(In AbrilAbril, 23/07/2026)

(Este sevandija, Marco Serronha, tem um nome em consonância com aquilo que lhe falta: Serronha rima com vergonha. Ele, lá ser Serronha, ele é. Mas vergonha na cara não tem nenhuma!
Estátua de Sal, 24/07/2026)
A Associação Portuguesa dos Juristas Democratas (APJD) apresentou denúncia formal ao Comité Internacional da Cruz Vermelha contra o tenente-general Marco Serronha por «violação grave» dos princípios do movimento e do direito internacional.
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Em causa estão comentários proferidos por Marco Serronha enquanto comentador militar da CNN Portugal, nos quais o responsável propôs o uso de armas nucleares contra o Irão. De acordo com a denúncia, a que o AbrilAbril teve acesso, Serronha afirmou que «mandar três bombas atómicas no sítio certo e a guerra acaba de um dia para o outro» e que o procedimento deveria ser repetido «a cada cinco anos», tendo ainda qualificado como «positivos para os EUA» os ataques deliberados contra civis iranianos, «porque mostram que o regime não consegue defender os seus cidadãos».
A APJD considera que estas declarações configuram uma violação «flagrante e simultânea» dos princípios fundamentais da Cruz Vermelha, «nomeadamente os princípios da Humanidade, Imparcialidade, Neutralidade e Independência», e constituem uma apologia de crimes de guerra e crimes contra a humanidade, «incompatível com o exercício de funções numa organização humanitária de referência mundial».
Segundo a associação, a questão já havia sido denunciada à Cruz Vermelha Portuguesa, mas a instituição «nada fez, limitando-se a desvalorizar o comportamento do seu vice-presidente», que tutela a área da Emergência, «optando pelo silêncio institucional». Apesar disso, reconhece, as afirmações foram proferidas na CNN Portugal «sem qualquer distinção entre a sua função de comentador militar e a sua função de dirigente de uma organização humanitária».
Considerando que o «silêncio e a inacção da Cruz Vermelha Portuguesa são inadmissíveis», a APJD entendeu submeter a denúncia ao Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICR, no original), solicitando a abertura de um processo de averiguação sobre o comportamento público do tenente-general Marco Serronha. A associação reclama ainda que o CICR determine a incompatibilidade da manutenção do tenente-general nos quadros da organização e exija à Cruz Vermelha Portuguesa, liderada por António Saraiva, «uma posição pública de demarcação e a adopção de medidas disciplinares».
A APJD recorda que a proposta de uso de armas nucleares «constitui uma apologia de crimes de guerra e crimes contra a humanidade», e viola o artigo 6.º do Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional. Admite, ao mesmo tempo, que a «ausência de qualquer ressalva ética ou humanitária» nas declarações de Marco Serronha «demonstra uma desconexão total com a missão da Cruz Vermelha».
Neste sentido, insiste que «a presença de uma figura belicista e sectária na direcção de uma organização humanitária como a Cruz Vermelha compromete a confiança de todas as partes em conflito», salientando que «a inacção institucional não é neutralidade, mas cumplicidade com a violência e o horror».
Para ver um outro desenvolvimento, talvez mais completo da mesma notícia, pode também seguir o link aqui.
Pergunta de escolha não múltipla: como é que um génio incompreendido, injustamente acusado de mentir e choramingar, prova a injustiça da acusação? Elementar, meu caro Watson: mentindo e choramingando.
Tázaver, camarada? O sacana do Joaquim Camacho, esse velho dum cabrão, essa fétida pestilência da peste grisalha, é um infame putinista, mas mesmo bué bué bué de putinista, encarregado pessoalmente pelo mafarrico do Creme Lin de envenenar com supositórios de Novichok sabor a baunilha as incautas donzelas musculadas do Ocidente alargado! É essa a sua missão, a raiz de todos os males, “A Origem da Tragédia”, como diria o Nietzsche. Vou ali à farmácia emborcar uma embalagem (ou duas) de Vomidrine e talvez volte amanhã, se a porta ainda estiver aberta. Posso entrar pela cozinha?
Apareça e moderação ap leme.
Obrigado pela sabática, camarada, que compreedo perfeitamente e aceito sem reservas. Entretanto, continuarei a ter o que sempre aqui procurei e encontrei: a leitura de textos interessantes que raramente encontro noutros lugares, exceptuando A Viagem dos Argonautas e pouco mais. Com o bónus de, durante 15 dias, não os ver submersos em #*€#&%$£₩☆ intermináveis, repetitivas e enjoativas. É só lucro! No meu caso concreto, se há coisa de que nunca precisei foi de fazer prova de vida 25 horas por dia.
🙂
Uma vergonha para a Cruz Vermelha Portuguesa, com assente em conceitos humanitários, já deveria ter banido na sua Vice-Presidência, este ex-militar com mentalidade reacionária.
Idiossincracias reais ou inventadas como quando insistiu saber o meu nome ou me acusou de tomar esteroides e vaticinou que um dia morreria por isso.
Mas o senhor garante que foi sempre um primor de contra argumentos lógicos.
Porque isto de acusar alguém de andar a choramingar porque recusa ser enxovalhado também tem uma lógica dos diabos, chamar florzinha e o raio a sete, sempre muito lógico e urbano. Em psicologia chama se manipulação e transferência de culpa.
Eu só comecei a responder no mesmo diapasão ao fim de muitas destas.
Que começaram depois de um comentário azedo acerca dos conhecimentos de história de Putin.
Depois de o homem me ter noutro comentário respondido como em regra se responde a tipos que defendem os crimes de Israel ou Estados Unidos eu respondi que não era para tanto.
E o homem despejou me para cima um copy paste do comentário sobre o Putin, “e o que disseste sobre Vladimir Putin há uns dias?”.
A partir daí foi sempre a descer, parece que tenho um lápis azul na minha cola até a tentar decidir sobre o que escrevo.
Como quando disse que “já enjoa a conversa sobre o veneno que te meteram no corpo e o familiar de quem cuidas”.
Ainda bem que pode ficar enjoado pois que e sinal que não está no mesmo saco de gatos.
Porque e lindo partilhar ginásio com gente em boa parte fascista que acha que isto tudo se resolvia com um tiro nos cornos do Putin ou varrendo o Irão com armas nucleares para voltarmos a ter energia barata.
Ou ver um familiar pouco mais velho que nos cuja situação não melhora.
Ou ter enterrado outros.
Tudo por termos sido vilmente usados como ratos de laboratório.
E se ninguém falar sobre isto outra treta vira, muita gente voltará a cair nela e muitos simplesmente morrerao a tentar salvar a vida.
E se isso e choramingar não sei que lhe diga.
Em regra em boa parte dos casos em que um comentário do Camacho vem a seguir a um meu e qualquer coisa simpática sobre o meu comentário e não sobre o artigo.
Em regra adornado com coisas tipo “querido cetáceo musculado” ou equivalente.
Pelo amor ao santo protector dos cachalotes, o homem até me detonou uma vez que concordei com um comentário dele.
Em resumo, vou mesmo tentar não ler nada que dali venha.
O que as vezes acontece e que a tentar ler outros la me aparece aquele.
O último valeu um “linguado” só porque disse que se se faz um texto a criticar as guerras mas só se enxovalha o fundador da mais agredida por elas isso cheira a islamofobia. Mas não disse que o homem não tinha o direito de o escrever. “Não pode dizer que o Maome era analfabeto e amoral porque? Porque tu não queres?”.
Enfim valeu me um “linguado” maior que o meu comentário em que mais uma vez insistiu que me conhece.
E bem, quando se fala em “guerra electrónica” podemos legitimamente temer uma corrida em osso destino que não queremos.
Mas mais uma vez lá veio a acusação de “choramingar”.
Se chorasse tanto como tenho sido acusado nos últimos tempos já não tinha olhos.
Bem, por esta conversa toda o homem não vai parar.
Ha que ter paciência.
Enquanto me deixarem vou continuar por aqui mesmo com o meu querido lápis azul urbano e lógico.
Last advise para um e outro. Qualquer comentário adicional, de um ou de outro, sobre o “desaguisado” entre ambos, dará origem a cartão amarelo: 15 dias de silêncio para ver se refrescam as ideias. É respeito pelo meu trabalho que peço e também pelos outros milhares de seguidores e frequentadores da Estátua.
Toma lá troco.
https://youtu.be/Q4fx_0bNHQs?si=IztwOs8TvWf7ERTR
Peço desculpa pela repetição, mas da primeira vez demorou muito a entrar, pensei que tinha ido parar ao spam.
Toma lá para a troca.
https://youtu.be/Q4fx_0bNHQs?si=VhJjW9XnrSWz5QP7
Camarada Estátua, tentarei conter-me no futuro, mas agora, perdoar-me-ás, tenho de explicar e enquadrar o meu comportamento passado.
Antes de mais, confesso que não me interessa qualquer tipo de paz com uma criatura que desacredita as coisas certas que diz e as posições correctas que também toma (que coincidem frequentemente com as minhas e de outros/as que por aqui andam) com barbaridades que, estupidamente, as desacreditam. Desacreditando-se a si próprio, desacredita-me a mim e a todos os que aqui defendem o mesmo. Neste mais recente desaguisado, por exemplo, com mais um remoque enviesado ao Carlos Esperança, mijou de cima da burra a bojarda de que “os ucranianos são bons católicos”. Tendo-lhe eu apontado ironicamente o erro, persiste na parvoíce dizendo que eu nem sequer li a fonte que aqui coloquei para lhe desmontar a asneira. Ora essa fonte diz claramente que os ucranianos de confissão greco-católica são apenas 8 a 11% da população e a imensa maioria (60 a 70%) é constituída por cristãos ortodoxos. E depois lá vêm as alusões depreciativas à minha provecta idade, que me impediria de “ir às suecas” (depreendo que por falta de tesão), aludindo ainda a uma minha alegada “ânsia por contradizer tudo ou quase tudo o que eu digo” (sic). Ora eu só contradigo asneiras, e apenas uma pequena parte, porque para as apontar a todas precisaria de 240 horas por dia.
E isto começou porquê? Porque a prolífica e omnipresente criatura acusou injustamente o Carlos Esperança de islamofobia, apenas porque o dito Carlos adjectivou como analfabeto e amoral um alegado profeta analfabeto e amoral e eu desmontei a crítica injusta (podes confirmar que com argumentos). Ele tem sempre uma reserva ou um remoque qualquer para tudo e todos e mais um par de botas, seja um Carlos Esperança, um José Catarino Soares, uma Alexandra Lucas Coelho, até ao Carlos Matos Gomes rosnou. Confesso um défice crónico de paciência para “puros” como este, controleiros da pureza alheia, comissários políticos de pechisbeque, santos imaculados candidatos à canonização.
Se tiveres um pouco de paciência e atenção, verificarás que fundamento sempre as minhas críticas com argumentos e dados concretos. O omnipresente limita-se a choramingar, a fazer queixinhas, a espernear parvoíces e aldrabices, como a de que eu sou um mauzão “sem um pingo de humanidade” (sic), e que não gosto da sua magnífica pessoa porque ele disse uma vez que o Putin tinha faltado a aulas de História. A ser verdade, seria um motivo fútil, estúpido e cretino e, logicamente, fútil e cretino seria eu também. E ainda que eu fundamente sempre, mas mesmo sempre, as críticas que lhe faço, a criatura, à falta de argumentos, volta sempre à carga com a cassete da minha motivação putinista.
Um tipo (ou tipa, sinceramente não sei) que diz, sem que lhe caiam os dentes, que os alentejanos e algarvios votaram maioritariamente no Chega por maldade, porque, como a vida lhes corre mal, querem que a de outros (nomeadamente imigrantes) seja pior que a deles. Uma alma santa que se solidariza e se indigna, e bem, contra a exploração e condições miseráveis a que são sujeitos imigrantes paquistaneses, nepaleses, brasileiros e outros, e depois diz cobras e lagartos dos emigrantes portugueses, lá fora tão imigrantes como os paquistaneses cá, adjectivando-os exactamente como faz aos alentejanos: são maus, votaram no Chega por maldade. Aleivosias destas provocam-me alergia, nomeadamente à minha costela materna alentejana. E alergia provocam também à minha experiência com emigrantes portugueses em vários países europeus. Quanto a mim, uns e outros votaram no Chega não por maldade mas por estupidez e ignorância, a primeira filha da segunda, e não porque, de repente, se tenham tornado más pessoas.
Camarada Estátua, um dos meus passatempos favoritos é gostar de pessoas. Gosto de pessoas, gosto de gostar de pessoas e gosto de saber que há, neste planeta, milhões de pessoas gostáveis. Claro que também há pessoas de quem não gosto (caso da luminária em apreço) e algumas que desprezo em absoluto ou não chupo nem à lei da bala, como o Ventrulhas, o Montesterco, o Portas, o Trampa, o Rubio, a Von der Lies e muitos outros. Mas, ainda que sendo multidão, continuam a ser minoria neste planeta de mais de oito mil milhões.
Tenho para mim que o iluminado residente, apesar da frequente verbalização sonsa e hipócrita de simpatia para com imigrantes e outros, detesta pessoas. Suspeito que o seu único amor é o seu magnífico e musculado umbigo. O desprezo e acrimónia com que ele, alegadamente ex-emigrante, fala dos emigrantes portugueses com quem se cruzou noutros países fala por si. Não me surpreenderia que a altíssima conta em que, provavelmente, sempre se teve, eventualmente não reconhecida pelos compatriotas com quem conviveu lá fora, seja responsável por tal acrimónia. Imagine-se, aquela cambada de gente má e ignorante não reconhecer a genialidade do senhor (ou senhora, sei lá!). Que descaramento! Uma das barbaridades que aqui bolçou foi que, ao contrário dos imigrantes que vêm para Portugal, que tentam preservar a sua língua e a sua cultura, os portugueses lá fora, por vergonha, só querem falar a língua do país anfitrião e assimilar-se rapidamente, tentando até evitar que os filhos aprendam português.
E depois está sempre a apelar à peninha e à piedade dos outros, para que lhe toleremos as parvoeiras. Ele é o coitadinho sequelado das vacinas obrigado a fazer musculação “para não parecer um peixe seco”. Ele é o coitadão que “já perdeu a conta aos que enterrou” por causa das vacinas COVID. Ele é o desgraçado que quase bateu a bota “com uma anemia perniciosa” (esta foi ontem ou anteontem). Ele é, resumindo, a vítima por excelência de todas as desgraças do planeta, acontecidas e por acontecer, o novo Cristo sofredor, na Terra desembarcado para redimir os incontáveis pecados da humanidade.
Em verdade te digo, camarada Estátua, que, numa guerra a sério, me sentiria muito mais seguro e confortável com o desaparecido escravo alforriado na trincheira oposta, de arma directamente apontada à minha cabeça, do que a aturar este moralista de pacotilha na minha trincheira, a choramingar e a cagar sentenças 25 horas por dia, sem folgas nem dias santos.
A casa é tua, camarada Estátua, tens todo o direito de impor regras e tentarei, no futuro, aguentar os cavalos o mais que puder, mas só te peço uma coisa. Quando o comissário político residente reagir a uma crítica minha como sempre faz, com lamentos, queixinhas, choraminguices e insultos, peço-te que, antes de recorreres à guerra electrónica, analises a prosa que o pôs a chorar e ajuízes da sua objectividade, honestidade e pertinência, e se a choradeira do indígena é justificada ou não passa de mariquice. Duvido que, nas minhas réplicas, encontres outra coisa que não argumentos, dados que os ilustram e, claro, alguma ironia e por vezes sarcasmo, eventualmente “ilustrados” por imagens/adjectivos mais ou menos benignos. Nunca me viste foi chamar ao iluminado “bandalho”, “alimária” ou “infiltrado”, e muito menos dizer-lhe “Vai gozar com a puta que te pariu”, como ele fez comigo. Insultos, aliás, que não me incomodam nada, já que só definem quem os profere.
Sou em princípio pela paz, camarada Estátua, mas apenas entre homens e mulheres de boa vontade. Quanto aos outros, depende. Quando chateiam muito, só se perdem as que caem no chão.
No fundo, o que interessa aqui perceber é se o omnipresente é responsável por aquilo que diz ou se se trata de um inimputável, daí resultando que a fórmula aplicável será a clássica “Deixá-los falá-los, que eles calarão-se-ão!” E, nesse caso, calarei-me-ei eu.
Post scriptum — Sorry pelo testamento.
Mas que grande “linguado” – na linguagem dos antigos tipógrafos, evidentemente -, 🙂
1) Ninguém pediu a nenhum dos dois para não se manifestarem quando discordam de algum dos comentários emitidos.
2) Apenas que o façam de forma urbana, abstendo-se de considerações sobre o formalismo – ainda que virtual – da figura e/ou das idiosincracias de cada um, em suma, restringindo a resposta ao comentário e não a extravasando para o seu autor.
3) Com os cumprimentos da Estátua, assim se faça.
(Adenda ao linguado testamentário)
Isso seria uma óptima ideia, caro amigo, mas parece-me impraticável da parte da pessoa em questão. Se tiveres paciência e seguires a minha sugestão de ontem, lendo algumas das minhas participações nesta merdosa polémica, verificarás que nas minhas intervenções há sempre argumentos, raciocínios, dados concretos que podem ser analisados, avaliados e, eventualmente, contestados e contra-argumentados. Do outro lado não há nada disso. A reacção é sistematicamente a distorção da crítica, a deturpação da sua motivação (que seria uma perseguição obsessiva e injusta da minha parte), o queixume, a choraminguice, as queixinhas, o apelo mal disfarçado à “expulsão” do herege e, last but not least, os insultos. Contra-argumentos? Népias! Uma das raras vezes em que um arremedo de contra-argumentação aconteceu foi precisamente na “discussão” que nesta caixa de comentários podes ver sobre a asneira de que “os ucranianos são bons católicos”, que eu desmontei apresentando dados concretos. O resultado foi a persistência na asneira e a acusação de que eu nem teria lido o link que disponibilizei, que lhe daria razão. Azar dos Távoras, 30 segundos chegam para confirmar que o que lá está diz exactamente o que eu dissera antes, a saber: que os ucranianos de confissão greco-católica são apenas 8 a 11% e a maioria (60 a 70%) professa o cristianismo ortodoxo.
Portantes, caro amigo, resta-me esperar (como os celtas do Astérix) que o céu não me caia em cima da cabeça. Oremos!
Last advise para um e outro. Qualquer comentário adicional, de um ou de outro, sobre o “desaguisado” entre ambos, dará origem a cartão amarelo: 15 dias de silêncio para ver se refrescam as ideias. É respeito pelo meu trabalho que peço e também pelos outros milhares de seguidores e frequentadores da Estátua.
Acho justo, camarada. Inté mais ver!
O Serronha tem uma arma atómica debaixo da bóina !
Tem aquela região muito entumecida !
Ou bomba ou gases !
É o choque , o pavor ! a geena !
Quanto a cancao e um hino fantástico contra o fascismo. Pus o telemóvel a canta lo muitas vezes para afastar o fantasma da depressão na solidão do teletrabalho e quando sentia cada vez mais a casa como transformada na minha prisão.
As restrições covideiras foram uma brutalidade para alguém que fazia 50 quilómetros para ir trabalhar, estava habituado a ir lavar as banhas ao mar o ano todo e acreditava nos poderes curativos de uma bejeca fresca numa esplanada numa tarde de domingo.
A minha vida virou do avesso depois de uma coisa experimental mas as “flores” continuam cá.
Uma nota para um grande músico que depois das ditas nunca mais teve sossego.
Endocardite, que esteve de porco entre os vacinados, em 2022, no mesmo ano em que tive a anemia perniciosa. Cancro a seguir.
Ate sempre Luís Represas. “Ser poeta e ser mais alto…”.
Por mim não vou responder a mais nada que dali venha. Não quero levar uma corrida em osso. Mas não se pode dizer que não tenha tentado várias vezes fazer a paz. 🐋
“Orthodox Christians: Around 60% to 70% of the population identify as Orthodox, with a significant majority affiliated with the Orthodox Church of Ukraine (OCU).
Greek Catholics: About 8% to 11% belong to the Ukrainian Greek Catholic Church (UGCC), mostly in Western regions.”
Hás-de ter um tronco de pinheiro enfiado no rabo e vais continuar a dizer que tens apenas uma ligeira comichão ao fundo das costas, ó baleiazinha espertalhona. Os fiéis da Igreja greco-catolica ucraniana são 8% a 10% da população. 60% a 70% dos ucranianos são cristãos ortodoxos. Mas continuas a teimar que “os ucranianos são bons católicos”, da Igreja Greco-Católica Ucraniana, e que eu é que nem fui ler! Não tens mesmo vergonha nenhuma, baleiazinha cambalhoteira! Coitado do desgraçado que um dia te compre um carro em segunda mão. Além da falta de motor, nem bancos ou volante terá!
Peço à Baleia e ao Camacho que se deixem de mandar drones e mísseis um ao outro, sob pena de ter que recorrer à “guerra electrónica”… Não basta ser pela paz nos conflitos que afligem o mundo. A luta pela paz deve começar intramuros. E como a Estátua é sempre pela paz e “Pra Não Dizerem Que Não Falei Das Flores”, tomem lá, desfrutem, e cantem também: https://www.youtube.com/watch?v=7u_ra7OWntg
Igreja greco-catolica ucraniana. Segue o rito ortodoxo grego mas segue a autoridade do Papa. E a predominante na zona Oeste do país, a dominada pelos nazis e que insiste na guerra a Rússia.
Foi isso que fez o Papa Francisco cair no papelão de rezar ao lado da mulher de um combatente do Azov.
A tua ansia por contradizer tudo ou quase tudo o que eu digo e tanta que nem vais ler.
Não sei porque ainda perco tempo a tentar fazer te ver que e só parvo perderes o tempo a encontrar “tretas” nos meus comentários em vez de comentar os artigos.
Arranja uma vida. Já não podes ir às suecas mas há de haver coisas que possas fazer nem que seja matar moscas. São uma praga com este calor.
Peço à Baleia e ao Camacho que se deixem de mandar drones e mísseis um ao outro, sob pena de ter que recorrer à “guerra electrónica”… Não basta ser pela paz nos conflitos que afligem o mundo. A luta pela paz deve começar intramuros. E como a Estátua é sempre pela paz e “Pra Não Dizerem Que Não Falei Das Flores”, tomem lá, desfrutem, e cantem também: https://www.youtube.com/watch?v=7u_ra7OWntg
E a acusação contra Maduro segue os seus delirios esquizofrenicos.
O homem estaria a conspirar para, em conluio com narcotraficantes venezuelanos, enfiar nos States “milhares de toneladas de cocaína”. Devia ser toda quanta há no mundo.
E ainda há quem acredite nisto.
Valha lhes um burro aos coices.
Agora pergunto? Outro juiz que não estivesse já mumificado pela idade aceitaria prestar se a um papel destes?
Se calhar está explicada a razão para a escolha de uma infame múmia, um dinossauro nojento, para juiz.
E não há um tiro que o veja.
E mais um crime. O início do julgamento de Maduro e da mulher, também presa porque para aqueles porcos a mulher, mesmo que não tenha responsabilidades governativas, e uma mera extensão do seu marido, está marcado para 1 de Junho de 2027.
Maduro tem 65 anos, a mulher não sei quantos tem.
O que se quer e fazer aquelas pessoas morrer numa prisão atrás do Sol Posto.
A acusacao não tem pés nem cabeça, pelo menos a do Cartel de Los Soles caiu pois quem a lançou reconheceu que era pura e simplesmente aldrabice mas lá continuam outras aldrabices como corrupção, branqueamento de capitais e outras tretas que dão sempre jeito quando queremos acusar alguém sem ter provas de porra nenhuma.
Ate terem escolhido para juiz uma infame múmia de 92 anos, terá uns 93, talvez 94 em junho do próximo ano se o diabo não o levar antes, e a prova da impunidade que esta gente sente, do desprezo pela pessoa acusada e da certeza que a sentença já está dada.
Entretanto duas pessoas que já não são novas vão continuar a apodrecer num Inferno na terra durante quase um ano apenas a espera de começar a ser julgadas por quem não tem legitimidade nenhuma para o fazer. Durante quase um ano. Alguém imagina a crueldade de se ver numa situação assim?
Depois estão muito indignados porque o presidente da Nicarágua diz que não volta a fazer eleições.
Para terem a interferência desta gente e ganharem lá os somozistas por muito que as sondagens não lhes deem hipótese nenhuma e lançarem mais um rio de sangue sobre o pequeno país que já tão massacrado foi?
Alguém arrisca prognósticos para o que vai acontecer na Colômbia?
E o que acontecerá no Brasil se o filho do Bolsonaro “ganhar”?
E se Herr Zelensky pode não fazer eleições sob a alegacao de que esta em guerra porque não o podem fazer outros?
Estamos todos em guerra. Em guerra contra o avanço do fascismo. Contra o avanço de doutrinas neoliberais capazes de nos virar a vida do avesso e lançar muitos numa miseria negra.
Ate aqui a coisa não está muito segura. Segundo as últimas sondagens o Chega vai em segundo, muito graças as trapalhadas do Governo que parece estar a fazer de propósito para lhe
aplanar o caminho e a poucos pontos do PS.
Alguém arrisca prognósticos para o que nos acontecerá se um tipo destes for Governo?
Por mim não compartilho o desejo de alguns de que essa gente conquiste o poder já para saberem o que e sofrer e abrirem a pestana.
Eu não. Não quero o meu pais que já tem tantos problemas de desigualdade e pobreza no mapa da fome para onde voltou o Brasil no tempo de Bolsonaro.
Que milhares de funcionários públicos vão para o olho da rua de um dia para o outro sem perspectivas nenhumas como está a acontecer na Argentina.
Que os trabalhadores privados sejam literalmente escravizados como está a acontecer na Argentina.
Que manifestações de idosos sejam atacadas com balas de borracha como está a acontecer na Argentina.
E sofrer nas garras da extrema direita não garante que se abra a pestana. Na Argentina há agora muita gente a pedir a repetição da final que perderam com Espanha alegando via videos falsos que o árbitro foi comprado por Espanha.
Tivessem ganho e multidões ainda estariam a festejar nas ruas. A comida dos filhos poderia esperar.
E esta a volátil natureza humana e e com isso que temos de contar e não esperar que o sofrimento lhes dê uma epifania.
Fascismo nunca mais. Em lado nenhum.
Tive o azar de estar a olhar para a televisão quando esta avis rara proferiu o disparate e na data comentei: A cruz Vermelha ter um vice-presidente a normalizar o cenário de Hiroshima é, no mínimo, uma contradição institucional profunda, dado que a Cruz Vermelha foi a primeira organização a prestar socorro no Japão após a bomba e luta activamente pela abolição de armas nucleares.
Como pode alguém formado na doutrina de cavalaria, com vasta experiência em cenários de crise e responsabilidades humanitárias, sugerir publicamente o uso de armas nucleares — um recurso que, por definição, ignora os princípios de distinção e proporcionalidade do Direito Internacional Humanitário?
O tenente-general Marco Serronha, ignora o sofrimento de milhões, ignora o Direito Internacional que essas mesmas instituições deviam proteger e substitui a diplomacia pela lógica da força bruta cíclica (“aparar a relva”).
O tenente-general Marco Serronha é um IGNORANTE PERIGOSO com direito a tempo de antena!
“Mas os ucranianos são bons católicos”
What? WHAT?!
Shiu, ó ressabiado da peste grisalha, sacana de velho de merda! Não se pode dizer nada à menina, sob pena de excomunhão, arranque de unhas a frio e fogueira a quente!
https://share.google/aimode/7pCrP1SbE0dH6uL2V
Já aqui tinha puxado este tema, precisamente sobre a dualidade com que Marco Sorronha aparece nos painéis da CNN/TVI. Isto aconteceu quando reparei que numa das aparições a legenda referia que era vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, quando habitualmente é apresentado como tenente-general.
Ora, a minha crítica foi mais uma constatação do modus operandi das estações televisivas e das próprias redacções, edições e produções, e também do papel dos paineleiros/comentadores residentes, sempre apresentados com a superioridade intelectual e moral de “entendidos”, mas muitas vezes acumulando funções, cargos institucionais, políticos e empresarias que normalmente, num mundo justo e num estado dito “de direito”, seriam incompatíveis, quando não no plano legal, no plano ético.
Penso que não tive grande retorno (feedback), o que é normal tirando os dois ou três do costume com que habitualmente troco opiniões, e se calhar ainda ficaram alguns a ruminar, “lá está este gajo a dar audiência aos canais do sistema corrupto instituído, ainda por cima assumidamente americanos e atlantistas!”. Como não precisei de inteligência artificial para tirar as minhas próprias conclusões (racionais) fruto da minha observação atenta e recolha de dados (empíricos), se calhar ainda fiquei mal visto. Mas para se perceber como as carolas direitolas operam, é preciso observar os seus comportamentos e os artifícios a que recorrem para iludir e manipular as massas. Sempre ouvi dizer: se queres bem feito, faz tu mesmo.
“Eles estarem a defenderem os nossos valores e a demo-cracia…”
Artigo 240 do Código Penal Português. Cadeia de seis meses a cinco anos para quem fizer apologia de crimes de guerra ou os banalizar, envolvendo incitamento ao ódio contra indivíduos ou grupos, nomeadamente nacionais.
Ora banalizar uma atrocidade que tem repercussões nas suas vítimas durante décadas e pode até contribuir para fragilizar ainda mais o Planeta devia merecer a pena máxima e fazer o sujeito passar pelo menos uns dois anos a sombra que o Sol está que pica.
Se houvesse ainda um pouco de decência neste país esse sujeito estava a esta hora com encontro marcado com homens da capa preta.
E iria parar onde merece. Ao lugar onde devem ir os assassinos. A cadeia. Nem mais nem menos.
Mas queria ver o que andavam a dizer se algum dos desgraçados que eles se fartam de mandar para a Rússia propusesse esse “remédio” contra os nazis de Herr Zelensky.
Esse já estaria a esta hora a contas com os tais homens da bata preta.
Mas os ucranianos são bons católicos e não seguidores de um profeta analfabeto e amoral.
Raios partam a Ucrânia.
Um porco é um porco é um porco e o Peçonha é um porco. Nem na pocilga de onde fugiu sentem a falta dele.
A indústria de suínos não porcos está num boom!
Este canalha, a quem chamo Marco Peçonha, não devia escapar a responsabilidades perante o Ministério Público e perante o Presidente da República, na qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas.
As suas declarações, só por si, são um eloquente sinal da impunidade e tolerância perante indivíduos do alto escalão militar (mesmo que na reserva e ganhando chorudas pensões de reforma) que torpediam os valores Constitucionais e Humanistas.
O siêncio de Amadeu Guerra, de António José Seguro e de quem o nomeou para a direcção da Cruz Vermelha Portuguesa, é ensudecedor. Por cumplicidade de uns e cobardia de outros.