável existência de parasitas da estupidez e da acefalia alheia. Um grupelho de parasitas que, sem um pingo de vergonha, se exibiu obscenamente, em saltinhos e gritinhos de excitação, no chão empapado pelo sangue de 73 mil corpos despedaçados à bomba pelos assassinos a quem se venderam, bocados dos quais, possivelmente, ainda traziam colados às solas dos sapatinhos de marca quando se descalçaram ao chegar a casa.
Mas não deixam de ser autênticos magos, única explicação para o facto de os “conteúdos” por eles criados serem completamente vazios de conteúdo. Só pode mesmo ser magia.
É importante recordar que estes navios estão a ser construídos no estrangeiro porque sucessivos governos canalhas do PS, PSD e CDS destruíram os estaleiros da Setenave, da Lisnave e de Viana do Castelo. Por que é que ninguém fala disso? A nossa memória será assim tão curta?
So posso dizer…bravo. palavras certeiras de um mundo decente em extinção
A velocidade com que todos os fascistas ocidentais se lançaram sobre Espanha exigindo a saída do país do espaço de livre circulação de pessoas entre países europeus, vulgo espaço Schengen, faz lembrar a velocidade com que tiraram da cartola sanções contra a Rússia, cortando inclusive as ligações aereas, cagando soberanamente nos milhares de europeus que estavam la, quando a Rússia finalmente caiu sobre a Alemanha nazi.
Parecia que já estavam a espera.
E estavam. Isto foi orquestrado.
Muitos jovens foram convocados pelas redes sociais. Muitos receberam folhas volantes, os designados flyers, garantindo que em Ceuta teriam trabalho e comida assim entrassem pelo mar.
O resultado foram dezenas de jovens mortos e famílias desesperadas a espera de notícias de desaparecidos.
Mas esta gente já provou que a vida humana não lhes interessa.
O que interessam árabes mortos de isso contribuir para humilharem o único país europeu que tem tido a espinha direita?
Os sionistas mataram 200 mil em dois anos, todos os dias mata na Cisjordânia ou no Líbano e ninguém se chateia.
E esta gente em vez de acordar prepara se para votar em fascistas.
Também me parece que não temos salvação.
Isto vai correr mesmo muito mal.
A minha alma está parva, o Miguel Sousa Tavares escreveu um texto sem espinhas, e o bordel Expresso publicou-o.
Podia ter ido mais longe, e ser mais específico e frontal ainda, mas se calhar depois não era publicado…
Exemplo 1: onde estão os helicópteros Kamov, especialistas no combate aos incêndios?
Foram empacotados e enviados dentro de camiões para entregar gratuitamente aos nazis ucranianos.
E os helicópteros de substituição? Não são tão bons, são muito mais caros, ou ainda não chegaram.
Depois evacuam-se centenas de milhares de pessoas de suas casas, e segue a festa…
E os +70 mil mortos em Gaza são só um número mínimo.
Imaginem aquele grau de destruição na Grande Lisboa, com as pessoas impedidas de saírem de lá, e com um exército genocida a apontar de propósito aos civis.
Há estimativas sérias que multiplicam 70 x 5 para chegar a um número mais provável do total de humanos exterminados com armas da NATO só em Gaza.
Quanto ao Montenegro, obviamente um fascista (que diariamente colabora com salazaristas) só se poderia dar muito bem com uma fascista mussolinista, ambos no grupo da frente do clube de fans do fascista porco imperialista em Washington DC,do fascista sionista genocida em Telavive, e do nazi-fascista em Kiev.
E para o PS (ou melhor, o P sem S), o que interessa é a estabilidade… isso de fazer oposição ao fascismo também ficou na gaveta há muito tempo.
A pessoalização da inimizade em Trump é um erro comumna Europa da idiocracia.
Trump é só a cara temporária do regime. O inimigo da Europa são os próprios EUA, seja quem for o palhaço na Casa Branca.
Foi Biden quem ordenou o terrorismo contra o Nordstream.
Foi Obama quem fez o golpe na Ucrânia recorrendo a nazis.
Foi Bush quem ordenou a imparável expansão da NATO para Kiev e até para o Cáucaso.
Etc.
Não interessa qual o palhaço temporariamente à frente da Casa Branca. A continuidade da agenda imperial mantém-se a 100%.
É portanto o regime dos EUA quem é realmente o inimigo da Europa.
Quanto à Rússia que está simultaneamente a “perder a guerra” e “à beira de invadir a Europa toda”, a propaganda de lavagem cerebral aos tolinhos continua.
Todos os dias os nazis perdem território, todos os dias a Ucrânia fica mais destruída, não porque a Rússia o deseje, mas porque é obrigada a responder na mesma moeda à estupidez da escalada ocidental executada pelos porcos de Kiev.
O desfecho é inevitável: a Rússia ganha e impõe as condições que quiser. E faz isso com esforço mínimo, sem mobilização, e com a economia de pleno emprego a crescer e sem se endividar.
Ou seja, quanto mais tempo continuar assim, melhor para a Rússia e pior para a Europa.
Era à Europa que interessava ir a Moscovo suplicar por um acordo de paz, mas são os vassalos dos EUA na Europa que impedem isso, e bordéis como o Expresso e companhia passam os dias todos a fazet a propaganda que Washington DC e Bruxelas mandam fazer.
O grupo dos 15% de aprovação popular (Scholz e Merz, Sunak e Starmer, Macron e… mais ninguém pois a lapa está presa à cadeira do poder) lá vai desgastando o resto de legitimidade que os respectivos regimes ainda têm junto do eleitorado.
Não é que a legitimidade exista mesmo mas o eleitorado é teimoso, para não dizer cego.
E é assim em quase todoo ocidente.
E no entanto todos os meses lá se juntam em fotos de grupo para dizer mal de governos legítimos que são apoiados pela esmagadora maioria dos respectivos povos: Rússia, Irão, China, etc.
Resultado: a Mussolini de saias já está no poder em Itália, os Salazaristas estão na prática no poder em Portugal, os Franquistas crescem em Espanha, a Le Len conta os dias para ser Presidente, a AfD chega-se à frente nas sondagens nacionais, etc.
Tal e qual como os EUA e os sionistas (seja os de Washington DC ou os de Telavive) planearam…
Viram os “imigrantes” em Ceuta? E o regozijo dos porcos imperialistas belicistas sionistas (nos EUA e “israel”) a festejar e a gozar? E a Itália e Finlândia logo a ameaçar Espanha com a suspensão dr Schengen, fazendo de conta que não sabem que Ceuta ainda fica em África e nenhuma daquelas pessoas chega à Europa continental? Pois…
Bastou o Pedro Sanchez não ser 100% vassalo dos EUA, recusar os tais 5% para a guerra do Pentágono/NATO, criticar e não colaborar na agressão ao Irão, e ser demasiado decente no apoio aos serrs humanos da Palestina e Líbano e arredores.
Nem a vassalagem total de Pedro Sanchez na questão dos nazis ucranianos o safou de levar agora com o stick.
O império só dá a carrot a quem for SEMPRE e PERMANENTEMENTE 100% vassalo em todos os assuntos que interessem ao império.
O mesmo já tinha acontecido com Orbán, embora nesse caso por razões opostas: nem a total vassalagem ao sionismo genocidao safou de levar com o stick devido ao seu atrevimento de, vejam só, defender os interesses da Hungria em vez de ser total apoiante dos nazis na Ucrânia e da guerra proxy dos EUA contra a Rússia.
Vá lá, vá lá, ainda, AINDA não chegámos à fase dos assassinatos de líderes ocidentais demasiado desobedientes… se bem que aquelas balas no corpo do Robert Fico da Eslováquia quase atingiram o objectivo. Enquanto que as balas no corpo do Shinzo Abe foram certeiras e colocaram o Japão no caminho do sacrifício total em nome do império.
O stick é cada vez mais metálico, e a carrot são os dólares e shekels do costume.
Já os burros, somos todos nós por ainda não termos feito uma revolta. Estamos passivamente a aceitar sermos cozinhados em lume brando, com a maioria, cega ou ainda em negacionismo, a dizer: “não se preocupem, a água ainda só está morna, até sabe bem”.
Perguntem aos caranguejos cozidos vivos, tal como os EUA nos estão a cozinhar agora, se a água ficou só morna…
Se nem a censura de canais de notícias, nem o apoio descarado a nazis e terroristas e genocidas, nem a vassalagem total aos EUA e com total corrupção das nossas “lideranças”, nem os sucessivos governos NÃO representativos e com baixíssima aprovação, nem o dinheiro do combate a incêndios e alterações climáticas a ser desviado para a guerra (que nem sequer é uma guerra que nos envolva), nem as vacinas experimentais obrigatórias com muita corrupção e mentira à mistura e o fim da nossa liberdade, nem a PIDEsca violação da nossa privacidade através do Chat Control, nem sequer tudo isto junto leva o povo a abrir os olhos e a revoltar-se, então é justo dizer que colectivamente não temos salvação possível.
Isto vai acabar tão mal para a Europa…
Também faço as minhas criticas ao MST mas porque raio e que alguém que pelo menos tem espinha iria invejar o sabujo israelita do Cymermann.
O homem e um reles propagandista de um estado assassino e homicida.
E se não o fosse já não estava cá como não estão os quase 200 jornalista assassinados em Gaza.
Quanto aos oito sabujos que foram a Israel ganhar o dinheiro de Judas proveito lhes faça.
E já agora, se aumentaram seguidores e provavelmente porque muita gente quer ver onde chega a pouca vergonha. Porque críticas também lhes teem chegado muitas, a ponto de haver comentadeiros a lembrar nos que não e crime ir a Israel.
Não e crime mas e crime dizer mentiras para branquear assassinos.
Estuda tu primeiro. Por acaso já leste o Antigo Testamento? Sabes quem foi Theodore Herzl? Sabes o que e realmente o sionismo?
Sabes que há israelitas que acreditam que todos nós nascemos para ser escravos do povo judeu? E não sao poucos.
E vai chamar anti semita ao diabo que te carregue.
Sou anti sionista. Sim. Mas antissemita são os sionistas pois que matam semitas a torto e a direito.
Os árabes são um povo semita. Sabias?
Realmente e mesmo como diz o Albarda mos.
Vocês fachos não param. Mas sao só uns tristes.
Vai mas e ler o Antigo Testamento e vê o cortejo de crimes hediondos que aquilo e.
E um brutal manual do genocídio.
O problema e que Israel continua com essa mentalidade em pleno Século XXI e a agir em conformidade.
O problema e haver gente que teve a sorte de nascer deste lado do mar a apoiar gente daquela.
Porque muitos dos que do seu sofá apoiam os crimes de Israel já não estariam vivos se tivessem nascido gentios do outro lado do mar.
Sim, porque essa soldadesca infame até matou pelo menos um palestiniano que se tinha convertido a religião dos carrascos do seu povo pensando que certamente assim salvaria a vida.
Talvez tu a esta hora já estivesses morta e tivesses as tuas cuecas e soutien a ser usados por um dos teus assassinos num vídeo grotesco.
Bom proveito e arranja vergonha no focinho.
Não tenho dado grande destaque a estes propagandistas encartados a soldo de Israel pois são tão ridículos e insignificantes (apesar dos “seguidores” e “visualizações” e “atenção mediática” que têm), que nem merecem que se perca tempo a mencioná-los. Não os conheço, não os quero conhecer e muito menos dar-lhes notoriedade ou publicidade gratuita.
Percebo que haja ruído e crítica, como no artigo recentemente publicado do Bruno Carvalho, e não censuro que se discuta o tema e as personagens. Porém, faz-me muito mais espécie um Henrique Cymerman que é um repórter oficial de uma estação televisiva onde aparece regularmente em dois canais (ou mais), além de outras colaborações, e que não passa de um propagandista mal disfarçado de jornalista, à semelhança dos Irineus e dos Ribeiros destacados na Ucrânia, mas o Cymerman é residente em Israel e é do mais faccioso e tendencioso que se tem visto, e já leva décadas a fazê-lo. Ora se ele funcionou como cicerone dos propagandistas a soldo, só mostrou mais uma vez de que massa é feito.
Já os enviados na Rússia, como Mouravitch e outrora o Milhazes, entre outros, são críticos ferozes de Putin, do Estado russo e de todas as instituições russas em geral, e alguns ferrenhos apoiantes da Ucrânia (Mil Ases e Rogeiro a Jacto, a dupla que mudou “a face da guerra”). Logo por aí se vê que o jornalismo de correspondentes estrangeiros é feito por medida e encomenda, e é fácil perceber que as Rosários Salgueiro, Cândidas Pinto, Márcias Rodrigues e Henriques Cymerman são escolhidos a dedo para bajular e fazer a lavagem de imagem dos respectivos países onde são destacados no “mundo livre”, na “única democracia do Médio Oriente”, com a devida autorização dos serviços de informação locais; já os Mouravitches e Milhazes têm licença para dizer cobras e lagartos na “Rússia autocrática” e pouco importa se desagradam a alguém, desrespeitam o establishment local ou ofendem o status quo.
Portanto, isso (a subversão do jornalismo) é mais grave que pategos gananciosos armados em aves de arribação a fazer “turismo de propaganda”, paga por um dos governos mais corruptos e sem escrúpulos do mundo, responsável pelo assassinato de mais de centena e meia de jornalistas, funcionários da ONU, médicos, enfermeiros, socorristas, além de toda a população civil que já mataram, com dezenas de milhares de vítimas e grande parte crianças e jovens, idosos, enfermos, mulheres. Talvez fosse de valor saber a diferença do que já recebeu o Cymerman, com décadas de ofício, do que recebem esses mercenários e fanáticos de ocasião, recentemente “famosos”.
gostava de dizer ao sr miguel tavares que é muito feio ter inveja do Henrique cymerman que tem categoria para dar e vender, coisa que ele não tem nem terá. ser filho de sofia mello breyner não chega.
Chamar patetas aos 8 criadores de conteúdo também não lhe fica bem, porque o cnteúdo do sr miguel é perpassado de ódio, sarcasmo, e tom sempre, sermpre cáustico.
que tipo de cronista é este? Está na hora de se deixar de peneiras e reduzir-se ao seu ´nível de comentadorzinho. Estude os assuntos e apareça sem esses ares de moralista -mor do reino
Esta não era a senhora que cada vez que era publicado um artigo do Miguel Sousa Tavares cantava loas ao autor e enaltecia a qualidade do texto? Mudasti. E não foi pouco. Qualquer dia ainda vão chamar o MST de comunista e putinista inveterado…
Estas carolas direitolas não páram…
Quanto aos influencers que foram s Israel ja ha comentadeiros a vitimiza los dizendo que não e crime visitar Israel.
Pois não, mas mentir para branquear crimes de gente que vive há quatro mil anos atrás e ser cúmplice de um.
E natural que os senhores influencers tenham até visto os seguidores descer e eles vivem disso.
Talvez o dinheiro sujo que receberam de Israel seja suficiente para não terem de procurar outro meio de ganhar a vida.
Deve ser porque nunca Israel cairs no ridículo de deixar que gente contratada para os branquear tens de procurar outra vida por isso mesmo.
E percebam pelo menos uma coisa.
Não e possível gerar a favor de Israel a unanimidade bovina que se gerou em relação a Ucrânia a não ser entre os bovinos da extrema direita.
Porque todos crescemos com os crimes de Israel.
Os crimes de Israel teem quase 80 anos, os do nazismo ucraniano são mais recentes.
Os palestinianos nunca tiveram uma Rússia que impediu que os crimes do inimigo fossem piores ainda.
Os ucranianos nunca filmaram crianças a destruir ajuda humanitária ou a cantar canções de louvor a um genocidio.
Os soldados israelitas filmaram se a torturar palestinianos, a executar gente a sangue frio, a destruir prédios, a usar lingerie de mulheres mortas.
Ou seja, são eles próprios que, por certeza de impunidade divulgam os seus crimes.
Por isso não vale a pena tentar branquear quando eles próprios se rebolam nessa lama como os porcos que são.
Por isso nunca conseguirao unanimidade em relação aos seus crimes pelo que mais vale pouparem o dinheiro.
Esses influencers devem ter recebido mesmo muito para se prestarem a tal papelão.
Deviam ser obrigados a ler e escrever o Antigo Testamento 10 vezes e depois ser obrigados a come lo sem sal.
Porque a mentalidade que os faz ser assassinos está lá toda.
Valham a estes influencers muitos tubarões brancos cheios de larica.
que monte de mentiras e lixo!. mais um odioso anti-semita! estude primeiro. E não, não diminuiram os seguidores! aumentaram e de que maneira. DESde logo deve ser um deles. . mais uma coisa o ódio e a inveja são feios e são pecado
A tua israel já mete nojo até o céu, pedaço de terra de assassinos e criminosos comandada por uma seita que só visa matar tudo e todos e levar sofrimento a todo o lado.
Tenho a certeza absoluta, se essa seita desaparecesse da face da terra o planeta sairia beneficiado.
E aquele mantra da tua treta da vitimização do pseudo anti-semita já passou de moda, desde logo podes colocá-lo naquela parte do teu corpo onde o sol nunca aparece.
O MST que não viesse meter uma puazinha nas “reivindicações das corporações do estado”.
Eu queria ver era como e como e que ele viveria se fosse professor sempre com a casa as costas, administrativo, polícia sem funções de chefia, auxiliar de ação educativa ou médica ou enfermeiro que não fizesse mais horas que o vinagre.
A maior parte dos funcionários públicos não ganha para a bucha.
E para além dos baixos salários, condições que o MST não viu nem nos seus piores pesadelos.
Há quem trabalhe em sítios que nem casa de banho teem.
Há quem trabalhe e atenda público em espaços que parecem uma masmorra israelita, descontando os bichos rastejantes, pois nem janelas teem.
Há quem trabalhe em plena vaga de calor com sistemas de climatização avariados que ninguém arranja.
Gente que acaba a colapsar e a fezes uma visita as urgências hospitalares por via de um golpe de calor.
Em resumo, há quem faça das tripas coração para que este Estado que nos quer defender dos russos não colapse pura e simplesmente.
Mas para o MST são todos umas sanguessugas e a maior parte do problema.
Não meu rico menino. O problema são Governos que não desistiram do sonho do Hitler e que nos roubam a todos para preparar a guerra.
Já não há paciência para tão pouca inteligência.
Va ver se o mar da choco.
As três fragatas mencionadas somam-se ao navio multipropósito encomendado anteriormente a uma empresa holandesa cujo estaleiro está na Roménia. Convém lembrar.