(In Observatoriocrisis.com, 27/11/2024, Trad. Estátua de Sal)

O sistema de armas russo Oreshnik é um xeque-mate para a NATO e os Estados Unidos. Todos os porta-aviões, todas as bases militares, todos os bunkers subterrâneos, todas as plataformas de lançamento de mísseis balísticos, estaleiros navais, etc. Eles podem ser destruídos com energia cinética NÃO NUCLEAR usando a “Hazel” (Oreshnik).
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Até agora, quase ninguém no Ocidente compreende completamente o sistema balístico de médio alcance “Oreshnik”, que a Rússia acaba de apresentar. A afirmação foi do observador político americano, professor da Universidade da Carolina do Norte em Wilmington, Mike Adams, conhecido como “Health Ranger”.
Adams afirma que “Hazel” (Oreshnik) é uma arma destrutiva e imparável de precisão cirúrgica, que não há proteção contra ela e que seu alcance é global. Agora o Ocidente deve retirar-se ou recorrer às armas nucleares, diz Adams, alertando que “provavelmente recorrerão às armas nucleares por desespero”.
Tiro o chapéu a Ted Postol, Scott Ritter e Brian Berletik, as únicas três pessoas que encontrei que entendem isso completamente. Fiz cálculos da energia cinética das submunições (usando estimativas de massa) e estudei o que é publicamente conhecido sobre esta arma neste momento. Minha conclusão? A NATO não está pronta. O Ocidente não tem ideia do que os atingiu.
O sistema de armas russo Oreshnik é um xeque-mate à NATO e aos Estados Unidos. Todos os porta-aviões americanos podem ser destruídos em questão de minutos. Todas as bases militares dos EUA, todos os bunkers subterrâneos, todas as plataformas de lançamento de ICBM, estaleiros navais, etc. Eles podem ser destruídos com energia cinética NÃO NUCLEAR usando a “Hazel” (Oreshnik).
Não existem tratados em vigor (tanto quanto eu saiba) que proíbam este sistema de armas, e ele não destrói infra-estruturas circundantes ou massas de civis.
É uma arma de ataque cirúrgico devastadora e imparável que basicamente lança raios metálicos do céu como o martelo de Thor ou o cometa de Deus. Ninguém está protegido contra ela, e o alcance desta arma, uma vez instalada em aceleradores intercontinentais, é global.
Agora o Ocidente deve retirar-se ou converter-se para armas nucleares. Provavelmente escolherão armas nucleares por desespero, mas que tenha cuidado.
A Rússia acaba de mudar o curso da guerra e conseguiu dominar o mundo. Ninguém na imprensa ocidental tem a menor ideia disso. Eles são muito estúpidos, muito inteligentes ou muito arrogantes para entender o que aconteceu.
É como jogar xadrez com Putin e pensar que você pode competir, e de repente a rainha de Putin joga um lança-chamas no tabuleiro e incendeia todas as suas peças, incendiando-as. Você pensou que estava jogando xadrez, mas Putin estava jogando outro jogo chamado “lança-chamas”. “Isto é muito sério”, escreve Adams na sua conta na rede social X.
. Fonte aqui.
Acabei de ver um clarão no céu, bastante intenso, e depois aumentou de intensidade para se extinguir num ápice. Isto no céu do barlavento algarvio (onde muita coisa pode ser observada, desde o Starlink a passar, até (aero)naves em voo silencioso de baixa altitude.
Quanto ao artigo propriamente dito, como é que o Ocidente não há-de ser estúpido, mais do que fazer-se de estúpido?
Um exemplo, Viriato Soromenho Marques foi duas vezes à RTP recentemente. Uma delas já mencionei (sem referir o pormenor que vou narrar de seguida), foi no programa Janela Global de Márcia Rodrigues, apenas com os dois. A outra foi ontem no programa É ou Não É? apresentada pelo faz-tudo Jorge Gabriel, sobre a possibilidade da Guerra Nuclear, inserido num painel com vários habitués pró-Guerra (portanto pró-NATO) e a própria Márcia Rodrigues como membro do painel.
Para se ver o grau de obscurantismo, pedantismo, desinformação e propaganda, vou então referir algo que foi comum às duas recentes aparições do VSM na RTP.
Pois bem, sempre que ele ia buscar a referência ao que ocorreu no Golpe de Estado da Praça Maidan, através do livro sobre esses acontecimentos e os vários assassinatos por snipers situados nas coberturas dos edifícios em redor da Praça, fazendo alusão ao livro do autor ucraniano que já aqui teve um artigo próprio na Estátua de Sal, e várias referências, foi interrompido e forçado a mudar de assunto, ou “silenciado”. Veja-se que ele procurava trazer algum foco e luz a esses acontecimentos citando o conteúdo desse livro (conseguiu, depois de ter uma “branca” à primeira, relembrar o nome do autor e o título do livro), mas por duas vezes foi bloqueado e quase impelido a não o fazer.
Escusado será dizer que nenhum dos seus companheiros de painel e/ou entrevistadores tinha qualquer interesse em desenvolver esse tema, e acompanhar a linha de raciocínio de VSM (muito mais polido e neutro do que nos seus artigos habituais, por aqui publicados, para não ser hostilizado).
E esta, hein?
*o apresentador do É ou Não É? é o Carlos Daniel. Jorge Gabriel é (ou foi) outro faz-tudo da RTP.
Sobre o mais interessante, o clarão nocturno ocorreu cerca das 22H51.
Não vi a origem (só via parte do céu de onde estava, debaixo de um telheiro), só vi o clarão e por isso não posso descrever o que emitiu a luz, só referir a usa grande intensidade que ainda aumentou mais por breves instantes para de súbito se desfazer, e de que zona do céu vinha (foi visível por uns 3 segundos).
Quanto aos que querem permanecer ignorantes, nada podemos fazer. Aos que os fazem ignorantes sabendo-o, ainda menos. Só podemos “avisar a malta” que, mesmo distraída ou alienada, não se fecha dentro da concha da sua ignorância.
*23H51.
Bem visto. A escumalha não facilita…
Isto significa muito, significa por exemplo que há raciocínios, referêcias bibliográficas, dados que são considerados praticamente “blasfemos”, quase sem direito a serem expressos, mesmo em painéis onde quem os expressa está isolado e é (auto)contido, face aos restantes, que além de serem a maioria absoluta e esmagadora representada, desdobram-se na função de pivots, comentadores e editores de conteúdos de (des)informação.
Vamos ver, até no sistema judicial ocidental é permitida a apresentação de uma defesa por oposição à acusação, seja esta do ministério público (representando o Estado), seja numa litigação particular. Na comunicação social pública este princípio de tese e antítese é completamente manipulado, pelo que as sínteses extraídas de cada um destes programas (estamos a falar do canal público, a RTP, nos outros ainda é mais manipulado) são, em consequência, parciais, desfiguradas, desequilibradas, enganadoras…
… e depois a responsabilidade é completamente despejada em cima do cidadão comum, sem preparação para perceber estas manipulações e distorções da realidade, e mesmo que tenha preparação, sem disponibilidade ou sem tempo para o fazer por si.
Quem elabora estas distorções da realidade é em primeira e última análise o responsável principal pelos seus efeitos, as pessoas ou querem saber disto, ou não, mas a responsabilidade pelos conteúdos de desinformação e propaganda não é delas, a responsabilidade que têm é de permitirem que isso influencia a sua percepção da realidade e a forma como agem sob essa influência.
Este tratamento dado à informação em todo o mainstream midia ocidental, manipulando a realidade para manipular as percepções do público, faz parecer que a oposição ao “partido da (3.ª) Guerra (Mundial” é apenas partilhada por uma percentagem da população ultra-minoritária, mais!, faz parecer que Viriato Soromenho Marques, que a representa, é apenas um “maluquinho iludido seguindo em contramão” (estilo Mr. Magoo), numa via onde todos os outros ceguem certos e direitos, no sentido correcto. Pura ilusão, uma vez que a (troca
de) informação, argumentos, discussão, nunca teve sentido único, é uma via de dois (ou mais) sentidos, uma rotunda, ou uma praça se quiserem. Mas estas “alegorias” ou metáforas são usadas e impregnadas sub-conscientemente, e depois reforçadas ardilosamente por estes expedientes.
Mas se quiserem posso arranjar também uma alegoria, ainda mais forte e abrangente, para aquilo de que se trata, na verdade, aqui: “Foi assim que a Alemanha perdeu a Guerra” (com todos a seguirem o mesmo sentido e quem fosse no contrário isoladamente é que estava enganado”. Podem usá-la quando quiserem, senhores pivots/comentadores de política, desporto, sociedade, cultura/editores de conteúdos da RTP, não é minha e só pedi emprestada.
*seguem certos e direitos (cegos)