(Major-General Carlos Branco, in Jornal Económico, 18/07/2025)

Em vez de apelarem ao bom senso e à contenção, elites há que estão sequiosas por envolver os seus povos na guerra, fazendo vista grossa das consequências irreversíveis que uma aventura dessas terá para a Europa e para a humanidade.
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Muito se tem falado do declínio da Europa. A possibilidade de se criar um clima de paz no Velho Continente, que evite acontecimentos dilacerantes como aqueles que o atingiram no século XX, parece estar seriamente comprometida. Para isso, muito tem contribuído a mediocridade das lideranças europeias. Dada a dimensão do tema, limitar-nos-emos a assinalar apenas alguns dos casos mais marcantes.
As guerras intraeuropeias do século XX contribuíram decisivamente para a redução da sua importância geoestratégica. Como resultado da II Guerra Mundial, as potências europeias ficaram, pela primeira vez na história, subordinadas a uma potência não europeia e foram amputadas dos seus impérios coloniais, apesar da resistência de algumas delas aos processos de descolonização. A Europa foi sempre a grande perdedora das guerras ocorridas no seu espaço geográfico, mas nada aprendeu.
O fim da Guerra Fria não só permitiu a afirmação dos EUA como a grande potência global, como proporcionou à Europa, entretanto libertada das grilhetas da Guerra Fria, uma oportunidade histórica única de afirmação internacional, não aproveitada. Houve forças que procuraram seguir esse caminho de libertação, mas não conseguiram prevalecer relativamente aos que defendiam um papel de subordinação estratégica aos EUA.
O soft power norte-americano foi, e continua a ser, um instrumento poderoso e eficaz de socialização das elites políticas europeias, fazendo com que subordinem os interesses nacionais e coletivos da Europa aos dos EUA. Não teve grande futuro político quem, na década de noventa, colocava a autonomia europeia à frente do designado elo transatlântico. As iniciativas, para levar por diante a ambição de tornar a Europa num polo de decisão estratégica, foram devidamente sabotadas por Washington e pelos seus servidores internos colocados em centros de decisão, sobre os quais Washington manteve sempre um droit de regard.
Temos presente, por exemplo, as tentativas de levantar uma Política Externa e de Segurança Comum (PESC) e de se avançar com a construção de uma Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD), cuja evolução foi minada pelos britânicos, ao serviço de interesses não europeus. Não será, pois, de estranhar a oposição do presidente Barack Obama ao BREXIT.
A concretização desse projeto de domínio global tornou-se na política oficial dos EUA. Os geoestrategistas norte-americanos deram contributos decisivos para a sua articulação, sugerindo caminhos às lideranças instaladas nos centros de poder em Washington. As ideias de nação indispensável e do excecionalismo americano, proferidas vezes sem conta pela então secretária de Estado Madeleine Albright, faziam parte da concretização desse projeto.
A doutrina Wolfowitz (1992), concebida para consolidar o estatuto de superpotência dos EUA, tinha como primeiro objetivo impedir o ressurgimento de um novo rival, quer no território da antiga União Soviética, quer noutro local, nomeadamente na Europa. Nada melhor, para fazer isso acontecer, do que “seduzir” as elites europeias. O pensamento que subjaz a esse projeto foi posteriormente consolidado por vários think-tanks e académicos, entre outros por Zbigniew Brzezinski no seu “The Grand Chessboard” (1997).
O plano era e continua a ser o mesmo. O alargamento da NATO é um capítulo desse processo, neste caso orientado contra a Rússia. A inclusão da Geórgia e da Ucrânia na Aliança seria a cereja no topo do bolo. Antevendo a reação de Moscovo e a instabilidade que daí adviria, a França e a Alemanha opuseram-se. Na Cimeira da NATO, em Bucareste (2008), o plano enfrentou alguns obstáculos. Para indicar que não permitiria a colocação de bases militares na sua fronteira, em 2008, a Rússia envolveu-se numa guerra na Geórgia. Mesmo assim, o recado não foi entendido.
Entretanto, os EUA instalaram sistemas de defesa antimíssil na Polónia e na Roménia, no âmbito da Abordagem Europeia Adaptativa por Fases (EPAA), da NATO, para fazer face a potenciais ameaças de mísseis balísticos provenientes… do Irão. Estes destacamentos foram acordados no âmbito do plano de Defesa da NATO contra Mísseis Balísticos (BMD), de 2010, na sequência da revisão dos planos do escudo antimíssil da era Bush pela Administração Obama, em 2009. Na prática, isto significa colocar misseis sensivelmente a 5/7 minutos de Moscovo e de S. Petersburgo, sugerindo de modo desengonçado e pouco convincente de que era para fazer face à ameaça iraniana.
Com base nas premissas enunciadas, não será difícil compreender o que aconteceu na Ucrânia nos últimos 20 anos, nomeadamente o golpe de estado que derrubou um governo democraticamente eleito, como parte do necessário confronto para derrotar e esgotar Moscovo. Por isso, há que prolongar a guerra, até que a Europa esteja em condições de combater a Rússia, não importando o que isso possa custar ao povo ucraniano.
Terá sido este o raciocínio que levou o Diretor do Instituto de Economia e Estratégia Militar Mundial, na Escola Superior de Economia, Dmitri Trenin, a escrever no Kommersant que a guerra na Ucrânia é uma “guerra por procuração do Ocidente contra a Rússia. E este confronto, em si mesmo, faz parte de uma guerra mundial em curso, na qual o Ocidente está a lutar para manter a sua hegemonia mundial. Esta será uma guerra longa e os Estados Unidos, com ou sem Trump, continuarão a ser o nosso [da Rússia] adversário. Para nós, o que está em jogo nesta luta não é o estatuto da Ucrânia, mas a existência da Rússia.”
Se os dirigentes europeus tivessem percebido nestes termos a natureza da presente guerra na Ucrânia, ou seja, na perspetiva de uma confrontação entre potências de primeira grandeza, como na verdade é, como um capítulo da concretização de um projeto global, em vez do argumento pueril e panfletário da luta pela expansão da democracia, estariam hoje numa posição mais confortável e vantajosa. Infelizmente, décadas de socialização impossibilita-os de terem uma cosmovisão que se distancie do servilismo.
Exatamente por isso, em vez de racionalizarem a verdadeira causa da confrontação e de orientarem o seu esforço para a resolução do problema, envolveram-se numa linguagem belicista, agitando histericamente o papão de uma invasão russa aos países da NATO, sem terem qualquer indício credível dessa possibilidade, amplificando a ameaça recorrendo a uma série de porta-vozes presentes diariamente na comunicação social. Segundo eles, a guerra com a Rússia é inevitável.
Talvez fizesse sentido evitá-la, porque serão sempre perdedores e a sua situação estratégica piorará. A haver beneficiários do lado ocidental, hipótese extremamente remota e improvável, os europeus teriam de se contentar com os restos. Apesar desta evidência, as domesticadas elites políticas europeias aderiram, sem qualquer hesitação, ao presente rufar dos tambores.
Não deixa de ser oportuno recordar o que aconteceu na preparação de Maidan, em que a Alemanha de Merkel conspirou ombro a ombro com os EUA, mas, na altura de distribuir os despojos, foi posta de lado e não conseguiu meter no governo nenhum dos seus apaniguados. Não foi além de conseguir nomear Wladimir Klitschko para presidente da Câmara de Kiev.
A linguagem dominante em Bruxelas e nas chancelarias europeias tem pouco a ver com a criação de uma capacidade de dissuasão militar europeia, mas sim com uma vontade desenfreada de criar capacidades militares para uma confrontação militar com a Rússia. Por isso, não será de estranhar o alinhamento da retórica de Bruxelas com o das maiores potências do continente.
O atual comissário europeu para a defesa e espaço e antigo primeiro-ministro lituano Andrius Kubilius sugeriu uma “solução final” para a questão russa, ao apelar à Europa para se armar ativamente com vista a um “futuro confronto” com a Rússia. Algo semelhante disse a atual representante para a política externa da União Europeia (UE) e antiga primeira-ministra da Estónia Kaja Kallas, quando afirmou que a “desintegração da Rússia em pequenas nações não é uma coisa má.” Não deixa de ser extraordinário como a narrativa revanchista dos irrelevantes bálticos – os três juntos conseguem ter metade da população de Portugal – se consegue impor na política externa da UE.
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer e o presidente francês Emmanuel Macron “cantam a mesma música”. Macron apelou a um aumento substancial das despesas de defesa da França nos próximos dois anos, citando ameaças iminentes, leia-se Rússia: “Desde 1945, a liberdade nunca esteve tão ameaçada e nunca foi tão grave”.
Para abrilhantar o cenário, o chanceler alemão Friedrich Merz, que disse mais do que uma vez ser o seu grande objetivo tornar a Alemanha a principal potência militar da Europa, a mesma pessoa que afirmou estar Israel a fazer o “trabalho sujo” por nós [Europa], veio declarar que os esforços diplomáticos para terminar a guerra na Ucrânia se encontram esgotados: “Esgotam-se quando um regime criminoso, recorrendo à força militar, põe abertamente em causa o direito à existência de todo um país e procura destruir as liberdades políticas de todo o continente europeu.”
Esta conversa assenta que nem uma luva na ambição alemã, de longa data, de se libertar do espartilho da Guerra Fria, de se rearmar e de se tornar a grande potência militar da Europa. A Alemanha, do ex-funcionário da Black Rock – Merz, caminha assim, com grande entusiasmo, para uma escalada sem precedentes contra a Rússia. A decisão de entregar misseis Taurus à Ucrânia é mais um dos seus capítulos, com resultados perigosos e muito incertos.
Do outro lado do Canal da Mancha acirra-se a histeria militarista contra a Rússia. O ex-chefe do Exército britânico, General Patrick Sanders, em entrevista ao “Independent”, insta o governo a construir abrigos anti bombas devido à acrescida ameaça de Moscovo ao Reino Unido. Para ele, uma guerra com a Rússia dentro de cinco anos é considerada como um “cenário realista”. E acrescenta: “se a Rússia interromper as operações militares na Ucrânia, poderá lançar em poucos meses um ataque limitado contra um membro da NATO, e o Reino Unido será obrigado a responder. Isso pode acontecer até 2030”. Esta tese foi subscrita por outros dirigentes europeus. A opção dos decisores suecos de distribuir à população manuais de sobrevivência, como um preparativo para uma guerra ao virar da esquina, é reveladora da insanidade que atinge largos setores das elites políticas europeias.
Em vez de apelarem ao bom senso e à contenção, estas elites estão sequiosas por envolver os seus povos na guerra, fazendo vista grossa das consequências irreversíveis que uma aventura dessas terá para a Europa e para a humanidade. À retórica adicionam-se os múltiplos indícios de preparação para um conflito. Por exemplo, o porto de Roterdão, o maior da Europa, está a reservar espaço para navios que transportem material militar; as provocações no mar Báltico aos petroleiros com destino a portos russos são cada vez mais frequentes; a ameaça de colocar uma força de países europeus (a coligação de vontades) na Ucrânia.
Muito se poderia acrescentar para apontar o indisfarçável e destemperado desejo de se avançar para uma confrontação. Dispensamo-nos de referir as insólitas declarações sobre o tema, do secretário-geral da NATO Mark Rutte.
Tudo isto sem haver do lado de Moscovo quaisquer preparativos para atacar um país da NATO ou pretender provocar uma guerra em larga escala, artificialmente lucubrada por dirigentes insensatos e desmemoriados. Depois de três anos a combater no Donbass, com as dificuldades conhecidas, sem recorrer à mobilização e sem ter nenhuma anunciada, contando apenas com contratados, é difícil imaginar qual o interesse da Rússia, com uma população de 144 milhões de habitantes, em querer atacar países da NATO, que não dispõem de matérias-primas ou de quaisquer recursos minerais significativos. Alguém terá de o explicar devagar e com seriedade.
Para não falar da capacidade militar para o fazer e da retórica distópica, que nuns dias afirma estar a Rússia falida e que noutros dias vai atacar a NATO. O futuro da Europa não pode ficar nas mãos do revanchismo báltico e alemão, que já estiveram juntos do lado derrotado da história, na II GG. Já agora, convinha relembrar ao longo dos últimos dois séculos quem atacou quem e como terminaram essas guerras. Talvez essa reflexão possa ajudar a compreender melhor o momento que se vive.
Estes apontamentos serão aproveitados para colar o autor à narrativa russa. Aviso os mais distraídos que não se trata disso, mas tão somente de salvaguardar os interesses da Europa, onde vivo, que só perderá com mais uma guerra.
Quem aposta as fichas na derrota e na fragmentação da maior potência nuclear do mundo devia, ao invés, dar entrada num hospício. Infelizmente, é quem está à frente dos nossos destinos.
De vez em quando aparece aqui um fascista iluminado para nos chamar putinistas e tudo o que lhe apetecer e despejar a propaganda que a NATO nos enfia pela goela abaixo todos os dias, pelo menos aos que ainda teem estômago para serviços supostamente informativos que o meu encheu por obra e graça do Paulo Dentinho em 2011.
E deixar o sujeito ladrar que vai acabar por se cansar.
Se ele quer acreditar que a Rússia e Moscovo e o resto e paisagem, parafraseando os bandalhos que dizem de Portugal o mesmo, a celebre atoarda do Portugal e Lisboa e o resto e paisagem e que por isso bastaria exterminar os 10 milhões de desgraçados que lá vivem e todos os habitantes da paisagem iriam achar o máximo resta nos esperar que os nossos dirigentes tenham pelo menos mais juízo que ele. E deixa lo ser feliz assim.
Para anedota do dia já chega o Ministro da Defesa de Israel em Kiev a condenar os ataques da Rússia contra civis.
Tivessem feito os desgraçados dos palestinianos o que os nazis fizeram na incursão a Kursk e nem as baratas já estavam vivas em Gaza.
E preciso não ter mesmo um pingo de vergonha no focinho quando já nem um hospital funciona em Gaza e quando se atacam jardins de infância cheios de crianças e se fuzila gente em busca de comida, entre tantos outros crimes hediondos que teem povoado os últimos mais de 20 meses.
Outra anedota do dia e o embaixador americano a querer que gastemos rios de dinheiro em F 35. Num país onde se morre a espera da ambulância.
Vão todos para a raiz da puta que os pariu e o Miguel que vá ladrar para o raio que o parta que a cartilha dele já sabemos de cor e salteado, simplesmente não nos passa pelo estreito, não engolimos.
Nenhum que permitisse aos nazis armar-se? Em que azinheira bateste com os cornos, Miguel? Foram justamente os poderes ocidentais que fecharam os olhos ao rearmamento alemão e lhes deram de bandeja a Austria e a então Checoeslováquia. Houve quem avisasse que era má ideia e foi acusado do mesmo que tu acusas hoje quem acha a guerra contra a Rússia uma má ideia e uma má aposta. Os Os poderes europeus esperavam certamente que a Alemanha se ficasse pela invasão da Rússia destruindo a ameaça comunista e garantindo a pilhagem da Rússia com o espólio a ser dividido por todos. Países pequenos memso a Ocidente, como a Austria, podiam muito bem ser sacrificados. Da Checoeslováquia foi dito por dirigentes europeus, nomeadamente o então primeiro ministro inglês Neville Chamberlais, que era “um pequeno país, que pode muito bem desaparecer para que haja paz”. O mesmo dirigente chegou a encontrar-se com Hitler que descreveu como “um homem brando”. Não estavam de certeza à espera que os primeiros alvos dos alemães fossem a Europa Ocidental. À custa desses erros de cálculo, boa parte da Europa enfrentou uma ocupação cruel onde não faltaram fome, prisões, torturas, fuzilamentos e também os Migueís e Vasconcelos. Alguns dos quais enfrentaram pelotões de fuzilamento quando a guerra acabou, como o norueguês Vidkum Quisling.
Agora é em nome da ameaça russa que acham boa ideia deixar que um país que já provou até à exaustão que não foi desnazificado se volte a armar. Depois não se queixem se as primeiras vítimas se voltarem a situar a Ocidente.
Vai ver se o mar dá Kraken.
Estás confuso, eu compreendo que hoje para vocês seja basicamente a mesma coisa tanto apoiam Putin como apoiaram Estaline, mas querias dizer URSS, e sim, foi a URSS que ajudou os nazis a armar-se e a treinar o seu exército à revelia do Tratado de Versalhes a que os aliados tinham obrigado Weimar. Podes não gostar mas factos são factos
Algo nessa teoria estapafúrdia e rebuscada não bate certo, você mesmo o diz (e se contradiz):
“(…) e sim, foi a URSS que ajudou os nazis a armar-se e a treinar o seu exército à revelia do Tratado de Versalhes a que os aliados tinham obrigado Weimar.”
E, antes tinha dito, (mas depois na cronologia histórica):
“E já agora, se lesses tanto como apregoas saberia que Estaline ajudou os alemães desde 1926 a recriar, armar e treinar o seu exército à revelia do tratado de Versalhes, num pagamento por conta do frete alemão a Lenin, e depois formalmente com o tratado de Rapallo, e mais tarde já com Hitler dividiram os países vizinhos que abocanharam em conjunto com o tratado Molotov Ribbentrop.”
(aqui a lenga-lenga é a mesma, e salta por cima da dúzia de outros tratados assinados pela Alemanha Nazi com vários países da Europa, e o financiamento dos americanos, etc. O que interessa vem a seguir)
“Só por completo desvario se pode confundir a Rússia do pequeno tiranete com a Rússia imperial ou até com a colonial URSS, que aliás só se conseguiu defender dos nazis, com quem andava de braço dado, com a massiva ajuda do Lend Lease dos EUA, sem ele em 1942 os soviéticos teriam aprendido alemão á bruta por sodomia. Nada como a soberba da ignorância.”
Portanto, na sua perspicácia de cartilheiro NAFO, apoiador de genocidas pela guerra, a doença e a fome, como se assiste em Gaza, os russos armaram e fortaleceram os nazis, fizeram acordos com eles, para depois aparecerem enfraquecidos e fragilizados, sem capacidade militar para os combater e rechaçar, não fosse a “massiva ajuda do Lend Lease dos EUA”, e teriam virado germanófonos e germanófilos à força da sodomia sem esta “caridade americana”. Claro que faz sentido, na cabeça de um alienado por propaganda NAFO.
Os russos tinham a capacidade de rearmar a Alemanha, transformando-a na maior potência militar da Europa, mas depois não tinham capacidade militar para a combater, tal a sua generosidade com os alemães, e tiveram de ser os americanos a salvar-lhes a pele. Sim senhor, é de génio da geoestratégia, afinal os russos são mesmo “sub-humanos incapazes”, como escrevem amiúde os propagandistas NAFO de plantão, e têm de roubar os chips e placas de circuitos das máquinas de lavar e dos frigoríficos fabricados a ocidente (ou melhor, no sudeste asiático e no oriente, com marca ocidental), como dizia Ursula von der Leyen para ludibriar e iludir pategos como tu.
Resta saber se o Land Lease foi tão ou mais massivo que o actual financiamento da Guerra por Procuração na Ucrânia, que Trampa já anda a ver se reavê no todo ou em parte, seja através do propalado acordo das Terras Raras, seja a meter os europeus a pagar as despesas com armas e munições e americanas, seja a aumentar tarifas e a rebaixar ainda mais a UE do que ela se rebaixa a si própria perante as grandes potências actuais.
Há sempre um Miguel de Vasconcelos, desta vez com o selo NAFO, para engolir e disseminar propaganda absurda para idiotas úteis, e claro que o anticomunismo primário ainda faz mover muitos fantasmas, facilitando a ascensão do ultra-nacionalismo, do fascismo e do nazismo, como se assiste hoje um pouco por toda a Europa, mesmo com os propagandistas a agitar o espectro do Comunismo Internacional galopante.
Quem não conhecer esta cáfila de pategos, que os compre…
Mas que aula! Será que o coitadinho entende? 🙂
Ele não entende nada, só domina de fio a pavio a propaganda que a Ursula, o Stoltenberg e o Rutte, ao serviço do Grande Irmão, lhe enfiam pela goela abaixo. Depois atropela a própria lógica argumentativa com que se cose, dizendo uma coisa e o seu contrário, sobretudo quando menciona a Rússia ou os russos, porque não sabe mais. É só mais um propagandista armamentista, belicista, militarista destrambelhado, intelectualmente desonesto e pouco inteligente, ficou exposto…
É isso. 🙂
E nem mencionamos a mais que conhecida simpatia da casa real Inglesa, anglo-saxónica (vários nomes alemães) pelos nazis, o que levou Rudolf Hess a voar para Inglaterra esperando lograr um acordo ou uma aliança do Reino Unido com o III Reich…
E esta, hein?
https://www.townandcountrymag.com/society/tradition/a41888338/british-royal-family-nazi-relationship-history/
https://www.thetimes.com/world/europe/article/prince-philip-a-patriot-with-nazis-in-the-family-and-german-connections-n7dtl669s
Destas “simpatias” e “braços dados” nunca fala um propagandista NAFO…
Tanto disparate. Aqui só vocês apoiam genocídios, por que razão distinguem o de Gaz do da Ucrânia sabemos bem, a usual dualidade de critérios e hipocrisia comunista, o mais caricato é que Israel só existe com o beneplácito de Estaline, quer pelo apoio e dos países satélites á sua criação, quer pela sua defesa desde o primeiro dia com armas fornecidas pela Checoslováquia contra o embargo a que os judeus estavam sujeitos pelas potencias ocidentais.
Quanto à URSS ter ajudado a Alemanha a armar-se a reinar os seus exércitos e terem dependido do Lend Lease para se defender são factos que nem o mais empedernido comunista, ou fascista, consegue negar.
Sobre frigoríficos e chips tomaram os russos terem casas de banho em casa, não os oligarcas que giravam à volta do apparatchik do PCUS, a esses não faltam casas de banho, e varandas.
Vamos ver no que dará o apoio do Trump ao vosso ditador de estimação mas não deixa de ser puro entretenimento ver o triângulo amoroso entre Putin, Kim, Lukashenko, XI, Trump e a tralha comunista, fascista e neo nazi que lhes vai carregando o andor.
Agora vai lá ver a RT, hoje vai ser bom
Ferradura usas tu nesses cascos… Ainda bem que comprovas ser um sôfrego comilão da propaganda que as Ursulas, os Stoltenbergs e os Ruttes te põem no prato… assim posso chamar-te alimária e ainda pecar por eufemismo.
Mais uma vez fica demonstrada a tua incapacidade de raciocinar para além da propaganda NATO/NAFO, Miguel de Vasconcelos.
Parabéns, conseguiste colocar o Capelão a dar-te lições de geopolítica, não é para qualquer energúmeno…
Por cá o Chega e o PSD andam de aliança e mão dada a aprovar leis da Nacionalidade, da Imigração, o Presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco, “histórico” do PSD, indigna-se por chamarem fanfarrão ao candidato único (CU) André Ventura, e por aí fora…
…e este Miguel de Vasconcelos quer tapar isso tudo, o conluio de sempre entre a direita e a extrema-direita (ambos os campos são serventuários das corporações e das oligarquias, do patronato e das elites militares, financeiras e económicas, como sempre foram e sempre serão), facilitando a ascensão dos nazi-fascistas como historicamente aconteceu na Alemanha, e não só, falando na “ferradura”… e na aliança entre fascistas e comunistas, e o braço dado de Stalin e Hitler…
Cai quem quer, ou não sabe mais… infelizmente, pategos há muitos, e estes palermas NAFO aproveitam-se da sua ignorância recorrentemente.
Miguelito, querido! Tu adoras a nossa companhia, não adoras? “O charme discreto dos pretos das neves”, aqui presente por osmose cósmica, caraças, há lá coisa mais excitante! Mas vê lá, amorzinho, não te esqueças de tomar os comprimidos! Beijinhos, meu herói!
Nunca a Europa teve lideres tão medíocres como loucos.
Miguelinho. Basta um ataque cirúrgico a dias grandes cidades russas. Tens noção da merda que estás a bolsar? Tens noção de que um ataque cirúrgico a essas duas cidades russas desencadearia um ataque pouco cirúrgico a boa parte das cidades ocidentais e também nos cairiamos na servidão medieval ou pior?
Dizes que o arsenal nuclear russo é obsoleto. Por acaso foste lá ver?
A Rússia não ganha a guerra mas o Ocidente não ganha apesar dos mercenários que vao de todo o lado, da Nova Zelândia a Portugal, passando pelo Brasil e países africanos. A falhada contra ofensiva de 2023 contou com monte de desgraçados de África e Médio Oriente a quem prometeram cidadania no Reino Unido ou Estados Unidos. Muitos ganharam foi a cidadania da terra dos pés juntos.
Tens noção de quantos desses já caíram nas estepes da Ucrânia? Só tugas, oficialmente reconhecidos por nós foram quatro.
E os estados indecente ocidentais apoiam o nazismo ucraniano ao mesmo tempo que fecham os olhos ao genocídio sionista porque sonham com a conquista da Rússia tal como sonharam Napoleão e Hitler.
E como tu também sonhas e achas normal que em nome desse objectivo racista e infame percamos tudo, de salários a reformas.
E tens a pouca vergonha de defender a destruição de cidades na Rússia porque és um racista infame que acha os russos subhumanos como os sionistas acham os palestinianos animais.
O vosso mundo está cheio de animais mas os animais são vocês.
Racistas e sem vergonha nenhuma nas trombas.
Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.
2025, comunistas voltam á sua boa e antiga tradição de andar de mão dada com fascistas e nazis, foi assim que Lenine teve a ajuda dos alemães para a golpada recompensando-os depois com o tratado de Brest Litovsk primeiro e depois com o de Rapallo com que os soviéticos ajudaram Ebert, Hindenburg primeiro e Hitler depois a rearmarem-se e a treinar o exército nazi, foi assim com Estaline e o Molotov Ribbentrop com que Hitler e Estaline alegremente e em conjunto dividiram e abocanharam os países vizinhos, é assim hoje com a aliança entre as excrescências soviéticas que mandam no Kremlin e os países comunistas que os apoiam ativamente com armamento e equipamento, e até lhes mandam a sua carne para canhão morrer nos campos ucranianos para alimentar os delírios imperiais de Putin, até ao lado da pior e mais fascista teocracia do planeta, a iraniana. Não foi por acaso que toda a antiga RDA votou massivamente nos neo nazis da AfD e os fascistas do Chega votam tantas vezes ao lado do PCP, o mesmo PCP que partilha hoje uma mundivisão idêntica à de Trump e dos alucinados MAGA, é só a teoria da ferradura a funcionar tão bem como sempre funcionou.
Miguel, tem calma rapaz.
Vamos lá.
O que é que os EUA fizeram e ainda fazem com Cuba e porquê?
Putin ficava a vê-las chegar e nada fazia?
Trump não quer anexar nada? Canal do Panamá, Canadá, Gronelândia, …
Putin é que é imperialista? ou todos os poderosos o são, quando lhes convém?
Em quem os alemães da ex-RDA, que foi anexada pela RFA ao arrepio de tudo o que era norma da carta da ONU, em quem deveriam votar hoje?
Não chames fascistas a quem votou no CHEGA. Fascismo foi outra coisa. O dirigente do CHEGA é só um populista, era bom que Ventura tivesse as posições que o AfD tem em termos de defesa dos interesses nacionais.
Ao fim de 50 anos de “democracia”, roubalheira, compadrio, corrupção, … o Povo deveria continuar a acreditar no pai natal, em duendes, em fadas e na bondade do centrão político?
Nada. A abjeta ditadura cubana é livre de se relacionar com o mundo inteiro, como aliás faz, só tem algumas restrições com os porcos imperialistas americanos, e mesmo assim ainda importam de lá cerca de 600 milhões todos os anos. A ditadura que vocês defendem, no cu dos outros, claro, ir para lá penar é que nunca, desde 1959 que condena o povo, o que não conseguiu fugir do regime ou morreu a tentar, á miséria, à pobreza, à prisão, à tortura e à morte, os que não fazem parte do apparatchik do PCC, claro, esses estão gordos e ricos, representa bem o total falhanço da ideologia comunista. Vocês, o Trump e o Putin estão todos bem uns para os outros, no fundo defendem basicamente o mesmo, a barbárie ditatorial. E dizer que a RDA foi anexada pela RFA é de bradar aos céus, certamente quando o muro caiu viste correr os alemães todos para leste e não oeste, certo?
A sugestão anterior era para o Miguelito, obviamente.
A crise dos mísseis de Cuba começou porquê? Deixa lá o resto.
O que uma parte dos alemães da RDA fez, é uma coisa, as normas do Direito Internacional são outra.
Vejo que andas com umas leituras. Eu também.
Neste momento estou a ler um livro de capa vermelha com uma águia bicéfala. Eu, Alexis bisneto do Czar. SAR o Príncipe Alexis de Anjou, Duque de Durazzo. Edição Livros do Brasil, Lisboa. 1985.
Naquele português que ainda não tinha sido abastardado pelo centrão político português.
Diz ele a páginas 72, referindo-se ao avô, Nicolau II:
“O imperador nunca foi esse”incapaz ingénuo”, “dominado pela esposa e por Rasputine” de que falam os seus detractores, o que não quer dizer que fosse esse “santo mártir”, esse “ser glorioso” de que nos falam os nostálgicos sedentos de falsa glória.O imperador foi simplesmente um homem bom, calmo, limitado nas suas faculdades intelectuais e físicas, como o seria qualquer pessoa que se encontrasse como ele confrontada com uma tarefa esmagadora, sobre-humana, que apenas um Ivan-o-Terrível, um Pedro-o-Grande, um Nicolau I – e até mesmo um Estáline! – souberam enfrentar”.
Chegados aqui, o monárquico que viu serem fuzilados pelos bolcheviques membros da sua família, diz isto que Stalin foi um dos poucos que teve …….
Nenhum monárquico apontará nada em relação à URSS no que toca à política de preservação do Império que foi derrubado pela Revolução de Fevereiro, a revolução de Outubro é o 25N deles.
Quem é que vos pôs aí?
Então toca a sair que agora somos nós.
Foi ou não assim que o tenente-coronel com cara pau fez cá.
Não, a revolução de Outubro não é o 25 de Novembro deles, é exatamente o contrário. A revolução de Outubro derrubou o governo democrata de Kerensky após a pesada derrota dos bolcheviques nas eleições para a constituinte, redundou na pior e mais torcionária ditadura do século 20 que durou até 89, para todo o império soviético, incluindo todos os países subjugados no seguimento de Yalta e Potsdam. O 25 de Novembro foi o contrário, no seguimento da derrota do PCP na constituinte deu a possibilidade de ter uma democracia funcional, contra a vontade do PCP, nomeadamente de Cunhal, o que só veio a acontecer na sua plenitude na revisão constitucional de 82 com a extinção do conselho da revolução, a diminuição dos poderes presidenciais quase absolutos e a criação do tribunal constitucional.
Quanto a propaganda das SS e das SA, acaba de confirmar o meu ponto: “a pior e mais torcionária ditadura do século 20” – se isto não um slogan digno de um NAFO proto-nazi em esteróides, apoiador de genocidas sionistas, de um Rogeiro-a-Jacto ou de um José Mil-Ases, vou ali já venho…
Pior só se Hitler, com quem Estaline andou de mão dada até ele lhe entrar casa dentro, aliás de tal maneira nem conseguiu acreditar que durante 3 dias não fez nada, tivesse sobrevivido a 45, é que nem Mao conseguiu ser tão torcionário como Estaline, é sintomático ter morrido sozinho e sem assistência com os poucos fieis que lhe restavam do outro lado da porta. É lidar com os factos
Esqueceu-se de referir que esse comentário é patrocinado pela NAFO… e baseado na sua propaganda. Claro que sim, os russos eram e são tão fracos que afinal eram os piores , e ainda tiveram tempo de armar e fortalecer os nazis pelo meio. Há com cada idiota que até parecem cinco ou seis…
Curiosamente nunca fala da lição que os alemães levaram na Rússia, e depois dos russos na Alemanha, como enormes sacrifícios, e para si só vale o Land Lease de 1942, a salvação da “Mãe Rússia”, que falaria alemão à força de ser encavada como o kimbanda do Capelão fez ao político T a sangue-frio.
Também podia falar de quantos campos de concentração, de trabalhos forçados e de extermínio (a “solução final”) foram libertados pelo Exército Vermelho, mas isso não interessa à narrativa de um Miguel de Vasconcelos NAFO.
Se isto não é um propagandista NAFO em esteróides e a delirar, não sei o que será.
Veremos onde o actual “Land Lease” americano (ao qual se somam as inúmeras sanções e o “congelamento” de bens e capitais russos no Ocidente, e ainda o apoio e contributo dos europeus e outros países aliados) levará a Ucrânia… e isto contra uma Rússia dominada por um tiranete, que nem chega aos calcanhares da Rússia dos Czares ou da URSS, nas suas próprias palavras… vá ver se está a chover, e areje um pouco essa cabeça oca…
Estás sempre a confundir URSS e Rússia, eu compreendo, de facto entre a URSS de Estaline e a Rússia do esbirro do KGB há poucas diferenças, para o PCP nenhuma, Putin tem apoio incondicional na Soeiro Pereira Gomes.
Estou a ver que ou te esqueceste de tomar os comprimidos ou deixaram de fazer efeito! Mas tenho uma alternativa eficaz, que acabei de receber directamente do Kremlin, via pombo-correio: supositórios de Novichok! Tenho com “sabor” a morango, baunilha e pistácio! Qual preferes?
Quantos tratados estabeleceu a Alemanha Nazi com os ocidentais? Vários, e desses não fala. Não fala do Tratado de Munique, assinado por Inglaterra (Chamberlain), Itália (Mussolini) e a França (Daladier) em 29 de Setembro de 1938, que permitiu, depois da anexação da Áustria, a anexação dos Sudetas, e posteriormente a invasão de toda a Chéquia, sem que ninguém mexesse uma palha. Também nem refere o patrocínio da Finança Americana e de grupos empresariais, onde Prescott Bush estevev envolvido em colaboração com o Reich. No fundo não passa de um Nuno Rogeiro versão anticomunista primário em esteróides, que tudo tenta distorcer com propaganda. Quanto ao ódio aos cubanos, devia preferir quando eram uma estância balnear dos americanos, oum casino e um bordel sob a ditadura de submissa de Fulgêncio Batista, ou não fosse você um Miguel de Vasconcelos. Não se esqueça que durante a pandemia e em muitas catástrofes enviaram equipas médicas, ao contrário dos americanos que só sabem enviar bombas para os genocidas despejarem em Gaza e noutros países. Se o programa nuclear russo está obsoleto, então nem se percebe a preocupação com o programa nuclear do Irão, uma vez que supostamente ainda andam a enriquecer urânio. Também as munições de americanos e britânicos de urânio contaminam até hoje o Iraque, o Afeganistão, etc. Viu como os yankees saíram do Afeganistão numa fuga desorganizada? Agora imagine o que aconteceria no Irão, que até a alardeada Cúpula de Ferro desfez, humilhando Israel como não se via desde os tempos de Roma Antiga, e sem sequer ter programa nuclear. Mísseis hipersónicos, já ouviu falar, Miguel de Vasconcelos?
Tome lá um link para ver se aprende qualquer coisa para lá da propaganda das SS e das SA. Que já se viu que é a única coisa que reproduz, omitindo dados históricos e descontextualizando outros.
https://www.theguardian.com/world/2004/sep/25/usa.secondworldwar
Deste fala-se pouco. Era um bom tratado. vejam as datas e digam lá quem foi o primeiro a assinar, 1934. A reacção da Pérfida Albion também é interessante.
É claro que a hiena da Europa estará sempre entalada entre a Alemanha e a Rússia. Samora dizia que, não se escolhem os vizinhos, daí que, os “racistas” …
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pacto_de_N%C3%A3o_Agress%C3%A3o_Alem%C3%A3o-Polon%C3%AAs
Por isso continuo na minha. Treinadores de bancada, não! As coisas são complicadas e se as lentes forem coloridas, então o resultado é mesmo cacada.
Nenhum que permitisse ao exército nazi armar-se e treinar-se, ou que permitisse a ambas partes invadir em conjunto vários países vizinhos e chacinar as suas populações, esses foram exclusivos entre comunistas e nazis. Hoje em 2025 nada mudou, comunistas, fascistas e neo nazis continuam lado a lado a defender exatamente o mesmo, as mesmas causas e os mesmos ditadores.
Não diga mais baboseiras, Miguel de Vasconcelos. Já chega, não se rebaixe mais ao nível dos “NAFOs” apoiadores de genocídios, com a sua propaganda para pategos.
Dito por quem carrega o andor de Putin não deixa de ter graça
Sim, Miguel de Vasconcelos NAFO. Nota-se que és muito culto e inteligente, à distância. Até deves acreditar na Ursula von der Leyen quando diz que os russos (orcs em linguagem NAFO) têm de sacar os chips e placas electrónicas dos frigoríficos e das máquinas de lavar para poderem reutilizar no fabrico de tecnologia militar. Isso sim demonstra a perspicácia de um cartilheiro NAFO, são mesmo inteligentes. É essa e a outra de duas bombas nucleares em Moscovo (10 milhões) e S. Petersburg (5 milhões) resolver a “questão” de vez. Com inteligências destas, quem precisa de IA? Entretanto vais defendendo os “aliados” genocidas sionistas, os seus ataques ilegais à luz do Direito Internacional a países soberanos (Líbano, Síria, ou o que resta dela, Irão, etc) e o Criminoso de Guerra Genocida Netanyahu… há sempre um idiota útil NAFO, regurgitador de cartilhas das SS e das SA, disponível para o “trabalho sujo” (como diz Merz)… vai-te lavar por baixo!
É com cada tiro no pé que dói. Camarada, quem tudo fez pela existência do “estado genocida sionista” foi Estaline, foi com os votos dos países comunistas da esfera soviética controlados por ele que a existência de Israel foi aprovada pela ONU, foi com armamento checoslovaco autorizado por Estaline, contra os embargos de venda de armas ocidentais, que Israel se defendeu desde a guerra de 47. A URSS foi um dos primeiros países a reconhecer o estado de Israel, logo a seguir aos EUA, tal como o resto da tralha comunista. Os comunistas apostaram tudo em que Golda Meir iria cair para o lado deles, só quando não caiu e caiu para o lado dos EUA é que Estaline mudou a agulha e vos mandou passar a ser antissemitas. Aqui só vocês defendem a barbárie, não te confundas, eu não a defendo nem na Ucrânia nem na Palestina.
Ó Miguel veja lá o que diz sobre o Trump. Pois amanhã vai ter uma surpresa, quando quiser entrar na Terra da Liberdade, vai ser barrado na fronteira, quando eles espiarem o seu télélé. Nada que os sequazes do Putin não façam neste momento. Chamar nazi, comunista ao homem por querer anexar o Canadá, … não faça isso.
São vocês que estão ao lado de Trump, de Putin, de Órban e do resto da corja de fascistas e comunistas que nos querem impor uma nova ordem mundial iliberal, não te confundas
Realmente este camarada levou com um martelo na cabeça no S Joao do Porto e foi internado em coma no Conde Ferreira.
Vai daí acorda a pensar estar na rua do heroísmo a aviar porrada nos antifascistas que combatiam o regime de que tanto defendia.
Para azar dele quando estava a morrer veio a razão e compreendeu já tarde que não podia fazer nada.
Mas antes ainda teve tempo para escrever umas labregadas acerca da ordem mundial. Que vá para o inferno mas na terra, antes de partir, preferencialmente no de Gaza ou da Síria. Poderá ainda experimentar o do Iraque, Sudão, Líbia ou Afeganistão. PQP!
Tenho um enorme orgulho nos majores-generais Carlos Branco, Agostinho Costa e Raul Cunha. Tal como continuo a ter no coronel Matos Gomes. Já cá não está, mas continua por aí andando e, salutarmente, porcos e borregos chateando. Quanto aos porcos e borregos, continuam grunhindo, balindo, guinchando e refocilando! Valha-me ao menos Manitu, o Grande Espírito, para saber que a probabilidade de sobrevivência deles não é maior do que a minha!
Carlos Branco, serviçal de Putin no seu think tank Valdai, que, pelo que diz hoje imagino o que terá feito ao serviço da NATO, ignora que a Rússia, mesmo com a ajuda da China e dos estados pária que são o Irão e a Coreia do Norte, não conseguiu em 3 anos sequer os objectivos mínimos, já nem se fala do “Kiev em 3 dias”, que tem a sua economia, em tempos normais pouco maior que a de Espanha, de rastos, e a quem só sobra a “ameaça” nuclear, ignorando não só que grande parte do arsenal nuclear russo entre o obsoleto e a incapacidade de o manter operacional não está funcional, mas pior, a Rússia nunca poderia avançar para uma guerra nuclear pela razão simples de que na sua vastidão só tem duas cidades com escala, Moscovo, 10 milhões, e São Petersburgo, 5 milhões, o resto são pequenas cidades dispersas com muito menos população que a área metropolitana de Lisboa, bastando por isso um ataque cirúrgico a estas duas cidades para a Rússia passar diretamente aos tempos da servidão czarista, o que aliás é a realidade da maior parte do império colonial que é a Rússia
Dizes tu:
“[a Rússia] não conseguiu em 3 anos sequer os objectivos mínimos”
Diz Carlos Branco:
“Depois de três anos a combater no Donbass, com as dificuldades conhecidas”
Não sabes ler? Carlos Branco tem nome e tem cara. Do nome tens apenas metade, a cara esconde-se atrás da metade em falta. Sugiro que lhe chames “serviçal” na cara que ele comprovadamente tem, enquanto lhe mostras a tua. Na passada, poderás também especificar o que queres dizer com esse vómito de bufo “pelo que diz hoje imagino o que terá feito ao serviço da NATO”. Gostaria de ver em que estado ficaria a tua cara depois disso.
Não preciso de lhe chamar serviçal, eu, ele, e até tu, sabemos que é serviçal. Fica aqui
https://valdaiclub.com/about/experts/15566/
E tens razão, eu não imagino, eu sei o que ele fez na ONU nos Balcãs, na Eurofor, no DPKO e no Estado-Maior, na NATO, aliás ele nem é parco nas palavras a tudo o lá aconteceu com o seu nefneplácito, e tenho a certeza que pela sanha que lhe lês e vês contra estas instituições, o ocidente em geral, a Europa e os EUA em particular, Portugal nem conta, e a baba que lhe lhe vê no canto da boca a cada encómio a Putin que lhe sai, quem “representou”, quem de facto esta excrescência do PCP serviu.
Das duas três: ou não leste o artigo de Carlos Branco no Valdai Club, ou o défice cognitivo que te esclerosou a nevróglia não te permitiu compreendê-lo, ou compreendeste muito bem e, como bufo incompetente e vigarista, acreditas que a simples referência à colaboração pontual de Carlos Branco numa publicação do Valdai Club, com um artigo, é suficiente para enganar quem se fica pelos títulos e não perde tempo a ler o texto todo. Ó espertalhão, em que é que um artigo de análise, puramente técnica, do contributo das forças armadas de vários países, principalmente ocidentais, no combate à pandemia de COVID-19 transforma seja quem for em serviçal seja de quem for? Eh pá, vai-se a ver e o almirante dos submarinos era o chefe dos infiltrados putinistas do Valdai Club na gloriosa barcaça lusa? Sê-lo-á ainda? Ó da guarda, estamos completamente infiltradinhos da Silva!
Fazes-me lembrar aquele pide que, no tempo do Botas de Santa Comba, numa busca à casa de um antifascista, apreendeu um livro sobre Cubismo como “prova” de que o homem era comunista! Cubismo-Cuba-comunismo, topas, génio?
E se sabes assim tão bem “”o que ele [Carlos Branco] fez na ONU nos Balcãs, na Eurofor, no DPKO e no Estado-Maior, na NATO, aliás ele nem é parco nas palavras a tudo o [que] lá aconteceu com o seu nefneplácito [beneplácito?]””, porque não descreves aqui todas essas malfeitorias e a seguir o denuncias, com provas, às autoridades ou entidades competentes, assinando por baixo? Ou então escreves um artigo num merdia de reverência, sempre assinando, claro! E, depois de lhe chamares serviçal na cara, tira uma selfie e pede à Estátua que a publique aqui. A malta gosta de arte, rapaz, e aposto que a tua cara ficará parecida com um quadro de Picasso! Vá lá, eunuco, ganha coragem! Ah, já percebi, o teu estilo é mais o das cartinhas anónimas, do gajo que se esconde, à noitinha, nos viadutos por cima das auto-estradas, a atirar pedras aos carros que passam em baixo e a esgalhar uma segóvia quando provoca um acidente!
Não te sugiro que ganhes vergonhe porque sei que é palavra que não existe no dicionário dos helmintos.
Para os incautos, aqui fica transcrição parcial do artigo de Carlos Branco no Valdai Club que o bufo vigarista e cobarde que assina “Miguel” acima linkou:
“Another important facet of the military’s participation in the fight against the COVID-19 is their contribution to ease the burden of overloaded healthcare systems: medical units have supported civilian hospitals, military hospitals have sheltered patients contaminated with the coronavirus, and have deployed and set up mobile and field hospitals. Their tents were also used for numerous purposes, such as setting up makeshift COVID-19 test centres, at hospital entrances, thus avoiding contamination of medical personnel. Joining the effort to contain the virus, military medical staff also operated testing centres for coronavirus in vulnerable communities. In some places, military units transformed some of their barracks into nurseries to shelter patients not in critical condition. The US sent two Navy hospital ships to New York City and Los Angeles, to help hospitals overburdened with patients infected with the coronavirus. Military engineers also helped building makeshift medical centres to help populations living in critical areas. In extreme cases, like in Mexico, the military took the responsibility of running hospitals. Beyond repatriating Italian and European citizens, the Italian air force has transported material and medical equipment for civil protection, and logistical support for field hospitals.
Those armed forces with capacity to produce medicaments also contributed to mitigate the shortfall of medical products and equipment. They manufactured disinfectants, hand sanitizers, paracetamol, antivirals, and other medicaments that pharmaceutical companies don´t produce anymore but which are needed to fight COVID-19. In Spain, the airborne troops produced low-tech masks to compensate the shortage in the market.
The military also put their logistics services and experience at the disposal of the civil protection authorities and agencies to fill numerous needs. In Italy, they transported corpses from morgues to cemeteries, delivered meals in lockdown areas (sometimes via helicopter), and helped homeless people. In Wuhan, the PLA took the entire responsibility of delivering medical and critical supplies. Chemical, biological and bacteriological military units have also participated in the decontamination and disinfection of installations and adapted their vehicles to carry out disinfection of big areas.
Armed Forces with extensive science research programmes cooperated intensively with the academia. The PLA medical service, the UK Defence Science and Technology Laboratory, and the US Army, among other military and defence agencies, in one way or another are working intensively together with the academia, supporting the development and testing of vaccines.”
Que grande tareia! Tadito do tipo… 🙂
Caro amigo, há para aí uns génios que acreditam piamente que a “audiência” da Estátua é tão permeável à aldrabice como a audiência do “Cantinho dos Palhaços”, aos domingos na SIC/SICK, com suas hilariantes rogeirices e milhazices. Só um défice cognitivo irreversível explicará crença tão estapafúrdia, mas enfim, é o que temos. Entretanto, com génios destes, só se perdem as que caem no chão.
Só lhe faltou mesmo chamar Miguel de Vasconcelos, tal a dimensão da traição à OTAN, que pelos vistos é a “extensão” da sua pátria. Só que não, é mais a sua tão prezada pátria que é mais uma entre muitas extensões da NATO e nela pouco risca ou decide. Quanto a ameaças externas de que tal organização nos defende, fica por demonstrar se haverá alguma outra organização mundial com tantos países membros que já tenham invadido Portugal [Espanha, França], batalhado Portugal e seu Império Colonial enquanto rivais [Holanda, Inglaterra, França, Espanha, Turquia], ou feito Ultimatos ou exigências (chantagem) a Portugal, como a do Mapa Cor-de-Rosa [Inglaterra, a tal “mais antiga aliança europeia] ou agora o aumento obrigatório do orçamento para a despesa militarista e armamentista exigida pelo patrão da NATO, Trampa de seu apelido (que a Espanha não aceitou porque nunca foi tão sabuja aos anglo-saxões como as nossas elites vassalas, e também já andou à bulha com os EUA noutro século).
Em nenhuma destas listas de antigos invasores, inimigos e ameaças aparece um país que seja fora do espaço europeu e/ou da NATO, mas os Miguéis de Vasconcelos sempre gostam de quem lhes passe a mão no pêlo e os faça mais que os outros, só por serem “bons alunos” e “fiéis vassalos”.
Ah, e sim, Portugal também teve soldados a combater os alemães na I Guerra Mundial, não foram os russos. Mas essa foi uma guerra em que participou indirectamente ao lado dos aliados, e não havia NATO! Nem a Irlanda precisa dela para submeter a sua defesa territorial e derreter a sua soberania novamente em benefício dos anglo-saxões, uma vez que sabem bem o que era estar debaixo da alçada britânica, algo que os Miguéis de Vasconcelos nunca entenderão, é da sua natureza…
A ONU não conta, obviamente, uma vez que não é uma organização militar sectária, belicista, nem um bloco político-económico continental ou regional, e sim mundial e abrangente (abrange todas as nações, mesmo com o restrito Conselho de Segurança, também ele geograficamente disperso por América, Europa e Ásia).
E mais depressa o Trampas ou outro qualquer HiPOpoTamUS deslumbrado nos anexa os Açores, zona económica exclusiva ou até mesmo Portugal Continental que russos ou chineses, ou vai fazer de conta que se esqueceu da cobiça da Administração Trampa pela Gronelândia, o Canadá, etc?
Pois é, grande patriota você saiu… mas como você há muitos, ser patego não é exclusivo, bem pelo contrário, é frequente. E pega-se, se não tivermos um bom sistema imunitário. Tem tratamento, mas em casos graves como o seu de alienação e consumo desenfreado de propaganda (o novo ópio do povo), é complicado…
Também as Guerras Coloniais (ou do Ultramar, nas capelinhas dos saudosistas) não podem ser assacadas aos adricanos autóctones, uma vez que tinham tanto direito de se libertarem do jugo da metrópole e da dominação dos colonos portugueses, como Portugal teve de se libertar do jugo castelhano várias vezes na sua História, uma delas custando 60 anos de submissão e a perda da independência, que acabou com a defenestração de um tal Miguel de Vasconcelos, ou do invasor napoleónico e francês, mais tarde, com o auxílio, nada desinteressado, dos ingleses.
Também era o que faltava negar aos outros o direito que reconhecemos para nós, como fazem os chauvinistas, os fascistas e os direitistas em geral, julgando-se “especiais de corrida”, a la Miguel de Vasconcelos.
Miguel, quem lhe manda a si sapateiro, ir além da chinela? ou tocar rabecão.
As suas fontes diziam há 3 anos, que a Rússia só tinham mísseis até ao fim de Março de 2022.
As suas fontes não lhe dizem que vai ter que pagar mais, muito mais em impostos, para montar uma fileira industrial que não pode ser montada na USE (união soviética europeia) [calma, o processo de electivo é o mesmo]. porque falta tudo, falta tudo aquilo que a Rússia tem em excesso.
Para si fica aqui a velha deixa: amadores falam de tácticas, profissionai (generais a sério) de logística. Sem ela não há guerra
Saia do armário de leia coisas diferentes, por exemplo um pouco de História. Só 2, mas vamos na 3ª. Napoleão e Hitler, em ambas fomos lá, não voltamos na de Napoleão e na de Hitler voltaram alguns, caso do Spínola, que acabou chanceler das ordens honoríficas ao serviço do nababo Sóares. Socialistas! Daqueles em quem ABC mandou votar.
Só para terminar, deixe-me que lhe diga que, tem sorte em Putin ter o botão, porque outros por lá não são tão liberais e pró-ocidentais como ele e o agora radical Medvedev, basta lembrar o papel dele na destruição da Líbia, dele e dos comerciantes chineses. Agora fala grosso.
Eu não tenho a mínima dúvida que a EU, e nós apesar de sermos os mais pobres e os mais afastados, terá que fazer um enorme esforço financeiro, para já, para defender a sua fronteira norte da barbárie soviética, perdão, russa, outra vez, e fornecer à Ucrânia armamento para defender por nós, por enquanto, essa fronteira. Enquanto só tivermos que pagar com impostos a barbárie do estalinista de opereta, do amanuense dop KGB, estamos menos mal que os pobres ucranianos, os georgianos, os sírios, os moldavo, os chechenos, os cazaques e uma resma de repúblicas soviéticas, perdão, russas, e até centro africanas sobre as quais o a barbárie putinista já recaiu.
E já agora, se lesses tanto como apregoas saberia que Estaline ajudou os alemães desde 1926 a recriar, armar e treinar o seu exército à revelia do tratado de Versalhes, num pagamento por conta do frete alemão a Lenin, e depois formalmente com o tratado de Rapallo, e mais tarde já com Hitler dividiram os países vizinhos que abocanharam em conjunto com o tratado Molotov Ribbentrop.
Só por completo desvario se pode confundir a Rússia do pequeno tiranete com a Rússia imperial ou até com a colonial URSS, que aliás só se conseguiu defender dos nazis, com quem andava de braço dado, com a massiva ajuda do Lend Lease dos EUA, sem ele em 1942 os soviéticos teriam aprendido alemão á bruta por sodomia. Nada como a soberba da ignorância.
E não te preocupes com o botão, Putin sabe que não tem arsenal nuclear para combater o ocidente e que para acabar com a Rússia bastam duas das pequenitas, uma em Moscovo e outra em São Petersburgo, o resto é paisagem, e a maioria dessa paisagem celebraria o fim do despótico e hediondo regime.
Desde 1922, Tratado de Rapallo
https://www.ebsco.com/research-starters/diplomacy-and-international-relations/treaty-rapallo
1922, o nobre Vladimir Ilyich Ulianov ainda estava vivo e andava a fazer caca, por isso deixo para os cumodistas comentarem. Interessante que hoje pouco leio sobre ele na Rússia, mas leio muito sobre Stalin, a quem andam a erguer estátuas actualmente. Enigmas!
Pensar já é areia demais para a tua camioneta, Capelão, daí esse “enigma” indecifrável que te bloqueia o refluxo mental de anos e anos a consumir desinformação e propaganda política, seja ela ocidental, russa ou chinesa. Dou-te uma pista ou duas, que não me pagas para ser teu explicador nem venho para aqui como tu, dar a missa ao padre: Grande Guerra Patriótica, Operação Militar Especial, também conhecida por Guerra por Procuração na Ucrânia, e já agora, “EuroMaidan”, ou simplesmente Maidan – “Fuck EU”.
Dito por quem regurgita ipsis verbis a propaganda do Kremlin é delicioso
Sim, Miguel de Vasconcelos. Os russos são muito fraquinhos, duas bombocas em Moscovo e em S. Petersburg e acaba a “história”… há com cada patego alienado que até parecem três ou quatro… e outra vez a redundância da tua argumentação para idiotas úteis NAFO…
Bom, o facto é que garantiram que tomavam Kiev caía em 3 dias e em 3 anos de guerra sanguinária contra um país com o PIB igual ao que Portugal tinha no tempo da troika, e após uma verdadeira sangria no exército vermelho, não conseguiram nem um dos seus objectivos, dos mínimos, dos máximos nem se fala. É que nem sequer nos oblasts cuja população dizem ser pró russa, os tais donde na WWII saiu maioritariamente o apoio ucraniano aos nazis.
Claro, porque na mente de um NAFO papagaio, não se pode usar as expressões que os russos usam para referir-se à sua História (e eu nem falei em russo), mas se dissermos “Land Lease” somos muito cosmopolitas e sofisticados porque até falamos a língua do Grande Irmão que tudo vê, e observa atentamente como somos servis, quais Miguéis de Vasconcelos.
A lógica destes idiotas é totalmente decalcada dos manuais da CIA, do MI6 e da Mossad para controlo psicológico de massas, lavagem cerebral (de desmiolados), teoria da comunicação, da desinformação e da propaganda…
Pensam que são todos limitados como eles, que têm de ganhar a vida a servir os interesses de potências estrangeiras, como aqui o Miguelito faz caninamente e tentando confundir quem lê…
A grande preocupação das agências de informação é o conhecimento dos meios do inimigo e da sua disposição em usá-los.
A Ameaça é o produto dos meios pela Vontade.
Os meios são geralmente conhecidos, mas há surpresas às vezes, a Vontade, essa é mais difícil de avaliar, porque é um jogo de sombras.
Sendo tão fácil como parece que é, porque é que, Hollywood (vencedora de todas as guerras em que entrou depois da IIWW) não acaba de uma vez por todas com a “ameaça”?
Não te dás conta que os russos, lutando com uma mão atrás das costas, estão sangrando o Ocidente lentamente em equipamentos?
Por isso o objectivo traçado para os militares, de ficarem abaixo do limiar que levará ao confronto directo com os EUA, está a ser alcançado. Isto não precisa do conhecimento das ordens, basta a análise e interpretação das acções. EUA, porque o resto são pequenos caniches que só ladram.
Não parece que seja a Oriente que a escassez de material se verifica. Portugal produz o quê na área da defesa? Não precisamos, os nossos “aliados” depois fornecem-nos. Além disso “temos” o guarda-chuva ianque. Temos?
Depois que interesses nossos estão a ser ameaçados pelos russos
Que interesses defende Portugal no Báltico, com umas avionetas velhas? Sempre serve para alvo.
Que interesses defende Portugal em missões em África. Não lhe chegou, ou já se esqueceu, que foi corrido por pés descalços? Defendemos interesses económicos? Quais? se nunca tivemos capital, sempre, desde sempre, andamos a pedir emprestado.
Quais são as determinações políticas dadas pelo Kremlin à Stavka (alto comando)? São conhecidas? Não sabendo quais os objectivos, como poderemos dizer que estão a perder? Nesta área a info e a intox são o pão nosso de cada dia [uiii o eunuco já está aí com os seus conhecimentos de internatos].
Os iranianos falaram em claro ao telefone para que os americanos e os sionistas ouvissem. O analista ao redigir o relatório, como irá classificar esta informação?
A minha recomendação é: menos treinador de bancada e mais membro do estado-maior.
Trump vinha para acabar com a guerra em dois dias, parece que houve quem não se impressionasse com os seus dons de negociante na Praça Vermelha.
Em vez de russos, deviam estar preocupados com chineses e indianos no campo económico.
Mas a Direita em Portugal é só direita. Herança do Portugal de Salazar, que tal como Cavaco tudo secou à sua volta. Por isso é incapaz de pensar em termos de interesses nacionais. Mesmo assim Salazar até teve mais conversas com vermelhos do que esta maricagem que hoje nos governa. Caso de Macau.
A vindima é até ao lavar dos cestos.
Miguel, só mais uma pequena achega para reforçar os seus comentários.
Olhe que é do Le Monde, mais conhecido em França pelo La Merde
https://www.lemonde.fr/international/article/2025/07/20/de-nouveaux-cimetieres-militaires-en-projet-dans-toute-l-ukraine_6622339_3210.html
Novos cemitérios militares planeados em toda a Ucrânia
Por Ariane Chemin (Kiev, Lviv [Ucrânia], correspondente especial)
Publicado em 20 de julho de 2025 às 7h00, modificado em 20 de julho de 2025 às 9h16.
Parece que Putin não chega ao Natal.
Agostinho Costa a explicar a mais uma avençada merdiática com quantos pau si faz uma canoa:
https://youtu.be/bABLgj8lwWA?si=-l4aKND3M_yaZ0P-
E onde, mais uma vez, se confirma que o mancebo Bello Moraes é apenas um entre muitos e muitas. A pressa da avençada para lhe cortar o pio, quando viu que lhe faltava pedalada para o acompanhar, fez-me lembrar “A Angústia do Guarda-Redes antes do Penalty”. Coitada, imagino a tortura daquele auricular a queimar-lhe o tímpano!
Boa, Joaquim. 🙂
A CORAJEM E A LUCIDEZ RACIONAL E FACTUAL DE QUEM CONHECE A HISTÓRIA, A GUERRA E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS.
OBRIGADO, MAJOR-GENERAL, TAMBÉM PELA DENÚNICA DO SERVILISMO E MANIPULAÇÃO DAS CHEFIAS EUROPEIAS: TORPES, COBARDES, AUTOFÁGICAS, SEM QUALQUER PUDOR PARA COM OS POVOS QUE DEVERIAM SERVIR.
Gosto desse título jornalístico. Como se justificasse o crime. Repetindo as palavras do assassino sem sequer colocar umas aspas. Pos fim a 13 anos de martírio. Ora vamos lá entender essa gente.
Isto realmente está bonito e depois queixem se da misoginia dos muçulmanos como o idiota que ontem tive de bloquear pois que o sujeito achava que a coisa lhe dava direito a normalizar e até aplaudir o genocídio em curso em Gaza.
O homem era uma joia de pessoa, dizem todos.
Ora um sujeito que matou a tiro uma mulher de 84 anos com um tiro na cabeça imagino a joia de pessoa que deve ter sido quando estava no activo e apanhava na esquadra um suspeito de qualquer coisa.
O santo protector dos cachalotes me livre de apanhar uma jóia destas pelo caminho.
De resto, quanto a guerra contra a Rússia em curso, claro que a coisa e ao contrário. E o Ocidente que acredita, por ter mais homens, tipo na proporção de 1 para oito mais tarde ou mais cedo vencerá e conseguira a pilhagem da Rússia há tantos séculos sonhada.
Não o contrário pois um país tão rico não precisa para nada desta cloaca. E os pastéis de Belém não valem o esforço.
Mas a Rússia já demonstrou que não se irá voltar a deixar pilhar impiedosamente como nos anos Ieltsin ou pior ainda.
A Rússia tem os exemplos terríveis do Iraque, da Síria e da Libia e não os quer de certeza replicados no seu povo e no seu território.
Mas o Ocidente sempre esperou que a Rússia aceitasse a pilhagem e por isso forcou esta guerra usando o nazismo mais fanático. Os ucranianos ocidentais não sao neonazis, bebem directamente do nazismo e preparavam um genocídio tipo Gaza sobre as populações do Leste.
Claro que se a Rússia se vir completamente encurralada lançará mao do arsenal nuclear porque não aceitara a sua extinção como povo, lentamente, pela fome e pelo frio.
Não aceitara morrer sozinha por isso isto tem tudo para nós correr mal. Mas as nossas elites acreditam que se o pior acontecer poderão viver uma década ou dias nos bunkers e depois sair para um admirável mundo novo sem a plebe que somos todos nós.
Valha lhes um cardume de tubarões brancos famintos.
Boa noite:
Para os mais distraídos, convém lembrar que a Nato incluindo os EUA e o Canadá, representam entre 750 e 800 milhões de pessoas, será que os russos que são menos de 145 milhões, se vão envolver numa guerra só para virem a Lisboa comer pastéis de Belém?
Uma guerra com a Rússia só terá um desfecho, a pulverização de toda a Europa e possivelmente dos EUA e Canadá.
Não esqueçam, que a Rússia recorreria sem quaisquer dúvidas ao armamento nuclear, este por sua vez iria destruir centrais nucleares e teríamos muitas Chernobyl a jorrar radiação mortal por tudo o que restasse da guerra.
Continuem distraídos, depois chorem, aliás, não vão ter chance disso…
Ora a aqui está a prova. Se ele em vez de escrever, tivesse tido uma charla televisiva, o que é que se aproveitava no fim?
Mas adiante.
“Em vez de apelarem ao bom senso e à contenção, estas elites estão sequiosas por envolver os seus povos na guerra, fazendo vista grossa das consequências irreversíveis que uma aventura dessas terá para a Europa e para a humanidade.”
A atitude das elites é facilmente explicável. Trata-se do “lenço branco”. Daí que, todas ao repetir o mantra, o estão a usar.
Para aqueles que têm o livro, Jaime Bunda – Agente secreto, do angolano Pepetela à mão, abram no capítulo 8.
O kimbanda das elites europeis é Davos e Bilderberg e mais algum que não sabemos, é aí que eles ajoelham e são iniciados.
Tem que ser assim fragmentado, senão isto fica um lençol grande.
“O senhor T é conselheiro no Bunker, na Cidade Alta [em Luanda].
…
Mas T agora andava preocupado, algumas coisas não lhe tinham corrido como desejava. E um
político tem de estar sempre atento à sua carreira, etérea como um fuminho que qualquer brisa
pode dispersar. Por isso resolveu ir consultar um kimbanda de que se falava muito nas altas
esferas.
…
T não perguntou a ninguém qual era o endereço. As informações chegavam a ele
quando as queria, por isso era poderoso. E decidiu ir.
…
— Julgava que você era um kimbanda tradicional…
— E sou. Não se deixe iludir pela minha linguagem e o meu conforto. Tenho estudos, sim. Mas
não esqueci a educação que me deu o meu avô. E conservei todos os seus poderes, que recebi
por herança. Aliás, como verá, quando trabalho, abandono esta linguagem de preto calçado,
como diz um dos nossos escritores mais sarcásticos.
…
Levantou e se aproximou da secretária. Tirou de trás dela uma figura de madeira, um nkisi do
Congo, crivado de pregos enferrujados. Pousou a escultura com cuidado em cima da secretária.
— Esta é a nossa testemunha. Um original. Se é que em artesanato se pode falar de originais…
Pouco importa. O nkisi testemunha sempre as minhas consultas, sendo provavelmente a peça
mais valiosa que tenho neste consultório. Valiosa no referente ao preço, porque em valor
simbólico e artístico sem dúvida que o é.
…
O kimbanda agitou o cesto e voltou a olhar para as figuras. Agitou de novo. Ficou minutos
parado, estudando as posições respectivas.
— Muitas mulheres, muitas mulheres. Não tem grandes problemas. Uma sim, uma dá maka.
— É a Guida — disse T. — A mais nova.
— Hum, hum, não é nova. Tu não lhe conhece, é uma velha, da Ilha, te pode dar problema…
— Da Ilha? Não conheço lá ninguém.
O kimbanda olhou para T fixamente e este sentiu-se mal. O suor agora caía em gotas do queixo
para as mãos. A camisa estava colada ao corpo, toda molhada. O olhar do homem não o largava,
parecia lhe queria arrancar a alma ou todos os segredos, o que é a mesma coisa.
— Toda gente conhece alguém de alguma parte. Tu conhece. Diz só não lembra. Essa velha eu
posso fechar os caminhos dela, os caminhos dela para ti. Hum! Tem mais, tem mais coisa na Ilha,a Ilha não é boa para você.
Voltou a agitar o ngombo e disse umas palavras que T não percebeu. Depois iniciou uma
cantilena, em voz muito baixa, enquanto agitava e olhava o ngombo. Devia ser uma língua do
leste de Angola, pelos vistos era originário da Lunda, mas T só dominava o português e mal o
francês. Também de certeza que a cantilena não era feita para ser entendida por ouvidos
profanos. Esse pensamento fez T ficar mais descontraído, o que acontecia aliás quando os olhos
do kimbanda não procuravam os seus. Finalmente este falou:
— Asneira, muitas asneira… Político não pode fazer asneira assim… Chefe fica chateado, e
depois? Tua força está ficar fraca, inimigos estão aumentar, inimigos a ficar forte, pode cair, pode
cair.
De repente, T viu a sua carreira destroçada, as mulheres a fugirem uma a uma, sobretudo a
Guida, a mais reguila, que só foi apanhada com ameaças aos pais de perseguições sem conta,
em compensação se a vossa filha me aceitar podem ter tudo o que quiserem, carro, casa boa,
tudo posso arranjar, mas têm de fazer pressão na Guida, ela não pode me repudiar como se eu
fosse um miserável, estas ameaças e promessas acrescentadas por umas boas prendas e a
Guida acedeu, embora sempre dizendo eu gosto do meu namorado e vou deitar na mesma com
ele, não vem com manias que sou só para ti, isso é mesmo nunca. Concordou, que remédio. Se a
sua carreira acabar, a Guida corre às gargalhadas para o namorado, com quem sempre se
encontrou, não tem ilusões, as mulheres são umas falsas, até a sua mãe, que lhe deixou com
uma irmã e foi viver para Kolwesi, Congo, nos tempos da sua infância.
— Tu está muito arriscado. Tem de fazer tratamento forte, muito forte mesmo.
O kimbanda devassava de novo os seus olhos. T estava pronto para tudo. Perguntou, num fio de
voz:
— Forte mesmo?
— O mais forte que tem.
— Tem perigo?
— Nada.
— O que eu faço?
O kimbanda procurou de novo os olhos de T até que conseguiu fixá-los. O conselheiro do Bunker
não baixou os seus, sabia que o outro queria manter uma comunicação qualquer, talvez
hipnotizá-lo.
— Você não faz nada, eu é que faço — disse, mirando-o sempre nos olhos. — Baixa as calça e as
cueca, põe as mão no braço da cadeira, afasta as perna e fica quieto.
T levantou da poltrona e ficou com a mão no cinto das calças. Travou o gesto e perguntou, mais
ousado agora que estava de pé e o outro sentado.
— Para quê me despir?
— Eu é que sei. Tratamento para fechar teus caminhos todos. Ninguém que depois vai descobrir
as asneira que você tem feito.
T despiu as calças e as cuecas, virando-se um pouco para ocultar o sexo. Depois pensou,
parvoíce, ao médico se pode mostrar tudo, não há vergonhas. Afastou as pernas e inclinou-se
para a frente, apoiado pelas duas mãos no braço da poltrona. O kimbanda então levantou,
passou para trás dele. T ouviu o barulho de panos a serem manuseados. Sentiu uma coisa
tocando no seu ânus.
— Mas que é isto?— Fica quieto. Não quer tratamento de fechar corpo? Então?
T provou ser decididamente um homem moderno, pois o que lhe ocorreu instantaneamente foi
uma preocupação nova, nascida das muitas prevenções que ouvira e vira na televisão:
— E o sida 2 ? Não põe camisinha?
— Não tem sida nenhum que entra — disse o kimbanda, forçando a porta. — Eu tenho o corpo
fechado para tudo. E tu também vai ter.
T gemeu com as dores. Mas ainda arranjou coragem de insistir:
— Era melhor com camisinha.
— Xê, cala a boca. Este é um enrabanço puramente banto. Como é que vai pôr camisinha, essa
coisa dos branco, aí no meio?
E realizou o tratamento, sem mais protestos de T, confuso mas suportando estoicamente. O
kimbanda não calava grandes manifestações de prazer, falando em línguas estranhas,
certamente a invocar todos os espíritos milenares da Lunda. O nkisi, em cima da secretária,
testemunhava tudo com seus olhos de espelho.
Quando terminou o tratamento, o kimbanda ajeitou a túnica, muito prática para essas situações.
E falou quase ternamente.
— Podes vestir. Mas não lava o cu durante um dia. Para fazer efeito.
T obedeceu. Pensava, mas será que as cuecas aguentam o líquido, ou as calças vão ficar
molhadas? Bom, também ninguém vai me ver, entro directamente no carro e vou a casa mudar de
roupa.
— Outra coisa. Tu nunca mais vai comer pescoço de galinha. Galinha pode comer, pescoço não.
Tem kijila. E outra coisa. Tem de usar sempre na rua uma roupa branca. Se não é camisa é calça.
Se não é calça é cueca. Se não é cueca é lenço. Mas tem de usar sempre uma coisa branca. Senão
o remédio perde força. Dentro de casa não precisa, dentro de casa pode andar até nu. Ou todo
de preto, não faz mal. Não esquece isso, nunca.
…
— Por isso é que ninguém diz que veio consultar este gajo, ninguém sabe de nada, só há
sorrisos dissimulados. Deve ter enfiado a azagaia em muito cu. Será que este tratamento
resulta? Porque se for mentira… Ah, se for mentira, o cabrão vai pagar. Mas paga devagarinho
vagarinho para doer mais…
E deu um murro no volante. Sentiu-se melhor, pois retomava a sua energia vital, humilhada pelo
tratamento de choque.”
Esse “cumentário” é tão “acordado” que nem aparece no separador dos Recent Comments, de tão enguiçado que está… ’tá a dar “ghost”.
Mas deixando as tragi-comédias da “ficção literária” luso-africana (por muito que sejam baseadas em factos reais, e/ou qualquer semelhança com pessoas, factos e eventos seja pura “cuincidência”) e falando em actos heróicos de pessoas reais de carne e osso, dignos de menção e elogio, quiçá medalha de mérito, como não referir para memória póstuma e exéquias de Estado o reformado da PSP que matou a sogra com um tiro de caçadeira na cabeça? Pois é, temos mais um “Herói de AVentura”, e possivelmente, como as coisas já andam, mais uma medalha de mérito por serviços de “limpeza” prestados à Pátria Lusitana, desta vez de uma “cidadã intratável”, uma “sogra de família” (nem sempre são os pais ou os filhos, às vezes calha às enteadas, às cunhadas e às sogras”).
https://www.jn.pt/6286459684/ex-policia-mata-sogra-a-tiro-para-por-fim-a-13-anos-de-martirio/
https://tvi.iol.pt/noticias/videos/policia-reformado-mata-sogra-com-tiro-de-cacadeira-na-cabeca/687b89f10cf216cd3ad38ca6
Hoje já tive de bloquear um idiota que considera que os palestinianos e que sempre fizeram muito mal aos pobres judeus, que os imigrantes são os únicos culpados de ele ir ter uma reforma de merda quando se reformar, que os palestinianos deviam ser todos massacrados por terem votado no Hamas e esse mesmo Hamas não gostar de homossexuais, sendo que ele e ferozmente hetero e que os imigrantes não fazem ca falta nenhuma porque ele não anda de Uber, não come em restaurantes e não come alimentos produzidos em estufas.
Não tenho paciência para mais idiota nenhum.
Quem quer perder tudo para compare armas que impeçam uma invasão russa faça muito bom perfeito e va para o diabo que o carregue.
Parabens , conseguiu colar-se completamente a narrativa russa . Estou convencido que mesmo os mais distraídos darao por ISSO .
A si não se pode dar os parabéns, perante um comentário tão curtinho (de palavras, de vistas, de conteúdo)…
Ó Coutinho! E já te persignaste à maneira, para esconjurar a narrativa russa? E o que dizes a comprar no e-bay dois neuroniozinhos funcionais, já que o solitário inquilino que te habita a cachola parece não dar conta do recado?