A Macronésia

(Por José Gabriel, in Facebook, 21/02/2025, Revisão da Estátua)


Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

Ora, lembremos a nossa geografia e as novidades geopolíticas que se anunciam. Não, não estou a falar de golfos. Até agora, temos tido a Macaronésia. Consiste esta no conjunto de ilhas/arquipélagos situado no Atlântico Norte junto à Europa e à África – Açores, Cabo Verde, Madeira, Canárias. As ilhas abençoadas (makaron), chamavam-lhes os gregos, que assim designavam as ilhas para lá de Gibraltar. E estávamos bem assim.

Ora, eis que, no calor da tragicomédia em que se encontra a Europa, se ergue, qual boneco numa barraca de “robertos”, procurando mandar na função, uma personagem bizarra, de seu nome Macron, Emmanuel.

“Aquiiii estou eu, Macrrrrrrron, para mandarrrr nesta guerrrra para alegrrrrrria de todos os mininos e mininas e rrrrrespeitável público. Vamos mataaaarrrrrr os putiiiines todos e entrrrrrar pela RRRRRRússia adentrrrrro. Vive la Frrrrance, viiiive moiiiii e os que estãoooo com moi, os da Macrrrrronésia!!! Macronésia, Macronésia!…”

E assim começa a gestação de uma nova Europa, liderada por Macron, que assume esta tarefa uma vez que não consegue cumprir a outra que lhe foi cometida, muito mais difícil, que foi a de governar a França. Para já, parte para as Américas, onde levará a palavra e a ordem a Trump, posto que este parece estar desacompanhado dos deuses e influenciado pelo espírito diabólico de Putin, o Maléfico. Macron, o Magno, vai dizer, segundo informou publicamente:

– “Presidente Trump, o senhor está a ser fraco perante Putin. Se for fraco perante Putin, os chineses não o levam a sério” – não é piada, foi exatamente isto que Macron disse. 

E, deste modo, tudo se resolverá. Trump verá a luz, a Macronésia será grande! E Macron mostrará ao mundo que só não consegue governar a França – nem coisa nenhuma em se meteu – porque faltava escala ao seu país e a essas coisas. Grandeza, que merecesse um Macron desta dimensão.

Allez, Macronésia! 🙂

9 pensamentos sobre “A Macronésia

  1. Que haja gente a pagar balurdios para ver um aldrabão como Boris Johnson mostra bem a quantidade de fascistas de mentalidade racista e colonialista que ainda temos em todo o lado.
    E enquanto este tipo de gente for maioria nas sociedades europeias nunca teremos paz e continuaremos alegremente a empobrecer em nome da guerra.
    Já dos ucranianos não tenho pena nenhuma. Fizeram a cama, demoraram com a ascendência viking de racismo abjecto, agora deitem se nela.

    • Tudo gente de bem, guindada pelos seus superiores e sofisticados valores ocidentais. O Boris Johnson ser atracção de circo de horrores, de freak show chique, também não é de estranhar.
      E estes são os nossos “grandes líderes”, cujo contributo para as suas sociedade e a dita “sociedade europeia” é a porcaria que sabemos. Mas têm um álibi, pois “eles estarem a defenderem os nossos valores e a demo-cracia”… foi pelo nosso bem, foi pelo bem maior que eles são tão rascos, limitados, incompetentes e mentecaptos, foi pelo progresso que eles fizeram tanta asneira e se portaram tão mal…
      O Sarkozy já foi de saco, demora muito para prenderem os Boris, as Úrsula, os Macrons, etc?

  2. Ucrânia ? Quando o Trump começar o saque ( que não será só de terras raras …) é que eles vão ver o que é ver o buraco em que se meteram…Até vão ter uma Riviera do Mar Negro….
    Porque será que quando vejo noticias da UE , da Van der Lier e do seu secretário português, a imagem que me vem à cabeça é de um urso da Disney chamado Zé Colmeia ?

  3. A POLÍTICA ENQUANTO NEGÓCIO:

    «O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson cobrou 145 euros por um aperto de mão e uma fotografia antes de um evento realizado em Edimburgo, na Escócia. O político participou no evento “Uma Noite com Boris Johnson”, que decorreu no Usher Hall a 2 de setembro, permitindo aos participantes assistirem a uma sessão de perguntas e respostas.
    Os ingressos para o evento foram vendidos separadamente, com preços a variar entre 65 e 192,7 euros, dependendo da localização dos lugares. Os bilhetes mais caros garantiam lugares VIP. Para aqueles que desejassem conhecer pessoalmente o político, foi disponibilizada a opção de um bilhete adicional para um encontro breve, com direito a aperto de mão e fotografia.
    A página oficial do evento destacou o papel de Boris Johnson na liderança do Partido Conservador, referindo a sua contribuição para a vitória eleitoral e a resolução do impasse parlamentar sobre o Brexit. O site também enfatizou a sua atuação durante a pandemia e o apoio dado à Ucrânia na guerra contra a Rússia.
    Aliados do antigo primeiro-ministro britânico afirmaram recentemente ao jornal ‘Telegraph’ que Johnson está a considerar um regresso à política. Segundo fontes próximas, o político sente-se “entediado” longe do parlamento e acredita que tem “negócios inacabados” no cenário político britânico.»

  4. Caninamente assessorados pela criadagem merdiática, Suas Excelências o palhaço de Kiev, Manu Morcon, Von der Lies, António Costa e restante criadagem, súbita e sumariamente despedida por um patrão ingrato e sem maneiras, empestam os ares com gafanhotos de indignação por as conversações sobre a Ucrânia, entre Rússia e EUA, terem excluído a Europa e a própria Ucrânia, com a agravante de esta ser parte interessada. Provavelmente sonhei, mas, até hoje, acreditava eu lembrar-me de uma chamada “Conferência para a Paz na Ucrânia” realizada em Junho de 2024 na Suíça, em que participou tudo e mais um par de botas, nomeadamente o patrão americano e os vassalos europeus, todos abraçando e osculando entusiasticamente o “anfitrião” convidante, o heróico e feliz proprietário da pilinha pianista de Kiev. E pensava eu recordar-me de que dessa bué de produtiva conferência havia sido ostensiva e arrogantemente excluída a Rússia, mas provavelmente estou a ser vítima de uma falsa memória.

  5. Não sei o que e que Macron e estes bandalhos todos andar a snifar ou a fumar mas isso e um problema deles.
    A sua postura raivosa contra a Rússia, quando o Tiranossauro já disse com as letras todas que não lhe agrada a camarilha de Herr Zelensky, nem a sua retórica de insistência numa guerra que estava perdida antes de começar, para além de saber que andaram a roubar ajuda este anos todos e que pode ser um problema para todos nós.
    E talvez se explique porque querem provar ao odiado Putin que esta guerra e nossa e não nos limitamos a abanar o rabo. Queremos todos mostrar que somos capazes de ladrar alto. Queremos mostrar que somos capazes de nos armar e tentar conseguir desta vez o que Napoleão e Hitler não conseguiram.
    E provável que o Petit Roi leve um valente pontape no cu.
    Porque o que Trump quer é mesmo uma paz separada com a Rússia.
    Trump sabe que não pode lutar contra a Rússia e a China ao mesmo tempo.
    E a China e a verdadeira ameaça. Porque é a única que pode confrontar os Estados Unidos economicamente.
    Por isso a sua proposta é simples. Deixamos de vos sancionar, deixamos de tentar destruir vos e vocês ficam de fora enquanto nós usamos as Filipinas, o Japão, a Coreia do Sul e quem sabe até a Austrália numa guerra contra a China.
    Trump já disse que as tropas que forem para a Ucrânia estão por sua conta porque os Estados Unidos não vão acionar o celebre artigo 5 da NATO.
    O que nos leva a perguntar se e mesmo imolar os nossos jovens na frente russa e arriscar levar com umas avelãs ou coisa pior em cima que esta gente quer.
    Ou talvez esta gente tema o regresso dos mercenários nazis que la estão e se regressarem, endurecidos por três anos de guerra sem quartel, vao desatar a matar a torto e a direito e as nossas forças policiais não vão ter mao neles.
    E que no caso dos combatentes do Estado Islâmico foi fácil impedir a reentrada até das crianças.
    Mas para impedir mos os nossos bravos guerreiros sobreviventes de regressar temos de reconhecer que sempre soubemos que havia nazis na Ucrânia. E muitos. E que estávamos a apoia los.
    Por isso a continuação desta guerra e uma questão existencial para estes trastes todos.
    Nos e que vamos continuar a pagar isso com língua de palmo porque ninguém acorda e continua a ver Putin como o demónio que nos destruída a todos se não o matarmos.
    Por isso outro remédio não temos se não levar com isto.

  6. Macronésia? É uma hipótese. Mas prefiro chamar-lhe Morconésia, d’après le petit roi Manu Morcon, le Lilliputien Tonitruant.

Leave a Reply to F SoaresCancel reply

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.