Com Trump nas capas e ainda ressabiados

(Por oxisdaquestão in Blog oxisdaquestao, 21/01/2025, revisão da Estátua)


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Foi evidente que os jornais nacionais foram adeptos ferrenhos de Joe Biden, aceitando todas as barbaridades que o seu governo criou e suportou, nomeadamente a guerra da NATO contra a Rússia feita pelos ucranianos no seu território, com as suas perdas de vidas e com o seu endividamento; a frase “até ao último ucraniano” que podia ser “até ao último palestino habitante de gaza” resume o espírito assassino da administração democrata que deu apoio a nazis e a sionistas, e, por fim na Síria, a terroristas confessos e praticantes, gente da Al Qaeda na versão Al Nusra de cortadores de cabeças e estupradores.

Alguma crítica ao imperialismo sob a alçada dos democratas é coisa que não existiu, porque a propaganda era outra e sempre justificava as atrocidades quer de nazis, quer de sionistas, quer das oligarquias anglo-ianques. É o reflexo da falta de isenção da informação ocidental que toma partido e faz do seu discurso uma apologética paga.

Afastado Biden da chefia, agora pela segunda vez e em definitivo, e tendo sido substituído por outro chefe imperialista, o discurso mostra-se dorido e ainda do contra; são as capas dos jornais que mostram o que ainda se passa.

Enquanto o novo dinheiro não chegar, Trump será o inimigo e a lembrança de Blinken-Biden será mantida nas almas dos jornalistas e na caixa do tesoureiro-guarda livros. O Ocidente criou esta situação, verdadeiramente degradante para os profissionais das redações e estes vão tirando proveito dela: podem até não ter nada de jornalismo nas suas mentes e atuações, mas já não interessa.

Quanto tempo vai durar este estado de coisas?

Pode acontecer que a NATO venha a opor-se ao Império? Que a UE-CEE deixe de ser servil aos gringos e ganhe alguma soberania?

Teremos agora o Império a agir sem rodeios comandado por Trump e seus agentes. Será interessante ver como os processos fascistas e de força aparecerão limpos da hipocrisia e mais pessoas vão passar a conhecê-los…

Fonte aqui

4 pensamentos sobre “Com Trump nas capas e ainda ressabiados

  1. Dizem que afinal a baleia encalhada se converteu ao Mrna e estão a pensar criar vacinas personalizadas e individualizadas co inteligência artificial. Se for verdade, parece que ainda não estamos livres de nos ver entre a mala e o caixão. Porca de vida.

  2. A vacinação COVID foi mesmo obrigatória em muitos sítios. Na Alemanha quem não se fosse vacinar no outro dia já não ia trabalhar. Se te tiram o pão da boca se não te fores vacinar, se não podes pagar as contas, se tens um crédito hipotecário para pagar, se dependes do emprego para continuar a ter casa e comida e te dizem que não voltas a trabalhar se não deres a vacina a coisa e obrigatória.
    Havia maneiras de contornar a coisa nomeadamente subornando enfermeiros pois que por lá o sistema e diferente, havia privados a vacinar e a malta pagava 300 euros para ser dado como vacinado no sistema e não meter porra nenhuma no corpo.
    Foi assim que muita gente se salvou. Uma hipótese que não tivemos aqui tendo sido arrebanhados como gado em centros de vacinação.
    Mas houve quem fosse apanhado e se visse quente.
    Houve gente a ser condenada a décadas de cadeia por alegadamente ter contagiado outras pessoas e causado a sua morte.
    Ainda há gente presa por alegadamente ter contagiado gente vacinada que morreu.
    A coisa só parou porque os sequelados começaram a ser demais para ser escondidos.
    Mas foi demasiado tarde para pessoas que após tomarem quatro doses daquilo ficaram mesmo sem conserto.
    Gente que apanhou anemias, cancros, intolerâncias alimentares e uma parafernália de efeitos que lhes lixam o que lhes restar de vida.
    Mas foi justamente por tantos sequelados que a vacina não se tornou obrigatória em toda a União Europeia como chegou a propor a Van der Pfizer.
    E arrepiante pensar que e só por tanta gente ter perdido a saúde e a vida que ainda estou aqui.
    Porque eu tinha mesmo de fugir pois que sabia que se desse outra ficava sem conserto nenhum. Por isso esses discursos fazia me gelar o sangue.
    Via me entre a mala e o caixão a pretexto de me tratarem da saúde.
    Nos Estados Unidos Biden cometeu o crime de tornar a vacina obrigatória para os funcionários públicos. Mais de 100 mil pessoas foram despedidas.
    Gente com famílias, contas para pagar, quantos dos novos sem abrigo não serão gente dessa?
    Gente que foi vilipendiada, insultada, levada de assassina, fascista, o que lhe quiseram por.
    Por cá foram esses discursos de ódio que me resolveram a ir tomar a coisa na esperança que não me fizesse mal ou se fizesse fosse uma coisa tão rápida que não me desse tempo para me arrepender.
    Conheço um sujeito que não se foi vacinar e queixava de que até assassino lhe chamaram dizendo que deveria ser deixado para morrer se adoecesse gravemente.
    Acabou por arranjar um certificado falso porque tendo uma loja havia clientes que tinham a lata de lho pedir.
    Quem não tinha o malfadado certificado era visto como um leproso, a propaganda foi eficaz.
    No meu caso, vi me a rasca com a vacina e depois levei com os tais discursos de ódio pois que até Bolsonaro me chamaram desejando que “tivesse azar”.
    Quem não queria dar xarope era bombardeado com notícias sobre gente que morria por não ter ido dar o reforço mas antes fazia um verdadeiro testamento lamentando ter se radicalizado e instando outros a proteger se. Como se alguém a morrer de pneumonia fosse capaz de escrever tanta coisa.
    Ou gente que quase morria e renascia convertido a bondade da vacina.
    Dessa vez não fui em contos.
    Sim, houve muita coisa que tornou a vacina praticamente obrigatória, mesmo que nao fossemos ameaçados com o desemprego a coberto da lei, desde medidas limitadoras da vida a puro terror psicológico com a cumplicidade mais uma vez dos presstitutos.
    Espero que por muito mal que aquela baleia encalhada traga ao mundo pelo menos no seu país os que foram vilipendiados, insultados, perderam o emprego por não se irem vacinar, sejam compensados.
    Que quem obrigou gente a vacinar se va preso.
    Que digam a países vassalos como Portugal que parem com o crime de fazer campanhas anuais de vacinação, fiquem se pela da gripe que essa sim se não fizer bem mal também não faz, a não ser justamente apanhar uma gripe forte.
    Esse atentado de telefonarem a gente com mais de 60 anos, convidando os a vacina, especialmente em terras de menor dimensão que em Lisboa teem mais que fazer, tem de acabar.
    Ou então vira outra doença e lá vamos nos outra vez.
    Por isso espero que pelo menos esta baleia encalhada tenha o mérito de complicar a vida aos vacineiros pelo menos tanto como eles complicaram as nossas.

  3. Vai ser bonito assistir às torções de espinha nos canais de informação e no debate político… não que tenham se retorcido pouco nos últimos anos (já só recuo ao princípio desta década)… é que a Administração Trump vai alterar toda a estrutura de Estado dos serviços de informação, secretos, polícia federal, departamento de justiça, inteligência externa…
    Vamos ver qual será a “carta branca” com o guião para a última metade desta década 2030, a primeira metade já foi tenebrosa, 5 anos de problemas mal resolvidos e acumulados, vindos da década do crash mundial nos mercados financeiros, e liderados por burocratas corruptos e incompetentes (a nova Lei dos Solos diz muita coisa sobre prioridades ambientais e ordenamento do território, por exemplo), políticos gananciosos (sempre a “subir na vida”) e sovinas (sempre a cortar no nível de vida de quem não pode “subir na vida” como eles), incultos (“Tratado do Atlético Norte”, “as 7 Quinas”) e cheios de húbris (“derrota estratégica à Rússia”), imbecis e autoritários (vacinação Covid-19 praticamente obrigatória, aglomeramentos de multidões nos locais de toma das vacinas, por vezes gerando confusões e motins).
    Mas desde que o circo continue, a pategada entretêm-se…

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