Mudança de narrativa: ataques de Israel e EUA fortalecem a determinação do Irão

(Simplicius, in Resistir, 05/07/2025)


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Um aspecto subestimado do conflito entre Israel e o Irão foi como ele galvanizou os linha-dura no Irão, com alguns acreditando que ele efetivamente centralizou o poder em torno da facção militar hawk, em vez de fomentar a discórdia e a desordem, como esperava o Ocidente.

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16 pensamentos sobre “Mudança de narrativa: ataques de Israel e EUA fortalecem a determinação do Irão

  1. Certíssimo. Pois, e já agora quantos países invadiu o Irão?
    O Irão ter uma bomba nuclear e um perigo para o mundo mas que uma gente supremacista, com ideias de vingança messiânica ate a geração 70 dos seus inimigos, que bombardeia e mata os vizinhos a torto e a direito, e que faria o mesmo quem quer que eles fossem, que age com crueldade bíblica, tenha não sabemos bem quantas, e perfeitamente normal e essencial para que os coitadinhos se possam defender.
    Sendo que a noção dessa gente de defesa e matar, matar, matar e voltar a matar.
    Que Israel tenha armas nucleares em quantidade que nem sequer sabemos quantas são, isso sim é um perigo letal para o mundo em geral e os vizinhos dessa canalha assassina em particular.
    Querem agora pressionar o Irão para voltar a deixar entrar os espiões da Agência Internacional de Energia Atómica que chibaram a localização de instalações nucleares e a identidade de cientistas nucleares permitindo as suas mortes mas ninguém pressiona Israel para que as suas instalações sejam monitorizadas.
    Tudo o que sabemos do programa militar nuclear dessa gente homicida vem do final dos anos 80 do Século passado quando um sujeito a troco de uns bons cobres chibou a um jornal britânico.
    Já por essa altura a situação era preocupante para quem tivesse um bocadinho de tino.
    O chibo viu se quente. Raptado pela Mossad passou os 13 anos seguintes numa masmorra de onde saiu a agradecer por pelo menos não estar louco. Porque fizeram por isso. Entre outras aleivosias, no primeiro ano de cativeiro a luz da exigua cela esteve acesa 24 horas por dia.
    Assim que saiu a primeira coisa que fez foi ir ao sector árabe da cidade de Jerusalém sacramentar a conversão ao cristianismo com o nome de John Crossman, João o homem da cruz, ou que carrega a cruz.
    Deixo a consideração o que um desgraçado terá de ter sofrido nas unhas daqueles energumenos para se converter a outra religião com um nome desses.
    E de pensar quantas armas terão agora e se alguém pode dormir assim tão descansado tendo em conta a crueldade bíblica que esta gente demonstra. Para eles nenhum crime e mau demais.
    Porra, aquela gente matou ou prendeu todos, mas mesmo todos os directores de hospitais em Gaza. Fez de médicos e enfermeiros alvos proprietários para que os feridos não pudessem ser tratados.
    Soldados filmaram se usando lingerie de mulheres mortas, essa gente enraba gente com vassouras e paus, sao esses sim verdadeiros pervertidos sexuais, houve manifestações pelo direito dos soldados a violar mulheres. Os relatos de mulheres violadas sobreviventes são terríveis. Nenhuma mulher palestina que entre numa prisão israelita se livra de ser violada por quantos energumenos queiram.
    Acham mesmo normal que gente dessa tenha armas nucleares?
    O que precisavam era de ser todos mandados para a Cisjordânia com bilhete só de ida. Cambada.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  2. Mas esta gente tem algumas razões em temer a invasão islâmica.
    São uma ameaça letal a indústria vitivinícola, cervejeira e de bebidas espirituosas nacionais e para os criadores de suínos e a indústria de charcutaria em geral que vive muito da carne de suíno.
    Tambem esses bandalhos teem muito de suíno, sem ofensa para os de quatro patas.
    Quanto ao Papa Bergoglio, até aquela morte cheirou a esturro, mas isso são contas de outro rosário.
    Vão ver se o mar da tubarão branco faminto.

    • Foi e continua a ser vergonhoso o comportamento dos “grandes líderes” ocidentais nos ritos fúnebres e nos dias após o funeral do Papa Francisco. Trump e Zelensky quiseram ser o centro das atenções e tiraram aquela fotografia da reunião improvisada numa das divisões do Vaticano, com cara de maus. Macron e Starmer não perderam tempo e convocaram cimeiras atrás de cimeiras em Paris, Londres e arredores da “Coalisão (coligação) das Vontades”, juntando a fome de protagonismo à vontade de aparecer. Ursula von der Leyen e Kaja Kallas continuaram a espalhar russofobia, anti-semitismo (sim, contra os palestinos, os libaneses, os sírios, etc, a maioria deles semitas) alegando sempre o “direito à defesa de Israel” para justificar genocídio, limpeza étnica (de semitas), ataques ilegais a países soberanos, crimes de guerra de toda a espécie em geral, e infanticídio indiscriminado em particular, tudo com cobertura dos EUA, da NATO e por arrasto da vassala UE.
      Mas depois querem ser mais do que as tristes e pouco recomendáveis personagens que são. Querem ganhar prémios Nobel da paz, títulos honoríficos, túmulos em panteões e masouléus, estátuas póstumas, nomes de ruas, praças, avenidas, pontes ao mesmo tempo que querem construir arcos do triunfo por derrotar a Rússia, a China, o Irão, o Iémen, a Coreia do Norte. Mais cínicos e hipócritas não pode haver. Claro que mais rapidamente ganham o Nobel da Paz por encomenda, ou o nome da Praça, que constroem o arco do triunfo, mesmo exaltando perante a pategada belicista, armamentista e militarista qualquer ataque “preventivo” como sendo uma grande vitória, um sucesso estrondoso. Mesmo países relativamente enfraquecidos e empobrecidos já se tornam ossos duros de roer, como o Iémen, quanto mais o Irão, etc… mas eles são sempre os bons e os maiores, porque os outros padecem de todos os defeitos que a civilização ocidental não padece: não são brancos (quanto mais arianos puros), nem cristãos (ou satânicos), não alinham com a “ordem baseada em regras” do globalismo corporativo, o dinheiro que usam não é o dólar, não acatam com o servilismo dos satélites europeus as ordens de Washington, mesmo com todas as sanções e tarifas, etc…

    • Constantemente os “grandes líderes” europeus relembram o perigo da Rússia, depois da Ucrânia, invadir outros países europeus, e daí a necessidade do programa de rearmamento da Europa, de políticas militaristas, etc…
      Mas Israel que já atacou no último ano, além de Gaza e a Cisjordânia, o Líbano, a Síria, o Iémen e o Irão, continua a ser o “menino bonito” dos olhos desses “grandes líderes”, e ainda reforçam constantemente, para encobrir o que não tem cobertura, o seu “direito à defesa”, fornecendo-lhe armas, munições, apoio militar, inteligência, e sem quaisquer sanções ou bloqueios.
      Só não vê quem não quer, por muito que andem iludidos com o “lado certo da História”, repetindo os slogans e chavões da propaganda ocidental, que serve para confundir e manipular a consciência dos povos ocidentais, principalmente, e impedi-los de compreender que estão a ser usados, prejudicados e esbulhados para alimentar quadrilhas corporativas e políticas, e guerras insanas que apenas interessam aos senhores da guerra, das armas e da opressão sobre os povos, privados da sua soberania por corporações privadas, agências de (des)informação e inteligência, e organizações supranacionais, de cultura burocrática fascizante, com os políticos dos partidos do poder a trabalhar para todas elas e as suas clientelas em detrimento das populações.
      Os pategos pensam que vão recuperar direitos e liberdades votando na extrema-direita, porque há uns que vão começar a ser perseguidos como bodes expiatórios primeiro que outros, mas esta só vai acelerar a privação das liberdades de todos, começando primeiro pelos mais vulneráveis e desprotegidos, canalizando recursos para o aparelho de repressão policial, militar e estatal, e favorecendo as oligarquias e as classes da “elite”, condicionando os “centristas” da direita auto-proclamada “moderada”, como já se vê em Portugal, que tentam adoptar e adaptar as políticas dos neo-fascistas populistas e sem escrúpulos.

  3. O Capelão anda a snifar o pó da sacristia, a comer óstias com fungos e a beber vinhasca martelada, e depois anda sempre a sonhar com degeneração sexual, e invasores da sua bilha e da sua pátria. Já saía do armário… curiosamente foi na Igreja Católica que os degenerados e abusadores mais se sentiram à vontade e protegidos, até ao papado de Jorge Mario Bergoglio, o papa mais odiado pelos neoliberais, ultra-nacionalistas, neonazis e fascizóides, e a esses padres, a muitos deles portugueses, nem ele nem o 4.º pastorinho fazem acusações e perseguições… os comunistas é que comiam criancinhas…

  4. Escravo que se diz alforriado, cuidado com o que andas a snifar.
    Pelos vistos é coisa muito má, olha que o quarto Pastorinho não gosta de “drogados”. Poe te fino.

  5. Boa tarde a todos sem excepção.
    Não está fora do tópico, mudança de narrativa.
    Já antes de ontem se sabia, que a decisão seria esta:
    https://colonelcassad.livejournal.com/9940212.html
    (vejo ali fatos, camisas brancas, gravatas, ah ah ah faltam os brincos e as tatuagens, outras culturas, outras gentes)

    ” Ontem à noite, após discussões, o Partido Comunista da Federação Russa reconheceu oficialmente o relatório de Khrushchev “Sobre o Culto à Personalidade de Stalin” como um erro grave.
    Zyuganov, em seu discurso, chamou o relatório de Khrushchev de um crime contra os povos da URSS.
    Sim, tudo isso é muito tarde, claro, mas antes tarde do que nunca. Khrushchev, com sua campanha de “desestalinização”, causou enormes danos à URSS, ao bloco soviético e ao movimento comunista internacional. Uma das maiores sabotagens ideológicas do século XX. Nosso Partido Comunista levou 69 anos para reconhecer isso oficialmente. Bem, repito: “erro” é um termo eufemístico. Ainda estamos lidando com muitas das consequências dessa política.
    … ” (continua)
    Por cá temos os acordados, os amigos e defensores dos invasores da Pátria e dos degenerados sexuais, temos o comunistas que merecemos.

    Пока! [paka] Adeus!

    • «No Armário do Vaticano»: Poder, Hipocrisia e Homossexualidade
      Frédéric Martel
      Sinopse
      Best-seller do New York Times. Lançado simultaneamente em vinte países. Um relato sobre a corrupção e a hipocrisia no coração do Vaticano. “Por trás da rigidez há sempre qualquer coisa escondida: em numerosos casos, uma vida dupla.” Ao pronunciar estas palavras, o papa Francisco tornou público um segredo que esta investigação vertiginosa explora, pela primeira vez, com grande detalhe. No armário do Vaticano expõe a decadência no coração do Vaticano e na Igreja Católica atual. Um trabalho brilhante baseado em quatro anos de pesquisas rigorosas, que inclui entrevistas com dezenas de cardeais e encontros com centenas de bispos e padres. O celibato dos padres, a condenação do uso de contraceptivos, os inúmeros casos de abuso sexual, a renúncia do papa Bento XVI, a misoginia entre os clérigos, a trama contra o papa Francisco — todos esses temas estão envoltos em mistério. Este livro revela a face escondida da Igreja, uma instituição fundada em uma cultura clerical de sigilo e baseada na vida dupla de padres e numa extrema homofobia. A esquizofrenia resultante na Igreja é difícil de entender: quanto mais um prelado é homofóbico, mais é provável que

  6. Sim, muitos nazis alemães continuaram a vida como se nada fosse também com a conivência dos aliados ocidentais que, depois de terem enforcado uns quantos dirigentes e alguns peões para inglês ver deixaram os outros seguir a vidinha mantendo alguns tiques de outros tempos.
    Um deles era a violação de correspondência como percebeu um português que se viu quente por ter escrito uma carta para Cuba.
    Foi alvo de um interrogatório pidesco e ameaçado que para a próxima seria expulso do país sem mais espinhas pois que estava ali para trabalhar e não para por em causa a segurança do país.
    E não, o homem não escreveu sobre a localização de bases militares ou fábricas de armamento, simplesmente ofereceu se para serviço voluntário.
    Chegou a casa mais branco que a cal da parede pois sabia o que o esperava se fosse expulso dado já ter no curriculum a recusa de um convite para agente da PIDE quando era escriturário na tropa em Angola.
    Recusa que já lhe tinha custado a espera de mais de um ano para ter autorização para emigrar. O que era incomum porque a emigração para a Alemanha era a que rendia mais.
    Aquele estado muito democrático comprometia se a, no primeiro ano, endereçar directamente ao ditatorial governo português 10 por cento do salário dos imigrantes nacionais.
    Outro tique e a violência das autoridades policiais podendo um sujeito ter as costelas partidas no remanso de uma esquadra por coisas como não pagar a horas o seguro do carro.
    Sim, aconteceu a um português há uns quatro anos, que saiu de lá com quatro costelas quebradas, e quem vai para a esquadra sabe que de uma sova de toalha molhada de quebrar uns quantos ossos sem deixar marca nenhuma não se livra.
    Toda a gente sabe que aquilo acontece e o que e arrepiante e que toda a gente acha normal.
    Esta gente na realidade pouco democrática precisava de uma Alemanha que continuasse nazi para combater o comunismo.
    Agora precisa para assegurar o domínio do Ocidente.
    O problema é que o feitiço pode muito bem virar se contra o feiticeiro dado a sua ideia de superioridade sobre outros povos que bem se viu nos ataques a Grécia em especial e ao Sul da Europa em geral naquilo a que se designou “a crise das dívidas soberanas”.
    Foi um Holocausto sem armas que nunca saberemos exactamente quantas vidas custou, de gente que se suicidou por perder a esperança a gente que perdeu a vida por tratamento médico inexistente ou inadequado, infeções hospitalares e outros que tais.
    Deixem essa malta armar se e depois não digam que ninguém os avisou.

  7. Esta com medo dos carrascos do SBU pois sabe que não pode ser reeleito e quando sair e deixar de ter toda aquela segurança oficial está por sua conta. Ainda mais sabendo que está no Mirotoverets, a lista de morte ucraniana de onde so se sai morto.
    E provável que este sujeito esteja também em fase de mudança de narrativa depois de se ter calado que nem rato ante o genocídio em Gaza, depois das muitas acusações de antissemitismo que levou depois das críticas dos primeiros tempos. Uma das últimas intervenções foi dar um sermão ao Irão pelo modo firme com que respondeu a vil agressão israelita.
    Isto de falarmos grosso quando na realidade não temos tomates para isso tem destas coisas.
    Muita falta de vergonha no focinho como quando lhe perguntaram o que pensava do pedido de detenção de Pinochet por parte do Governo de Espanha por o porco ter morto mais de uma centena de espanhóis que tinham procurado o pais para fugir a ditadura de Franco. Não teve uma palavra de condenação ao sanguinario e disse que era assunto dos tribunais.
    Um comentador, na altura, resumiu “ora porra para o mole”. Havia de lhe chegar agora a coragem e a vergonha no focinho? Quem o foi o e, e o guarda para a velhice.

  8. Este porco não tem mesmo um pingo de vergonha naquela tromba de cipaio!

    “O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou hoje os ataques atribuídos à Rússia que terão provocado a desconexão da central nuclear de Zaporijia, a maior da Europa, da rede elétrica externa na sexta-feira. 5/7/25 14:35 ‧ ontem por Lusa”

    https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2817158/guterres-condena-ataques-russos-que-desligaram-central-nuclear-na-ucrania

  9. A Alemanha nunca foi desnazificada e faz o que pode para proteger o seu movimento gemeo no Médio Oriente, o sionismo.
    Nada de novo nem de surpreendente no modo como a polícia desse país que nunca foi desnazificado trata quem protesta contra este genocídio.
    Desde Outubro de 2023 que há manifestações destas com a polícia a agir com violência extrema.
    Também há gente estrangeira a ser expulsa do país ou ameaçada de tal e muitas pressões até para que gente palestiniana que protesta seja mandada de volta para os carinhosos braços dos nazionistas.
    Por isso não se vê muita gente palestiniana a protestar apesar de a Alemanha ter um bom número deles.
    Claro que estão indignados e certamente desesperadas pelo que se passa na sua terra mas sabem que não ganham nada em ser expulsos para lá para engrossar o número de vítimas da barbárie sionista.
    Quem continua a protestar e gente que sabe que não pode ser expulso do país porque os outros sabem que podem se lo com toda a limpeza simplesmente por se oporem a um genocídio.
    E até gente de países supostamente democráticos sabe que voltar as suas terras pode significar a morte.
    Um transexual norte americano ameaçado de expulsão por ter participado num protesto dizia isso mesmo. “Regressar aos Estados Unidos neste momento não e perspectiva que me agrade”.
    E compreensível pois que nem quero imaginar que recepção teria por parte dos elementos radicais de direita que enxameiam o país um transexual ainda por cima acusado de antissemitismo e apoio ao terrorismo.
    Mas a atitude desta gente, que tratou de forma cruel quem não queria ser cobaia, impedindo os ate de trabalhar, não deve surpreender ninguém.
    Eu estive lá nesse tempo, felizmente apenas de visita a uma criatura amiga que também por isso está agora de volta a Portugal. Vivia no terror de ser novamente obrigado a meter aquela coisa no bucho para poder trabalhar.
    A mulher tinha tido uma anemia brutal, ele um cancro num lugar impossível e os dois sabiam que mais uma dose daquilo era a morte.
    Os sequelados começaram a ser demais para ser escondidos e as pressões directas acabaram mas quando a mulher apanhou COVID, que correu mal por a mulher ter o sistema imunitário destruído, foi obrigada a pagar os tratamentos todos. Ate ao último cêntimo. Por não estar vacinada apesar de ter quatro doses no bucho.
    Foram mais de 1000 euros por uma semana de tratamento ambulatório.
    Dizia a criatura que nem sabe o que lhe aconteceria se tivesse sido internada. E as pressões eram essas, para a conta ser maior.
    Depois tivemos o apoio insano a guerra na Ucrânia e ao nazismo ucraniano.
    Por isso não há nada de surpreendente neste apoio ao nazismo sionista.
    O que me preocupa e que toda a gente ache normal que esta gente se volte a armar até aos dentes a pretexto de ameaça russa.
    Depois não se queixem se as primeiras vitimas se localizarem a Ocidente tal como aconteceu há mais de 80 anos.
    Isto de matar aulas de história tem destas coisas.

    • LIVRO «FORAM TODOS NAZIS» – Helmut Ortner – Edição Alma dos Livros

      SINOPSE:

      Será que os apoiantes de Hitler, que causaram tanto sofrimento a outros povos, sentiram culpa e vergonha?
      Terão compreendido o que aconteceu, aquilo em que participaram e que permitiram que acontecesse?
      A mecânica do poder nacional-socialista baseava-se num acordo coletivo: um povo, um império, um líder. Os apoiantes de Hitler escolheram-no livremente. Vindos do mundo dos negócios, da justiça, da ciência, da administração, encontravam-se por toda a parte, no meio intelectual, na aristocracia, no clero, na pequena burguesia e na classe trabalhadora.

      Esta base de pessoas, carreiristas, oportunistas e gente simples do campo, via-se como «o povo dominante» e sonhava subjugar o mundo. A maioria dos alemães não quis ver nem saber de nada até à sua derrota em 1945.

      No pós-guerra, os homicídios e crimes violentos transformaram-se em crimes ordenados «de cima» sem nenhuma responsabilidade. Milhares de criminosos, simpatizantes, seguidores e cocriadores que serviram o regime nazi em cargos importantes prosseguiram as suas carreiras na nova Alemanha como políticos, advogados, oficiais, médicos, empresários e jornalistas, e até celebridades.

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