(Major-General Carlos Branco, in Youtube, 04/07/2026)

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No momento em que a Ucrânia se aproxima da debacle após a queda de Kostyantynivka e do desmoronamento da sua linha de fortificações, Zelensky e o Ocidente continuam em estado de negação. Vi há pouco na CNN dois aldrabões encartados, o Serronha e o pseudo jornalista, Rolando Santos, a jurarem a pés juntos que a Rússia está quase de joelhos!! A vergonha está tão cara, o preço está pela hora da morte, que as duas alimárias – mesmo com as avenças chorudas da CNN/CIA -, não a conseguem comprar e, por isso, vergonha na cara não tem nenhuma.
A verdade sobre a queda de Kostyantynivka e das suas implicações pode ser vista na intervenção de ontem, 04-07, do Major-general Agostinho Costa, que pode ser vista aqui, “uma prenda de Putin para Trump que é do tamanho de Évora”, diz o Major-general.
E num registo mais alargado, análise estratégica do conflito, fica também outro contributo honesto e sabedor do Major-general Carlos Branco entrevistado pelo jornalista Miguel Szymanski, no seu podcast Guerra e Paz.
Estátua de Sal, 05/07/2026
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Zelensky, tal como Hitler, dada em estado de negação. Mas não é o único.
O recrudescimento de ataques terroristas contra a Rússia levou esta gente a tentar convencer nos que a vitória e possível.
Não é possível nem nunca foi.
A Rússia e uma potência nuclear. Se se visse em vias de os nazis marcharem mesmo em Moscovo usaria essas armas para simplesmente destruir a Ucrânia.
A ideia era destruir a Rússia também economicamente. Acreditava se que com as sanções a Rússia seria acossada pela fome e uma multidão ensandecida empalaria Putin as portas do Kremlin.
Enquanto que o Kremlin sempre disse que Herr Zelensky não era um alvo, Kiev sempre disse que Putin era o seu alvo. Cenários de atentados a Putin chegaram a ser discutidos como a coisa mais natural do mundo em canais televisivos franceses.
Não era destruir a Rússia que se pretendia, isso não era possível. Mas poderia ser possível desestabilizar o suficiente para substituir Putin por um regime mais dócil.
Alias não sei bem o que esta gente queria. Putin estava a ser dócil. Vendia combustível a preço de saldo o que garantia a Europa uma fonte de energia segura e barata.
Algo que seja divida não agradava aos nossos vizinhos do outro lado do mar.
Mas a Europa pelos vistos queria mais. E por isso mordeu a hostilidade ianque com anzol, linha e chumbada.
Uns porque queriam vingar agravos de outros séculos e muitas vezes sofridos também por culpa própria.
Caso dos polacos que volta e meia faziam incursões de pilhagem na Rússia até serem conquistados por esta e se sentiam vítimas do regime que garantiu a sua reconstrução após a Segunda Guerra Mundial. Ou dos bálticos que foram vendidos a Rússia czarista pela Suécia.
A Ocidente tínhamos os franceses a sonhar com Napoleão e a Alemanha que nunca foi desnazificada a procurar vingança.
O que se queria era uma verdadeira nova colonização da Rússia e dos seus recursos tal como nos anos Ieltsin.
Porque os russos nunca foram vistos como iguais. Putin acabou por pedir desculpa ao seu povo por nunca ter percebido esse racismo.
E esse racismo e difícil de perceber.
Estamos no Século XXI. Passaram seis Séculos desde Leonardo da Vinci. Tínhamos obrigação de saber e ser mais.
Um dia acusei o homem de ter mortos aulas de história. Se calhar não matou. E muito difícil pensar que as pessoas não aprenderam nada com a história.
Pessoalmente, cheguei a acreditar que a Alemanha tinha mesmo abandonado o nazismo até ver as barbaridades em torno das vacinas COVID e o que foi feito a quem não quis ir meter tal veneno no corpo. Só faltou faze los andar pelas ruas com uma estrela de David ou equivalente.
Putin acreditou que tínhamos evoluído alguma coisa desde que compramos Katerina aos tártaros.
Como isso não aconteceu estamos nisto. Podíamos ter seguido outro caminho. Mas escolhemos o que escolhemos durante séculos. O engano, a rapina, a exploração. E por isso estamos nisto.
Mas justamente porque Zelensky está em negação isto anda tem muito que durar.
Hitler só deu um tiro nos cornos com as tropas soviéticas nas ruas de Moscovo.
Herr Zelensky não fará por menos.
Por isso ainda temos muito tempo para pagar a esse palhaço com todos os nossos pategos a sonhar que ainda e possível.
Quanto aos nossos dirigentes, também em estado de negação não acreditam que mais uma vez a Rússia vai derrotar os seus inimigos. Que mais uma vez os sonhos de conquista não se vão concretizar.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.