(Manuel Duran Clemente, in Resistir, 07/04/2025)

(Republico este excelente texto que o ano passado trouxe para a Estátua. Está lá tudo. A importância político-social do 25 de Abril, a alegria do povo, as conquistas alcançadas e os perigos ameaçadores de retrocessos infames que Novembro veio a consolidar. O que lá não está é a atual arrogância da direita em cancelar hoje definitivamente o que resta de Abril, na Constituição, nas leis laborais e nas liberdades cívicas. como se a Liberdade não merecesse celebração. E é por tudo isso que hoje este texto é ainda mais atual.
À medida que Abril recua, a direita vai perdendo o pudor e a máscara vai-lhe caindo lentamente: a ambição de ser algoz está-lhe na genética e nunca o abandonou.
A luta não vai ser fácil, mas que Abril nos inspire e nos redobre as forças.
25 de Abril, SEMPRE!
Estátua de Sal, 25/04/2026)
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Os fantasmas de todas as revoluções derrotadas, ou desvirtuadas, ao longo da história, renascem sempre em novas experiências, assim como os tempos presentes foram engendrados pelas contradições do passado. Parafraseando Eduardo Galeano: “a História é um profeta com o olhar voltado para trás: pelo que foi, e contra o que foi anuncia o que será. A memória é subversiva por ser diferente, e também projecto de futuro”.
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