A última jogada do regime de Kiev

(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 17/08/2024)

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O regime neonazi em Kiev, ao serviço da NATO, está a ir à falência, tal como aconteceu com os seus antepassados do Terceiro Reich na Segunda Guerra Mundial. Desta vez, porém, estes fascistas têm uma carta terrorista nuclear para jogar.

Na Segunda Guerra Mundial e após o desastre em Estalinegrado, a Wehrmacht tentou irromper em Kursk como uma forma de desviar as atenções das perdas no campo de batalha em outros lugares da Frente Oriental em ruínas. Essa aposta provou então ser inútil e estou em crer que esse desastre se vai repetir novamente agora.

Vladimir Zelensky, o presidente fantoche ilegítimo da Ucrânia, está sem tropas e sem dinheiro. A sua rotina insuportável de pedinchar por mais armas e dinheiro esgotou-se. O seu país está prestes a dar calote quanto às dívidas exorbitantes que tem com os credores internacionais. Os avanços militares da Rússia no Donbass — a antiga Ucrânia oriental e agora parte da Federação Russa — conseguiram levar o regime de Kiev à beira do colapso, apesar de ter recebido centenas de milhares de milhões de dólares da OTAN em armamento. Zelensky, que continua agarrado ao poder quase seis meses após ter cancelado as eleições, sente que o fim está próximo para o seu regime corrupto e para a sua rede de sicários sedentos de guerra. Com mais de meio milhão de militares mortos e os civis restantes a esconderem-se ou a fugir com medo dos esbirros recrutadores, o ex-comediante jogou à sorte com algumas brigadas, que enviou num ataque suicida transfronteiriço sobre a região de Kursk, na Rússia.

“A invasão de Kursk pode representar o fim militar da Ucrânia”, disseram já alguns comentadores militares, em várias opiniões aos orgãos de comunicação social. Entre os mesmos, houve quem aludisse que as brigadas ucranianas representam as reservas finais para o regime de Kiev apoiado pela OTAN e, uma vez que forem eliminadas por forças russas superiores, nada sobrará para o lado de Kiev.

A BBC relatou — com um tom de certa satisfação — que colunas de tropas estão a ir através da fronteira, da região de Sumy, na Ucrânia, para Kursk, na Rússia. Esta ofensiva já dura há uma semana e Moscovo diz que envolve ataques indiscriminados a civis e residências. De facto, o regime de Kiev disse abertamente que o objetivo é “incutir medo” entre os civis, sendo que isso é, de certo modo, uma admissão de terrorismo.

Se o outro objetivo de Kiev era desviar as forças russas do Donbass, tal não parece estar a funcionar. As forças russas continuam a ganhar terreno naquela zona, que é, efectivamente, o principal campo de batalha deste conflito.

Então, o que pretende o governo de Zelensky? O desperdício de vidas militares ucranianas é, no essencial, uma birra para tentar mostrar aos seus patrões da OTAN que ainda vale a pena apoiar este seu regime proxy. Enviar o seu povo para morrer é mais uma tentativa de Zelensky para mostrar aos seus investidores, que o seu regime ainda é “rentável”. Mas é um acto final de desespero. Quando esta fútil incursão em Kursk findar, acabou-se.

Porém, e como parte deste desesperado acto final, a carta do terrorismo nuclear também está novamente a ser jogada. Enquanto a incursão em Kursk acontece, o lado ucraniano tenta atacar a Central Nuclear de Kursk e a Central Nuclear de Zaporozhye (ZNPP). A ZNPP tem sofrido bombardeamentos constantes das Forças Armadas da Ucrânia, equipadas com drones e armamento fornecidos pelos países da OTAN, desde que a Rússia assumiu o controlo da central — a maior da Europa — logo após o início do conflito em fevereiro de 2022. A Rússia assumiu o controlo num momento inicial da sua operação, precisamente porque antecipou que, se não o fizesse, o regime de Kiev iria usá-la como uma provocação de falsa bandeira, independentemente da possibilidade de uma contaminação radiológica da Europa.

No último ataque, uma das torres de resfriamento da ZNPP foi incendiada. A Rússia diz que a torre foi atingida por um drone. Moscovo denunciou o que chamou de “terrorismo nuclear” e apelou à comunidade internacional para sancionar a Ucrânia. Mas Moscovo está a desperdiçar o seu fôlego. Os vários apelos para condenação devido a anteriores ataques à ZNPP pelo lado ucraniano, foram ignorados ou deliberadamente encobertos pelo Ocidente. Vergonhosamente, o órgão de inspeção nuclear das Nações Unidas, a Agência Internacional de Energia Atómica, também participou na farsa de fingir não saber quem estava a atacar a ZNPP. Rafael Grossi, o diretor da AIEA, agiu como Manuel, o infeliz empregado na série televisiva inglesa ‘Fawlty Towers’: “Eu não sei de nada.”

Só mesmo para não levar a sério, a BBC e o Guardian relataram que a Rússia e a Ucrânia estão “a atribuir reciprocamente a culpa” sobre quem está por detrás do ataque à ZNPP. Os meios de comunicação britânicos até citaram os disparates de Zelensky a alegar que a Rússia havia causado o incêndio (numa central de energia que controla) ao queimar pneus de automóveis numa das torres de resfriamento. Em comentários para desmentir a autoria, Zelensky disse que a Rússia estava “a chantagear o mundo”.

O regime de Kiev cometeu inúmeras atrocidades de falsa bandeira – desde assassinar o seu próprio povo no “massacre de Bucha” (como já ninguém tem a audácia de desmentir) até bombardear hospitais pediátricos, teatros e blocos de apartamentos. Não tem havido limites para a depravação deste agrupamento de neonazis. Atacar as centrais nucleares de Kursk e Zaporozhye, numa aposta calculada para conseguir um maior envolvimento da OTAN, é mais uma das marcas registadas deste regime.

Como observou um ex-dignitário europeu, o regime ucraniano está a agir como “um aventureiro em quem não se pode confiar”. Está prestes a cair e parece querer arrastar o resto do mundo com ele.

Em última análise, são os Estados Unidos e a sua máquina de guerra da NATO os responsáveis por esta calamidade. O império das mentiras criou o monstro terrorista Zelenskytein, unicamente por força das suas ambições geopolíticas imprudentes contra a Rússia e para tentar evitar o declínio do seu poder imperial.

Esta guerra por procuração irá ser perdida, no que será, possivelmente, o pior desastre para o império ocidental desde o final da Segunda Guerra Mundial. Washington, a UE e a NATO irão ficar denunciados como expoentes de ignomínia, hipocrisia e desgraça. E isso irá representar um anátema sem precedentes para a potência hegemónica derrotada dos EUA, de quem, como a história nos tem vindo a demonstrar, sobretudo desde o final da Guerra Fria, se podem esperar todos os tipos de actos insanos.


12 pensamentos sobre “A última jogada do regime de Kiev

  1. Já agora, concelho de região administrativa e diferente de conselho de aconselhar. Duvido e que o general precise de conselhos de quem nem sabe bom português.
    Eu de certeza não preciso.
    E não te preocupes que eu sei como se escreve nazi. Já o “c” não está no teclado ao lado do “s” para tu poderes justificar as aulas de português que andaste a cabular nos teus tempos de menino.

    • O homem dá um concelho ao autor do texto, para depois o mandar emigrar? Isso não se faz. Já agora qual seria o concelho? Alguidares-de-baixo?
      Se a Ucrânia é um sítio tão bom para viver, sobretudo desde o golpe de Maidan, tão elogiado pelo “ocidente colectivo”, por que é que milhões saíram do país desde então, e outros continuam a sair para não serem alistados à força, virarem carne para canhão do regime podre e corrupto de Zelensky ou serem meros peões no grande esquema das coisas? Nunca se perguntou, o ignorante? Ou só vale mandar emigrar os outros, sem olhar para a realidade objectiva das migrações humanas, como se algumas pudessem ser usadas para fins de discussão política, mas outras sejam tabu e tenham de ser omitidas?

  2. Porque e que não emigrar tu para os Estados Unidos, ou Israel, esses belos países de que tanto gostas?
    Olha, também podes ir para a Síria libertada ajudar aquela malta a coçar alauitas, cristãos e outros não amantes da democracia.
    Vocês adoram mandar nos emigrar mas emigram vocês.
    Tenham vergonha no focinho.
    E talvez te queiras ir manifestar na Alemanha desde que não seja contra o genocídio israelita porque se for os esbirros da democracia dão te umas boas cacetadas nesse lombo e já tens sorte se não fores preso por antissemita.
    Vai ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.
    E quem para cá emigra vem muitas vezes dos países para onde exportamos guerra, não sabe o que aqui vai encontrar, vem a procura de comida e muitas vezes acaba afogado no Mediterrâneo enquanto os nossos bons democratas criminalizam quem os resgata do mar.
    Tu sempre podes ir para Israel ou os Estados Unidos confortavelmente sentado num avião. Se ainda tiveres idade ser mercenário na Ucrânia pode ser também uma boa opção para ganhar uns cobres. Nem todos acabam como o bombeiro naxi. Do que e que estás a espera?

  3. O senhor que escreveu este comentário não percebe nada de geopolítica. Até nem sabe como se escreve o nome de Volodymyr Zelensky e não Vladimir Zelensky. Vladimir é o nome do ditador e nazi chamado de Putin. Você deve estar enganado.
    Além disso o senhor que escreveu esta bacorada não gosta da democracia, prefere os ditadores e está a soldo dos mesmos. Eu dou um concelho ao senhor que escreveu esse famigerado texto. Acho que deve emigrar para um desses países de que tanto exalta. Aí é que é bom!…
    Pense melhor, olhe que lá você pode manifestar-se ainda mais do que na terra onde vive, e ainda por cima tem toda liberdade a seu gosto. Ainda lhe faço lembrar em não imitar os pobres que emigram dos seus países para virem para os países que têm a democracia. Eu acho que esses pobres estão enganados, deviam é emigrar para os países de que tanto você gosta. Que acha?

  4. O regime de Kiev cometeu inúmeras atrocidades de falsa bandeira – desde assassinar o seu próprio povo no “massacre de Bucha” (como já ninguém tem a audácia de desmentir). Sempre acreditei nesta versão mas na verdade, não vejo que já ninguém tenha a audácia de desmentir, muito pelo contrário, Bucha continua a servir de arma de arremesso. Razão pela qual gostaria que se alguém tiver, me disponibilize informação sobre o mesmo (para o meu arquivo, para poder responder aos impertinentes ignorantes que pululam no twitter)
    Agradecida

  5. Quer a Rússia tenha deixado acontecer, como fez Israel em Outubro, quer tenha sido apanhada de surpresa, pelo menos teve mais consideração pelos seus civis que Israel teve pelos seus nos ataques de Outubro.
    Tratou de evacuar a maior parte evitando um banho de sangue de civis russos que não deixaria de acontecer pois que os próprios dirigentes ucranianos reconheceram que a ideia era provocar medo entre a população civil russa.
    Seriam certamente tomados grande número de reféns que para estes trastes seriam todos prisioneiros de guerra legítimos a trocar pelos muitos nazis e mercenários estrangeiros que por esta altura devem estar a apodrecer em presídios na Sibéria.
    Ao que tudo indica nada disso aconteceu o que deve estar a ser frustrante para quem ajudou os nazis ucranianos a planear isto.
    De qualquer modo isso não evitou uma semana de triunfalismo dos comentadeiros de serviço como se 10 mil idiotas, por muito bem preparados que estivessem, por muito fanatizados e prontos para morrer que estivessem fossem avançar triunfantes até Moscovo, conquistar o Kremlin e empalar Putin as suas portas.
    Porque não me parece que se esta gente alguma vez conseguir por as maos no dirigente russo, e longe de mim desejar ao homem tal destino por muito que ache que devia ter acordado em 2014, não lhe dariam uma morte tão misericordiosa como um tiro na testa.
    Com as imagens da morte de Kadhafi só não vomitei o bacalhau a Brás porque o estômago era bom. Mas a coisa ficou tão bem gravada na minha mente que até me lembro do que tinha comido nesse dia. Esta gente quer causar medo e por isso mata com crueldade.
    Não tendo os objectivos sido atingidos, nem avançar até Moscovo, nem conseguir grande número de reféns, resta aos comentadeiros ir dizendo que não se sabe bem como a coisa está a correr.
    Ate ser impossível negar que mais uma vez correu mal. Tal como a grande contra ofensiva do ano passado para a qual andaram a recrutar desgraçados de África e
    Médio Oriente prometendo lhes mais fácil cidadania no Reino Unido ou Estados Unidos. Muitos tornaram se cidadãos foi da República dos pés juntos.
    E essa de querer dar a conhecer a Rússia o que custa ser invadida daria vontade de rir se não fosse tráfico.
    Ao longo da história a Rússia sofreu invasoes dos mongóis, razias de tártaros que capturavam escravos que vendiam aos países ocidentais, que por os acharem inferiores os compravam estando se nas tintas para se os desgraçados já eram cristãos, invasoes de suecos e polacos, sendo provavelmente as que lhes custaram mais sangue as de Napoleão e Hitler.
    A Rússia sabe o que custa ser invadida, por isso trata de combater os invasores e por isso está a combater os nazis ucranianos e mercenários de todo o lado. Como teve de fazer em toda a sua história.
    Tenham vergonha no focinho, não digam asneiras e vão ver se o mar da megalodonte.

  6. O verdadeiro fracasso desta “invasão” é confirmado pelo tom em que esta situação é discutida no Oeste, principalmente nos meios de comunicação. Basicamente, se os Guardians, New York Times, Le Mondes e quejandos dizem que “ainda é cedo para determinar o resultado da operação” ou continuam a descrevê-la como uma invasão em curso quase 2 semanas depois, isto é código para “correu tudo mal e temos mais uma carrada de cadáveres nas mãos sem os conseguir justificar”.
    Esta pretensa invasão está a ser inflada artificialmente pela comunicação ocidental, tal e qual como a tal operação de contra-ataque à coisa de um ano atrás. Mesma merda, cheiro ligeiramente diferente.
    O tal contra-ataque foi rapidamente nulificado pelas defesas Russas, as quais tinham dedicado o dobro do tempo, esforço e material a preparar as defesas, que os Ucranianos usaram para planear o dito cujo. Resultado: como atirar um balão de água contra uma parede. Os Russos ficaram um pouco húmidos, mas a parede ficou pintada com sangue Ucraniano.
    Um ano depois, nada mudou. Cerca de 1000 maluquinhos Ucranianos decidiram “invadir” uma potência nuclear com um exército centenas de vezes maior e melhor treinado.
    Probabilidade de sucesso? 0%
    Probabilidade de acabarem todos mortos ou presos? 100%.
    A mínima ilusão de sucesso derivou do facto de a Rússia ser o maior país do planeta, (8 fusos horários de ponta a ponta!) e como tal leva sempre muito tempo a chegar a qualquer lado. Enquanto esperavam a eventual mobilização dos Russos, o que é que os “invasores” fizeram? Passaram os dias a meter vídeos parvos nas redes sociais, como aquele onde um par de idiotas Ucranianos se filmam a entrar em cidades de Kursk. Clips de 15 segundos onde um dos idiotas se filma com a placa de entrada da cidade no fundo, insinuando que o resto da força já controlava o resto. Felizmente quando são idiotas a fazer estas coisas, mais tarde ou mais cedo a idiotice vem à superfície. Neste caso, num dos vídeos, os idiotas esqueceram-se de desligar a câmara e assim caiu a máscara. Afinal eram apenas um par de idiotas a conduzir por Kursk, com um molho de placas falsas no porta bagagens. De vez em quando paravam no meio do nada, tiravam uma das placas ao acaso e bumba, mais um clip da superforça a conquistar 12 cidades Russas por hora… A palhaçada continuou enquanto esperavam pela reação Russa. Não há limite para a propaganda ao que parece.
    Mas quando os Russos chegaram, depressa meteram ordem naquilo. 24h foram suficientes para eliminar 1/3 da invasão. Mal os Russos começaram a limpar estes maluquinhos das florestas em redor de Kursk, os media ocidentais mudaram logo a narrativa. A eliminação de 1/3 da força invasora? Descrevida como “dificuldades em avançar”. Vídeos de soldados Ucranianos perdidos nas florestas ou a renderem-se em grupo a forças policiais Russas? Esses nem lhes tocam… completamente ignorados. Mais uma dúzia de derrotas militares humilhantes? O preço a pagar pela “democracia”…
    No entanto, nesta altura deste campeonato triste, é fácil de ver quando estes media se começam a preparar para o inevitável fracasso de mais uma missão planeada em cima do joelho: o optimismo pateta é o primeiro a desaparecer. Idiotas que começaram logo a descrever isto como a “lição de Putin” ou “para que os Russos saibam o que custa ser invadidos” (como se as 3 invasões Nazis que os Russos derrotaram não tivessem ficado gravadas para sempre na memória coletiva) já cantam uma cantiga diferente. Há uma semana atrás, parecia que a guerra ia acabar no fim de semana, com um destacamento de meia dúzia de Ucranianos a conquistar Moscovo. A única questão era qual deles iria meter a bala na testa de Putin. Uma semana depois? “É cedo para determinar resultados”, “Fog of War”, etc.
    E mais uma vez, Putin fica a ganhar no final disto. Ele podia perfeitamente ter usado esta parvoíce como desculpa para vaporizar Kiev com um par de nukes táticas, coisa que de certa forma tem ameaçado desde o início desta merda, mas mais uma vez, tal como os sírios e iranianos ultimamente, os adultos na sala são os ditos terroristas e autocratas. Podia ter usado isto como desculpa para acabar com este conflito de uma vez por todas, mas era impossível fazê-lo sem enfurecer e assustar o resto do mundo (que é precisamente a reação que o Oeste espera dele). Mas ao resolver esta “maçada” de forma eficiente e com o mínimo de baixas Russas, Putin reforça a sua liderança quer na Rússia, quer no resto do mundo “não alinhado”, sai desta questão como o líder sensato enquanto Zelensky e a Ucrânia cada vez mais solidificam a sua reputação como o presidente e país mais idiota do mundo (injusto para todos os Ucranianos com mais de dois neurónios funcionais que sempre foram contra tudo isto).
    Zelensky anda aflito para escalar este conflito pela mesmíssimo motivo que o Bibi em Israel: salvar a sua pele nojenta, morra quem tiver que morrer no processo.

    • O que é melhor que ler um excelente texto do Raúl Cunha? É ler esse texto e depois ler um comentário tão bom que parece que continuei a ler o mesmo texto, em termos de qualidade.
      Muito bom.

      Só acrescento isto: quando a NATO for humilhada, o que é que vai acontecer? Quando a “Rússia perto do colapso” obtiver uma vitória total, o que acontecerá em países como Portugal? Os propagandistas dos nazis ucranianos, os cúmplices dos genocidas israelitas ou naZionistas, e os vassalos dos porcos imperialistas criminosos de guerra USAmericanos (e do UK), vão ficar impunes e continuar a prostituição de Portugal e a lavagem cerebral dos portugueses como se nada se tivesse passado?

      E a minha resposta a isto é: devia haver uma reposição do 25-Abril, mas desta vez um que corrigisse o estado a que isto chegou (para citar Salgueiro Maia) de uma vez por todas, com prisões em massa e expulsões do país.
      Tudo quanto é cagalhão que ganhou a vida a repetir mentiras dos EUA/NATO/UE, a receber avenças corruptas da NED, Fulbright, Adenauer, etc, era varrer tudo para a sargeta da história. E se resistissem, pois então que chovesse chumbo sobre eles da mesma maneira que eles fizeram chover chumbo sobre tantos outros.

      Morte aos nazi-fascistas e porcos imperialistas genocidas ocidentais e seus vassalos corruptos! Morte! Já não é possível qualquer tolerância para com o intolerável.

      Força Rússia e Palestina!
      Aguenta Venezuela e China!
      Força Cubanos e gente do Sahel!
      E obrigado África do Sul, pelo julgamento mais histórico desde o de Nuremberga!

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