(In Facebook de Manuel Barreira, 14/07/2026, Revisão da Estátua)

A resposta de um cidadão australiano às baboseiras de Trump sobre a “NATO não estar ao lado da América” é perfeita, letal e uma descrição do modo de vida cruel de milhões de americanos. Mas claro, como diz o Albarda-mos: “eles estarem a defenderem os nossos valores“… 🙂
Estátua de Sal, 15/07/2026
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Ó meu, tu governas um país com 600.000 pessoas sem-abrigo que estão a dormir nas ruas esta noite. Um país onde 40% dos adultos não conseguem pagar uma emergência de 400 dólares, sem pedir dinheiro emprestado.
Um país onde a insulina custa mais do que a prestação de um carro e por isso as pessoas têm que a racionar para sobreviver.
Um país onde as dívidas médicas são a principal causa do número elevado de falências pessoais.
Um país onde muitas mulheres morrem, nos parques de estacionamento dos hospitais, porque os médicos têm muito medo das leis sobre o aborto, evitando tratar um aborto espontâneo.
Tu prendes mais cidadãos do teu próprio país do que qualquer nação da Terra. Mais do que a China. Mais do que a Rússia. Mais do que a Coreia do Norte. A ‘terra da liberdade‘ tem 2 milhões de pessoas atrás das grades sendo que, um quarto das mesmas, nem sequer foi condenado por nada. São simplesmente demasiado pobres para pagar a fiança que lhes é exigida.
A vossa esperança de vida está a regredir. Vocês são a única nação desenvolvida onde isso está a acontecer. A taxa de mortalidade infantil também está a diminuir e é pior do que a de Cuba. As vossas crianças fazem simulações de ataques a tiro, entre as aulas de matemática e de inglês, enquanto tu vendes ações de fabricantes de armas aos teus amigalhaços.
O vosso salário mínimo não varia há 15 anos. Há professores a trabalhar em dois empregos e veteranos a dormir debaixo das pontes, mas acabaste de gastar um trilião de dólares para arrasar um país que não te atacou.
Um país onde um insurrecionista condenado pela justiça, declarado culpado de violação, protetor de pedófilos e que se envolve com estrelas porno, lidera a campanha de guerra mais caótica e desastrosa desde que os talibãs te agradeceram muito por perderes de novo.
E és tu que ainda dizes que a Gronelândia é mal administrada?!
A Gronelândia tem saúde pública universal. Educação gratuita. Uma das taxas de encarceramento mais baixas do mundo. E ninguém vai à falência na Gronelândia por ficar doente.
Ninguém morre numa sala de espera porque o plano de saúde lhe negou o atendimento.
‘A NATO não estava lá quando precisávamos deles’ – dizes tu. Mas quando é que exatamente aconteceu isso, campeão? No 11 de setembro? Sim, porque aí a NATO invocou o Artigo 5º pela primeira e única vez na história, POR Vós. Soldados de dezenas de países foram mobilizados, lutaram, sangraram e morreram no Afeganistão POR Vós. A Austrália nem fazia parte da NATO e nós comparecemos mesmo assim.
E tu, desta vez, recolheste às duas da manhã sem dizer nada a ninguém e deixaste-os a lidar com a asneirada.
Por isso, talvez antes de começares a dizer que os outros países são mal geridos, devesses olhar para o teu próprio quintal, seu vendedor de revestimentos de alumínio com bronzeado de spray. A única coisa mal gerida nesta imagem é a puta da tua boca.
Sim, o caso nem sequer e o Trampas mas um sistema que existe desde que aquela nação canalha se formou.
O Trampas tenta simplesmente tornar esse sistema ainda mais cruel e desumano, aumentar a vocação do país para a pilhagem das terras de outros e o que é pior, exportar activamente até para países supostamente aliados firmas de governo autoritárias e desumanas, vulgo fascismo.
Daí que muitas vezes se pessoalize no traste um cada vez maior desespero com a actuação desta nação que sempre foi de uma crueldade intolerável.
Desde a sua fundação.
A revolta dos colonos contra a Coroa Inglesa nada teve a ver com opressão.
A Inglaterra tinha feito um acordo com os povos nativos no sentido de que os colonos não se expandissem para além da cadeia dos Apalaches.
Tendo em conta as acções britânicas, claro que isso não era para cumprir.
Mas os colonos tiveram medo que se cumprisse.
Daí a revolta que começou com um ataque a um carregamento de chá em que colonos se disfarçaram de indígenas.
Digamos que foi um ataque de falsa bandeira.
A crueldade dos colonos fe los ganhar a guerra e o futuro dos povos indígenas foi o que se viu.
Considerados combatentes estrangeiros hostis na sua própria terra, cacados como animais.
Não deixa de ser interessante que nos últimos tempos circulem no YouTube histórias sobre supostas atrocidade cometidas por nativos americanos.
Uma das atrocidades que lhe e atribuída e o escalpelamento.
Que nunca foi feito pelos nativos mas sim pelos colonos.
Então era assim. Dava se um premio a caçadores de índios por cada homem, mulher ou criança morta. O homem valia mais, as crianças eram as que valiam menos.
Mas como provar as mortes.
Uma cabeça era demasiado volumosa e pesada sendo até um óbice a eficacia do caçador.
A solução era tirar o escalpe do desgraçado que era morto.
Mas Hollywood tratou de atribuir tal atrocidade as suas vítimas.
Claro que havia torturas lixadas mas muitas vezes ligadas a rituais de iniciação e não liberalmente aplicadas a colonos que lhes caíssem mas unhas.
Muito menos qualquer prova de que alguns vez uma tribo tenha assado e comido uma criança gorda.
Cabe perguntar o que haverá por detrás disto.
Será simplesmente dar gás ao racismo da América Branca ou pretende se confinar ainda mais os sobreviventes?
Mas Assassinos da Rua das Flores ou pior?
Ela disse “nação fundamental” pois naquelas cabeças de lacaios de redacção do Balsemão sabem bem quem financiou aquilo tudo, mesmo com os buracos e desfalques e dívidas que todo aquele grupo tem acumulados (um pouco à imagem da “nação fundamental”).
É a nação que já foi à Lua (sic) mas está com dificuldades em lá voltar, porque já não dispõe da “supertecnologia” que lhes permitiu lá chegar, assim reza o mito. No entanto tudo evoluiu desde 1969, até os mísseis balísticos e hipersónicos que foram a base dos foguetões Saturno do von Braun, obsoletos faz décadas.
E essa grandeza mitológica, tecnológica e mediática faz sonhar muitos pategos e pategas, depois vêm o Starlink do Musk, apesar dos sucessivos falhanços da SpaceX, ou mandam vir uns óculos de realidade virtual pela Amazon, apesar do Bezos também não conseguir fazer melhor, e sonham em viver no alto de um arranha-céus à prova de impacto de aviões, como as Torres Gémeas, e com uma visão panorâmica digna de um semi-deus, ou até ter uma torre com o seu nome, como a Trump Tower, não importa o escroque que o hiPOpoTamUS cor-de-laranja é, o que interessa é a posse, a ostentação e a luxúria.
São uns pategos iludidos e deslumbrados, os “atlantistas” dos 7 costados… vítimas dos seus próprios brados…
*depois vêem o Starlink
Quem já não se vê é o Lindinho Gramas, personagem de Roger Rabbit que em vez de se rir quando assassinavam desenhos animados, ria-se alarvemente quando assassinavam pessoas indiscriminadamente.
Agora nem o Starlink o consegue localizar nem dar sinal… são as leis do universo, muito mais soberanas que as da “nação fundamental” que lançou duas bombas atómicas sobre duas cidades no Japão.
Trump pode ser empregado até do Diabo, para mim e igual ao litro.
A maldade e dele, o prazer com que destroi vidas nos sete cantos do mundo e dele.
Isso é como dizer que um assassino a soldo não merece ser enforcado se matar e a pena para assassinato no país for a forca.
Por isso quem o denuncia como um assassino desbocado tem razões para isso.
Trump redesenhou novas formas de atrocidade.
Qual foi o presidente que deportou imigrantes de países latino americanos para África?
Qual foi o presidente dos Estados Unidos que mandou imigrantes para prisões assassinas no estrangeiro?
Qual foi o presidente que foi fotografado ao lado de assassinos pedofilos e consumiu pornografia.
Quem se atreveu a assassinar um dirigente de um país enquanto supostamente estava a negociar com esse mesmo dirigente dizendo que as negociações estavam a correr bem?
Não se trata de personalizar.
Eu sei e o australiano de certeza também sabe que há um poder sinistro por detrás de todos os presidentes estadounidenses. Que todos tiveram o seu grau de crueldade e levaram alguma forma de destruição ao mundo.
Mas e preciso mesmo enxovalhar um canalha que deu a crueldade uma dimensão que faz Vlad o Empalador parecer um miúdo traquina.
O que realmente está errado e a puta da boca dele.
Quanto ao resto há muita coisa que está certa.
O Trump perdeu para os Talibã?
É muito triste ver quase toda a gente no império (onde a Austrália é um mero vassalo tal como Portugal, com a sua classe política quase toda corrompida) a comer com a testa essa propaganda de que o Trump “perdeu” para os Talibã ou, como cheguei a ouvir do focinho de uma prostituta da “esquerda” portuguesa, isso foi uma “má notícia” para as mulheres do Afeganistão…
Vamos por partes:
1) esta pessoalização dos problemas num só indivíduo é errada. Trump não manda em nada. Assina o que lhe colocam à frente, tal e qual como Biden, Obama, Bush, e os Clinton.
O “presidente” do império é apenas uma cara para onde o povo distraído pode virar a sua frustração e iludir-se com o voto e a “escolha” a cada 4 anos.
2) se os EUA saíram do Afeganistão, é porque isso faz parte dos planos do império gerido por um DeepState que só responde a quem realmente tem o poder: os oligarcas dos EUA.
Não interessa que metade daquele país queira votar num Socialista mais pacifista como Bernie Sanders, no final quem manda são os oligarcas da Big Pharma, da Big Insurance, e das Big Clinics. Os oligarcas de Wall Street,de Silicon Valley, e do Complexo Militar Industrial.
À oligarquia que manda no império (do qual somos mera província vassala) interessava colocar os Talibã no poder só para deitar abaixo o governo socialista republicano DEMOCRÁTICO amigo da URSS, invadir mais tarde o Afeganistão sob falso pretexto (Bin Laden não estava lá, e na realidade tinha sido agente da CIA/Pentágono essential aos EUA na guerra proxy contra a USSR), estar lá a ocupar e a massacrar durante 20 anos, e sair na altura em que, por mero acaso, o povo escolheu o fantoche Trump em vez da fantoche Clinton.
3) tudo o que o Afeganistão sofreu desde os anos 80, é culpa dos EUA e dos seus vassalos corruptos.
Se não fosse a agressão e interferem imperial, o Afeganistão seria hoje um país pacífico e desenvolvido e democrático e com liberdade religiosa, algures entre o que acontece no Cazaquistão e o que acontece no Irão.
Era para aí que a DEMOCRACIA amiga da USSR caminhava em Cabul, quando os EUA decidiram financiar traidores e armar talibãs e enviar o seu agente Bin Laden para is liderar.
4) durante a guerra de agressão totalmente injustificada e não provocada e invasão em larga (total) escala dos EUA contra o povo do Afeganistão, o império e seus vassalos (incluindo os nazis ucranianos desde o golpe da CIA em Kiev em 2014) cometeram crimea de guerra e crimes contra a humanidade numa base quase diária.
Perseguiram, censuraram, oprimiram, prenderam e torturaram os jornalistas que denunciaram tais crimes, o mais famoso dos quais se chama Julien Assange.
No total, o ocidente colectivo exterminou +250 mil seres humanos no Afeganistão, muitos dos quais mulheres e crianças, aliás tal como é hábito: na Sérvia, Vietname, Laos, Camboja, Cuba, Panamá e um pouco por toda a América Latina (até deu origem à famosa música dos Jafumega), Líbia, Síria, Palestina, Sudão, Iraque, Líbano, Iémen, Arménia, e também Irão e Donbass e restante Russia.
E todas estas agressões, directas ou via proxies (que muitas vezes são a pior escumalha à face da terra; fascista, nazis, terroristas) começam e acabam de acordo com a vontade imperial.
5) portanto, a saída (tal como o armamento dado aos Talibã, a invasão, a ocupação ao lomgo de 20 anos) dos EUA não foi uma derrota.
Foi uma saída planeada. Parte de que plano. explico mais adiante.
6) Nem foi decisão do Trump.
Foi plano da oligarquia (dona de Wall Street e do Complexo Militar Industrial) executado com 100% de continuidade de agenda por várias administrações: Clintom, Bush, Obama, Trump, Biden.
7) E a saída não foi uma coisa má para as mulheres do Afeganistão. Foi a melhor notícia em 20 anos, pois siginificou o fim da ocupação e da matança. Ou acham que uma mulher fica mais feliz a usar saia no funeral dos seus famíliares assassinados pelo império, do que uma mulher de burka que pode viver em casa em paz com toda a sua família viva?
É que a propaganda dos bordéis (Mainstream Media) ocidentais convenceu muito idiota disto…
8) os EUA invadiram o Afeganistão porque, tal como Julien Assange explicou antes da prisão e tortura psicológica, os EUA são um.império criminoso cuja economia (i.e. o lucro dos oligarcas donos do Complexo Militar Industrial) depende da existência permanente de guerras e “ameaças” (nem que sejam inventadas, como as “ameaças” da Rússia e da China) para venderem armas e lucrar.
9) o ponto 8 é aliás 100% da razão pela qual a NATO foi mantida. É uma forma do império exigir o tributo imperial aos seus vassalos, que são obrigados a comprar armas aos EUA.
10) os EUA ficaram 20 anos no Afeganistão porque era o que lhes dava mais jeito parao objectivo da guerra permanente e lucro fácil.
Como bónus, continuaram a roubar recursos (até ópio os soldados dos EUA traficavam, e foram os Talibã quem depois combateu contra a produção dessa droga) e a desestabilizar aquela região e a destruir a economia na Ásia Central, o que serve triplamente os objectivos imperiais: fazer mal ao Irão, à Rússia, e à China.
11) e os EUA saíram em 2021, pois sabiam que iam precisar dos recursos (dinheiro e armas) para uma outra guerra que já estava na fase final de preparação: a proxy, via nazis, contra a Rússia. Era só violar os acordos de paz de Minsk, ou melhor, mandar o nazi vassalo corrupto Zelensky violá-los, tal como Merkel e Hollande admitiram que sempre foi o plano, e depois culpar o Putin pela decisão esperada (pois não podia ser mais nenhuma) de intervir militarmente para salvar as pessoas do Donbass e colocar fim à agressão nazi.
12) da mesma forma, olhando para a big picture, eu sabia, aquando da agressão contra a Venezuela, e da reactivação dos terroristas da al-Qaeda (financiada e armada pela NATO e mossad) que isso era apenas um.prelúdio para a agressão ao Irão.
13) e sei que a agressão ao Irão (e à Rússia, e a tantos paises entretanto vítimas de golpes (ou tentativas de golpe) da CIA: Arménia, Moldávia, Bielorrussia, Geórgia, Bangladesh, Nepal, India, Indonésia, Bolívia, Panamá, Sérvia, Egito e restantes “primaveras árabes”, Brasil (golpe que culminou com Lula preso e Bolsonaro no poder), Argentina, África do Sul, Coreia do Sul, Japão (assassinato do Primeiro Ministro amigo da Rússia), etc) é apenas um prelúdio para a agressão à China.
14) a lógica depravada e maquiavélica é esta: se estiver tudo a arder nos países em redor e quiçá mesmo dentro da Rússia e China, pode ser que o criminoso império dos EUA se mantenha hegemónico mais umas décadas, e assim se garante mais acumulação de riqueza para a oligarquia absolutamente fascista e misantrópica dos EUA.
15) por falar em golpes e agressões, a prisão do Imran Khan, na altura Presidente do Paquistão, e sua substituição pela junta militar, faz parte deste plano.
Khan era demadiado amigo da Rússia e da China, ia coopersr a 100% com o projecto de paz da SCO, com o multipolarismo dos BRICS, com a Belt & Road da China, e com a EAEU da Rússia.
Em vez disso, tivemos o Paquistão a fazer guerra contra a Índia no momento em que os EUA queriam deitar avaixo Modi (amigo de Putin) e dinamitar os BRICS (ainda mais do que já fizeram com o Milei na Argentina).
O Paquistão volta a ser central no treino de extremistas, desta vez não são os Talibã para serem usados contra a USSR, mas sim os extrrmistas do Baluchistão para serrm usados no terreno contra o Irão (tal como os EUA usam os nazis ucranianos contra a Rússia, poupando assim as suas próprias perdas).
E o Paquistão ajudou a espalhar as armas nucleares dentro do império dos EUA, neste caso com um acordo com a brutal ditadura islâmica da Arábia Saudita (que os EUA impediram de entrar nos BRICS, e onde exigem que o seu território seja usado na agressão ao Irão). Isto é semelhante ao servicinho da França e do Reino Unido na NATO, com as recentes ameaças de expansão nuear até Talin e Helsínquia, com acordos de “defesa” semelhantes.
16) os EUA e seus bordéis (Mainstream Media) e suas PRESStitutas avançadas nas províncias do império (acima de tudo na NATO) são especialistas a mentir sobre tudo isto, tornar vítima em “ditadura perigosa” e tornar agressor em “anjo bem.intencionado que só quer espalhar democracia e liberdade”, e assim cria consentimento para todos estes crimes contra a humanidade.
Um dos casos mais evidentes disto é que na Ucrânia o ditador declara que vários nazis colaboradores de Hitler são “heróis”, mas o idiota do Zé Povinho acredita que a Ucrânia é uma “democracia” “independente” e que os nazis são “só propaganda do mauzão Putin”.
O outro caso evidente (para mim, mas não para o comum dos cidadãos) é o fecho do estreito de Hormuz. Os especialistas no assunto sabiam que uma agressão directa teria essa reacção por parte do Irão. E foi por isso mesmo que o Irão foi agredido: para os EUA fechar em o Estreito ao mesmo tempo que fazem de conta que o “querem abrir”.
O raciocínio demoníaco é este:
– o Irão, mesmo enquanto é massivamente bombardeado, fica com as culpas dos estragos feitos à economia Mundial, ao ponto dos vassalos corrultos dos EUA na DITADURA da UE terem já aplicado sanções extra ao Irão…
– os EUA, no momento em que já puseram os seus vassalos corruptos da criminosa NATO a lagar tributo extra ao império (5% do PIB para a NATO = quase 5% do dinheiro dos Europeus a ir diretamente para a oligarquia dona do Complexo Militar Industrial dos EUA), isso abre espaço para os EUA “largarem” a Ucrânia e concentrarem-se na agressão ao Irão (e mais tarde à China).
– a China era um dos principais importadores de combustível através do Estreito de Hormuz, foi portanto um dos países que mais sofreu com o seu fecho.
– a crise extende-se à restante ASEAN, onde se cria assim o pretexto ideal para a interferência (corrupção da oposição traidora e violenta, e tentativas de golpe) dos EUA nos países em redor do Mar do Sul da China, em particular a Indonésio (agora membro pleno dos BRICS).
– em.simultaneo, os EUA lucram com a venda extra de combustíveis a toda a gente, e assim têm ainda mais controlo sobre as economias afectadas, tal como já tinham feito na Europa após o terrorismo dos EUA no NordStream.
– a agressão à Venezuela (e roubo do seu petróleo), o controlo político cada vez major da Nigéria e de Angola (também produtores energéticos), os terroristas islâmicos (controlados e armados pela CIA/Mossad) em Moçambique (afectam zona onde França explorava recursos energéticos), e a pirataria da NATO e terrorismo nazi ucraniano contra a frota comercial e energética da Rússia, tudo isto faz parte do mesmp plano.
– assim como a interferência política totalmente ilegal que os EUA têm feito junto dos governos de países que controlam estreiros e passagens essenciais ao comércio mundial: Canal do Panamá, Estreito de Magalhães na Argentina, Canal do Suez no Egito, Estreito de Bab El-Mandeb entre Somália e Iémen, estreito de Hormuz entre Irão e Omã (muito vítima desta interferência e ameaças dos EUA nos últimos meses), Estreito de Malaca em particular e todos os países do Mar do Sul da China em geral.
Curiosamente, este império covarde só não controla nada no Estreito de Bering, pois isso significaria um confronto directo e, para já, os EUA têm medo de o fazer com a Rússia e a China.
Por isso tudo fazem para preparar o terreno antes desse confronto se tornar (mais) directo.
Pura maldade em todo o lado, e tudo a arder em redor da Rússia e China.
E tudo isto porquê?
Porque a oligarquia imperial dos EUA que é na prática uma ditadura ocidental contra toda a humanidade, olha para a China COMUNISTA e só vê um.ESTRONDOSO SUCESSO.
Nunca tanta gente progrediu tanto em tão pouco tempo. A China Comunista é, de longe, o projecto de maior sucesso da história da humanidade. Os Comunistas levantaram aquele país pobre e humilhado do chão, e tornaram-no na maior economia do Mundo, que apesar de já ser a maior, continua a crescer 5% ao ano. Tem várias vezes mais capacidade industrial sozinha do que todo o ocidente colectivo (Japão incluído).
E “pior” (do ponto de vista da escumalha hitleriana em Washington DC e Bruxelas e Tel-Aviv: a China faz isto de forma pacífica, sem nenhuma guerra nem directa nem proxy, sem uma armadilha de dívida e humilhação como o FMI, sem interferir na soberania de nenhum país, colaborando na lógica win-win (o oposto do imperialismo e neo-colonialismo ocidental) com países mais desfavorecidos, com respeito total pelas leis da ONU, sem um pingo de submissão ao lobby sionista genocida (“israel” e tresloucados da igreja evangélica), e o maior de todos os “pecados”: a China distribui a riqueza por todos, está mesmo a acabar com a pobreza (na China e nos países amigos), vai ajustando as doses de Socialismo para limitar os excessos dos Capitalistas e as irracionalidades dos Mercados “Livres”, já tem um banco de investimento justo (nos BRICS+) respeitador das soberanias alheias que ameaça o FMI, e está a liderar (pelo exemplo, sem qualquer imposição) o desenvolvimento de instrumentos e instituições que tornarão obsoleta e inútil a máquina de sanções e ultimatos do império ocidental.
E aqui chegamos ao ponto chave: a moeda.
Quem estuda a história da economia sabe que a cada império ocidental tem correspondido uma moeda imperial que aumenta ainda mais opoder (de opressão) desse império: o império do Reino de Portugal e o Escudo, o império do Reino de Castela e a Peseta, o império Francês e o franco, o Império do Reino Unido e a Libra Esterlina, e agora o império dos EUA e o dólar.
Enquanto que o declínio dos anteriores foi relativo e relativamente pacífico, e os impérios deram origem a países independentes e metrópoles (capitais do império) ainda de pé (mas com menos vigor), no caso do fim da hegemonia do dólar, o caso é diferente.
Os EUA estão super-endividados, a ganância dos seus capitalistas foi a sua própria ruína ao transferirem num primeiro momento a capacidade industrial para a China, todo o poder do dólar (e dos EUA) vem do facto do dólar ser a moeda de reserva numa era hiper-financeirizada e, se o dólar cair, os EUA nunca mais se levantam, e a transferência de poder não será INTRA-ocidental, mas sim do Ocidente para fora, para vários pontos de poder relativo em cada região do planeta: o chamado Mundo Muntipolar.
Ora, Portugal e Espanha e França e Reino Unido (e não só) fizeram muito mal, mas também desenvolverem muita coisa. As nossas vítimas eram povos ainda sem desenvolvimento industrial, e quando os impérios acabaram, o pior que nos aconteceu, foram os movimentos independentistas. Nós saímos, os nativos ficaram, problema resolvido. Ou, no caso de Brasil e PALOP, América Latina onde se fala Espanhol, Commonwealth, e territórios ultramarinos dr França, não só o problema ficou resolvido, como até ficámos com países amigos que falam a nossa língua.
Ora, no caso da QUEDA INEVITÁVEL do império dos EUA, isso não vai acontecer.
Os EUA são uma “cultura” que causa repugna em todo o lado, não vai sobrar nenhum país amigo. O que vai sobrar são países com dificuldade em conter o ódio após tanto mal e tenta ameaça feitos pelos EUA.
Os EUA, lembro quem esquece e informo quem não sabe, são o único país do Mundo, e quiçá da história, sem amigos nem aliados. Os EUA operam exclusivamente numa lógica de interesses temporários: se serve os interesses deles, “dá cá o dinheiro e fica satisfeito por comeres à mesa”; se não serve o interesse deles, “ou dá cá o dinheiro, ou serás a próxima refeição”.
Na história ds geopolítica, as coisas não costumam acabar nada bem para os bullies. Então o desastre será total para um bully falido (quando o dólar deixar de ser reserva, os EUA não conseguem lagar o que gastam e muito menos o que devem) e sem amigos, que dedicou os últimos anos a sacrificar todos os “aliados” só para fazer mal ao resto do Mundo numa tentativa desesperada para manter a sua hegemonia. E que já foi longe demais na sua táctica de “divide & conquer” usada pela oligarquia fascista contra o seu próprio povo, para distrair os pobres com falsas divisões entre “conservadores” e “liberais”.
Ou, dito de outra maneira: quando até a pequena e pobre Cuba (pobre porque sancionada e bloqueada e insular mas mesmo assim relativamente melhor em relação a todos os países vizinhos comparáveis) é vista como um “perigo iminente e alvo prioritário a abater”, é porque o império é mesmo um castelo de cartas perto do colapso final.
E a China lá vai continuando a ganhar, sem disparar um único tiro. As recentes vitórias no caso da DeepSeek (open source, e mais barata/eficiente que as IA dos EUA), das alternativas Chinesas à NVidia (que em breve derrotarão o monopólio dos EUA em todo o Mundo), e da guerra de tarifas (onde a China não cedeu, contra-atacou cirurgicamente, e obrigou os EUA a piarem fininho), foram 3 exemplos deliciosos só no último ano!
Para já, basta à China continuar a ajudar todos os que resistem contra a agressão imperial. Mas até a China sabe que em breve terá de entrar no jogo. E o regime dos EUA repete a data 2030 aqui e ali, o que não é coincidência. pelo contrário, é o típico modus operandi: uma administração prepara o terreno, a administração seguinte, com 100% de continuidade da agenda (da agressão imperial), dá início ao conflito. Não interessa se votam na Kamala ou no Vance ou no palhaço dos hambúrgueres. Já está decidido.
E da mesmíssima forma, não interessa se, naquela província do império chamada Europa, votam em Macron ou Le Pen, Merz ou Scholz, Ventura ou Mortágua, etc. Também já está decidido: da mesma forma que a NATO “tem de” pagar pela “defesa” da “liberdade e democracia” contra a “agressão” do “malvado e ditador” Putin, também agora (~2030) a Austrália e Japão e companhia “têm de” pagar pela “defesa” da “liberdade e democracia” contra a “agressão” do “malvado e ditador” Xi. E o ocidente colectivo “decidou” aplicar sanções ao “agressor” China, pela guerra “não provocada nem justificada” no “país independente” chamado Taiwan… enquanto que o novo “Presidente” dos EUA “ganha eleições legítimas” com o mandato de “mediar um acordo de paz” através do envio massivo de armas para os seus “aliados” no Mar do Sul da China, pois como se sabe, “mais guerra é igual a mais paz”, e “é preciso” bombardear o interior da China para “ganhar vantagem” nas “negociações de paz”, pois isso “não” é escalada tresloucada, mas sim “pressão calculada”.
E todas as PRESStitutas dos bordéis (Mainstream Media) ocidentais irão repetir esta banha da cobra até os ocidentais odiarem todos a China da mesma forma que já foram trainados (como autênticos cães de Pavlov) para odiarem a Rússia e o Irão.
Quiçá, se aquelas palhaçadas chamadas BE e Livre ainda tiverem permissão para existir (após a revisão Constitucional fascista que aí vem), um Rui Tavares e uma Mariana Mortágua aparecerão em palco num qualquer desses bordéis, a “representarem a esquerda” com frases como: “sim, é preciso mais dinheiro para a NATO e para o AUKUS, pois a Rússia e a China são os inimigos”, ou então “sim, a culpa de mais uma crise económica na Europa é de Putin e Xi, não é das nossas sanções suicidas aplicadas a mando dos EUA”, ou ainda “concordamos que se dê armas nucleares a Kiev e a Taiwan, para serem usadas contra a população da Rússia e China, mas só se as ogivas forem pintadas com as cores da bandeira LGBT e os mísseis forem movidos a energia renovável e financiados pelo Green Deal”…
Acho mais que excessiva tanta prosa para rebater uma linha do artigo que refere o Afeganistão. O cerne do artgo não são os talibãs, nem sequer Trump: mas sim a pobreza e miséria que campeiam nos EUA, na “terra da liberdade”, em consequência dos excessos e opções do seu sistema político e económico.
Ou manda los para o Gana ou República Democrática do Congo como o traste já fez a alguns da América Latina.
O traste já nem manda as pessoas para o país de onde vieram, em muitos casos manda para África.
Isto e uma crueldade extrema e vai ao arrepio de todas as regras internacionais sobre deportação.
Como quando, em conluio com aquele traidor palestiniano do Bukele, enfiou 250 venezuelanos numa das mais brutais prisões do mundo, o infame CECOT de el Salvador.
Realmente este porco e provavelmente o mais cruel cerdo que passou pela presidência dos Estados Unidos.
Lembra se de atrocidades que não passaram país cabeça de ninguém, e simplesmente pornográfico.
E efectivamente quanto a quererem ver esse traste morto o Irão tem de se pôr na fila pois que ela e longa.
A Rússia, onde Putin não deve saber porque milagre saiu vivo do Alasca e outro que não rebentaria em lágrimas se o sujeito “partisse”.
O mesmo para as populações dos países que, graças a interferência deste traste em processos eleitorais estão agora nas mãos de fascistas.
A Colômbia foi a mais recente vítima. Toda a gente sabe que houve fraude massiva mas ninguém levantou a lebre pois ninguém quer ver se a conta com milícias fascistas armadas. Agora e aguentar quatro anos de assassinatos, fome e miseria.
O que não falta pelo mundo oprimido por essa besta e gente que quer pensar que ele esta num caldeirao no Inferno ao lado de Lindsey Graham.
Não duvido que pelo menos metade da tugalhada achasse normal que os Estados Unidos nos passassem na mão grande ao contrario da ameaçada população da Gronelandia onde so os bafos de bode lá do sítio parecem gostar da ideia.
Essa da nação fundamental até me dá ânsias. Fundamental para quem?
Só se for para quem tem alma de assassino e ladrão e conta com a força militar desses trastes para roubar o que e dos outros.
E provavelmente não durariam lá um dia.
Saberão o que está na raiz da gigantesca população carcerária dos Estados unidos?
Vamos lá fazer um desenho.
Um sujeito que até vai sobrio e, a hora do lusco fusco sai a estrada uma criatura vetusta que a família não devia deixar andar sozinha na rua.
O embate da se e o pior acontece.
Em Portugal e em boa parte dos países deste mundo e passar uns tempos com termo de identidade e residência, um julgamento em que só falta dizerem que e filho do Putin e não sabe, uns meses sem carta, uma indemnização paga pelo seguro e uma multa que pode ser paga em suaves prestações mas boa parte da malta até pode pagar logo porque aguenta uma despesa extra de mais de 350 euros.
Nos States sai do local algemado no meio de um grande alarido.
Presente a juiz tem de pagar uma fiança para poder aguardar o julgamento em liberdade. Se não tiver dinheiro vai logo dentro.
Cumpre acrescentar que coisas como um atropelamento em que o desgraçado condutor não teve tempo para dar um pio por lá podem valer mais de uma década de cadeia.
Porque as prisões são privadas, o trabalho dos prisioneiros alimenta a indústria agro alimentar, metalúrgica e outras, contribuindo para reduzir os salários dos trabalhadores livres e a máquina precisa de carne para ser alimentada.
A população carcerária dos Estados Unidos e neste momento de mais de três milhões de pessoas, a esmagadora maioria das quais literalmente escravizada.
Quando por cá se fala em aumentar penas e por os malandros dos presos a trabalhar e na realidade disto que estão a falar.
Pelo que sim, os atlantistas deviam ser mandados para lá e ver se a contas com isso tudo.
Mas de caiaque tendo eles que remar. Podia ser que um tubarão branco faminto os apanhasse antes dos assassinos do ICE.
O mastodonte já nem sabe para que lado se virar. Agora até lhe andam a impingir a paranóia que o querem abater (a surpresa é serem apenas os iranianos), e claro que o narcisista não quer ser vítima, apenas e só quando se vitimiza a si próprio, depois de ter ameaçado, desprezado, assassinado e insultado gente por toda a parte, em grupo ou individualmente.
Estamos perante um tiranossaurus rex, ou um brontossauros broncus? Talvez um broncus rex…
E sem esquecer os que sequestrou, torturou e desumanizou. Um verdadeiro prémio Nobel-Coringa Malvado.
Boa resposta do australiano, sobretudo a parte em que refere a Gronelândia e a diferença civilizacional que os faz preferir ser autónomos ou independentes do que pertencer ao “farol do mundo livre”. Por cá na Pategónia temos muitos autóctones que pagavam para trocar de nacionalidade ou viver sob o jugo dos americanos, a “nação fundamental” como dizia uma pivot (bastante tonta) no dia que contaram 250 anos de independência. São os ilustres “atlantistas”, a maior parte deles até votaria democrata ou republicano… se fosse mesmo norte-americano. E de castigo deviam ser eles a pagar integralmente as tarifas, e ir todos uma vez por ano ao beija-cu do Trampas, que desde que se foi o Lindsey Graham, anda cada vez mais borrado da cueca. E ficarem num hostel hostil do ICE, ou no Alcatraz dos Aligátores na cela do Chewbacca até serem devolvidos à procedência sem um tostão nas contas para pagar os custos de transporte, a estadia e a “american experience”.