(Agostinho Costa, 27/01/2025)

Agostinho Costa chama a atenção para este acontecimento: desde que Trump tomou posse, “não houve mais ataques da Ucrânia com ATACMS e Storm Shadow”.
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O Major-general Agostinho Costa observa que a Rússia está a ter “uma evolução muito importante ao nível tático” no teatro de operações da Ucrânia, mas repara num outro detalhe: é que desde que Donald Trump reassumiu a liderança dos EUA, Kiev não recorreu mais a ATACMS e Storm Shadow nos seus ataques. “Mostra que qualquer coisa mudou em termos de orientação político-estratégica”.
Eu diria mais: manda quem pode e obedece quem deve. Ou o respeitinho é muito lindo, mesmo quando o Zelensky e os seus sequazes pretendem minimizar os avisos de Trump, tentando passar a ideia de que não o levam muito a sério.
Ver aqui o vídeo da intervenção na CNN do Major-general Agostinho Costa.
E vamos ver como serão as próximas eleições e se esta gente votara ainda mais massivamente na extrema direita seja ela o Chega seja a Iniciativa Liberal.
Gente que promete a liberdade mas só dá liberdade a quem tem muito e trata a porrada quem vive do seu trabalho. Ou de reformas por uns vida inteira de trabalho.
Como está a acontecer na Argentina de Milei.
“O Ministério Público vai acusar o agente que baleou Odair Moniz por homicídio. A investigação da PJ aponta para que a vítima mortal não empunhava uma faca no momento em que foi atingido, contrariando os comunicados da PSP.”
Vale o que vale, e falta agora o julgamento, o apuramento dos factos em tribunal e a devida sentença. O advogado do agente da PSP ainda não sabe se vai requerer debate instrutório ou não, mas isso são questões da defesa, que pode entender ou não úteis essa etapa processual.
Agora, o 4.º pastorinho e a sua pandilha de jagunços e pategos vai continuar a defender que a Polícia deve disparar mais vezes? Que se a Polícia disparar a matar mais vezes, causando homicídios como o de Odair Moniz, estará a agir na defesa dos cidadãos de bem e do Estado de Direito, dos portugueses, dos “nossos”? Vai continuar a fazer a apologia da violência de Estado, do Polícia como Punidor ou Justiceiro infalível e implacável, contra qualquer um que esteja desarmado e indefeso?
Aguardo para ver o comportamento da imprensa, que parece já estar a ir nas ladaínhas e lenga-lengas de André Ventura na demarcação do Chega do seu deputado “ladrão de malas”, Miguel Arruda, facilitando-lhe a vida sem lhe colocar as perguntas incisivas que têm de ser feitas para o desmascarar, permitindo-lhe manipular os factos e a realidade a seu bel-prazer. Defenderá André Ventura presumíveis homicidas discricionários, desde que estejam fardados e usem distintivo, mas que não cumprem a lei?
Fosse isto à Esquerda, e não se calavam com o assunto. Como é o ungido de Nossa Senhora de Fátima (cof cof), e a Polícia de Segurança Pública mais os seus comunicados aldrabados que estão em causa, piam fininho… só se ouvem os grilos.
“Ministério Público confirma suspeitas de falsificação do auto pela PSP no caso da morte de Odair Moniz”
Não é o “caso da morte”, é H-O-M-I-C-Í-D-I-O, resta ver como será jurídica e judicialmente enquadrado.
André Ventura ovacionou um HOMICÍDIO, o Chega apelou a mais HOMICÍDIOS, desde que perpetrados por indivíduos fardados e com distintivo da polícia.
E a realidade é que não bastando a gravidade da situação, a PSP está a ser investigada por suspeitas de aldrabar o auto da ocorrência, para defender evidentemente o HOMICIDA (que tem direito à sua presunção de inocência, mas não deixa de ter baleado o Odair, com ou sem presunção de inocência), e não a realidade dos factos.
Até quando estes comportamentos vão ser normalizados no Portugal do século XXI, em 2025?
Vou supor que as gripes estão muito mas este ano e que terás escrito sob o impacto de uma grande febre.
Se estás bem de saúde o caso e grave.
O que todos os fascistas que citaste trazem aos povos que foram nas suas cantigas e fome, miséria, desigualdade social cada vez mais pronunciada, precariedade laboral, repressão policial e procura de bodes expiatórios, como os imigrantes, para justificar isso tudo.
Quem vota nesses grunhos muitas vezes a única liberdade que quer e a de odiar os outros, sejam negros, muçulmanos ou “larilas” o que estiver mais a mão e muitas vezes não pensa nas consequências.
Como muitos argentinos que votaram Milei e agora tentam desesperadamente emigrar.
Se achas que isso é liberdade, proveito te faça.
Quanto ao tal acto de segurança digital claro que discordo porque o único que se pretende e eliminar discursos como as críticas a guerra por procuração na Ucrânia ou o apoio descarado a um estado genocida como Israel.
E quanto a desinformação estamos conversados desde que nos venderam as vacinas eficazes e seguras ou desde que a Van der Leyen garantiu que os russos andavam a desarmar frigoríficos.
Esse tal acto visa apenas permitir aos poderes europeus divulgarem essas e outras patranhas sem contraditório mas não pretendem beliscar os tais fascistas que acreditas que são paladinos da liberdade.
E essa dos valores do Ocidente que sempre se resumiram a saque e pilhagem muitas vezes até entre si, dai a apetência de Trump sobre territórios alheios como a Gronelândia ou Canadá era bem escusada.
A treta da responsabilidade individual tem sido o pretexto para cortar direitos sociais a torto e a direito.
Talvez devido a alguma febre, isso sim, tua, não se fica percebendo se te estás a dirigir a mim ou ao autor do texto.
No que me diz respeito, limitei-me a referir, apenas, que talvez merecessem reflexão algumas verdades nele contidas e que tu, de resto, também acabas por reconhecer: «Quanto ao tal acto de segurança digital claro que discordo porque o único que se pretende e eliminar discursos como as críticas a guerra por procuração na Ucrânia ou o apoio descarado a um estado genocida como Israel» (…) Esse tal acto visa apenas permitir aos poderes europeus divulgarem essas e outras patranhas sem contraditório mas não pretendem beliscar os tais fascistas que acreditas que são paladinos da liberdade».
Boas melhoras!
Um texto a merecer, julgamos, reflexão, de Tiago Moreira de Sá, no Expresso, por algumas verdades nele contidas:
«Bruxelas deveria investir na promoção da literacia digital e do pensamento crítico, capacitando os cidadãos para discernir por si mesmos o que é verdade e o que é manipulação
O Digital Services Act (DSA) e o proposto “Escudo Europeu para a Democracia” representam uma perigosa deriva autoritária disfarçada de proteção dos cidadãos.
Sob a capa de boas intenções, estas medidas concedem a Bruxelas um poder desproporcionado para controlar o discurso público e colocar em perigo a liberdade de opinião e o pluralismo no Europa.
O Digital Services Act impõe às plataformas digitais uma supervisão rígida, sob o pretexto de combater a desinformação e o discurso de ódio. No entanto, os critérios vagos utilizados para definir “conteúdo ilegal” e “informação nociva”, abrem caminho a interpretações abusivas e a uma censura de facto.
A proposta de “Escudo Europeu para a Democracia” de Ursula von der Leyen vai ainda mais longe. A promessa de combater “interferências estrangeiras” surge sem definições claras, abrindo caminho para que críticas legítimas ou opiniões divergentes sejam rotuladas como ameaças. Esta ambiguidade é um convite à repressão das vozes dissidentes sob o manto de defesa da democracia. Na prática, trata-se de restringir a liberdade de expressão e moldar o debate público ao gosto das elites europeias, consolidando um monopólio ideológico.
Enquanto Bruxelas segue por este caminho, o resto do mundo ocidental está a mudar de direção. Nos Estados Unidos, a recente vitória de Donald Trump simboliza o renascimento de uma América que rejeita o politicamente correto e luta pela liberdade individual. Na Europa, líderes como Viktor Orbán, Geert Wilders, Marine Le Pen e Giorgia Meloni, André Ventura e Santiago Abascal, estão a ganhar terreno ao expor a desconexão entre os cidadãos e as elites globais. Na América Latina, Javier Milei, na Argentina, é mais um exemplo de como os povos estão a rejeitar o controlo centralizado e a abraçar políticas que colocam a liberdade no centro.
Esta ascensão não é coincidência. É uma resposta à frustração acumulada pela imposição de agendas progressistas que ignoram as preocupações reais dos cidadãos. A União Europeia, ao avançar com o DSA e o “Escudo Europeu”, não está a proteger a democracia – está a sufocá-la.
O que a Europa deveria fazer? primeiro, abandonar esta tentativa de controlo digital. Em vez de impor regras opacas que limitam o discurso, Bruxelas deveria investir na promoção da literacia digital e do pensamento crítico, capacitando os cidadãos para discernir por si mesmos o que é verdade e o que é manipulação. Segundo, reconhecer que o pluralismo político e a liberdade de expressão, mesmo quando desconfortáveis, são o pilar de qualquer sociedade democrática.
A ascensão de Trump e dos movimentos conservadores na Europa é uma oportunidade para resgatar os valores fundamentais da civilização ocidental: liberdade, responsabilidade individual e soberania nacional. A União Europeia tem de decidir se vai continuar no caminho do controlo burocrático ou se vai abraçar a mudança exigida pelos seus cidadãos.
O Digital Services Act e o Escudo Europeu para a Democracia não podem ser instrumentos de repressão. A Europa deve escolher a liberdade – antes que seja tarde demais.
Como em “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, onde os livros eram envenenados para proteger os monges da dúvida e do riso, hoje pretende-se envenenar o debate público para proteger a sociedade da liberdade e da informação. No entanto, uma sociedade que se envenena para se proteger de ser livre, perderá tanto a proteção como a liberdade.»
Também porque os tais brinquedos não são baratos e o Tiranossauro já disse com as letras todas que não vão ser tão mais largas como o antecessor.
Para começar suspendeu já toda a ajuda externa a excepção da dada ao estado genocida de Israel.
A prioridade do Tiranossauro e a destruição do Irão que desafia a “nação indispensável” há quase meio século desde que correu de lá com o passado dos cornos que lhe foi imposto pelos operação Ajax.
Roubar tudo o que a Russia tem e empresa que pode esperar para mais tarde e pode ser paga por quem sempre teve mais interesse nisso.
Desde o tempo em que se compravam escravos aos tártaros mostrando assim um desprezo evidente por populações que apesar de serem brancas não eram consideradas civilizadas.
Portanto Herr Zelensky sabe que os tempos são de poupança pois que também não e parvo de um todo e sabe que o leite da teta europeia pode bem ser mais escasso dado o estado depauperado das nossas economias muito graças ao efeito das tais sanções.