(Oxisdaquestao in Blog Oxisdaquestao, 11/02/2024)

A rapaziada do Público, que passou 2 anos a cantar a vitória iminente do exército nazi de Kiev obtida de todas as formas e feitios, está de bolinha baixa e lacrimosa.
Não há foto, não há espalhafato na capa: a uma coluna, com 4 centímetros de altura e com um atraso tremendo reconhece a realidade. Mesmo assim é a infantaria, dizem, que está sem mão-de-obra – o exército perdeu muito mais de 500 mil soldados mortos e angariou 1,2 milhão de feridos e estropiados – e a que resta não pode com uma gata pelo rabo.
Por isso Zely muda de general-chefe e passa de um que evitava mortes para outro especializado em derrotas com baixas inomináveis. Bakmut está no seu currículo. E, assim, alguém que lhe fazia sombra é arredado e substituído por um medíocre que vai andar à trela das manias do presidente drogadito e megalómano.
Foi a NATO e os borreis de sempre que o armaram como herói para a propaganda e agora cada vez mais ele faz parte do problema que está montado naquela terra de nazis e de gente destinada a morrer, de verdadeira morte, ou por perder o país para sempre. Coisa, que a malta do Público demora tempos infinitos a admitir, salvo quando a ordem lhe chega da embaixada ou quando o Washington Post o proclama e o New York Times o confirma.
A coisa está em que a Ucrânia já não rende votos para o dorme em pé, que agora foi voltado para Israel e as suas necessidades de sionista. O Público ainda não diz que doravante serão os carneiros da Europa que vão esturricar os seus biliões no país falido e em vias de desaparecer.
Borrell ainda está na fase do que sim, vendo a geopolítica ao nível do chão, das ervas e dos cagalhões que os cães deixam.Borrell, o lacaio de Stoltenberg da NATO, que é o verdadeiro governo de generais da Europa decadente.
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Entretanto temos o estado genocida de Israel a divulgar a identidade dos funcionários da Agência para os Refugiados da ONU que colaboraram com o Hamas. Pelo menos é o que garante o Observador que toma como certa a palavra de um estado genocida cujos dirigentes quando dizem uma verdade cai lhes um braço.
Se fosse a Rússia a divulgar a, identidade de gente vendida aos interesses ocidentais seria “alegadamente” se é que tal coisa seria sequer noticiado. É se fosse era para dizer que todos eram inocentes, que a gente não espia na Rússia nem manda mercenários para a Ucrânia e que os russos são uns malandros que extraem confissões sobre tortura.
Aposto que metade dos alegados colaboradores se chamam Mohamed, a outra metade Hassan e os apelidos andarão entre Hussein e coisa parecida.
Com um pouco de sorte talvez tenham capturado um desgracado que devidamente torturado vai dizer que no dia 7 de Outubro estava a colaborar com o Hamas talvez explicando como cortar o arame farpado.
Eu sei que os israelitas se, acham melhores e superiores a todos nós mas não nos insultem a inteligência. E nós tratemos de ter vergonha na cara e não andarmos a divulgar como certas as suas aldrabices.
Os homens querem expulsar todos os que vivem na Faixa de Gaza, querem expulsar todas as agências humanitárias que tentam aliviar aquela miséria, raptam velhos doentes em hospitais e dizem que são terroristas. Claro que, também iam dizer que os funcionários da ONU são terroristas. Quanto aos idosos presos, talvez chamar lhes aquilo que eles são também seja para eles terrorismo. E todos sabemos como os velhos são desbocados.
Assim sendo, eu terrorista me confesso. São assassinos, terroristas, genocidas, sádicos e aldrabões.
Mas nos deixemos lá essa cambada matar os escuros, não interessa lá que se pareçam até mais connosco que os ucranianos, porque nos não somos alemães, mas não andemos a levar a estampa as suas aldrabices.
Vamos é entreter nos a fazer o um milhão de drones que prometemos a Ucrânia que o Stoltemberg, que, assistiu impávido e sereno quando a extrema direita varreu dezenas de crianças na sua terra corria o ano de 2011 garante que vai ganhar a guerra já daqui a bocadinho. Porque já se, sente no campo de batalha os efeitos do bloqueio dos Estados Unidos. Interessa lá agora que a contra ofensiva tenha falhado. O homem parece o Hitler nos últimos tempos do bunker a comandar contra ofensivas com tropas que já só existiam na sua grande loucura mas contra isso nada a fazer.
Agora não nos façam é ainda por cima levar com Israel, uma nação nefasta que eu vejo com alívio que se encontra na outra ponta do Mediterrâneo.
Se nos estamos nas tintas para o sangue que corre em Gaza e no Sul do Líbano, pelo não andem a replicar os delírios de gente messianica.
Há dois anos, quando isto começou, toda a gente previa,mais que uma vitória da Ucrânia, o colapso total da Rússia graças as nossas sanções. Claro que graças a isso, a vitória da Ucrânia seguria dentro de momentos, tal como a morte violenta de Putin. Retratado como louco, monstro, sanguinário, assassino e tudo o que lhe quisessem por.
No meu serviço a histeria era total e eu nem me atrevia a abrir a boca. Mas não deixava de pensar que havia muita gente a ver o filme ao contrário.
E que uma coisa é lançar sanções contra países deserticos ou semi desérticos como a Líbia e o Iraque. Que exportavam o petróleo que cobiçavamos e por isso os destruímos mas em troca precisavam de importar quase tudo.
Mas desta vez estávamos a haver nos com um país que tem uma de nove partes de toda a parte seca da terra, que tem todos os recursos para produzir armas e continuar a alimentar a população.
Mas nos estávamos a comportar nos como se fossemos nos a ter os recursos, como se fosse a Rússia a precisar dos nossos recursos. Quando a Rússia não precisa de nós nem do pouco que temos para nada.
A Putin foram passados milhares de atestados em psiquiatria e diagnosticados cancros em barda. Como se qualquer outro presidente, a não ser um vendido como Navalny ou um bêbado como Yeltsin permitisse que a estepe por onde ja sofreram três grandes invasões se juntasse a Nato, criasse um gigantesco exército de nazis sedentos de sangue russo e tivesse armamento nuclear próprio ou alheio la estacionado.
Só no Século XXI a Nato tem no curriculum a destruição de dois países para lhes sacar recursos. Não foi para libertar os iraquianos e os libios que destruímos os seus países, foi mesmo para sacar recursos.
Alguém acredita mesmo que um país como os Estados Unidos, que apoiou ditaduras nefastas em todo o lado, transformando toda a metade Sul do Continente Americano num vellhacouto de torcionarios fascistas tinha algum interesse em libertar alguém?
Pois Putin e a maior parte dos russos também não acreditaram. E não adianta pessoalizar as coisas e diabolizar Putin. Ninguém arriscaria voltar a ter o seu país invadido a partir da estepe ucraniana.
Os pretextos acabariam inevitavelmente por surgir. Somos bons nisso.
A guerra essa vai continuar que ainda há muitos ucranianos com mais de 10 anos para mandar para a frente de batalha.
Mas nos vamos ter um problema. Um vizinho poderoso que nunca mais confiara em nós, não depois de termos lançado contra eles hordas de nazis, não depois de termos apelado a cara podre ao assassínio do seu dirigente. Não depois de termos tentado a divisão do país. Não depois de termos, tentado levar para lá a fome com as tais “sanções do Inferno”.
E quem nos meteu neste molho de brócolos está lá muito descansadinho do outro lado do mar.
Mas o que quer que tenhamos de sofrer pelo crime que cometemos com certeza que merecemos.
Afinal de contas, se achamos que toda a população de Gaza deve pagar pelos actos do Hamas nos não somos mais que eles.
Mas estejam descansados. Mesmo que pudesse a Rússia nunca iria fazer o que Israel esta a fazer em Gaza. Nunca foi assim que agiram quando conseguiam vencer os seus agressores, não iam começar agora. Mas as coisa não vão voltar a ser como antes. Não vão mesmo.
A União Europeia está a levar-nos para a guerra!
Promessa 1992: “A UE é a liberdade, o Euro é a prosperidade, a NATO é a paz”.
Realidade 2024: “A UE é a censura, o Euro é o desemprego, a NATO é a guerra”.
Tenho 54 anos e, como muitas pessoas, acreditei na União Europeia nos anos 90. Depois, como jovem trabalhador, apercebi-me rapidamente de que a UE significava o empobrecimento de trabalhadores como eu, mas pelo menos consolava-me dizendo a mim próprio que tínhamos a sorte de viver numa europa de prosperidade e paz muito distante da violência de que este mundo era capaz. Hoje, e ao longo dos últimos anos, apercebi-me de como fui ingénuo durante todo este tempo…
Uma questão importante: Como é que a Ucrânia, um país em guerra e invadido pelo exército russo, pode produzir tranquilamente milhares de toneladas de cereais em centenas de milhares de hectares e organizar com a mesma facilidade comboios de 38 toneladas carregados de cereais destinados aos países da UE, nomeadamente Portugal? Desde a queda da URSS, foram (uma e outra vez) os grandes grupos americanos que se tornaram proprietários destas terras.
A história ensina-nos que um país em guerra e invadido pelo inimigo já não é capaz de alimentar a sua população.
Morrer por quem, porquê: Defender os valores ocidentais: o wokismo, o fracasso da democracia, o fluxo de imigrantes, o Estado obeso…
Na eventualidade de uma guerra oficial entre a NATO e a Rússia (ou, por extensão, os BRICS), e se o recrutamento for organizado pela máfia do mal, a maioria dos europeus ocidentais recusar-se-á.
Os pequenos dirigentes políticos poderão tentar salvar as suas vidas miseráveis virando os casacos, mas correrão um grande risco de serem fuzilados ou enforcados por uma resistência “pró-liberdade”. Não estaremos no período do covid de passagem… terão uma guerra civil a juntar à guerra militar, estou a brincar!…
Desertores na frente oriental em abundância garantida, para não falar de rendição em massa.
Não, é francamente impossível que haja um confronto sério.
Eles colhem o que semeiam. Já perderam em todas as frentes!
Uma guerra para salvar a pele, ou simplesmente para evitar o destino miserável dos russos, chineses, norte-coreanos, turcos, iranianos, etc., em suma, de todos os povos da Ásia, do mundo árabe ou de África, escravizados pelos predadores que os têm sangrado durante séculos.
A Europa só é desejada por aqueles que beneficiam dela, odiada pelos outros, e essa é a maioria.
Quando nos deixam esperar, contra a nossa vontade, uma defesa e uma paz comuns por esta via, então o paradoxo torna-se realidade e a maioria não quer ser morta pela Europa representada pela NATO, este sistema militar incapaz de fazer aquilo para que foi criado. Os russos tiveram a boa ideia de nos mostrar que esta nova engenhoca inventada por mentirosos profissionais é incapaz de lhes fazer frente, e é tão complicada e dispendiosa que está a arruinar os países que dela fazem parte.
O povo não é tão estúpido como eles pensam e não quer ir à matança por causa destes senhores.
Não sou a favor de Putin, mas se formos ver a entrevista que o Tucker Carlson fez com ele há uns dias, não vi um homem sedento de sangue. Para analisar uma situação, tentem ser neutros e observem os argumentos de todos os outros.
A história mostra que aqueles que foram para a guerra não beneficiaram pessoalmente, para dizer o mínimo, se pensarmos nos rostos destroçados e nos cemitérios; em contrapartida, os industriais obtiveram grandes lucros roubando aos seus devedores e multiplicando os seus mercados. Anatole resumiu-o assim: “Pensamos que estamos a morrer pelo nosso país, mas estamos a morrer pelos industriais”.
O chanceler alemão Olaf Scholz lançou um grito de alerta em face da ameaça russa e apela a uma produção maciça de armamento,por parte da europa…
1.Aviso: se os ocidentais se divertirem a atacar a Rússia, será a dissolução completa da europa!
2. Aviso: que a Rússia não estará sozinha: 80% dos povos da terra se levantarão e se vingarão.
A doutrina militar russa sempre foi defesa. Ou seja, a sua formação, o seu equipamento e as suas tácticas estão fundamentalmente orientados para a defesa e não para o ataque.
Recuso-me categoricamente a lutar contra os nossos amigos Russos ucranianos,seja là quem for…
Os verdadeiros inimigos do povo são os políticos..
Eles que vão à guerra!
Quem anuncia a guerra quer a guerra!
Ele poderia fazer qualquer coisa para evitá-la, sabendo-o com tanta antecedência, certo?
Assim, as crises são bem-vindas, as guerras são bem-vindas, o caos é desejado!!
“Destruição criativa “e depois”vocês não terão nada, mas serão felizes”.
Na política, nada acontece por acaso!!!
Regra de ouro da geopolítica.
Provocar a Rússia sem parar já é absurdo o suficiente por parte da Europa, mas para além de planearem ir tão longe quanto a guerra quando não estão prontos é o cúmulo da burrice por parte da Europa, além disso, o Ocidente é imperialista por natureza, o que não é o caso da Rússia, que não tem colónias nem territórios ultramarinos, ao passo que, como o mundo está, somos governados por pessoas inconscientes afogadas em suas ideologias e incapazes de ver o mundo como ele é hoje e a descida gradual em todos os níveis do Ocidente, sim, eles perderam everything…..so para esquecer a sua incompetência, seria bem-vinda uma guerra para eles,e não para o povo comum.
Os Estados Unidos (finalmente o seu actual Governo) estão apenas a tentar reiniciar a Guerra Fria para evitar a aproximação entre a Europa e a Rússia, que voltaria a dar aos europeus acesso a energia barata, o que tornaria os Estados Unidos um cliente a menos (para o gás) e mais um concorrente, porque a indústria europeia voltaria a tornar-se competitiva.
É bom para a economia deles e nós, como concorrentes, somos eliminados
A think thank us tinha anunciado o enfraquecimento da UE, especialmente para a Alemanha.
O facto de os alemães, à esquerda, serem a favor da preparação para a guerra é bastante lógico, porque é necessário ocupar a indústria mecânica alemã que está a perder velocidade catastroficamente.
Os alemães pretendem, obviamente, receber encomendas de armas de toda a Europa, porque se consideram os melhores para fabricá-las. O problema que vejo é que hoje o sucesso dos produtos alemães depende de peças subcontratadas no estrangeiro e em grande parte na China. Não vejo a China continuar a terceirizar para fazer guerra à Rússia!
As Guerras podem ser evitáveis. Se eles forem para a guerra por causa dos líderes que não são capazes de ter uma maturidade superior à de uma frustrada Virgem de 19 anos, sentirei um verdadeiro ódio por eles. A guerra não é e nunca será a melhor solução para resolver um conflito, excepto para pessoas que têm 2 no QI e zero pontos de sabedoria.
Não podemos e não devemos brincar com a vida das pessoas desta forma. Se os dirigentes não forem suficientemente espertos para resolver os seus conflitos sem violência, deixem que as pessoas em causa entrem num ringue e estraguem tudo. Não tenho de pagar por isso.
O seu sistema financeiro, que os europeus sempre defenderam, desvia-se para uma temporalidade mais ou menos semelhante.
E quando o mundo começa a perceber, uma boa guerra torna possível fazer esquecer os seus erros repetitivos e relançar o seu sistema económico pelas indústrias de guerra.
Perguntem ao povo se deseja que o caos e a morte defendam a sua incompetência?
Graças à história, devemos a nós mesmos aprender com os seus erros e manipulações. E recusar a guerra pelos seus confortos e fortunas.
Para criar o caos, o medo tem apenas o propósito, nós, pessoas, de nos manipular e restringir. A história demonstrou-nos isso, e demonstrou-o novamente. Eles decidem sobre a guerra, sabendo que não morrerão dela, no abrigo. Utilizam – nos como carne para canhão, para cumprir os seus objectivos de continuar um sistema que não funciona de forma sustentável, a fim de preservar os seus confortos e fortunas.
Podemos raciocinar economicamente: os credores das dívidas querem o seu dinheiro de volta. Como fazê-lo?
– receber os fundos de pensões (redução da esperança de vida da população, por exemplo,…)
– aproveitar as poupanças (possíveis em caso de lacuna na UE)
– recuperar PME empresas !
– fazer as experiências com a população?
Vocês tem as outras ideias???
Não sei se devo fazer isto no grau 1, 2 ou 3.
No entanto, os ruídos generalizados dos políticos nunca são um bom sinal, as armas, se forem demasiadas, eles as usam.
Do lado americano, não defendo nenhum dos 2 , embora, o campo do bem autoproclamado, os democratas são os que estatisticamente falando começam as guerras, bem, seu actual campeão anda senil digamos!
É sempre perigoso para a Europa quando a indústria e as finanças alemãs estão em dificuldades.
A história existe para nos alertar para tal perigo, que Putin muito bem insinuou ao falar de paz e de não confronto.
Os “ir para a guerra” são muito perigosos porque são suicidas para o povo e nunca para eles.
Os governantes sempre quiseram travar a guerra por uma razão ou outra: mas os faraós, os imperadores romanos, os reis na antiguidade estavam diretamente envolvidos participando pessoalmente nas batalhas: alguns até perderam a vida lá.
Mas a partir do século 20, os líderes mudaram sua estratégia: eles ainda querem travar guerras tanto quanto sempre, mas mandam o povo lutar por eles, é muito menos arriscado para eles. O grande perigo neste momento é que a economia e as finanças estão a esgotar-se e o planeta está superlotado dizem eles,( o que não é verdade).
Para resolver tudo isso, nada melhor do que uma “boa guerra” para esclarecer as coisas. Bastarão encontrar um bom pretexto, fazer uma pequena manipulação de opinião e, como de costume, os povos que não pensam muito mais do que há vários séculos, Irão gentilmente e serão mortos por interesses que não lhes dizem respeito.
Caro André,
Só para lhe dar uma resposta a esta questão “pode produzir tranquilamente milhares de toneladas de cereais em centenas de milhares de hectares e organizar com a mesma facilidade comboios de 38 toneladas carregados de cereais destinados aos países da UE, nomeadamente Portugal?”
Os milhares de toneladas de cereais são cereais OGM (organismos geneticamente modificados) armazenados já à algum tempo, cujo o Tio Sam vendeu a semente para se produzir nas férteis terras da Ucrânia e inundar o mercado Europeu. Acontece que a Europa torceu o nariz a esse negócio e os cereais ficaram armazenados sem clientes que o quisessem ( a balela de Africa estar a passar a fome por causa da “invasão” da Rússia e não poder receber os cereais ucranianos não passa de isso mesmo – uma balela). A juntar a isto tudo está o facto de a legislação Ucraniana sobre produção de OGM não existia até 22.09.2023 (o sr Zel aprovou nesse dia essa legislação) e de facto proibia a produção ogm´s mas o estado de corrupção gigantesco que o pais atravessa como deve imaginar faz permitir tudo isto e já muito antes desta data que se produzem ogm na Ucrânia. Esta manobra serviu para vender os cereais em stock armazenados sob pena de servirem para alimentar os roedores ucranianos (que não são poucos). Por isso se tivemos a sorte (como acho que nós e toda a Europa deve ter) teremos o nosso pão e as nossas massas alimentícias cravadas de ogm ucranianas sem que nada nem ninguém saiba. Aliás a venda de milhares de hectares de terra fértil neste momento na Ucrânia é um negócio que vai de vento em popa e cujos compradores são sempre os suspeitos do costume. Imagine para o que será? Para o Tio Sam “is business as usual!”
Espero que tenha contribuído com alguma informação. Mas valerá sempre a pena pesquisar mais sobre este assunto! (deixo-lhe um link com factos interessantes na Roménia)
https://www.romanianbusinessjournal.ro/the-grain-business-from-ukraine-a-big-scam-in-favor-of-the-eu-states-the-un-is-the-guarantor-of-the-business-the-big-american-corporations-sold-gmos-now-also-present-in-europe-including-roman/
Felicito-o pelo seu comentário sensato e atento!