Será que não ter plano de guerra é o «plano» de Trump?

(Alastair Crooke in Resistir, 18/03/2026)


Os iranianos têm uma palavra a dizer sobre o término da guerra. E afirmam que estão apenas a começar.


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O modelo de guerra de ataques aéreos de confronto entre os EUA e Israel está a ser desafiado por uma guerra assimétrica estratégica bastante diferente – uma guerra planeada inicialmente pelo Irão há mais de 20 anos.

É importante compreender isto ao tentar avaliar onde reside verdadeiramente o equilíbrio da guerra. É como comparar laranjas com limões; são essencialmente diferentes em caráter.

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3 pensamentos sobre “Será que não ter plano de guerra é o «plano» de Trump?

  1. Em todas as guerras em que os EUA se envolveram e provocaram, a sua generalada andava sempre a agitar o espantalho da fictícia vitória. Diziam sempr: sim, estamos a ganhar, estamos a vencer, tal como Hitler tb dizia o mesmo : isto vai ser um passeio e pelo natal estaremos de volta. Mesmo depois das estrondosas derrotas na batalha de Inglaterra, às portas de Moscovo, em Estalinegrado, no norte de África, etc, o grande ditador insistia que estava a ganhar e que com as novas armas-maravilha (wunder waffen) seria trigo limpo. Assim tb os generais franceses na então Indochina, os generais americanos no Vietname, no Afganistão, Somália, etc persistiam em proclamar vitória, embora sequer soubessem como iriam chegar lá. Todos foram sempre de vitória em vitória até à derrota final. Já deviam ter aprendido que a guerra típica do ocidente a dos bombardeamentos aéreos do ataque e foge, é com certza muito destrutiva , mas não permite vencer nada.

  2. O que temos de reconhecer nos dirigentes iranianos e uma coisa que falta em todo o lado: coragem.
    Sabem que são alvos prioritários de homicídio, que provavelmente morrerão mas o seu país está primeiro.
    Já sei que alguns bons espíritos irão dizer que os homens querem ir para o paraíso, onde teem não sei quantas virgens a espera e outras tretas que nos vendem há décadas.
    Cada um acredita no que quiser até porque e difícil imaginar tão coragem em qualquer um dos murcoes que nos governam.
    Alguém tem dúvidas de qual seria a reação se dirigentes europeus fossem alvo da mesma campanha de extermínio?
    Os sucessores pediram perdão de joelhos, aceitariam ate um rei e o regresso a Idade Média com direito a castelos e soldados armados apenas com espadas e lanças.
    Mas no Irão são muitos os que preferem a morte a sorte de um rei fantoche a mando do estado assassino de Israel.
    E e por isso que substitui os assassinados e continua a resistir.
    Podia ser um bom exemplo para esta cambada de borregos mas estes preferem a cobardia e insultar os agredidos.
    Agora até há quem diga que Motjaba Khamenei e gay, algo que todas as religiões abominam embora algumas hipocritamente digam que toleram. Tudo escudado no facto de o homem aparecer sorridente em contactos com o povo, ao contrário da dupla assassina que estão sempre com umas trombas que parece que todos lhes devem e ninguém lhes paga.
    E a cara que assassinos devem ter mas daí a alguém dizer que quem não está sempre com uma tromba de metro e meio e gay não lembra ao diabo.
    Mas lembra quem ainda apoia estas cerdos.
    Sorte deles que o ridículo não mata.
    Azar do povo iraniano, em primeiro lugar, pois que está a ser assassinado. Menos azar por parte de todos os que pagam as consequências disto tudo.
    O gasóleo e a gasolina estao pela hora da morte. A reboque vai o resto.
    E não há um tirinho que veja esta cambada de energumenos.

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