Se ainda apoias Israel em 2025, algo está mal contigo como pessoa

(Caitlin Johnstone, 18/07/2025, Trad. Estátua de Sal)


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Às vezes, acho impressionante a agressividade com que os apoiantes de Israel trabalham para reprimir as críticas a Israel. Então, lembro que essas pessoas também apoiam o assassinato em massa de crianças; tentar tirar.me o direito de me exprimir é um de seus objetivos menos perversos. Tal não deveria chocar-me.

Vi alguém a falar online sobre como é insano que grupos musicais que se manifestam contra as atrocidades de Israel estejam começando a formar alianças entre si, na tentativa de neutralizar a campanha para os silenciar e destruir as suas carreiras, dizendo que não deveria ser necessário formar uma aliança para se opor a um genocídio em andamento. E é verdade, não deveria ser necessário. Mas também não devemos surpreender-nos com o facto de pessoas que acham que bombardear hospitais é aceitável, tentarem cancelar músicos por criticarem Israel.

Um erro que os ocidentais continuam a cometer é pensar nos apoiantes de Israel como pessoas normais, com padrões morais normais, só porque os conhecemos e interagimos com eles nas nossas comunidades. Eles parecem-se conosco, falam como nós, vestem-se como nós e agem como nós, então presumimos que eles também devem pensar e sentir muito como nós.

Mas não. Se tu ainda apoias Israel no ano de 2025, há algo seriamente errado contigo como pessoa. Tu não tens um senso normal e saudável de empatia e moralidade.

Estamos em 2025. Soldados israelitas estão dizendo à imprensa israelense que estão recebendo ordens para massacrar civis famintos que tentam obter comida em centros de assistência. Inúmeros médicos têm dito ao mundo que atiradores israelitas estão rotineiramente a disparar deliberadamente na cabeça e no peito de crianças em toda a Faixa de Gaza. A Amnistia Internacional a Human Rights Watch e todos os principais especialistas em genocídio autoridades de direitos humanos estão dizendo que um genocídio está a ser perpetrado em Gaza. O New York Times acabou de publicar um artigo de opinião de um estudioso sionista do genocídio que finalmente admite que se trata de um genocídio.

Não há como negar o que isso significa. Se tu ainda apoias Israel em 2025, não é porque não acredites que Israel esteja a cometer atrocidades horríveis. É porque tu acreditas que essas atrocidades horríveis são boas e queres vê-las cometidas mais vezes.

A maioria dos apoiantes de Israel negará que isso seja verdade, porque mentem. Mentem constantemente. Eles não têm problemas morais em mentir. Eles não têm problemas morais com queimar crianças vivas , então é claro que não têm problema em mentir.

É aí que as pessoas se enganam. Presume-se que os apoiantes de Israel não podem estar a mentir sobre as suas preocupações com o “antissemitismo” para promover os interesses informativos de Israel, porque ninguém poderia ser tão maligno. Mas os apoiantes de Israel acham aceitável matar bebés à fome intencionalmente, bloqueando a entrada de leite em pó em Gaza. É claro que eles são mesmo malignos.

As pessoas presumem que os apoiantes de Israel não encenariam deliberadamente falsos incidentes antissemitas ou inflacionariam artificialmente os números do antissemitismo  nos seus próprios países para que os seus governos implementassem medidas autoritárias para reprimir as críticas a Israel em nome do combate ao antissemitismo, porque presumem que ninguém poderia ser tão depravado. Mas essas pessoas acham aceitável que as Forças de Defesa de Israel (IDF) assassinem sistematicamente jornalistas palestinianos para os impedir de dizer a verdade. É claro que eles são mesmo depravados.

Claro que tentariam silenciar a nossa voz. Claro que tentariam mandar os nossos filhos para a guerra com o Irão. Claro que se esforçariam por manipular o nosso governo. Claro que poluiriam o ecossistema de informação com montanhas de mentiras. Eles apoiam um genocídio transmitido ao vivo. São pessoas más.

Apoiar Israel e suas ações não é uma opinião política como a sua posição sobre impostos sobre a propriedade ou a legalização da maconha. Não se trata apenas de algumas pessoas terem um ponto de vista que precisamos respeitar e tratar como igual ao nosso sobre o assunto. Elas estão a trabalhar para tornar possível a condução de uma campanha de extermínio de horror insondável. Isso é tão político quanto uma violação coletiva, e igualmente digno de respeito.

Não há realmente nada que se possa ignorar em relação aos apoiantes de Israel neste momento. Eles vão mentir. Eles vão manipular. Eles vão fingir acreditar em coisas em que não acreditam. Eles vão fingir sentir coisas que não sentem. E farão tudo isso para facilitar algumas das piores atrocidades que se possa imaginar.

É isso que os apoiantes de Israel são. Eles mostram quem são todos os dias.

Fonte aqui.

9 pensamentos sobre “Se ainda apoias Israel em 2025, algo está mal contigo como pessoa

  1. “velho rabugento”, moi?! “Cavalgadura”, moi?! Ai ai, cetaciozinho, tu não me digas semelhante isso que me causas parece impossível! Vou já ali para o diabo que me carregue afogar as mágoas numa litrada enquanto faço o pino! Beijinhos, meu jovem não rabugento!
    La Peste Grisalha
    (assinatura reconhecida)

  2. Tudo bem, meu velho rabugento. Vou simplesmente mandar te chamar bêbado ao diabo que te carregue. Detesto censores e quero sinceramente que vás para o raio que te parta.
    Se achas que chamar bêbado a alguém e contrariar um bocadinho e porque és mesmo uma cavalgadura. Proveito te faça. Contigo não quero mais conversa.

  3. Caitlin tem razão.
    Desde quando, a estupidez, a ignorância , a maldade, etc. se tornaram justificação piedosa, para a selvajaria criminosa?
    È evidente que os apoiantes daquilo, são bípedes com padrões morais podres.
    São muitos e tenho que conviver com eles, é verdade.

  4. Ó baleia, e se deixasses de ser prima dona, meu cetaciozinho? E se parasses de choramingar como uma madalena sempre que te contrariam um bocadinho? Uma baleia a choramingar é um perigo, pá! Sacos lacrimais gigantes podem levar a um perigoso aumento do nível dos mares, pá! Se lhe juntarmos o degelo dos glaciares, mais o dos pólos, qualquer dia temos os tomatinhos do cavalo de D. José a boiar num Tejo alargado! E odespois ainda ajudas a afogar os tomatões do leão do Sebastião José, no Marquês, tázaver?

  5. Sinceramente estou me nas tintas para se os apoiantes de Israel são pessoas boas ou más. Indiferença, racismo e falta de empatia teem de certeza. Por muita propaganda que corra e impossível que não se saiba sobre a maior parte dos crimes cometidos por Israel há décadas, desde que aquela coisa foi criada.
    E se assistem todos os dias as imagens de crianças mortas em bombardeamentos e famintas e casas arrasadas, porque algumas passam mesmo no mainstream merdia, se não sabem ver que aquilo não é guerra contra o Hamas porra nenhuma e porque sao mesmo uns animais.
    Há dias bloqueei um idiota apoiante de Israel e estive me nas tintas para se a criatura e muito boazinha ou um traste. Falávamos há muitos anos mas mandei o sujeito a merda.
    Se alguém apoia Israel depois das declarações insanas dos seus dirigentes há décadas, que sempre puderam ser ouvidas e vistas em todo o lado, depois dos crimes que sempre foram conhecidos, porque se pouco vimos dos bombardeamentos ucranianos ao Dombass os crimes israelitas povoaram desde sempre as televisões pelo menos no caso português, e porque há mesmo muita coisa de errado na cabeça e no coração dessa gente.
    E não quero nada, mas mesmo nada, com essa gente. Ate podiam ser toda a população portuguesa que valia o mesmo.
    Ao contrário do caso ucraniano, até agora só tive um traste que teve a pouca vergonha de defender Israel. Mandei o a merda. Comentadeiros pagos como a Ferra Aveia não contam.
    Quanto aos cristãos que apoiam Israel era manda los passar uns dias na cidade cristã de Taibeh, na Cisjordânia, assediada há meses pelos soldados e colonos sionistas.
    Quero que vao todos ver se o mar da tubarão branco faminto.
    Quanto aos camelos que de vez em quando por aqui passam sei de pelo menos dois que levaram uma bela corrida em osso.
    Um deles foi um tal de Jgmenos a quel demos umas boas ripadas e que foi corrido quando começou a insultar a torto e a direito malta que não engolia o estado genocida de Israel nem com molho de manteiga, como nos.
    Também me lembro de um sujeito que escrevia tudo aos zz que não durou muito e depois de um primeiro aviso de que se continuasse iria pregar aos peixes foi mesmo.
    Alguns ainda vão aparecendo mas também o que seria de nós sem umas bestas a quem dar umas ripadas.
    Por mim não tenho problemas com essa cambada e se levo com ela as mesas dos cafés e até no meu local de trabalho, sem os poder mande ir ver se o mar da tubarão branco faminto, como faço aqui, não vou deixar de cá vir por causa de tais trastes.
    Como não vou deixar de escrever o que penso, como penso, só porque alguém já me acusou de ter escrito a fazer o pino, de me achar um macho alfa ou até de ter escrito sob o efeito de grossa carga de álcool.
    Por isso espero que apesar dessa gente continues por cá porque também já não tenho pachorra para quem poe panos quentes em situações como andarmos a perder tudo em nome de apoiar nazis na Ucrânia e em Israel.

  6. Discordo deste texto, por este motivo simples: a generalização comete sempre injustiças.

    Este artigo parte do princípio que todos os apoiantes de “israel” sejam sionistas convictos que sabem tudo o que se passa e que concordam com tudo o que “israel” faz.
    Ora, isso é simplesmente mentira.

    É difícil encontrar alguém em Portugal que seja mais pró-Palestina e mais anti-sionista do que eu: eu apoio o Hamas a 100% incondicionalmente, assim como o Hezbollah, o Ansar Allah, a resistência Iraquiana, e as IRGC do Irão.
    Celebro a cada míssil que acerta em “israel”, e só ficarei feliz sobre este assunto quando o projecto colonial ilegítimo baseado em massacres e terrorismo e limpeza étnica desde o primeiro dia, chamado “israel”, for totalmente desmantelado e todo o movimento sionista destruído e marginalizado, e considerado uma ideologia proibida equivalente ao nazismo.

    Mas, e é um grande mas, eu não posso chamar má pessoa a quem não sabe o que eu sei, a quem é vitima da propaganda do sionismo e do regime em que vivemos, das PRESStitutas da MainStreamMedia.
    Se assim fosse, eu teria de dizer que 95% dos portugueses são fascistas, nazis, e genocidas, não só devido ao seu apoio a “israel”, como devido ao seu apoio à ditadura nazi ucraniana, e a sua admiração pelo império genocida chamado EUA aka NATO.
    Portugal tem 95% de nazi-fascistas genocidas?
    Não.
    Mas tem 95% de pessoas com o cérebro lavado pela propaganda deste regime nazi-fascista sionista genocida.

    Uma propaganda que lhes diz que “não há” nazis na Ucrânia, e “não há” genocídio na Palestina ocupada.
    Uma propaganda que lhes diz que em Portugal “existe Extrema” Esquerda, mas que “é normal” negociar com o Chega.
    Uma propaganda que põe as pessoas a chamar “mulher maravilha” a uma porca sionista chamada Gal Gadot, e “herói” a qualquer actor que se faz passar pelos porcos criminosos do FBI, CIA, NSA, LAPD, Seals, USArmy, etc.
    Uma propaganda que chama “terrorista” a médicos cubanos, e chama “democracia inclusiva” à ditadura dos tempos erroristas da al-Qaeda apoiados pelo império ocidental na Síria.

    As pessoas não são más.
    As pessoas são extremamente ignorantes, e completamente manipuladas pela propaganda e Fake News do regime em que vivemos, que não é livre, nem independente, nem muito menos democrático.
    É uma farsa.
    Quem quer que ainda vá perder tempo a votar nas eleições europeias ou nas nacionais nos países europeus, está exatamente no mesmo grupo dos apoiantes de “israel”.
    Não é má pessoa. É só extremamente ignorante, manipulado, iludido, e inútil.
    E isto, independentemente do voto ser no PCP, BE, Livre, PS, PAN, PSD, CDS, IL, Chega, num dos micro partidos, em branco, ou nulo.
    Vocês vão as urgências e elas estão encerradas, mas depois pagam mais impostos para os 5% da NATO/EUA, criticam quem faz greve, chamam “terrorista” ao Hamas, e “reféns” aos porcos sionistas colonizadores, vocês não se sindicalizam, votam em fascistas rosa e laranja, mas depois não sabem porque 45% dos portugueses são pobres…
    Vocês não são más pessoas. São só idiotas chapados.

    E pronto, é por isso que discordo, pela primeira vez na vida, com a maravilhosa pessoa chamasa Caitlin Jonhstone.
    Percebo totalmente o ponto de vista dela, mas acho que errou ao generalizar desta maneira.
    E acabo com um exemplo de como os idiotas ocidentais (que não são más pessoas) são manipulados pela propaganda sionista: um dia destes perguntei a um grupo de Cristãos praticantes (quase fanáticos) porque é que ainda apoiam “israel”. A resposta desse grupo foi, quase em uníssono: “porque é a israel da Bíblia, aquilo em que acredito”.
    Estas pessoas são boas, são solidárias, praticam o bem. Não são genocidas. Mas são só como todos os outros 95% dos portugueses: uns ignorantes do caralho. Uns idiotas chapados. E a propaganda dos mal intencionados (Globalistas, EUropeístas, Capitalistas, Liberais, Sionistas, belicistas, Fascistas, Nazis, Wokes e Ultra-Conservadores de forma igual, etc) penetra nesta comunidade ocidental como uma faca quente em manteiga num dia de Verão.

    Um português comum liga a TV, confia MainStreamMedia, e o que “aprende” no “noticiário” das 20h nos bordéis da RTP, SIC, TVI, CNN, Now, CMTV, Euronews, etc?
    Esse ignorante “aprende” que:
    – “nós somos os bons, os outros são os maus”
    – “o Hamas é terrorista e recusa o cessar fogo”
    – “o líder da democracia ocidental (seja Trump ou Biden) quer a paz e pressiona Netanyahu”
    – a enésima declaração do Netanyahy a garantir que “protege as vítimas do holocausto e combate o anti-semitismo”
    – a enésima declaração de Zelensky a garantir que “o Putin é muito mau, o regime Ucraniano é a perfeição, e só faltam mais uns quantos biliões para ganhar a guerra”
    – um especialista a garantir pela enésima vez que “a China/Irão/Venezuela são ditaduras e uma ameaça ao ocidente”
    – as queixas das “vítimas” das greves dos “irresponsáveis” dos grevistas
    – o “mérito” dos capitalistas e a “bondade” das suas empresas “para criar emprego”
    – o “putinismo” do PCP, e do Lula da Silva, e do major-general Carlos Branco, etc
    – a “necessidade” de vacinar crianças europeias com uma vacina experimental de eficácia questionável (e sem qualquer eficácia na paragem da transmissão do vírus), e a “democracia” de ter não-eleitos da UE a negociar, em segredo, contratos da compra de 20 doses por habitante
    – a “invasão dos imigrantes”, uma aldrabice tão repetida que se tornou preocupação prioritária para quase 40% dos portugueses.

    O problema não são as pessoas serem más. O problema é que as pessoas boas (ou pelo menos não-más) são extremamente ignorantes, e facilmente manipuladas pelas pessoas más em todos os assuntos.
    Umas eleições num regime assim, ainda por cima vassalo corrupto de outros poderes externos, têm ZERO legitimidade.
    A mesma legitimidade da existência de “israel”.
    Portanto, do meu ponto de vista, é errado chamar a estes 95% dos portugueses (e percentagens semelhantes, mas um pouco mais baixas nos restantes países ocidentais, onde os povos são um bocado menos ignorantes que os portugueses) de “gente má”.
    Seja um apoiante da colónia genocida “israel”, dos nazis ucranianos, dos imperialistas USAmericanos, dos criminosos de guerra da ofensiva NATO, dos terroristas Sírios, dos fascistas da Venezuela (Guaidó e companhia), dos “independentistas” de Taiwan, dos monárquicos assassinos do Irão, dos EUropeístas, dos partidos portugueses pró-NATO, ou sequer do próprio regime português (que já mentou e enterrou o 25-Abril e a Constituição há muitos anos, todos vocês estão no mesmo saco, o saco dos de incapazes mentais incapazes de se protegerem da propaganda e de abrirem os olhos para a verdade.

    E apesar de tudo, entre um nazi que mata crianças em Gaza ou no Donbass ou no Iraque ou no Vietname, e entre um calhau, a diferença ainda é alguma.
    O calhau não apoia a matança, pois o calhau não tem vontade própria nem sabe o que se passa. O calhau tem de ser manipulado, arremessado pelo indivíduo mal intencionado. E c’um caraças, só em Portugal são 9.5 milhões de calhaus, fora no resto da ocidente que, vistas as coisas por este prisma e continuando esta analogia, é uma gigantesca pedreira…

    Mas deixemos as palavras e passemos aos actos: o que é que vocês fizeram hoje para travar o financiamento deste império ocidental nazi-fascista terrorista sionista genocida?
    Deixaram de conduzir carros USAmericanos como os Ford ou os Tesla? Deixaram de comprar iPhones e Samsungs? Deixaram de usar Windows? Deixaram de comer McDonalds e de beber Coca-Cola? Deixaram de pagar Netflix e bilhetes para filmes made in Hollywood? Deixaram de votar em quem apoia a NATO e “israel”? Deixaram de dar audiências às PRESStitutas da MainStreamMedia avançadas pela NED, USAid e companhia? Deixaram de usar Facebook e WhatsApp e YouTube? Deixaram de usar GPS? Eliminaram a conta no Gmail e na Google? Boicotaram as sanções à Rússia e ao Irão? Furaram os bloqueios de Cuba e da Palestina? Queimaram a bandeira da UE pendurada em frente à vossa Câmara Municipal?
    Exigiram o fim da censura aos meios de notícias Russos? Deixaram de ver competições desportivas onde até a Bielorrússia está cancelada, mas “israel” é recebida de braços abertos?
    Não.
    Não fizeram nenhuma destas coisas. E ai ai se vos falta o joguito da UEFA…
    É-vos mais confortável continuar a financiar o império nazi-fascista terrorista sionista genocida.
    Não é porque sejam más pessoas. É só porque são extremamente ignorantes e egoístas. Ou seja, humanos normais.

    Que eu nunca na vida seja normal, é só o que desejo para mim próprio.

    PS: estive muitos meses zangado com a EstátuadeSal e não vim cá, um desentendimento causado pela confusão que a EstátuaDeSal fazia entre “liberdade de expressão” e Liberdade de Expressão. A primeira, que a Estátua praticava até eu me chatear, dava voz aos maiores escroques que por aqui passaram nesta zona de comentários, nazi-fascistas sionistas genocidas convictos. Liberdade de Expressão a sério não é compatível com dae voz a esses monstros. A Liberdade, seja a física ou a de expressão, só existe mesmo se tiver limites. Deixei de cá vir em protesto por a Estátua, naquela altura, ainda se recusar a censurar os monstros que aqui vinham regurgitar a sua monstruosidade nazi-fascista sionista genocida.
    Mas a EstátuaDeSal continua a ser de longe das coisas melhores que existem em Portugal, e por isso não resisti a voltar a passar por cá e até a voltar recentemente a comentar.
    Não sei se a Estátua fez finalmente o que devia, ou se foram os monstros que entretanto se cansaram de vir aqui sujar a zona de comentários, mas é bom ver que a zona de comentários está agora mais limpa.
    Reconheci o meu erro quando critiquei a publicação dos textos de Sócrates. Ele merece ser publicado, para falar daquele assunto, por mais que me cause nojo.
    Mas comentários de indivíduos apoiantes de nazis sionistas genocidas, isso é que eu não podia tolerar, nem aqui nem em lado nenhum. Por isso fica a pergunta: foi mesmo a Estátua que expulsou essa escumalha daqui para fora, ou foram eles que deixaram de aqui vir? Só por curiosidade.

  7. Nao e de hoje que e preciso ser de um grandessissimo filho de um comboio de putas para apoiar Israel.
    Os hediondos crimes de Israel sempre me repugnaram bem como o seu aproveitamento indecente dos mortos nas perseguições aos judeus. Essa perfídia de ainda se fazerem de vítimas e as coisas pavorosas que os seus dirigentes sempre disseram sempre me deu vontade de vomitar.
    Como quando Golda Meir acusou os palestinianos de os obrigarem a matar as suas crianças. Das primeiras entre muitas barbaridade ditas pelos dirigentes daquele estado maldito.
    Ainda não estava nos mares desde mundo quando essa atrocidade foi dita mas tive um nojo profundo por quem a tinha dito quando soube que tinha sido dita. E um grande alívio por pelo menos esse monstro em forma de mulher já estar morto.
    Sempre me surpreendeu que entre os palestinianos não houvesse mais candidatos a bombistas suicidas.
    Porque viver ocupado por Israel e uma nao vida. Uma vida de fome, doença e de nunca saber se se chega vivo ao fim do dia. Pode se ser morto por um colono ou um soldado porque sim, porque o bandido acordou mal disposto e lhe apetece matar um “animal”.
    Tal como nos campos de concentração, ninguém sabe que regras podera seguir para simplesmente chegar vivo ao fim do dia. Nem converter se a religião dos seus algozes e garantia de sobrevivência como aprendeu um traidor que o fez e foi abatido como um cão por um soldado nos primeiros dias do genocídio em curso.
    Por isso parece me que se tivesse tido a desdita de ter nascido palestiniano não precisaria que me prometessem virgens apos a morte para ceder a tentação de por fim a minha miséria levando comigo uns quantos dos meus carrascos.
    Já agora, quem alega que os desgraçados que se suicidam o fazem porque lhes prometem 70 virgens talvez gostassem de explicar que raio de virgens são prometidos as mulheres que escolhem essa via desesperada. Pelo menos uma queria apenas vingar um irmão que tinha sido assassinado por um colono porque sim.
    Mas quem apoia Israel tem a pouca vergonha de dizer que se vivesse naquela situação seria muito bonzinho e colaborante.
    Um corno e que seria. Porque se acham normal que Israel mate dois milhões de pessoas por alguns ataques a que chamam terrorismo também não achariam normal ser tratados como animais.
    Como os palestinianos são desde a criação do estado criminoso de Israel.
    E o pior e que são tratados como animais destinados a abate.
    Mas esta gente que andou as voltas como galinhas a quem cortaram a cabeça por causa de meio dia sem luz acha que viveria bem e sem levantar ondas no terror que caiu em cima dos palestinianos quando lá decidirem despejar os sionistas. Bandos e bandos de assassinos supremacistas e fanáticos.
    Que começaram por expulsar das suas terras e casas mais de um milhão de pessoas matando quem resistia. Foi a nakba.
    Que continua até hoje.
    Sim, há algo de muito errado na cabeça e no coração dos que apoiam Israel. E não e de hoje.
    Vão ver se o mar da cardumes de tubarões brancos famintos.

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