(Major-General Carlos Branco, in Jornal Económico, 05/08/2025)

Para os títeres, a Amnistia Internacional, a Human Rights Watch e todos os principais especialistas em genocídio e autoridades de Direitos Humanos estão equivocados e ao serviço do Hamas por considerarem os acontecimentos em Gaza um genocídio.
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Apesar de desfeito, segundo Telavive, o Hamas ainda tem uma réstia de fulgor e ainda nos consegue ludibriar. Afinal não há fome em Gaza. As imagens de crianças subnutridas não são verdadeiras. São fabricadas, manipuladas e editadas pelo Hamas para impressionar as opiniões públicas. A fome em Gaza é uma narrativa fabricada, o que vemos são imagens produzidas e editadas pelo Hamas. Segundo o porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI) as horrendas imagens de crianças famintas inserem-se numa campanha de falsidades destinada a moldar perceções. Como alguém disse, trata-se da “pornografia da fome”.
Bem vistas as coisas, até talvez possa haver alguma fome em Gaza, mas o responsável é o Hamas, conivente com as agências da ONU que trabalham em Gaza; seguramente que essa responsabilidade não pode ser atribuída ao Governo israelita nem às irrepreensíveis FDI.
É um Hamas masoquista que destrói árvores, polui as águas costeiras e infiltra poluentes nas fontes de água subterrânea. É um desbaratado Hamas que impede os camiões carregados de alimentos, estacionados em Israel e no Egipto, de entrar na Faixa de Gaza, é quem dispara sobre as ambulâncias do Crescente Vermelho e sobre os palestinianos que aguardam na fila por uma malga de sopa.
Também não há mortos civis em Gaza. O número de mortos é fabricado pelo Hamas. As FDI são uma força moral, nunca matariam civis nem cometeriam crimes hediondos. Nada disso. Andamos todos a ser trapaceados pelo Hamas. Afinal o projeto da Riviera de Gaza e a expulsão dos palestinianos de Gaza não passou de um equívoco semântico, uma graçola. Percebemos todos mal. Não se tratava, de modo algum, de limpeza étnica. Só mentes sediciosas poderiam cogitar tal conspiração.
São precisas pessoas muito especiais, desprovidas de ética, para propalar estas “verdades”. É preciso “estômago” para dizer que não há fome em Gaza. Falamos de gente que vendeu a alma ao Diabo e se colocou ao serviço de um projeto demoníaco. Depois do Holocausto, esta é seguramente a maior atrocidade dos séculos XX e XXI, mais perversa do que os crimes em série de Pol Pot, no Camboja, ou a perseguição mortal aos Rohingya, em Myanmar, desta feita em direto nas televisões e sem defensores convictos nas lideranças ocidentais.
Referimo-nos a pessoas que branqueiam conscientemente a matança mais abjeta do planeta e que lançam fumo para manter os incautos na dúvida; gente desprovida de consciência que escamoteia os factos. Não deixa de nos surpreender – 80 anos após a assinatura da Carta das Nações Unidas – a ocorrência desta barbárie e, apesar da informação disponível, existirem pessoas a colocarem-se despudoradamente ao serviço dos responsáveis pelos acontecimentos em Gaza.
Os manipuladores precisam dos títeres para fazerem o trabalho sujo, pessoas desprezíveis que se prestam a tal. Negam todas as evidências. Como alguém escreveu magistralmente, se tivessem vivido em 1943, “estes comentadores até poderiam dizer que Birkenau era um campo de férias e que os vapores do gás provinham de banhos turcos.” Um dia destes dirão que as imagens de Gaza destruída são uma construção da Inteligência Artificial, ou mesmo uma instalação, e os emaciados palestinianos não passam de atores contratados. Quem desmonte estas alucinações é apelidado por eles de antissemita. A palavra sionismo foi apagada dos seus dicionários.
Ironicamente, os defensores da “verdade” não permitem que ela seja mostrada. O correspondente da BBC para o Médio Oriente sabe do que falo quando o impediram de filmar a partir do avião militar em que voava. “Israel não permitirá que repórteres como eu entrem em Gaza para relatar a história, eles não querem que a vejamos, ou que a filmemos, de qualquer forma, mesmo do céu.” Muito haveria a dizer sobre isto.
Como o Hamas rouba a ajuda humanitária contornando o sistema montado pela ONU, foi preciso Telavive substituí-lo por uma empresa privatizada norte-americana (GHF) protegida por contratados armados. Tudo isto, sem haver, segundo militares israelitas evidências de que o Hamas roube sistematicamente a ajuda da ONU, em Gaza, e confirmarem a eficácia do sistema da ONU que resiste à interferência do Hamas.
O antigo funcionário da GHF Anthony Aguilar corroborou as alegações da ONU de que Israel mata deliberadamente civis, incluindo crianças, que esperavam por comida e água nos postos de assistência, na faixa de Gaza, contrariando as lucubrações negacionistas de que os palestinianos não são mortos nos centros do GHF pelos elementos das FDI nem do GHF, mas pelo Hamas. O GHF apoiado pelos EUA para substituir as agências da ONU tem muito menos locais de distribuição de alimentos e tem sido letal para os civis, tendo matado mais de 1.300 pessoas que tentavam aceder à comida.
Os factos alternativos amplificados pelos títeres são desmontados e levadas ao tapete pelos israelitas que ainda têm algum assumo de decência. O ex-primeiro-ministro israelita Ehud Olmert, num assombro de humanidade, considerou ilegal a guerra em Gaza e declarou que “já matamos e destruímos o suficiente em Gaza.” Estas ações podem ser consideradas crimes de guerra e são motivadas pelos interesses pessoais e políticos de Netanyahu. Os grupos israelitas de Direitos Humanos B’Tselem e Physicians for Human Rights Israel rotularam a guerra de Israel em Gaza como genocídio.
O branqueamento do genocídio abraçado pelos títeres é uma falha moral hedionda. Gaza está arrasada, sem infraestruturas, as pessoas estão a morrer diariamente aos magotes, e a culpa não é do Hamas. Para estas pessoas, a limpeza étnica e o genocídio não são a barbárie, mas sim a civilização. Haverá algum país, para além de Israel, que defenda matar os seus próprios cidadãos para não serem feitos prisioneiros (protocolo Hannibal), que terá sido implementado nos trágicos acontecimentos de 7 de outubro? Para estes seres, é um ato civilizacional as alusões de Netanyahu à condição sub-humana dos palestinianos, e à completa destruição de todos os amalequitas – incluindo bebés, bens, animais – tudo, aplicado ao Hamas e aos palestinianos.
A linguagem “politicamente correta” dos ministros israelitas extremistas Smotrich e Ben-Gvir, em matéria de limpeza étnica na Faixa de Gaza, levou a Holanda a declará-los persona non grata. Só a tremenda condenação internacional fez com que Netanyahu aprovasse timidamente o aumento da ajuda humanitária a Gaza, apesar da oposição do partido sionista religioso de Bezalel Smotrich, que defende abertamente a fome como arma de guerra. Não foi de livre vontade que Netanyahu o fez.
Para os títeres, a Amnistia Internacional, a Human Rights Watch e todos os principais especialistas em genocídio e autoridades de Direitos Humanos estão equivocados e ao serviço do Hamas por considerarem os acontecimentos em Gaza um genocídio. Provavelmente, concordam que bombardear e fazer passar à fome até à submissão, matando, mutilando e deslocando a população é um adequado “incentivo à emigração”. Não é a barbárie a sobrepor-se à civilização. A negação sem incómodo ou perturbação moralmente inaceitável do que está a ocorrer em Gaza indica que não são seres saudáveis. As narrativas mirabolantes que constroem e inventam para sustentar as suas teses, assumem contornos de uma grave psicopatia.
Ukrainian prisoners of war rejected by Kiev want to return home to see their families, they told RT in exclusive interviews released on Wednesday. Four of the nearly 1,000 Ukrainians the Kiev authorities have refused to repatriate amid “all-for-all” POW swaps with Russia said the conflict must end and questioned why their names were repeatedly removed from exchange lists.
A lieutenant colonel who surrendered in Mariupol said there are “probably reasons” why he hasn’t been exchanged. Asked whether he had heard reports that people in Kiev could “buy” a place on the POW list, he replied that “corruption is rife everywhere” and that he was not surprised.
Another serviceman, captured three years ago, said he wants the conflict to end and longs to live “as before 2014,” referring to the year of the Western-backed Maidan coup in Kiev. “There’s no need to continue,” he said. “Already too many people have died.”
https://1000ua.ru/
Não te cansas do toca-e-foge enviesado, pá? De tanto bateres no (mesmo) ceguinho, já deves ter as barbatanas cheias de calos!
Se há alguém que acha que os mouros não chegaram a Trás os Montes e porque ainda andaram a matar mais aulas de história que um certo dirigente russo.
Ou então bateram com os cornos com muita força numa oliveira.
São tempos das bestas no ocidente. Como chegámos a estes temos?
O texto do major CB é exacto, contundente e vai ao fundo dos problemas. Por isso o saúdo, mas há um ponto que não é exacto. Quando fala da directiva Hannibal, afirma que só foi aplicada na contra-ofensiva do 7 de Outubro, o que não é correcto. Essa directiva que manda as IDF bombradear tudo onde houver refèns, matando indiscriminadamente judeus e árabes, já é antiga de alguns anos. Agora foi aplicada a fundo, mas já o fora antes. É por isso que nunca saberemos quantos judeus foram mortos pelo Hamas durante o ataque de 7/10. O jornal israelita Haaretz reportou os nomes e profissões de cerca de 650 judeus mortos nessa iniciativa. Desses, metade eram militares, presumindo-se que terão caído em combate. Dos restantes infere-se que muitos terão sido eliminados pelos bombardeamentos da IDF que arrazaram os kibuts onde os activistas do Hamas os tinham como refèns. Contudo, toda a comunicação social continua a agitar o espantalho de que o Hamas teria eliminado 1200 (na altura atiraram com 1400 chacinados).
A falta dos comentários do Senhor Major-General Carlos Branco na televisão constitui uma perda tão grande no enriquecimento da minha perspetiva critica…
Falo por mim, claro.
É que a sua intervenção na CNN, atingia muito mais pessoas.
A leitura é, de cada vez mais, um meio menos usado…
Que não lhe falte inspiração, Senhor Major-General
Discordo da divulgação deste texto que o imperialismo escreveu. Temos de esclarecer a humanidade que, por boa educação burguesa, reproduz as palavras dos que acusam o Hamas para pessoas formadas com a IA para abdicarem da sua inteligência NATURAL pela informações dos que aceitam a escravidão da “gravata” para manter o emprego. Temos de acusar com clareza os crimes de genocídio e não reproduzir as falsidades midiáticas.
Como colaboração envio está sugestão aí Major general Carlos Branco e ao site Estátua de Sal que muito admiro.
Saudações,
Zillah Branco
As “acusações” de Carlos Branco sobre as malfeitorias do Hamas são irónicas, a intenção é ridicularizá-las e ridicularizar quem as faz.
E a falta de vergonha no focinho de quem ainda tem a pouca vergonha de defender Israel essa sim de certeza que e judia.
Era manda los todos para Gaza. Terão noção que há muitos israelitas que defendem a morte dos blasfemos cristãos?
Sabem que há líderes religiosos israelitas a defender a morte pela fome de todas as crianças de Gaza porque se crescerem serão “terroristas”?
A defender o direito dos soldados a violar mulheres palestinianas?
Essa crueldade não lhes faz mossa nenhuma? de que massa de psicopatas são feitos?
Era mesmo manda los todos para Gaza.
Cuscuz judeu? Essa tem graça.
Vão ver se o mar da Kraken.
Eu sei que parece anedota, mas vai ver o que dizem da presença dos cuscuz em Trás os montes.
Dizem que os mouros não chegaram lá -a última vez que vi, só não tinham ocupado as Astúrias- e que foram os judeus (quem?) que disseminaram esse produto.
É o que eu digo: Eles são os maiores no que toca ao revisionismo histórico. É tudo deles e mainada.
O revisionismo histórico é a prova que mentem sobre tudo e mais alguma coisa, para dar a volta aos pategos.
O CUarto Pastorinho (candidato único) usa a mentira e a adulteração histórica para encantar pategos. Nunca foi um moço de revados do Orelhas dos Pneus, nunca fez serviços de consultoria e evasão fiscal para empresas, nunca foi do PSD, na altura também devia auto-proclamar-se “moderado de centro-direita”. Hoje AVentura é o fascizóide sem escrúpulos que todos vemos.
O Luís Montenegro é outro. Primeiro que se descobrisse em que Loja Maçónica era freguês habitual foi uma charada, até que lá saiu a reportagem que era na Loja Mozart. Mas tudo acalmou, ele subiu na orgânica partidária, foi líder do grupo parlamentar, continuou a fazer negociatas e falcatruas por Espinho e arredores, em conluio com os autarcas do seu partido, comobna reconstrução da sua casa, fez números de ilusionismo para pategos com dossiers exibidos na televisão e promessas vãs, entretanto já tinha uma “carteira de clientes” e recebia milhões pela porta dos fundos com a Spinumviva, a sua empresa familiar, e nunca quis entrar em detalhes por saber que tudo aquilo é escandaloso e está cheio de buracos e mal explicado, continuando a receber pagamentos quando já era primeiro-ministro.
Portanto, se estes dois “moderados” mentem desta forma, do alto dos “valores e princípios” que repetidamente apregoam para atrair a pategada que neles votou, na sua moral cristã duvidosa, sem ética, sem respeito pelo próximo, por que um fanático da ultra-direita como Netanyahu ou Ben-Gvir não abusaria da mentira também, fazendo juz aos “valores judaicos” (esqueçam aqui os “cristãos” que os judeus não caem nessa patranha, talvez por terem sido eles os primeiros a contá-la, e terem sofrido a Shoá).
Portanto, sempre que ouvirem um “grande líder” ocidental a mentir, saibam que para eles é tão natural quanto beber água. E se forem ultra-nacionalistas, ou sionistas, fascistas ou nazis, então é tão natural para eles quanto respirar. Daí tantas patranhas para disfarçarem a realidade e o que representam ecqyerem impor, a sua falta de ética e a sua imoralidade obscena, sem respeito pela existência humana e natural.
*moço de recados
**como na reconstrução da sua casa
***que representam e querem impor
Veja-se este exemplo flagrante da hipocrisia vigente:
No outro dia, em segmento específico da TVI/CNN, falava um senhor muito corpulento e com ar grave e sorumbático sobre o perigo de haver pessoas a repetir as narrativas da propaganda russa, quase como se fossem inimigos do estado e que se justificasse silenciá-los por todos os meios. Claro que este senhor se farta de repetir os lugares comuns repetidos por vários propagandistas ocidentais e respectivos papagaios, sejam políticos de carreira ou “jornalistas”, como José Rodrigues dos Santos, Dianas Sollers, Paulos Portas, etc…
Quem é este senhor com biótipo e mentalidade anafados. que tem um programa de opinião próprio, sem contraditório, onde perora de forma solene?
Jorge Manuel Jacob da Silva de Carvalho, ex-director do SIED. Vejam a página da Wikipédia a ele referente, que faz um resumo bastante informativo:
“É conhecido por ter sido formalmente acusado de espião pelo Ministério Público, ao ter lesado Portugal e todos os portugueses, enquanto ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), por ter fornecido elementos que eram sigilosos e protegidos por privacidade pública para fins empresariais a Nuno Vasconcellos, presidente do grupo Ongoing e empresa para a qual passou a trabalhar. Ambos eram na altura da mesma loja maçónica[2].”
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Manuel_Jacob_da_Silva_de_Carvalho
É este senhor que dá lições de cidadania, comportamento cívico e ética republicana, falando de propaganda e interesse público e nacional? Curiosamente, também há um Vasconcellos metido neste imbróglio, mas não é Miguel e sim Nuno. Será que foi a julgamento sequer, ou passou pelos pingos da chuva?
Reparem no pormenor:
“Funções maçónicas
Integra como membro a Maçonaria tendo sido iniciado na Loja Mercúrio – Maçonaria Portuguesa, transitando posteriormente para a Loja Mozart n.º 49 – Maçonaria Portuguesa, da Grande Loja Regular de Portugal.[12][13][14]”
Também andou pela loja onde Luís Montenegro deu as suas pisadas, percebem por que é tão agraciado e respeitado pela “comunicação social de massas”, ou “main stream midia”? Veja-se que também entrou pela arte do negócio, vendendo segredos de estado e informação confidencial a privados. Talvez o seu irmão de fraternidade lhe tenha dado umas dicas de como “angariar clientes”, e facturar uns milhões pelo alçapão ou a passagem secreta.
Mais artigos sobre o ilustre especialista em “segredos e traições à pátria”:
https://www.publico.pt/2018/03/09/sociedade/noticia/relacao-de-lisboa-rejeita-recurso-de-exdirector-do-sied-no-caso-das-secretas-1806058
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/justica/detalhe/justica-da-como-provados-crimes-no-caso-das-secretas
Com papas e bolos se enganam os tolos. É mentir e iludir até confundir e conseguir impingir.
Perseguem gente como Carlos Branco que não está lá para isto, mas premeiam as personagens graves e obscurantistas, que já lesaram o país para lucro pessoal, e as suas “caças às bruxas” requentadas do Macarthismo, reciclando-as e transformando-as em “doutores estadistas”. Um embuste completo para os pategos consumirem e pedirem mais, pensando que é produto gourmet, e que têm muito a aprender com um espião a soldo de terceiros.
Estou absolutamente convencida de tudo o que aqui vem dito pelo senhorAlbarda-mos.
Lembro-me dos fctos relatados pela imprensa, escandalizo-me do facto de a criatura aqui referida ter lugar a comentar sem qualquer contraditório e também não me admiro nada que esta gente persiga figuras como Carlos Branco
Nada a acrescentar. Subscrevo tudo o que foi dito.
É consolador frequentar este blogue onde se chamam os bois pelos nomes.
No entanto, estou admirado como não aparece por aqui nenhum Sayan/troll a criar confusão na caixa de comentários. Espero que sejam censurados, porque essa escumalha fascista/colonialista não direito a usufruir das benesses da democracia
Tenho sabido de muitos cujo “tele trabalho” é “trollar” e espalhar a “Hasbarah” e são alguns dos “nómadas digitais”, entre muitos, que se vão instalando com cidadania portuguesa. Eles andam aí…, e a próxima Palestina vai ser em Sefarad.
Os portugueses (e alguns espanhóis) vão ser os primeiros arrependerem-se amargamente de não terem apoiado os palestinos.
Reparem como, até na gastronomia, os nossos a”amigos” se vão apropriando:
A alheira é judia, os cuscuz são judeus, a canja é judia…e até o cozido é judeu.
Já alguém se perguntou como é que conseguiram distinguir os cristãos novos na história?
Ou já se esqueceram que os mouros também se converteram (compulsivamente) ao cristianismo e os que não se converteram também foram expulsos?
Se calhar é melhor começarem a pôr de parte umas pedras da calçada…Só por causa das tosses.
Diz lá para baixo um caramelo:
“Quero envios massivos de armas para a LEGÍTIMA resistência violenta (Hamas, Hezbollah, Ansar Allah, etc), e apoio aàs IRCG do Irão.”
A mim parece-me que quer também acabar com a Estátua de Sal, por um artificialmente criado, ou inventado, apelo ao financiamento de organizações terroristas, que é como a União Europeia (e não eu) classifica as organizações citadas.
As guerras da Ucrânia e em Gaze, terão vários motivos dos beligerantes mas para os USA são de fato um investimento: destruição e reconstrução. Acresce que haverá outro motivo: acabar com os BRICS.
Até o Brasil e India vão tentar entalar e de uma forma descarada. – para a a Africa do Sul têm outros players e já se estão a movimentar com receção de emigrantes acolhidos nos USA, enquanto caçam outros …. Isto para mim vai mais profundo e foi fácil arranjar um porta voz com um palavreado incontinente .e perigoso.
Uma das várias entrevistas que o ex-funcionário da GHF Anthony Aguilar, referido no artigo, tem dado e que se têm tornado virais:
Ainda não tinha conhecido, por não ver mainstream merdia, o titere da CNN Jorge Saramago. Que sabe mesmo tudo. Garante o homem que por cada ucra morto morrem 66 russos. Um número que nfk e redondo, não são 70, nem 60. São exactamente 66. Mais um e era o número da grande besta que ele e.
A ser assim, tendo em conta que os ucras ja perderam mais de um milhão de soldados, a população russa já teria sido toda exterminada e nos já teríamos todos perecido sob a “mão morta” porque talvez já não houvesse ninguém para dizer nada ao sistema.
Valha lhes um burro aos coices.
Israel nunca deveria ter sido criado. A ideia de que os descendentes de quem se teria instalado lá há mais de dois mil anos atrás, depois de também ter chacinado quem lá vivia antes teriam o direito a voltar a instalar se lá expulsando ou matando quem lá vivia não tem assunto.
Só teve porque ninguém queria a praga dos sionistas em lago nenhum, pois que sabiam bem que eram tão inimigos da restante humanidade como os nazistas e porque o Ocidente queria controlar os recursos que lá existiam.
A esse preço tanto os italianos, porque descendentes dos romanos, como todos os cidadãos de países árabes teriam o direito de reivindicar a Península Ibérica. Ou mesmo os palestinianos.
Depois acharia engraçado se tudo isto não fosse terrível as pessoas que teem muita pena do que se passa em Gaza mas dizem que o Hamas e um grupo terrorista e que devia ter sabido que a reação israelita seria esta, pelo que quando organizaram o levantamento desprezaram a sua população.
Ora o que o Hamas nunca esperou de certeza e que a reação do Ocidente que se diz civilizado e defensor dos direitos humanos seria esta.
E pergunto quanta dessa gente com vidas confortáveis poderia viver sob ocupação de tão cruel gente sem se juntar ao Hamas ou qualquer grupo que propusesse combater aqueles bandos de assassinos bíblicos.
Quantos não teriam a tentação de se jogar em cima deles com uma bomba acabando também assim com uma vida sem esperança de viver com um mínimo de dignidade reconhecida?
Eu provavelmente já teria cedido a essa tentação. Chegamos a uma altura em que não vale a pena ninguém por paninhos quentes e dizer que ia pregar paz e amor numa situação daquelas.
Quem conseguiria viver dia após dia sem a certeza se eles ou os filhos estarão vivos e fora de uma masmorra ao fim do dia.
Sabendo que os monstros podem vir derrubar lhe a casa,destruir lhe a cisterna de água ou destruir o seu campo.
Israel e um projecto criminoso e nenhum país de qualquer época cometeu tantos crimes em tão pouco tempo de existência.
São menos de oitenta anos que custaram nunca saberemos quantas vidas não só entre os palestinianos mas em todos os países que teem a desdita de ser seu vizinhos.
Não sei como é possível destruir tal nação cruel mas enquanto ela existir ninguém lá teria sossego como bem disse uma cidada iraniana quando os ataques ao país começaram.
Morte ao sionismo e quem o apoiar que vá ver se o mar da Kraken e tubarão branco faminto.
Palavras, leva-as o vento.
Quero envios massivos de armas para a LEGÍTIMA resistência violenta (Hamas, Hezbollah, Ansar Allah, etc), e apoio aàs IRCG do Irão.
Quero uma coligação de exercícios anti-israel, a entrar em todos os territórios Palestinos para os defender.
Quero ver Telavive e Haifa e arredores terraplanadas tal como Gaza. Lugares impossíveis de viver para os monstros colonizadores.
Quero a proibição do sionismo, a sua equiparação ao nazismo. É uma ideologia desumana.
E quero a expulsão de todos os sionistas da Palestina e não só, devem ser expulsos de todos os países decentes, e deportados para os seus países de origem: EUA, Reino Unido, e Alemanha. O trio nazi sionista genocida.
O projecto colonial “israel” nao6tem o direito a existir.
O “conflito” no “Medio Oriente” (i.e. a colonização genocida da Ásia Oeste, ou Levante, por parte de Europeus e Norte Americanos), só acaba quando aquilo (sionismo) que o originou for eliminado.
Quero ver bandeiras de “israel” e dos “EUA” a arder na Europa.
Quero ver os EUA sancionados, aliás bloqueados de qualquer comércio Internacional. Que se acabem os Teslas e os Ford na Europa, que se acabem as Coca-Colas e os McDonalds e companhia.
Quero os meios de propaganda dos EUA/sionismo impedidos de manipular pessoas. I.e. proibição dos filmes de Holywwod, da Netflix, da MTV, da Google, da Microsoft, da Apple, da CNN, da FOX, do Washington Post, do New York Times, etc.
Quero o lobby sionista/USAtlantista ilegalizado e os seus recipientes (avençados) presos durante muitos anos, por traição à Europa, aos respectivos países, e à Humanidade.
Quero o fim do colonialismo/invasão, do Apartheid, da limpeza étnica, e do GENOCÍDIO.
Quero a Palestina TODA livre, do rio (Jordão) até ao mar (Mediterrâneo), e todos os Palestinianos (nativos semitas) a viverem lá pacífica e livremente, num Estado laico onde sejam bem vindos e tratados por igual todas os credos.
Não interessa se são Palestinianos Sunitas, Xiitas, Cristãos, Ateus, ou Judeus. Desde que sejam nativos e anti-sionistas, todos têm lá lugar.
E, finalmente, quero que a Palestina seja 100% soberana, com o seu próprio exército e o seu próprio governo. Capazes de fazer as suas alianças militares para assegurar a sua defesa, e capazes de eleger quem muito bem entenderem, sejam candidatos da Fatah (duvido que alguém queira os traidores liderados pelo Mahmoud Abbas…), ou do Hamas, ou de outra grupo qualquer que os Palestinianos criem.
MORTE a todos os sionistas! Inclusivé aos que vivem em Portugal.
LIBERDADE para a Palestina de acordo com o mapa de 1946, antes da invasão colonial começar.
Gente do PS ou PSD e companhia, ou sem partido, que sequer tolere a existência de “israel”, em nada difere do ditador fascista português que em 1947 aceitou a invenção desta coisa chamada “israel”, que fazia o mesmo em Angola e Moçambique e Guiné-Bissau, e para quem a ocupação e o massacre contra nativos era um “direito divino”.
Todos os “jornalistas” ocidentais que ainda se atrevem a chamar a isto um “conflito” ou uma “guerra”, que recudam usar a palavra “GENOCÍDIO”, que chamam “reféns” aos invasores e “terroristas” aos invadidos, que dão a palavra (sem contraditório) aos Bidens e Trumps e Netanyahus nas aberturas de telejornais, deviam passar todos o resto da vida num gulag na Sibéria. Ora, estando as rotas aéreas para a Rússia cortadas, estão que seja enviados de paraquedas para Gaza, tal como a “ajuda humanitária”…
Tenho ódio a estes monstros todos!
E isto não é coisa má.
É um ódio bom, tal como o ódio aos nazis, seja os originais alemães, ou as metástases ucranianas e EUropeístas e USAtlantistas…
Se esta gentinha morresse toda, a Terra ia ser um sítio infinitamente melhor.
Os nazis/sionistas/genocidas só desperdiçam oxigénio, não têm utilidade nenhuma.
Abençoados os que não se calam perante tamanha injustiça, só espero que daqui a pouco tempo, quando isto passar, não caia no esquecimento e estes assassinos sejam levados a tribunal como os nazis pós a II guerra.
Títere (Nem quando eu enfio a mão numa meia para fazer os netos rir eu uso a palavra…há quantos anos não ouvia). Um titulo que bem assenta a personagens que vagueiam pelas televisões tais como um coronel que gostava de ter sido general, uma comentadora cujo traseiro não cabe numa cadeira normal, um diplomata que usa um kipah azul …. Enfim tal qual um dia Alan Kooi Simpson (ex-senador republicano) disse: “O politicamente correcto é uma doutrina fomentada por uma minoria delirante, ilógica e promovida com raiva por uma grande média sem escrúpulos, que defende a proposição de que é inteiramente possível pegar um cagalhão pelo seu lado limpo.”
“pegar um cagalhão pelo seu lado limpo”, genial! Impossibilidade que nem a “possibilidade” mais quântica da física quântica tornaria possível!