A maior fonte de fantasia


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A maior fonte de fantasia destinada a distrair as opiniões públicas do REAL objetivo de quem controla o imperialismo norte-americano (e nunca é o Presidente) são os meios de comunicação globalizados.

Reparem por exemplo no 7 de outubro em Israel.

Mas, ALGUÉM, por mais emotivamente condicionado que seja, acredita que o MAIOR proxi dos EUA, o estado pátria da Mossad, o país com o MAIOR programa de monitoramento humano à escala mundial, o recetáculo da MAIS avançada tecnologia de controle territorial, SE DEIXOU INVADIR POR UM BANDO DE MALTRAPILHOS, SEM LEVANTAR QUALQUER OBSTÁCULO?!

Será mais fácil acreditar no Pai Natal.

Agora, se pensarem que a urgência prioritária dos EUA passava por eliminar o regime iraniano, já “devidamente desgastado” pelos mídia ocidentais relatando à náusea os tais “incidentes com burcas” que, sendo o quotidiano na Arábia Saudita e no Qatar, só aqui se tornavam horrificos, assim talvez já entendam.

Morreram mil israelitas? E depois? Quantos morreram no Iraque ou na Líbia?

Netanyahu, um corrupto a contas com a justiça, tal como Zelensky na Ucrânia, era o personagem perfeito no momento ideal, para aceitar as “contingências” do “alto propósito americano”: ELIMINAR O IRÃO.

O plano está em marcha e toda a mediatização à volta do Hamas (mais um Frankenstein norte-americano/israelita) e dos reféns, são apenas o colorido novelístico que condiciona o público a aceitá-lo. Quanto ao conflito russo/ucraniano, o proxy norte-americano, Bruxelas, tem feito todo o trabalho na perfeição.

A difusão mediática da “INVASÃO RUSSA” teve por parte das estruturas da União Europeia e dos fracos líderes que a compõem, honras quotidianas de primeira página e difusão televisiva.

Tal e qual como NUNCA tiveram os “incidentes” que levaram à dita “invasão” nem, muito menos, a aquiescência TOTAL dos europeus, quer à expansão da norte-americana NATO para a fronteira de segurança russa, quer o LOGRO que foram os acordos de Minsk, quer as tentativas frustradas de controlar a Crimeia, quer a “revolução colorida” conduzida pela neocon Nuland, quer os assassínios em massa no Donbass, quer ainda a eleição de um palhaço corrupto que se prestasse ao desempenho do mesmo papel que Netanyhu desempenha em Israel: garantir o sucesso do PLANO norte-americano custe o que custar.

E QUAL É O PLANO?! USAR a sua proxi, Bruxelas, e a NATO, agora entregue a expensas da Europa, para eliminar o regime russo.

E é tão simplesmente porque o plano está em marcha e É TOTALMENTE assumido por Bruxelas, que a guerra continuará “até ao último ucraniano” ou até ao último cêntimo destinado à saúde ou às reformas dos europeus.

Não porque queiram os EUA derrotar a Federação Russa com armas. Sabem bem que tal é uma impossibilidade. Querem sim manietá-la economicamente até sucumbir. Quer através das sanções europeias que, “PASME-SE”, 24 horas após o início do conflito já estavam a ser indicadas por Bruxelas… quer através da mudança TÃO DESEJADA de compra dos hidrocarbonetos para a América.

Após a neutralização do Irão e da Rússia, a estratégia foca-se no Indo-Pacifico, com ênfase na China de Xi, a qual, acredita o Deep State norte-americano, estará fragilizada sem o apoio dos seus maiores apoiantes em armamento.

Dizem os contadores de histórias, que Trump se encontrou com Putin no Alasca para “tentar” afastá-lo de Xi. Ridículo.

Ambos encenaram a parte da novela que melhor condicionava a emotividade popular. E ambos sabiam que a guerra iria continuar. Por sobrevivência para a Rússia, e por interesse estratégico para Trump.

Contrariamente ao que muitos enfatizam, eu penso que poderão ser os europeus, cansados de governos incapazes e de uma liderança europeia de acéfalos submissos, que poderão iniciar a revolta ao maquiavélico Plano norte-americano de controle pela hegemonia global. Paulatinamente as mudanças dão-se e as mentalidades ficam libertas da amarra sub-reptícia dos órgãos de difusão, TODOS ELES a soldo de um mesmo patrono.

13 pensamentos sobre “A maior fonte de fantasia

  1. Pois, uma guerra tem no mínimo 2 contendores, dois lados opostos que se atacam entre si, e nesta “guerra Israel – Hamas”, como lhe chamam, só ouvimos falar o líder político de uma das partes, curiosamente com mandato internacional de captura por crimes de guerra vários, entre os quais genocídio, e os representantes menores do exército israelita, sempre justificando assassinatos indiscriminados cujas principais vítimas são crianças e mulheres, mas também jornalistas, socorristas, funcionários da ONU, cujas instalações são visadas nos ataques, assim como hospitais e escolas e campos de refugiados. E têm muito tempo de antena na televisão pública portuguesa e nos canaisvprivados, tentando justificar a barbárie aos néscios que aceitam as suas acções, acreditam nas suas patranhas e dissimulações e elogiam a falta de escrúpulos e vergonha na cara.
    Mas da facção oposta, nada ouvimos, não há quem a represente e dê a cara para fazer reportes diários do horror, e mesmo que haja nunca lhe será dado o mesmo tempo de antena que dão aos carniceiros e mutiladores israelitas. E isto só por si revela bem o tratamento que é dado a unsce a outros pelas redacções (e se é assim na RTP, imaginem o tratamento na SIC do Rogeiro e do Milhazes, na TVI/CNN da Ferra Aveia e do Isidoro Mortais, e na CMTV e na NOW aquilo deve ser de fazer corar o Goebbels…
    Daí que estarem sempre a mostrar tudo o que diz o Bibi (não o pedófilo da Casa Pia, o carniceiro da Palestina), onde ele vai, quem o apoia faz parte da estratégia concertada da comunicação social ocidental de continuar a branquear genocidas e os levar nas palminhas, tratando-os como heróis inimputáveis “dos nossos valores e da demo-cracia”, enquanto os outros nem aparecem pois que também são chacinados sempre que Israel o decide e consegue, nem que tenha que bombardear países terceiros, alguns nem vizinhos são. Mas como têm o apoio total de Washington, e por conseguinte de Bruxelas, têm carta branca para massacrar e continuar a aparecer na televisão e nos meios de difusão ocidentais.
    Se isto é uma guerra, então é totalmente desequilibrada, pois só mostram o que uma das partes, a “opressora” e a “invasora”, quer. E as imagens continuam a revelar crimes de guerra e genocídio, o que muito parece orgulhar o criminoso Netanyahu e seus esbirros, o tal que tem sempre tempo de antena no mundo ocidental.

  2. Guerra Israel Hamas e a aldrabice que vejo nos rodapés presstitutos quando nos azares do zapping lá vou parar.
    Antes era o “invasão russa”.
    Isto e um massacre generalizado e esta canalha ilustra imagens de mulheres e crianças mortas, de sobreviventes a chorar a perda de toda a família com essa aldrabice colossal.
    E sim, importa não esquecer que não são só os nazionistas de Israel que matam palestinianos e outros vizinhos de Israel.
    Desde sempre houve judeus instalados em todo o Ocidente que iam fazer uma perninha no exército israelita e voltavam calmamente a Europa ou Estados Unidos sem que ninguém lhes perguntasse o que os tinham andado a fazer.
    Que muitas vezes incluía torturar prisioneiros até a morte e alvejar mulheres e crianças quando não eram cisternas de água.
    Depois do levantamento do cerco de Gaza esse número só aumentou.
    E ninguém lhes pede contas.
    Não esquecer o lobby judaico que tudo faz para que críticos do genocídio percam empregos ou sejam impedidos de terminar cursos superiores.
    E para que gente palestiniana seja deportada para onde pode ser morta.
    Morte ao sionismo.

  3. Em caso de guerra mundial, com americanos e russos a disparar mísseis nucleares um contra o outro, a rota mais curta, que se reflectirá obviamente na vantagem de um tempo de voo dos mísseis igualmente mais curto, será sobre o Árctico. Dependendo dos locais de lançamento e da localização dos alvos em território inimigo, alguns dos mísseis passarão sobre o Atlântico e outros, provavelmente menos, voarão sobre o Pacífico norte. Mas julgo que a maioria seguirá a rota do Árctico. E isto sem contar com os que, de parte a parte, serão, por exemplo, lançados de submarinos.

    Sugiro agora que peguemos num globo terrestre (num planisfério a “perspectiva” escapa-nos) e imaginemos o cenário atrás referido: mísseis intercontinentais americanos a voar de território dos EUA em direcção à Rússia, sobrevoando o Árctico, e mísseis russos fazendo o caminho inverso, em direcção a alvos nos EUA. Abstraindo do facto de a Rússia já dispor de mísseis hipersónicos operacionais e os EUA não, o tempo de voo será aproximadamente o mesmo. Quanto aos mísseis hipersónicos que os americanos ainda não têm, não me parece que essa desvantagem se mantenha durante muito tempo.

    Olhemos agora de novo, com atenção, para o globo terrestre e imaginemos o tempo que os mísseis americanos levarão a atingir a Rússia se forem lançados da Gronelândia em vez de de território continental dos EUA. Capisce? Para “activo russo”, como bolçou o beijoqueiro local e já guinchara a harpia Killary Klingon, o chico-esperto Donald Trampa não vai nada mal, não senhor! Mas enfim, longe de mim a ideia de usar a puta da realidade para estragar uma boa narrativa!

    Claro que os chicos-espertos apressar-se-ão a retorquir que a inversa continua verdadeira, ou seja, os mísseis russos poderão atingir o território (então) americano da Gronelândia em tempo semelhante ao dos seus homólogos do inimigo, mas dois neurónios funcionais chegam para perceber que uma Gronelândia hipoteticamente já americana continuará a ser, como é hoje a Gronelândia dinamarquesa, um território praticamente despovoado e, por mais cogumelos laranja que a iluminem, os estragos serão “negligenciáveis”.

    A cobiça trumpista de uma Gronelândia americana visa transformá-la numa gigantesca rede de bases subterrâneas de lançamento de mísseis, em grande medida protegidas contra ataques nucleares, enquanto o território continental dos EUA, onde se encontram os grandes centros populacionais, continuará longe, proporcionando mais tempo de resposta para organizar alguma defesa contra os mísseis russos atacantes. Como é bom de ver, uma Gronelândia americana encurtaria enormemente o tempo de voo dos mísseis americanos contra as zonas industriais e centros populacionais russos. Isto penso eu de que, mas não liguem porque sou um maluquinho das teorias da constipação! Ou da obstipação, já não me lembro bem do diagnóstico!

    A única pessoa que, até hoje, ouvi abordar a obsessão de Trump pela Gronelândia desta perspectiva foi o major-general Agostinho Costa. Os avençados merdiáticos e comentadeiros do costume justificam a coisa apenas com as terras raras em que, alegadamente, a Gronelândia é rica. Admito que o seja, e que esse factor seja também uma mais-valia, mas a obsessão trumpista parece-me mais gulosa do que isso. Mais-valia com um peso muito maior do que as terras raras seria algum controlo sobre as futuras rotas marítimas do Árctico que o degelo provocado pelo aquecimento global proporcionará no futuro.

    • Pois, a Gronelândia terá todas essas valências, como riquezas minerais e minérios, controlo e apoio de rotas marítimas no Ártico e base militar avançada com lançamento de mísseis intercontinentais, e talvez mais algumas. E de facto a reduzida população e densidade populacional favorece o domínio daquele espaço e a sua adaptação aos fins pretendidos: mineração, exploração e instalação de portos, bases e infraestruturas militares.
      Quero ver como os submissos e reles “grandes líderes” europeus vão descalçar essa bota quando o hiPOpoTamUS cor-de-laranja decidir alçar da pata e lhes urinar para cima, e depois poisar a pata levantada sobre a Gronelândia (e quem diz a Gronelândia diz Açores, etc…).
      E depois veremos se os lacaios e papagaios e pajens sabujos ainda vão cantar a mesma música, ou vão virar o bico ao prego e se os “grandes líderes” finalmente assumirão a responsabilidade enquanto serviçais vendidos do Tio Sam e vendilhões do templo. Entretanto já se prepara a nova fornada de beija-cus do hiPOpoTamUS cor-de-laranja, e até de um eventual cor-de-rosa…

    • Além de que se a Gronelândia fosse apropriada pelo Grande Irmão em detrimento da pequena sereia, este passaria a contar com uma área de contacto com o Ártico muito maior, uma vez que a única que detém é o Alasca. Com o Canadá a funcionar como tampão a norte, impedindo o acesso directo ao círculo polar, seria muito útil poder aceder ao Ártico não só a partir do Pacífico Norte, mas também do Atlântico Norte, ou seja, a este e a oeste do continente americano.
      Se e quando tal acontecer, estarei interessado em acompanhar o comportamento serpentino dos “grandes líderes” europeus, nomeadamente da Ursula von der Leyen, mas também do Mark Rutte, secretário-geral da NATO.
      E claro, se a administração americana voltar a ser democrata (vamos ver o que será feito do sistema político do “farol das liberdades e das democracias” quando o mandato de Trump chegar ao fim), vamos ver se depois “devolve” a jurisdição da Gronelândia à Dinamarca, ou se vai dizer com um sorriso mal-disfarçado “já está, já está, agora temos de seguir em frente, a Gronelândia é o 51.º estado dos almighty USA”… só para ver quantos mortais à retaguarda e piruetas farão os americanistas europeus, “atlantistas” de gema…

  4. Não sei como os gurus da pateguice e da propaganda para pategos conseguem ocultar que o país com a maior indústria de armamento e tecnologia militar, incluindo intel e AI, que historicamente mais intervenções bélicas soma, sejam invasões sejam ataques coordenados (pontuais ou nem por isso), desde princípio do século passado até aos dias de hoje (para não recuar atrás), é o país que defende “a ordem internacional (baseada em regras)”, “o mundo livre”, “os nossos valores e a democracia”, etc e tal…
    Exemplo concreto e perfeitamente actual, designado por “algo não está bem no reino da Dinamarca”: ainda agora a primeira-ministra dinamarquesa veio dizer que a situação da cobiça da Gronelândia pelos EUA (irmãos e aliados NATO, sendo que os EUA são o Grande e a Dinamarca a pequena “sereia”, como os restantes, uns mais que outros) não é uma situação resolvida e continua actual, sendo uma preocupação quer nos gronelandeses (autónomos) quer dos dinamarqueses (e principalmente destes, uma vez que detêm a soberania, e sem ela, ficam a ver navios na península da Jutelândia) – tal como Madeira ou Açores (autónomos) dependem da soberania portuguesa (continental).
    Isto diz bem da distopia dos “grandes líderes” europeus, até que ponto se contorcem para enredarem os povos que representam (e mal) em submissões problemáticas, cedências fracturantes e dificilmente recuperáveis e reparáveis, tudo para subservientemente manterem as suas boas vidas enquanto os países que representam empobrecem, se endividam e se subjugam ao “farol das democracias e do mundo livre”, império que assenta numa sub-estrutura de construção maçónico, oligárquica, corporativa e militarista, de supremacia inconstestada de uns sobre todos os restantes, gradativamente ou nem por isso (quanto tem de ser, e o que tem de ser tem muita força).
    No entanto, ai ai ai os drones não-identificados que voam sobre a Dinamarca, cuja origem se desconhece ainda (pelo menos de forma clara e inequívoca) mas que os encantadores de pategos afirmam ser maquinações russas! E enquanto se distrai a Jutelândia, vai-se a Gronelândia, que poderá deixar de ser uma região europeia e passar a estar sob controlo do Grande Irmão norte-americano. Não por acaso a Dinamarca reforçou a presença de forças militares especiais e o patrulhamento do território gronelandês, sem afirmar porém de quem se defendem realmente!
    É isto o “estado” da Aliança do Atlético Norte, defendida com unhas e dentes por camafeus, idiotas, e todos os propagandistas e assalariados a soldo, alguns deles pretendendo ser “independentes”, como as Sollérias e os Sorronhas, entre muitos outros que entretanto parecem ter-se dispersado, ou ido pregar para outras freguesias.
    A sério que os pategos não querem acordar para a realidade e perceber os logros e as manobras de distracção de que são alvo e vítimas? Ou é o fanatismo, a sabujice, a avareza e a ganância que os impedem de ver mais além da “cortina de fumo”?
    Passam-se semanas, meses, anos, décadas e só não muda a propaganda para pategos e as suas técnicas de engodo fácil e forçado na comunicação social, com lavagens cerebrais constantes, operações psicológicas, manipulação informativa (desinformação), propaganda desenfreada repetida à exaustão, tentando formar mentalidades a partir de fabricações, factóides, distorções, invenções…
    Agora descobriu o MP que o Spinumvivas está metido num enredo, porque lhes atira areia para os olhos em vez de lhes dar os esclarecimentos que alegadamente pretendem… e andamos neste circo de corruptos, “criaturas de antanho”, e vampiros que vêm hipnotizar o rebanho… triste sina a nossa, é só políticos de plástico, agora até há um CU (candidato único) a aparecer em todos os cartazes de todas as eleições (autárquicas, presidenciais, legislativas)… se isto não é propositado e manipulado, então o que será? E tenham vergonha na cara, não me venham dizer que são “interferências russas”, já basta de historinhas de pategos!

    • Além de todas as invasões e intervenções militares, muitas sem qualquer respeito pelo direito internacional, apesar de argumentos rebuscados para as justificar como “armas de destruição massiva” na posse do Iraque, ou o acolhimento de Osama Bin Laden, líder da Al-Qaeda, pelos Taliban no Afeganistão (Osama esse que começou por estar na folha de pagamento da CIA antes de virar “rogue” e começar a estourar o que “não devia”), ainda temos as operações de subversão, mudança de regime (Chile, etc), as “revoluções coloridas”, os bombardeamentos em África (Líbia, Somália…), Europa (Sérvia), Levante (Síria, Líbano, Palestina), Mar Vermelho (Iémen), Golfo Pérsico e Médio Oriente (Qatar, Irão, Afeganistão), enfim, um rol e um sem número de operações insidiosas de subversão em todos os continentes, de mudanças de regime, além das inúmeras bases militares espalhadas por esses continentes e mais alguns, tentando aproximar-se das potências continentais não-americanas e cercá-las, para assim restringir a sua influência regional, continental e mundial, e apoderar-se dos seus recursos e riquezas.
      Depois temos os papagaios e os servos deste império, mais os respectivos CUs (candidatos únicos), que vão ao beija-mão do hiPOpoTamUS cor-de-laranja em exclusivo, até relegando chefes de estado “não-quistos” à sua insignificância de pajens sem utilidade, por não “beijarem o cu” e apenas lamberem as patas de tal mamífero que prometeu que ia “drenar o pântano” mas ainda o cagou mais para chafurdar nele melhor e mais à vontade.
      Enfim, cai nestes enredos quem quiser, mas não me apanham em contos do vigário destes, para mega (ou MAGA) pategos…

      • Assim como não me apanharam na lenga-lenga do hiPOpoTamUS castanho, que antes de começar a actuar já tinha ganho o Prémio Nobel da Paz mas passou o mandato a bombardear a Síria (e não só), a escutar e a espiar os “grandes líderes” europeus (ainda lhes pediu desculpa como quem lamenta um roubo sem devolver o saque, o que é bem habitual nas “democracias ocidentais” e na “democracia israelita”, quanto mais na “nação insubstituível e indispensável”), continuou o apoio ao sionismo colonialista e opressor como também fez o sucessor/antecessor de Trump, com os vaivéns de Anthony Blinken com acordos de cessar-fogo prometidos uns atrás dos outros e nunca concretizados, quanto mais a paz no “Médio Oriente”.
        Também não me apanharam na do hiPOpoTamUS branco que antecedeu Trump e tinha o filho como testa-de-ferro de negociatas na Ucrânia, e acabou o mandato a indultá-lo juntamente com a todos os envolvidos na sua administração, num claro gesto de nepotismo e abuso político sobre o Estado (tal como acontece aos dias que correm, e outrora com Clinton, ou Bush, etc)…
        Enfim, quem quer comer o engodo cai na patranha, pensando que é piranha… ou que é o Homem-Aranha… ou o McNoronha…

  5. E se calhar a fantasia mais macabra e termos ainda rodapés nos serviços noticiosos presstitutos a falar de guerra Israel Hamas volvidos dois anos de um genocídio brutal.
    Valha lhes um burro aos coices.

    • Exatamente.

      Continuar a chamar “guerra” a um GENOCÍDIO, é crime de cumplicidade com tal genocídio. Um crime contra a humanidade que cometem diariamente já desde finais de 2023, quando qualquer pessoa com um cérebro funcional, acesso à internet, e honestidade intelectual, sabe desde então que se trata de um extermínio e fase final da colonização ilegal e ilegítima dos nazi-sionistas em TODO o território da Palestina.

      Eu costumo dizer que escrevem todos os dias 3 mentiras em 3 palavras: “guerra israel – hamas”.

      1) não é uma “guerra”, é um GENOCÍDIO;

      2) não é de “israel”, é de todos os nazi-sionistas ocidentais, quer vivam em “israel”, na Europa ou na América do Norte;

      3) e não é contra o “Hamas”, mas sim contra todo o povo Palestiniano, civis indefesos, mulheres e crianças inocentes;

      Todos os dias que as PRESStitutas escrevem essas 3 mentiras em apenas 3 palavras, é mais um dia de colaboração neste crime contra a humanidade. De propaganda e manipulação das massas.

      Acresce a isto mais umas quantas mentiras cujo objectivo (óbvio para mim, mas infelizmente não detectado pela maioria das pessoas comuns) é manipular a percepção e criar/manter o consentimento em relação a este colonialismo genocida:

      4) chamar “terrorista” a quem resiste;

      5) chamar “ameaça” e “ataque” a quem, fora da Palestina, faz alguma coisa (DE ACORDO COM A CARTA DA ONU E COM AS DECISÕES DO ICJ) para parar o genocídio: Hezbollah no Líbano, Ansar Allah no Iémen, resistência no Iraque, IRGC no Irão;

      6) chamar “refém” aos filhos de uma grande p*ta que nada mais são do que COLONOS ILEGAIS, agressores, invasores, da Palestina, e todos eles reservas militares das IDF assim que fazem 18 anos;

      7) falar das “1200 vítimas” do 7-Outubro, sem referir que a maior parte dos mortos ou foram assassinados pelo próprio regime israelita de acordo com a Directiva Hanibal, ou são mortos militares pois são IDF que o Hamas, e muito bem, derrotou de forma definitiva;

      8) em vez de “guerra”, alguns optam por falar do “conflito”, o que é um eufemismo ainda mais desavergonhado e usado há décadas para evitar usar as palavras colonização, invasão, apartheid, limpeza étnica, terrorismo sionista, massacres, e GENOCÍDIO;

      9) o tradicional “anti-semita” para acusar todos os que se atrevem a ser contra o projecto colonial ocidental do nazi-sionismo genocida;

      10) estar constantemente a apresentar as coisas de acordo com os talking points da propaganda do próprio ditador nazi-sionista genocida Netanyahu, ou do ditador nazi-sionista genocida na Casa Branca (seja ele Trump, Biden, ou outra m*rda qualquer).

      Quando finalmente passam as imagens da matança, já o cidadão comum sofreu a lavagem cerebral sem se aperceber, já está preparado para repetir as “justificações” de tal matança, para culpar o Hamas e o Irão e companhia, etc.

      NOTA: quando há greves, as PRESStitutas fazem exatamente o mesmo tipo de manipulação: mostram os desgraçados insatisfeitos com a greve, mostram os talking points do governo e dos patrões, e só no finalzinho, após a audiência já estar manipulada e contra a greve, é que dão uns segundos aos grevistas e sempre só com os bitaites que menos interessam. É exatamente a mesma máquina de propaganda que apoia um GENOCÍDIO, que ao longo dos anos vai apoiando a nossa miséria e exploração. A máquina de propaganda do Capitalismo/Oligarquia/DeepState que realmente manda no nosso regime: uma mera província “comandada” por vassalos corruptos traidores e vigaristas. Todos obedientes a um império que junta todos os males e mais alguns: fascismo, colonialismo, xenofobia, imperialismo, nazismo, terrorismo, apartheid, limpeza étnica, mentira e propaganda permanentes, fraude eleitoral, ausência de soberania, violação sistemática do Direito Internacional, golpes sangrentos, guerras directas ou proxy (por procuração), e GENOCÍDIO.

      Antes destes Globalistas/Europeístas/USAtlantistas/NeoLib/NeoCon/Sionistas (chamem-lhes o que quiserem, é tudo a mesma m*rda, apenas mudam os rótulos), só o Hiter conseguiu fazer este bingo…

  6. Nem precisa chegar perto de ser a vez dele. Ele só não fugiu já porque sabe que os nazis vão caca lo como um cão se desertar e quem lhe paga o frete não o vai proteger.

  7. Sempre acreditei que o levantamento do guetto de Gaza foi deixado acontecer para justificar o genocídio que se seguiu.
    Era impossível que numa prisão a céu aberto como Gaza se preparasse uma operação daquelas sem que desse o cheiro a ninguém.
    Ate porque se também nos campos de concentração havia a sua conta de bufos também neste campo de concentração a céu aberto havia decerto centenas de bufos. Onde a miseria corre solta e muito fácil recrutar quem venda os seus em troca de mais alguma comida para os seus filhos.
    Netanyahu e a sua camarilha devem ter dado pulos de contentes quando souberam que a coisa estava em preparação.
    Metade deles estavam em vias de se ver a contas com a justiça pois que uma coisa e universal. O facto do fascismo e a corrupção andarem sempre de maos dadas.
    Mas a verdade e que no dia 8 de Outubro estavam todos com muita peninha dos israelitas mortos, esquecendo as centenas de milhares de palestinianos e outros vizinhos que aquele estado de assassinos mata desde que acharam boa ideia despeja los na Palestina.
    Isto quando as bombas já caíam pois que a coisa era esperada e por isso os bombardeiros logo saíram sabendo muito bem onde ir para causar o maior terror possível.
    Lembro me que nesse dia só ouvi uma voz lucida. “Estão com muita pena das crianças mortas. Teem noção do que se vai passar na Faixa de Gaza?”. Ninguém atinou com o que responder.
    E o que se passou foi o que temos visto. O primeiro genocídio a acontecer as claras, na televisão, com montes de comentadeiros e políticos sem honra, sem humanidade e sem vergonha a tentar convencer nos que aquilo e só Israel a defender se e de que as vítimas merecem morrer.
    E também um primeiro ministro corrupto que se não fosse isto estaria preso a liderar um genocídio com que sonha há décadas.
    E um povo que acha normal porque se acha superior a todos nós. Uma crueldade bíblica, intolerável.
    E a preparação decerto de um ataque ao Irão. Um pais apresentado como grande vilão quando a realidade e que o Ocidente tem para com aquele povo uma dívida aterradora.
    Como tem para com a Rússia que enfrentou uma série de invasões e sofreu uma miseria negra que lhes custou três milhões de vidas durante a presidência de um bêbado sem prestimo impingido pelo Ocidente, Boris Ieltsin de seu nome.
    Tudo isto e simplesmente repugnante.

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