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The Black Knight

(Vídeo de Luís Vargas, in a Geringonça, 05/02/2017)

Este vídeo é imperdível. Portugal, ano do Nosso Senhor 2015. Os portugueses continuam à mercê da austeridade neoliberal, mas eis que surge uma geringonça determinada em levar o país por outros rumos.…. E não digo mais nada. É ver…

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2 pensamentos sobre “The Black Knight

  1. É de facto a insensatez. É impressionante. Contudo, a Magna Mater, apesar de Magna e de insuperável, também comete erros nas associações genéticas que promove. Faz-me lembrar a massa leveda que a minha mãe fazia e que não raras vezes lamentava não lhe sair bem… ou porque os elementos escolhidos não estavam adequados ou porque as quantidades de cada um não era correta. No final a massa não levedava ou levedava pouco. Algo assim se passa na natureza. Certamente por isso numa seara há sementes que nunca germinam, outras germinam muito pouco e outras desenvolvem gordas espigas… aliás, sempre assim se passa com tudo na natureza: árvores da mesma espécie crescem em todos os tamanhos, frutos da mesma árvore desenvolvem-se em tamanhos diferentes (engraçado como o negócio criou a fruta de primeira baseada exclusivamente no calibre, apesar de toda proveniente da mesma árvore). Portanto a natureza tem um modelo que sendo sempre reconhecível é maleável a ponto de viverem aqui sete mil milhões e nenhum ser igual ou como as folhas de milhões de oliveiras em que nenhuma é exatamente igual. Esta plasticidade identitária vem da essência. Por isso, na gestação as infinitas associações produzem diferenças que se vêm a refletir tanto na forma física como no caráter ou na capacidade intelectual e saúde e por diante. Esta infinidade é primordial no universo e reflete-se em todas as coisas vivas e inanimadas que o constituem e o fazem ser como o conhecemos. O verdadeiro problema surge quando um relativo insuficiente em qualquer área não se aceita como é e tenta a todo o custo e por todos os meios, mesmo à força, ser o que não é. O que não pode ser. O que não deve ser. E, assim, surgem coisas tipo al Capone… esclavagistas, autoritários, bestiais, insensíveis e por diante.

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