A era do excepcionalismo interplanetário

(Por Pepe Escobar, in Resistir, 23/01/2025)

Só os EUA conseguem transformar um genocídio numa grande oportunidade imobiliária com “localização fenomenal”.


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Vamos começar com o principal take away:  O Destino Manifesto alcançando as estrelas. Literalmente.

Trump 2.0 – o maior espetáculo da Terra – começou com um (grande) estrondo:   “Vamos prosseguir o nosso Destino Manifesto até às estrelas”. E isso significa colocar a bandeira americana em Marte. A sério. Não um filme da Netflix. Não é de admirar que o companheiro de platina Elon Musk, CEO da SpaceX, tenha atingido o êxtase instantâneo.

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8 pensamentos sobre “A era do excepcionalismo interplanetário

      • É o que eu digo: Burkina Faso. Nesta Europa sem vergonha nem espinha, a criadagem talvez tente, benevolamente, classificar a cena como “kitsch”. Mas para mim não há alternativa. O ridículo espectáculo acima não passa de uma palhaçada burgessa de extremo mau gosto. E outra coisa não seria de esperar.

      • Não cobro nada por isso à digna Estátua, antes pelo contrário, quem tem de agradecer-lhe sou eu, pelo facto de aqui ter encontrado outras visões do mundo que, em muitos casos, me eram estranhas, já que, mau grado se dizer que vivemos em Democracia, não encontram lugar na imprensa dominante!🥸

  1. E está noite a Ucrânia lançou um ataque terrorista massivo contra várias regiões da Rússia.
    Não fariam isso se Herr Zelensky não soubesse que vai continuar a ter as costas quentes seja quem for que tenha de pagar o cobertor.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  2. Para quem pensava que essa baleia encalhada nos iria tirar do atoleiro da Ucrânia.
    Para quem quer que o seu país seja o único a ganhar alguma coisa neste mundo claro que a ideia de “sangrar” a Rússia e sacar os seus recursos e lhe cara.
    O que o sujeito pretende e que paguemos todos mais para que um objectivo que as nossas elites, e boa parte da população anestesiada e russofobica, também perseguem seja finalmente alcançado.
    E os nossos governantes, para quem a nossa vida não vale uma casca de alho, estão dispostos a cortar na saúde, na educação e em tudo o que for preciso para lhe fazer a vontade.
    Esperam mesmo conseguir todo o retorno de volta quando finalmente a Rússia for destruída, não interessa o tempo que levar.
    Sendo certo que o gado que somos todos nós não voltará a ter os mesmos direitos quando isso acontecer.
    Nunca tive ilusões quanto a esta baleia encalhada como nunca tive com o sanguinário vice do Obama.
    Por isso o que nos espera e mais do mesmo, aliás, vai piorar no sentido de que teremos de pagar muito mais pela proteção mafiosa que nos oferece o Império.
    Mas nós só temos o que merecemos pois nos recusamos a arrepiar caminho, engolimos todas as patranhas que nos impingem e o nosso racismo não nos deixa ver que ganharíamos muito mais em não tentar lixar o vizinho do lado e mandar os ianques a merda.
    Ate porque agora não podem dar a desculpa de que os ianques são mais amiguinhos das mulheres e minorias sexuais que o senhor do Kremlin.
    Mas não me parece que países que manteem a russofobia impingida por Salazar, Franco e Mussolini ou incapazes de seguir em frente como polacos, bálticos e alemães sejam capazes de arrepiar caminho.
    Por isso o atoleiro da Ucrânia vai continuar até ao último ucraniano e se calhar até ao último europeu. Pelo menos até a total perda do que restava dos nossos direitos sociais.
    Já os palestinianos e outros que terem a desdita de serem vizinhos do estado genocida de Israel e que não fizeram nada para merecer o que ai vem.
    Que pode ir da expulsão definitiva dos palestinianos dos territórios ocupados a almejada guerra total com o Irão.
    Isto vai sem dúvida piorar para toda a gente. A única diferença e que a Europa só estara a ter aquilo que merece por nunca ter abandonado a mentalidade colonialista, racista e de saque.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

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