A guerra por procuração da NATO contra a Rússia sempre foi terrorismo

(Strategic Culture Foundation, in Resistir, 01/04/2024)

O ataque terrorista ocorrido num subúrbio de Moscovo na semana passada foi indiscutivelmente orquestrado e possibilitado pelas potências ocidentais. Em muitos aspectos, isto não deveria ser uma surpresa, porque a guerra por procuração da NATO contra a Rússia sempre foi essencialmente “não convencional” – ou, mais claramente, terrorista.

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3 pensamentos sobre “A guerra por procuração da NATO contra a Rússia sempre foi terrorismo

  1. E estes bandalhos dos presstitutos continuam a falar de Guerra em Gaza quando guerra so existe quando dois exércitos se enfrentam, qualquer que seja a desproporção de forças. O que se esta a passar e um genocídio em regra, um ataque feroz contra gente desarmada, um crime que foi anunciado desde a primeira hora pelos assassinos dirigentes israelitas.
    Enquanto nos punhamos as cores da sua medonha bandeira em todo o lado e se diziam barbaridades como “somos todos israelitas”.
    E vao para o diabo que os carregue mais o antissemitismo que a conversa já cheira mal. Tenho o direito de ser contra assassinos cobardes e racistas, que as vangloriam e gabam das atrocidades que cometem, sem que palhaços me chamem nomes. Um crime não dá impunidade para cometer outro e se os massacres de Hitler devessem dar impunidade a alguém também os ciganos podiam mesmo cometer as aleivosias de que os acusa Ventura e os russos podiam matar civis ucranianos como Israel esta a fazer em Gaza. Os judeus não foram as únicas vítimas das campanhas de extermínio de Hitler, não foram o único povo perseguido ao longo dos séculos por isso a impunidade que concedemos a Israel é uma coisa grotesca e que tem a ver com os nossos interesses na área e não com qualquer crime contra eles cometido há 80 anos ou antes. Vão ver se o mar dá choco.

  2. Ao Estado bandido/país ladrão… perdão, à “única democracia do Médio Oriente” e ao “exército mais moral do mundo”, tudo é permitido, em completa impunidade, nada é sagrado. Agora foi o Consulado do Irão em Damasco e a residência do embaixador, colados à própria Embaixada. Onde está o clamor de indignação? Alguém ouve alguma coisa? Ná, no pasa nada! Estão a guardar forças e garganta para os esperados ataques a embaixadas do nazionismo que possivelmente se seguirão. Aliás, tenho poucas dúvidas de que um dos objectivos desta última nazionice seja precisamente esse, para tentar recuperar algum gás para as trombetas da luta contra o antissemitismo, como eles classificam o antinazionismo.

    https://www.bbc.co.uk/news/live/world-68709133

  3. Foi sempre de terrorismo que se tratou. Quando os militantes chechenos tomaram como alvo bairros residenciais, escolas, espaços de espectaculo e hospitais, mostrando não poupar ninguém, houve muito bons espíritos a justificar tal coisa.
    Os militantes chechenos até nem eram má gente, só estariam a responder a atrocidades cometidas pelo exército russo na Chechenia.
    A verdade é que tal coisa não colhia. A desorganização do exército nos anos Yeltsin fez com que o assalto a Grozny falhasse e a Chechenia passou na realidade a gozar uma independência de facto.
    Podiam ter aproveitado mas a verdade é que quem os apoiava esperava provavelmente incendiar o Cáucaso a partir da Chechenia e daí talvez tentar a almejada desintegração da Rússia.
    Por isso, em vez de aproveitarem essa independência de facto, os chechenos obedeceram a voz do dono e trataram de passar aos ataques terroristas. Procurando lançar o caos, o medo, a confusão e a consequente revolta contra um Governo incapaz de proteger os cidadãos.
    Entretanto o poder na Rússia mudou de maos e a reorganização do exército foi prioridade. Isso permitiu esmagar a resistência dos militantes que, a, conta de tentarem tambem impor restrições islâmicas a gente que não estava habituada a isso começavam a alienar boa parte da população.
    O ataque a escola de Beslan, onde crianças foram alvos prioritários, foi a gota de água. A cúpula dirigente chechena partiu para o exílio onde boa parte deles encontraram a morte as maos de agentes russos.
    Nao deixa de ser irónico que esta gente ache normal que Israel cace como cães os militantes do Hamas e qualquer um que eles decidam que apoia o terrorismo mas a Rússia foi vilipendiada quando fez, justamente isso em relação a todos quantos estiveram por detrás dos brutais ataques terroristas chechenos.
    E a Rússia só o fez quando percebeu que os seus pedidos de extradição dos terroristas nunca seriam aceites, que os mesmos, eram celebrados como combatentes pela liberdade e que continuavam a sua actividade de incitação ao terrorismo a partir da Europa.
    Já Israel ataca em território alheio, sem dar contas à ninguém e se matarem, como já muitas vezes aconteceu, gente que não tem nada a ver com o peixe estão se nas tintas. Porque a luta contra o terrorismo é sagrada e para essa gente a vida de um gentio não vale nada.
    Mas Israel é a nossa puta para conseguirmos acesso ao petróleo do Médio Oriente, a Rússia e a nação que tenta impedir a nossa pilhagem dos seus recursos.
    Por isso o terrorismo que atinge Israel é mau não importa as atrocidades que Israel tenha cometido antes e todas as que cometer a seguir são apenas o seu direito de defesa.
    Mas o terrorismo que atinge a Rússia é bom porque a Rússia cometeu atrocidades.
    E tratam de acusar os russos de tudo e mais alguma coisa e agora até, estariam por detrás de um tal “síndroma de Havana” um episódio em que centenas de diplomatas americanos se queixaram de estar a ser acimetidos de dores de cabeça, náuseas e outros sintomas de intoxicação alcoólica.
    Era caso para perguntar aos senhores diplomatas o que andaram a beber e a snifae mas já temos mais um tema para a dupla Rogeiro e Milhazes. Vão ver se o mar dá choco.

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