Ucrânia: da negociação à negociata

(Rui Pereira, in A Tertúlia Orwelliana, 22/02/2025) 

Zelensky oferece a Trump as jazidas minerais da Ucrânia em troca de um acordo de segurança com os EUA

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Na sua lógica de negociata, para Zelensky, entre atores de televisão e especuladores imobiliários com processos por corrupção, alguma coisa se há-de sempre arranjar. Para Trump não é bem assim. Fez contas, certamente por alto, e disse que só para despesas e encomendas transatas o partner terá de arranjar qualquer coisa no valor de 500 mil milhões de dólares.

Nos estúdios televisivos da Entidade a que chamamos União Europeia (doravante “a Entidade”), há quem se indigne. Refaçam-se as contas. Ao que parece mais de 300 mil milhões de dólares ficaram logo nos Estados Unidos, por conta das armas “enviadas” (ambíguo e por isso mesmo bem escolhido este verbo). Blinken já o tinha explicado, num intervalo das suas viagens pelo mundo: mais de 90 por cento da “ajuda” que vai para a Ucrânia não vai para a Ucrânia, fica cá. Cá quer dizer lá, no complexo militar-industrial norte-americano. 

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2 pensamentos sobre “Ucrânia: da negociação à negociata

  1. Garantem que a assinatura do acordo garantindo a cedência das terras raras da Ucrânia aos Estados Unidos por parte de Herr Zelensky está por horas.
    A guerra segue dentro de momentos e desta vez a Europa tem a certeza que não ganhara a ponta de um corno com isto tudo.

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