Emmanuel Macron, António Costa e os Acordos de Minsk

(José Catarino Soares, in A Tertúlia Orwelliana, 28/03/2025) 

Emmanuel Macron (à esquerda) e António Costa (à direita) no Palácio do Eliseu. 

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Em conclusão: Emmanuel Macron, presidente da República Francesa, e António Costa, presidente do Conselho Europeu, poderão ser pessoas encantadoras para os seus familiares e amigos mais próximos. Porém, para o comum dos cidadãos de França e dos demais países membros da UE (entre os quais Portugal) estes dois homens representam graves perigos públicos relativamente aos quais todo o cuidado é pouco. O caso não é para menos: as suas mentiras sobre os Acordos de Minsk já custaram centenas de milhares de mortos e estropiados e milhões de vidas desfeitas na Ucrânia e na Rússia.

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4 pensamentos sobre “Emmanuel Macron, António Costa e os Acordos de Minsk

  1. E quem não conhecer Macron, o grande democrata que mandou a polícia vidar aos olhos com balas de borracha nas manifestações dos coletes amarelos. Ainda foram uns quantos a ficar sem olhos.
    E reservo me o direito a não acreditar em uma única palavra do que terá sido o seu diálogo com o Putin dado não saber uma palavra de russo mas saber muito bem o valentissimo aldrabão que ele e.
    Quanto ao Costa, desde a noite do “habituem se!” Vi logo que estava ali uma rica encomenda.
    O mais que consegui foi vê lo em 2015 como um mal menor mas sempre achei que ia atraiçoar os parceiros a primeira oportunidade. Nunca votei nele e as minhas previsões estavam mais que certas.

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