(Joseph Praetorius, in Facebook, 06/11/2024)

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A notícia do dia é a exautoração do jornalismo a soldo, e completamente isento de qualquer verdade.
A exautoração do jornalismo dos serviços de inteligência, espalhando por todo o mundo as mesmas minutas e as mesmas versões, as mesmas pretensas análises, com os – diversos embora – pretensos especialistas a bolçarem, em todas as latitudes, as mesmas pretensas conclusões.
Não há precedentes de tal desprezo pela verdade, nem de tal denegação do direito à informação.
Hoje, foi tudo raso.
E importa notar que a insolvência é uma boa sanção, mas não pode ser a única. (Outra vez se anuncia o encerramento da Visão, entre nós, mas é pouco). Isto são estruturações delituais. E deve caber-lhes o devido processo que as ponha em situação de não poderem repetir.
Hoje, por rebelião popular norte-americana, quem tentou matar Trump foi politicamente morto. A desproporção dos números fez impossível qualquer fraude, que em pequenas margens teria seguramente ocorrido.. Só falta encarcerar, corrido o devido processo – e sem possibilidade de condicional – os Clinton, os Obama, os Biden, entre outros. Que se finem onde devem estar.
Agora Trump fará as contas que sempre fez em política externa. Nada de altissonante. Nada de épico. Indagará simplesmente o que pode lucrar-se com cada posição. Abandonará com alguma segurança as que só traduzem prejuízo. E com alguma verosimilhança, as que não deem lucro.
Isto, por si só, é uma grande vitória do sossego possível.
Claro que na UE reina já o pânico. Os serventuários franceses e alemães da pretensa defesa vão reunir-se de urgência. Eles que reúnam.
Os europeus continuarão presumivelmente com as mesmas incumbências: comprar armas americanas, comprar gás americano, transferir para a América as indústrias de maior prestígio, com os seus técnicos mais relevantes. Quem tenha passado africano deve deixar África, para os americanos poderem disputar diretamente as matérias primas em presença. Nos governos europeus só serão admitidos serventuários aptos a garantir bom serviço a estes objectivos.
Não excluo, evidentemente e infelizmente, a possibilidade de nova tentativa de assassinato do presidente americano eleito, nem o eventual êxito dela. Lidamos realmente com gente crudelíssima. E perigosíssima.
(Queira Deus libertar-nos, ou consentir que nos libertemos de tal corja e das suas multidões de caudatários).
É o ocidente submisso dos interesses Yankees, que temos, e uma CS ao serviço da desinformação…
Exautoração??? Como se atrevem? De facto a língua é a construção do pensamento, mas tem regras e a sua construção por si só em torno de uma ideia não justifica tamanho disparate
Eu cá por mim apostava antes na língua como expressão do pensamento e não neste a ser construído por aquela!🥸