(Thomas de Toledo, in Facebook, 08/04/2026, Revisão Estátua.)

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Pronto, Trumpafetivos. O vosso pedófilo de estimação perdeu a Guerra do Irão. Sim, perdeu! Agora tatuem na testa: Trump perdeu a guerra para o Irão!
Trump e Netanyahu conseguiram matar o Ayatolá Khamenei, mas… Seu filho, muito mais linha dura, assumiu sua posição. A parcela da juventude que antes repudiava o regime e que pendia a cultura ocidental, entendeu do pior jeito porque seu país se posiciona contra o imperialismo e agora repensa seu papel. O Irão está muito machucado em sua infraestrutura, mas nada que a China e a Rússia não possam ajudar a resolver.
O regime genocida e teocrático de Israel também apanhou muito. Teve alvos estratégicos destruídos, principalmente aqueles ligados a seu programa nuclear, serviço de inteligência, indústria bélica e produção estratégica. Agora estão cada vez mais longe de um acordo com as monarquias do golfo, que tomaram outra e agora vão levar anos para restaurarem uma imagem de segurança.
Todas as bases militares estadunidenses na região foram destruídas e o Irão exigirá que não sejam reconstruídas. O Hezbollah mostrou que estava muito menos debilitado do que se imaginava e o Iêmen provou que quando precisar, pode muito bem atingir Israel.
Com o bloqueio do estreito de Ormuz pelo Irão, o petróleo passou de $60 a $120 por barril. A inflação explodiu nos Estados Unidos. Trump precisava a todo custo arrumar um pretexto para sair dessa guerra totalmente desnecessária. Depois de passar o dia postando bravatas de que destruiria o Irão, o que ele conseguiu foi um cessar-fogo de duas semanas em troca do Irão reabrir o estreito de Ormuz. Ou seja, voltou à mesma situação de antes da guerra sem conquistar nenhuma vitória.
Em resumo, quando os Estados Unidos e Israel entraram na guerra, estavam inteiros em capacidade militar. O Irão praticamente inviabilizou a presença militar dos Estados Unidos na região ao destruir as bases. Israel está com sua capacidade operacional fortemente abalada a ponto de o Domo de Ferro ter virado peneira.
O Irão está muito destruído, mas venceu no principal: mostrou que tem poder de fogo para dissuadir qualquer aventura imperialista. Os persas têm mísseis e proxies suficientes para se sentarem como crupiês nas novas rodadas de redefinição do mapa político do Oriente Médio.
Nota: Texto em português do Brasil seguindo o original.
Em nome da defesa do judaísmo e dos judeus, IsraHell bombardeou e destruiu, ontem, a sinagoga mais antiga de Teerão. O que vale aos judeus de lá é que, só em Teerão, havia ao todo 32 sinagogas, pelo que agora ainda têm 31. A vantagem é que ficamos com mais uma prova de que os ayatollahs são burros que nem cepos. Sabendo nós que são o suprassumo do antissemitismo e querem matar os judeus todos (Nazinyahu dixit), nem se lembraram de matar os seus próprios judeus! Porra, burros do caralho, pardon my French!
Reportagem da RT aqui:
https://odysee.com/@RT:fd/Synagogu-damage-in-Tehran-strike:3
Temos, porém, a felicidade de viver um tempo de milagres! Porque se trata obviamente de um milagre a ausência de qualquer referência a este bombardeamento nos distintos meios de comunicação de reverência do mainstream merdia! Oremos!
Peço perdão, parece que desta vez fui injusto com os merdia. Uma amiga disse-me agora que viu a notícia num canal de televisão.
De certeza que não foi uma notícia a avisar para a propaganda e as fake news com recurso a vídeos de IA made in Iran?
Não deve ter sido, uma vez que foi Israel que “arrasou”…
Nada de novo, velhos métodos…
https://youtube.com/shorts/hACkKP6VCZ4?is=Se_c6OkFAfIAH10L
Mais testemunhos dos métodos históricos do sionismo…
https://youtube.com/shorts/TrGZDPs3XlM?is=RNmubSkRFem9n9ac
Bem mais úteis, estes teus vídeos, do que reduzir uma questão colonial, de esbulho de terras e genocídio dos seus habitantes autóctones por ladrões e bandidos comuns, a uma parvoíce inconsequente como chamar-lhes, 50 vezes por dia, “assassinos bíblicos” ou “assassinos messiânicos” que “vivem há quatro mil anos atrás”. É como classificar como “assassinos bíblicos” ou “assassinos messiânicos” que “viviam há quatro mil anos atrás” os colonos europeus que colonizaram as Américas e genocidaram os habitantes autóctones, a que chamaram “índios”, exactamente com os mesmos objectivos: ocupar-lhes e roubar-lhes as terras.
É claro que tanto nas Américas como em IsraHell havia e há idiotas messiânicos que invocam a Bíblia como escritura notarial e consideram Deus como o pai de todos os notários, mas esses são apenas idiotas úteis, tão idiotas e úteis como os cristãos “oxidentais” que acreditam nas mesmas parvoeiras. Nas Américas, era igualmente a Bíblia que lhes dava o direito de roubar e assassinar os selvagens pagãos, que, por pagãos serem, decretava Deus (através dos seus intermediários na Terra, claro) que não mereciam as terras onde viviam, por não serem capazes de as pôr a produzir como só os “civilizados” europeus sabiam.
É por demais sabido que o bandido e ladrão comum Bibi Nazinyahu, chefe conjuntural dos bandidos supremacistas de IsraHell, é um judeu laico para quem a Bíblia é apenas um pretexto, um álibi que lhe serve de cobertura para os crimes que comete e ajuda a cometer há décadas.
A nova trend dos direitolas autoproclamados “moderados” para apontar o dedo aos direitolas “trumpianos” é que o hiPOpoTamUS cor-de-laranja e o seu vice-presidente, o tapir JD Vance, estão a interferir com as eleições na Hungria, para favorecer o infiltrado “putinista” na União Europeia, que tem sido a pedra no sapato do “unanimismo europeu” (faz de conta que o Pedro Sanchéz não existe, e que não múltiplas fracturas na UE, até porque cada país europeu membro da UE tem os seus próprios interesses geoestratégicos, comerciais e as suas esferas de influência históricas, por laços culturais e/ou civilizacionais distintos). Se calhar até têm razão, mas na Hungria há eleições e não houve “golpadas” nem “revoluções coloridas”, como por exemplo na… Ucrânia!
Aí já os autoproclamados direitolas moderados não aceitam quem sequer ouse invocar a interferência externa na política interna ucraniana, nomeadamente por parte dos EUA e da UE (Victoria Nuland e Ana Gomes devem ser responsáveis políticas da Papua Nova-Guiné e do Burkina-Faso)… nem sequer houve conluio com as forças reaccionárias da extrema-direita ucraniana, conforme documentado pelo autor do livro ucraniano que já aqui foi divulgado, pelo José Catarino e pela própria Estatuária.
Como se EUA e UE nunca tivessem nada a ver com interferência externa, só agora na Hungria a vislumbraram.
Os actuais donos de obra da Casa Branca sim, estão a interferir nas eleições húngaras ao participar em comícios de apoio ao Órban. Mas quando a Ursula von der Leyen veio passear no Porto ao lado do Montenegro, depois de o Costa ter sido tramado pela PGR e o Marcelfie, isso já não conta, para os autoproclamados “moderados” (só para citar mais um exemplo que nos diz directamente respeito)!
Estas carolas direitolas não páram! Ai, se a desfaçatez, a imbecilidade e a desonestidade intelectual pagassem imposto… ou fossem tarifadas à medida que aumentassem e se vulgarizassem…
O que está subjacente a este tipo de raciocínio evidentemente deturpado (e já desmontado na sua hipocrisia) é a “crença” de que no farol do mundo livre”, “terra dos livres e dos bravos”, “os polícias do mundo”, têm a sua versão “polícia mau” actualmente a tratar das obras na Casa Branca. Mas o anterior era um “polícia bom”, e a fé é que o próximo também seja. Essa é a vontade dos autoproclamados “moderados” e/ou “liberais”, para se livrarem da vergonha que pertencem ao mesmo “lado da história” (o “certo”, segundo a sua crença) que apoia toda e qualquer ingerência externa americana, seja quais forem as consequências e os crimes de guerra ou contra o direito internacional cometidos (pirataria, sequestro, assassinato, “regime change”, etc), desde que seja o “polícia bom” a fazê-lo, de forma polida e… “moderada”! Se for o “polícia mau”, à bruta e sem dar cavaco, e sem falinhas mansas para encantar pategos e os levar a encaixar mansamente a inflacção e demais custos civilizacionais e económicos das “guerras eternas” (vide… Ucrânia), aí já não há “crise”! Pois que “eles estarem a defenderem os nossos valores e a demo-cracia”!
Continuem a iludir-se e a ser hipócritas. Não ganhem vergonha nas fuças, que não é preciso!
O “lado certo” da história que apoiou o genocídio em Gaza, e neste caso quer o “polícia bom” quer o “polícia mau” foram cúmplices, com algumas nuances. Para cúmulo, até foi o “polícia mau” que conseguiu um ténue e muitas vezes violado “cessar-fogo”, isto apesar das suas ameaças de arrasar Gaza e os palestinianos, caso não acordassem a “pausa” pretendida nos combates, depois de o “polícia bom” o ter prometido e anunciado várias vezes, sem sucesso, com mais de meia-dúzia de visitas de Anthony Blinken a Israel para esse fim, segundo era apregoado.
Que compactuou com o assassinato de jornalistas, enfermeiros, médicos, professores, pessoal da ONU, distribuidores de mantimentos e medicamentos, até cidadãos estrangeiros, para além do massacre indiscriminado de civis, mulheres e crianças, doentes e idosos…
É este o lado certo da História dos direitolas, sejam os autoproclamados “moderados”, sejam os indefectíveis “javardolas”…
O mundo não esquecerá, mesmo que tudo façam para reescrever a História.
Entretanto, numa galáxia longínqua… ou longinquamente próxima, as coisas pulam e avançam.
https://share.google/eYMN2NgubJr9f2LOa
Quis ver esse link mas a minha protecção impediu-me dizendo ser malware. Veja lá isso.
É uma notícia de há dois dias, de um site (‘Notícias ao Minuto’) que me aparece muito nos chamados feeds da página Google. Segue copy paste:
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Toyota com tecnologia da Huawei e Xiaomi vendeu 3.100 unidades numa hora
A GAC-Toyota lançou recentemente no mercado o novo bZ7. É um porta-estandarte 100 por cento elétrico, com tecnologia de empresas conceituadas como a Huawei ou a Xiaomi, mas é exclusivo do mercado chinês.
06/04/2026 07:46 ‧ há 2 dias por Notícias ao Minuto
O novo Toyota bZ7 já chegou ao mercado na China. O sedã de luxo elétrico de quatro portas é um produto da joint venture GAC-Toyota, sendo o segundo desenvolvido sob a batuta da equipa de engenharia do construtor naquele país.
Curioso é o facto de integrar tecnologia automóvel de gigantes tecnológicas – como a Huawei, que fornece o sistema de propulsão elétrico DriveOne, a chave StarFlash e o cockpit inteligente Harmony Space 5 com o sistema HarmonyOS 5 de série ou o ecossistema inteligente da Xiaomi para automóveis. No futuro, terá até a compatibilidade com a app Mi Home e botões físicos magnéticos por Bluetooth da mesma tecnológica.
Mas não se fica por aqui: também tem assistências à condução com a assinatura da Momenta (Momenta R6), suportando navegação em “piloto automático” nas cidades e nas autoestradas e a variante com LiDAR inclui 27 sensores entre câmaras, radar e LiDAR.
Em termos de motorização, o conjunto propõe 281 cv de potência e uma velocidade máxima de 180 km/h. O bZ7 é um sedã de tração traseira com suspensão pneumática de dupla câmara e bancos de gravidade zero. Dependendo da versão, a autonomia é de 600 km, 700 km ou 710 km (números CLTC).
Não é o mais indicado possível para os centros das cidades, com os seus mais de cinco metros de comprimento e quase dois metros de altura. O espaço entre eixos excede os três metros, garantindo um interior espaçoso.
Oficialmente lançado no mercado em finais de março, o GAC-Toyota bZ7 surge em cinco configurações diferentes. Na primeira hora após ser disponibilizado, vendeu mais de 3.100 unidades, escreve o Car News China.
O McAfee não me faz alerta nenhum.
Os Trumpianos que de quando em vez por aqui aparecem hoje vão sair todos da toca.
O Jgmenos e o único que vai faltar por ter levado uma corrida em osso por andar a insultar os que não apoiam genocidas.
Mas estas aves de rapina que só cá aparecem quando lhes cheira a sangue vao passar por cá todos.
Alguns a cometer atentados contra o idioma pátrio, como foi o caso do (pouco) subtil.
Eles que expliquem como o hiPOpoTamUS cor-de-laranja já venceu, quando o Irão fechou novamente o estreito de Ormuz por causa do ataque israelita no Líbano que assassinou 254 pessoas…
É preciso ser muito patego para acreditar no que dizem os lambe-cus do Trump, os Vances, os Hegseths, as Leavitt e os Ruttes deste mundo…
Estas carolas direitolas não páram…
Claro que não venceu e vocês sabem isso.
Olha, a cheerleader dos direitolas sociopatas, genocidas, pantomineiros e javardolas…
E ao que parece o cessar fogo era mesmo so a brincar. A guerra continua e o tal estreito está outra vez fechado. Como se fosse possível um acordo com um megalómano e outro bandalho que acredita que lidera o povo escolhido por Deus.
A baixo, não existe em português neste tipo de frase.
Abaixo e a forma correcta, aprende que quem sabe português não dura sempre.
Por mim não me fio num cessar fogo prometido por dois bandalhos que já enganaram o Irão duas vezes com promessas de negociações.
Mas não havia muito a fazer para quem quer provar que quer a paz e não a destruição nuclear.
Israel levou efectivamente para assar e a aventura no Líbano também não correu como esperado.
Que o Irão ainda pode destruir muita coisa por lá isso e verdade por muito que desagrade aos Trumpianos deste mundo.
O que está mesmo provado e que não se pode confiar no Ocidente não só para o Irão mas para todos os povos do mundo.
Quem no Irão acreditava que o Ocidente os libertaria sabe agora que o Ocidente apenas quer a sua submissão total, a pilhagem dos seus recursos e se esta nas tinhas para se morrem de fome ou caem nas garras de um tirano.
Aliás era mesmo um tirano que lhes queriam impor.
O que de certeza ficou mesmo provado e que isto e tudo uma cambada.
Quanto a Trump foi uma pena que não tivessem conseguido acertar naquela abóbora.
Um texto muito fraco. Parece uma proclamação panfleteira. Sem consistência analítica e crítica. Muito a baixo da maioria dos textos publicados na vossa revista sobre o Médio Oriente