A cambada vai continuar a aldrabar pois não tem vergonha nenhuma

(Major-General Raúl Cunha in Facebook com imagens de Sófia Smirnov in Telegram, 07/11/2024)

Vejam bem as bojardas que esta cambada de palhaços e de indigentes mentais andaram constantemente a repetir com a complacência e incentivo dos canais de TV da Tugalândia, para “moldarem” as cabeças do nosso povo.

Sempre quero ver se esta massa de imbecis agora será capaz de se retratar – de facto, alguns já começaram a esboçar um volte-face, como bons animais rastejantes e sem coluna vertebral que são.

Portaram-se mesmo como uns miseráveis e abjectos servos dos interesses instalados nos “states” e foram ainda mais sabujos que os próprios comentadores e media americanos.

Permito-me salientar, devido à enormidade do seu faux-pas, o Meia-Leca e a Catherine Deneuve, que até têm pretensões de vir a ocupar a cadeira do Marcelo.


Imagens de algumas das declarações dos aldrabões


E para terminar:

A Estátua de Sal precisa da sua ajuda. Click aqui.

28 pensamentos sobre “A cambada vai continuar a aldrabar pois não tem vergonha nenhuma

  1. Sobre os pretendentes à cadeira de Marcelo: não teria bastado chamar-lhes “aldrabões sem vergonha na cara”? Os “Meia-Leca e a Catherine Deneuve” eram, mesmo, imprescindíveis?

  2. A mim foi mesmo o Dentinho que me abriu os olhos. Alias, toda essa campanha foi um abrir de olhos.
    Como quando na SIC me tentaram vender os jihadistas com túnicas até aos pés e barbas ate a cintura como aqueles que libertariam o povo libio então a ser fortemente bombardeado pela canalha ocidental.
    Por sinal estavam a tentar branquear uma gente muito pouco lavada.
    Foi aí que, por minha iniciativa, nunca mais mainstream.
    Se vi a celebre reportagem do Rodrigues dos Santos na Grécia foi porque estava em casa de gente que ainda caia nisso e outro remédio não houve senão gramar.
    Durante algum tempo cai na asneira de ler alguma coisa escrita e isso foi determinante para ir meter no corpo um veneno que me fez ver a morte com enxada e tudo.
    Foi um editorial escarrando ódio da então directora da Visão contra quem não se fosse vacinar que me levou a pensar no risco de vida que correria caso entrasse num hospital com o bicho na qualidade de não vacinado.
    Depois de me ter visto quente com a vacina isso também acabou, de vez.
    Agora fico me pelas gordas no Google e umas vezes indigno me outras da me vontade de rir.
    Como a narrativa que já corre sobre os intensos combates entre os heróicos nazis e os ogres mais pequenos norte coreanos.
    Estes últimos sendo furiosos consumidores de pornografia ocidental.
    E os ucranianos até já aprenderam como manda los renderem se.
    Realmente essa gente nunca vai desistir de nos vender aldrabices a preços módicos.
    Não teem mesmo vergonha nenhuma no focinho.

  3. O meu espanto ,ao ler a visão de hoje , que induz o o leitor mais desatento, que a Kamala ( uma genocida , ganhou as eleições dos EUA. Para Trump, postei na rede social o homem rã do bom Vieira. Pois, para Kamala , postei a Marilu do mesmo.

  4. CNN – Miguel Sousa Tavares: «Donald Trump ganhou fora das elites, que não é uma questão estritamente norte-americana. Está a atravessar todas as democracias e não só, é uma questão candente, muito graças à desinformação que corre nas redes sociais, que alimentam populismos. Há revolta das massas contra as elites, viu-se nos Estados Unidos, mas não apenas”.
    Não há de haver, não, revolta contra as «elites», bastando observar a «natureza» delas que o Major-General, com coragem, denuncia e a desinformação, igualmente, denunciada, que elas promovem , não nas redes sociais, mas nos palcos das televisões onde MST comenta e vedado às «massas»!

  5. Em termos de compromisso com a verdade a RTP não ganha efectivamente as suas concorrentes privadas.
    A prestação do Dentinho a atribuir a factores meteorológicos o facto de a populacao de Tripoli não ter vindo para a rua festejar a libertação trazida por bandos de jihadistas a soldo do império e inesquecível.
    Como inesquecível e a reportagem do Rodrigues dos Santos na Grécia no mês de Janeiro do ano da Graça de Deus Nosso Senhor de 2015 em que o homem garantia que os desgraçados que passavam na rua tinham de certeza dito que eram coxos para receberem um subsídio entre muitas outras pérolas fazendo eco de todas as fake news e mais algumas que nessa altura corriam sobre um pais martirizado pela miserabilizacao onde a única assistência medica a que 20 por cento da população tinha acesso eram tendas geridas por medicos voluntários, 20 por cento das habitações tinham a luz cortada, crianças desmaiavam de fome na escola e gente recuperava “receitas” do tempo da ocupação nazi.
    Nos conflitos recentes faz diapasão contra a Rússia e também fala da guerra entre Israel e o Hamas.
    Portanto em termos de informação estamos bem servidos tanto no público como no privado.
    Mas claro que privatizar ou praticamente desactivar a RTP não vai contribuir em nada para fazer os privados ter mais respeito pela verdade.
    No caso dos jornais, se querem ser privados e se querem encher nos de aldrabices teem de se aguentar se ninguém já os quiser ler ou ouvir.
    Não teem de ser os contribuintes fartos de aldraboes a subsidia los para ser brindados com norte coreanos consumidores de pornografia e outras pérolas.
    Vão ver se o mar da choco.

    • Eu já sabia que a burro dado não se olha o Dentinho… lol

      Mas essa cena de Tripoli tinha-me escapado. Esse gajo não presta mesmo!

      Tu já tinhas dito isso noutro comentário, mas tinha-me esquecido de comentar a agradecer-te por mais essa informação.

      Aquilo na RTP (e restantes bordéis, SIC, TVI, etx) está como no fundo de um esgoto.

      No meu caso, há cinco momentos que nunca esquecerei das PRESStitutas portuguesas:

      — quando o Bernardo Ferrão do “Polígrafo” da SIC falou da Crise do €uro que afectou tantos países, mas chamou-lhe “crise sa dívida do Sócrates”… ele é que precisava se ser poligrafado!

      — quando a Daniela Santiago, na Catalunha a olhar para civis sentados no chão a cantar, os designou como “protestos violentos dos nacionalistas Catalães”, mas depois, para a polícia violenra do regime de Madrid, enviada para dar paulada a quem queria votar no referendo, e que até atropelou gente, e fazia drive-by com a porta da carrinha policial aberta e a disparar balas de borracha contra civis pacíficos de todas as idades, ela nunca usou a verdade (violência ou repressão policial), mas chamou-lhes apenas “forças da ordem”.
      Isto marcou-me ainda mais pois com pouca diferença temporal a mesma RTP tinha apresentado os protestos violentíssimos em Hong Kong, onde alguns golpistas tinham o desplante de usar bandeiras anglo-americanas e até cartazes do Trump, de incendiar os centros comerciais e disparar flechas contra os polícias, e a RTP (e restantes bordéis da PRESStituição) chamaram-lhes só “activistas pró-democracia”…

      — quando o Cláudio Calhau da RTP foi à Ucrânia a uma aparente trincheira em construção e apresentou um “defensor da nossa liberdade e democracia”, que tinha no equipamento militar a bandeira vermelha e preta da UPA ou OUN que são organizações de facto nazis que já vêm do tempo do Hitler.

      — quando o Carlos Daniel, da RTP, num debate com pessoas de cada um dos partidos (para o qual só abri uma excepção para ver por curiosidade sobre as eleições em Portugal, mas logo me arrependi e desliguei a TV), e já com o genocídio na Palestina a decorrer, não perguntou sobre isso a ninguém dos partidos mais apoiantes/tolerantes do nazi-sionismo do PS, PSD, etc, mas assim que chegou o momento de dar a palavra ao do PCP, nem falou de mais nada, mas colocou logo assim a questão para que o do PCP ficasse logo KO à partida, e passo a parafrasear pois nesta não lembro exatamente as palavras: “como é que vocês justificam a vossa posição polémica na guerra do Putin contra a Ucrânia”…
      Sendo que a posição “polémica” é ser a favor da paz.

      — e finalmente, numa das últimas intervenções que permitiram ao Alexandre Guerreiro fazer na SIC, em que ele tentava apenas e só fazer uma análise factual sobre as origens do conflito, uma das PRESStitutas da SIC, desta nem me lembro do nome, só sei que é uma das pivots com mais quilometragem… ela interrompeu-o (como nunca fez ao outro que, segundo sei, é casado com uma Ucraniana e portanto isso torna-o num “expert”…) e na interrupção fez esta manipulação emocional para destruir a intervenção FACTUAL do Alexandre:
      “mas você não tem pena das criancinhas?”
      E pensar que esta puta nunca fez esta pergunta aos defensores da NATO, dos EUA, da Ucrânia, ou de Israel, só me deu ainda mais nojo.

      Houve muitas outras pouca-vergonhas e mentiras e manipulações que vi na RTP, SIC, TVI, Euronews, e companhia, antes de decidir deixar completamente de os ver, mas estas foram das que mais me marcaram. E estou certo que se tivesse visto, essa do Paulo Dentinho também estaria na minha lista.

      Este putedo não merece o oxigénio que respira! Era metê-los num gulag bem isolado e congelado na Sibéria, e nem um grama teria de peso na consciência!

      PS: eu só comecei a abrir os olhos para esta vergonhosa realidade da PRESStituição/FakeNews algures durante a Crise do €uro e acima de tudo nos primeiros tempos da Geringonça, muito com a ajuda de um projecto chamado Os Truques Da Imprensa. E tu (e vocês), quando é que começaram a abrir os olhos? A perceber que vos mentem e manipulam todos os dias em todos os canais/jornais main stream durante 24 h/dia e 355 dias/ano?

  6. Uma coisa é ter-se uma televisão pública suportada pelos nossos impostos, tal como se suporta uma escola pública, um hospital público, etc., mau grado a RTP muitas vezes deixar a desejar em termos de isenção jornalística e de pluralismo noticioso. Outra coisa, é subsidiar, não a pequena imprensa local prestando um serviço público, mas os grandes órgãos de comunicação social, propriedade e ao serviço do grande capital, numa política de privatização de lucros e socialização de prejuízos!

    • Olhando a questão só do ponto de vista Público VS Privado, é demasiado redutor.

      Se for o Estado a financiar, todos pagamos até pela propaganda feita comtra os nossos interesses.

      Se for só o Privado, então tens a garantia de que as PRESStitutas aó obedecem ao chulo dono da empresa Privada.

      E mesmo no cenário “ideal”, utópico, de uma imprensa mesmo livre, onde ninguém obedece nem ao Estado nem ao dono da empresa que detém o jornal, pois a redação é 100% blindada de influências/pressões vindas de fora do local de trabalho dos jornalistas, mesmo nesse cenário há ainda o problema do financiamento: quem paga a publicidade é que manda. Ou seja, não manda o próprio patrão/dono, mas mandam os outros patrões/patrocinadores todos.

      Esta questão é muito maia compexa que o Público VS Privado. Diria até que o Público VS Privado é o que menos interessa neste problema. Porque se tiveres os mecanismos para assegurar imprensa isenta, honesta, independente, e plural, então isso quer dizer que asseguraste que não há diferença nenhuma entre Público e Privado.

      O problema, e aqui ninguém tem a resposta certa ou completa, é como se chega a esse ponto, quase utópico, em que se assegura que todos os jornalistas são gente bem formada, sem preconceitos, capazes de deixar a subjectividade de lado, protegidos de toda e qualquer influência/pressão externa, e gente que vice só para descobrir e difundir a verdade, sem andarem preocupados com o salário no final do mês, sem andarem com a corda ao pescoço como acontece actualmente.

      Eu digo-te o que penso sobre isto: tal como se percebeu que não podia haver só Público e Privado, mas que era preciso também o chamado Terceiro Sector, ou Sector Social, a resposta para o problema da comunicação social passa por criar um novo estatuto: o Quarto Sector, ou Sector Comunicacional.

      Financeiramente, deve haver um orçamento único para TODOS os média.
      Este orçamento deve ser totalmente cego (no mesmo sentido em que a Justiça é cega), e os contribuintes (Estado) e os patrocinadores (Privado) devem lá colocar o dinheiro de forma conjunta e indistinguível.

      Os gestores de tal fundo não são funcionários do Estado nem assalariados do Privado. São pagos com dinheiro do próprio fundo, e são Funcionários do Quarto Sector, ou do Sector Comunicacional.

      A distribuição de tal orçamento não deve ser feita pagando a nenhuma empresa (seja Estatal ou Privada), mas sim directamente ao próprio jornalista, sem intermediário.

      E o valor que se paga a cada jornalista deve ser parcialmente proporcional à qualidade dos seus artigos, que devem ter três avaliações ponderadas:
      — a avaliação do artigo feita pelos pares;
      — a avaliação do artigo feita por quem o leu todo;
      — e a quantidade de pessoas que leu o artigo na página original em que foi publicado (sendopara isto importante proibir a sua publicação em redes sociais, e só permitir a publicação de pequenos excertos acompanhadoa do link).

      Os patrocinadores irão pagar para ter a sua publicidade distribuída pelos artigos numa lógica semelhante, mas de forma lógica mais aleatória, para que o patrocinador A ou B não saiba se vai estar a financiar o jornalista C ou D.
      Acaba-se essa influência externa.

      Da mesma forma, o dinheiro do Estado vai parar a todos os jornalistas que o merecem, sem que haja qualquer apadrinhamento de “jornalistas” obedientes, e sem que o Estado tenha qualquer controlo sobre o que se diz.

      Uma coisa que será disruptiva, para além do fim dos patrões nesta área, é a total mudança de paradigma para os editores. Os jornalistas deixam de depender deles, e nos casos em que certas publicações escolham continuar a rer um editor-chefe para a redação manter um ceeto nível/coerência, essa edição será apenas indicativa, e nunca colocará em causa a independência e o emprego do jornalista, que passa assim a ter o poder (e a responsabilidade) final sobre o que publica.

      Para garantir que não há abusos, com mentirosos a publicar fake news seja porque razão for, deve haver uma segunda entidade desse Quarto Sector, independenre da primeira, mas partilhando o orçamento estritamente necessário à sua actividade. Que actividade? A classificação das notícias como sendo totalmente verdadeiras (totalmente confirmadas de forma independente), como sendo problemáticas (fontes que não podem ser comfirmadas, ou argumentação/adjectivação menos objectiva), ou como sendo mentiras.

      Os jornalistas que publiquem a verdade, têm financiamento completo.
      Os problemáticos, ficam.aob observação e caso repitam o feito, têm penalização progressiva (dependnendo do total do seu rendimento e do número de vezes que repitam o problema), e os mentirosos são expulsos da Ordem dos jornalistas e para sempre impedidos de aceder ao financiamento do Quarto Sector.

      Se o que proponho tem um financiamento que depende do mérito, como se garante que jornalistas jovens, inexperientes, passam tempo suficiente na profissão com um rendimento que lhes permite viver decentemente, e crescer em qualidade sem a preocupação da corda na garganta?
      Aqui deve-se implementar um estágio de vários anos com remuneração base garantida, pata todos os recém-formados no curso se jornalismo.
      Ao fim de X anos, o estágio acaba. Sobre vivem os melhores e mais honestos. Só se perde quem não tinha mérito nem vocação para o jornalismo. É o Darwinismo no seu melhor.

      Nota 1: cada país que implemente tal coisa escolherá qual a percentagem do orçamento do Quarto Sector que aceita fundos do estrangeiro, se aceita só de empresas internacionais ou também de outros países (e quais), ou se não aceita financiamento externo nenhum.

      Nota 2: seria preciso quebrar a espinha aos actuais interesses instalados, e fazer uma autêntica guerra contra os Privados que neste momento se sentem donos dos “jornalistas” e senhores da opinião pública.

      Nota 3: muito actual mau jornalista, e muito propagandistas bem pago, fariam uma campanha contra tal medida, escrevendo diariamente contea isto, tentando levar a opinião pública a ser contra isto. O governo que tentasse implementar tal medida, teria de usar colete à prova de bala e mesmomassim estar preparado para levar com algumas de raspão (num sentido mediático, não num sentido literal).

      Nota 4: um pequeno grupo de snobs/”elites” que hoje em dia sãp a espinha dorsal dos subscritores dos actuais jornais, também torceria o nariz ao facto do seu dinheiro passar a financiar todos em vez de aó financiar alguns, mas sinceramente estou-me cagando para este gente. São uma minoria pequeníssima, e o financiamento e preferências foi o que nos trouxe ao estado actual de podridão total.

      Nota 5; se não fui óbvio antes, deixo agora claro: esta Quarto Sector seria um garante de total democracia no acesso à informação, visto o conteúdo ser pago por tal fundo, ou seja, o conteúdo seria totalmente gratuito do ponto de vista do utilizador (como o SNS seria, se o PS nunca tivesse violado a Constituição…).

      Nota 6: teria de haver uma restrição à liberdade de imprensa na definição actual, pois as públicas diretamenre financiadas pelos Privados teriam se ser proibidas. E os jornalistas incapazes e os propagandistas não poderiam rer a liberdade de publicar as suas coisas a troco de avenças ou crowfundings ou tretas desse género. Só mesmo a publicação gratuita, financiada pela Quarto Sector, e de acordo com a regra básica (publicar a verdade), é que seria permitida, usando a definição de JORNALISMO, e um símbolo de garantia.

      Nota 7: para publicações de OPINIÃO gratuitas ou financiadas por crowdfunding, a nota 6 não se aplica. Toda a gente é livre de pensar o que quiserz e de o dizer em público. Mas essas publicações deviam aer obrigadas a ter na sua primeira página em destaque o tal símbolo de OPINIÃO.
      Seria uma forma simples de todos nos enterdemos e evitar aldrabões a fazerem-se passar por “notícias”.

      Então, o que achas? Não fica agora óbvio como é redutor, inútil até, ridículo mesmo, andarmos na actual conjuntura a diacutir se este ou aquele média é Público ou Privado, e se o Estado (o regime actual) o financia assim ou assado?

      O que acham? Isto é só um arranhar da superfície desta questão. Muita coisa fica ainda por falar. Como se resolve o actual problema da influência cultural/imperial que já é dominante na própria classe jornalística. Como se define qual é o tamanho do orçamento de tal Quarto Sector. Etc.

      Mas de uma coisa tenho a certeza: seria muitíssimo melhor que a pocilga que temoa hoje em dia na PRESStituição dos MainStreamMedia ocidentais. E seria um exemplo que teríamos a dar aos regimes autoritárioa fora do ocidente. Isto sim, seria uma ideia, um valor, difno de ser exportado, sem quaisquer segundas intenções nem qualquer influência/imposição sobre os outros visto tratar-se simplesmente da arquitectura de um sistema que garante total liberdade e qualidade de imprensa.

  7. Nao sei se o comentador anterior está a pensar na RTP e na sua eventual privatizaçao, ja que é tao má ou igual às que ja sao privadas. Se é nisso que está a pensar, tenho de discordar profundamente por que de facto até pode ter alguma razao, mas está a esquecer o principal: é que um bem público, mesmo se mal utilizado, continua a ser um bem público e a rota pode em qualquer alturam ser revertida, o mesmo nao acontece com os bens que sao propriedade de privados. Portanto, como estratégia para procurarmos uma organizaçao social, politica e economica nova mais condincente com os nossos inerresses enquanto seres humanos, impoe-se estar sempre contra as privatizaçoes do que é de todos, lutando para que esses bens sejam em beneficio de todos, nunca alienados a terceiros. Nao perceber isto é, em minha opiniao pura miopia política.
    Portanto a palavra de ordem tem de ser “privatizaçao é privataria ” ( o mesmo é dizer : gatunagem, ladroagem) e é esse o objetivo dos capitaes do neolibrealismo, nao o perceber é fazer o seu jogo.

    • Não sei se era comigo, se era para mim, foi completamente ao lado, pois não falei em privatizações de canais públicos, nem em nada semelhante. Referi comentadores que por acaso até se dão melhor nos canais privados que nos públicos. Nos canais públicos também aparecem outros parecidos, e alguns destes de vez em quando, que não têm contratos de exclusividade com a SIC ou a TVI/CNN (nem vou falar no NOW, que pelo pouquíssimo que vi é uma CMTV em tons de azul, nem desta última tablóide vermelha), mas nem sequer referi alguns deles, pois de alguma forma há um pouco mais de rigor jornalístico (ou melhor, é a mesma coisa, mas têm de parecer um pouco mais isentos e respeitadores da ética e deontologia profissional, e como têm um cariz público tentam não ser a voz do dono como acontece nos outros canais). Mas as promoções à Ucrânia continuam lá, a passar nos tempos mortos diariamente, e quanto à Palestina passam uma ou outra de vez em quando, para não parecer mal. E se na SIC há um Rodrigo Guedes de Carvalho e na TVI um José Alberto Carvalho, na RTP temos um José Rodrigues dos Santos que escreve livros como o Mágico de Auschwitz e vem promovê-lo no canal onde trabalha, dizendo entre outras pérolas que os campos de concentração do III Reich (Alemanha Nazi) até tinham boas condições pois havia escolas, creches e bordéis para os prisioneiros!
      Mas isto nem sequer pode ser contrariado por supostas teorias da privatização, pois são factos. E quanta desinformação já estes três pivots de telejornal, estes rostos da informação nacional, já passaram nos últimos anos… alguma dela tão ridícula que até mereceu reparos e correcções dos canais que representam, tentando sempre ilibá-los.

    • Se foi para o Chico Ferrugem, ele também não disse mentira nenhuma. No tempo do António Costa (penso que no seu penúltimo governo ainda), o Estado viabilizou uma verba de 15 milhões de euros (3 milhões de contos em moeda antiga – escudos) para subsidiar os orgãos de comunicação social nacionais, incindindo sobre a imprensa, sobretudo -que já estava em perda e em prejuízo, pois as pessoas deixaram de comprar pasquins e panfletos propagandísticos e de desinformação subsidiada pelas corporações, pelas organizações supra-nacionais e pelo próprio estado.
      Penso que ele se refere não aos custos de ter uma radiotelevisão pública, mas sim a esses subsídios e outras coisas semelhantes. É assim que se promove guerras do outro lado da Europa ou do Mundo, vacinas de eficácia duvidosa e efeitos secundários potencialmente perigosos à descrição, as bazucas da Úrsula depois de “vai ficar tudo bem” com arco-íris e unicórnios, que acabam desviadas para subsidiar máquinas de guerra de regimes fascizantes, lavagens de imagem de políticos caídos em desgraça e promoção de desgraçados arrivistas e demagogos a políticos de primeira importância, etc… isto e os artistas pimba e os comentadores pumba do momento…

      • *incidido
        Para concluir, estou de acordo com o Chico Ferrugem, o estado não tem nada que andar a patrocinar orgãos de comunicação social caídos em desgraça (porque mal geridos ou falidos, usados por grupos financeiros e conglomerados mediáticos como barrigas de aluguer para notícias falsas, desinformação, propaganda, conteúdo tablóide).
        Há pessoas que trabalham com ética e deontologia profissional (nesse e noutros sectores) e não têm qualquer benesse do Estado com subsídios e apoios salvíficos.
        Aliás, esse tema até já mereceu pelo menos um artigo aqui na Estatuária, penso que a fonte era a Página Um (ou o 74 ou lá como se chama)… um artigo bastante acutilante sobre estas situações “atípicas”.

        • *incidindo
          A palavra deu-me luta.
          Agora só falta o Estado pôr-se a pagar folhetins e panfletos de distribuição gratuita como o Folha Nacional (em que 80% do conteúdo é propaganda ao Patega).
          No fundo, subsidiar Correios da Manhã e Diabos e Diários e Jornais de Notícias acaba por ser a mesma coisa… o controlo dos conteúdos (desinformação, propaganda) é que muda, a função é a mesma.

    • Percebo que o teu coração está do lado certo ao falares da questão Pública-VS-Privada para a RTP.

      Mas deixa-me colocar-te questões para pensares melhor sobre o assunto:

      — que bem fez ao país a RTP ser pública durante a ditadura fascista de Salazar?
      NENHUM

      — que mal teria feito ao 25-Abril se durante e após a Revolução aquele canal fosse (à partida) e se mantivesse Privado?
      NENHUM

      — se as pessoas na RTP mentem e aldrabam tanto como as dos Privados, e se estes canais Portugueses propagandam e manipulam até mais que a CNN e FOX juntas, e se a esmagadora maioria dos portugueses nem sequer sabe que está a ser enganada e confia neles, então como é que ainda podes acreditar que isto pode mudar de rumo nos média, sem antes haver uma mudança de rumo no regime?
      ILUSÃO ou INGENUIDADE

      A minha conclusão é esta: deixei de ver estes esgotos a céu aberto. Aliás, fartei-me de rir com estes printscreens pois nem fazia ideia que a loucura colectiva tinha chegado a tal nível.

      Portanto, se a RTP é pública ou privada, a mim que gosto de me informar e não ser enganado, não me faz diferença menhuma. Não vejo.

      E tenso eu crescido o suficiente para deixar a fase da ilusão/ingenuidade para trás, e sabendo hoje com tosa a certeza qual a natureza do regime em que vivemos, então também sei que a RTP ser privada ou pública, não faz diferença nenhuma no quadro geral, pois a RTP ( e restantes bordéis ocidentais das PRESStitutas) só vai mudar quando o regime mudar também.

      Até ao próximo 25-Abril (ou melhor, até a restauração da Liberdade, Democracia, e Independência do país) nada vai mudar.
      Tanto faz a RTP ser do Estado ou do Balsemão, tanto fez veres a RTP ou a CNN Portugal ou a SIC ou a Now ou a TVI ou a CMTV, e tanto faz votares no BE ou no Chega ou em qualquer outro cagalhão lá pelo meio. Nada disso muda o que quer que seja no essencial. A natureza do regime continuará a ser a mesma, e a aldrabice e manipulação nos média continuará a ser a mesma.

      Preocupa-te antes em investires o teu tempo a ler muito e a informares-te através de outros meios, ou alternativos no Ocidente, ou de outros países. Não confies em ninguém, não dependas de uma só fonte, e cruza informações.
      Neste momento, os seres revoltados mas ainda pacíficos como nós não podem fazer mais nada.

      Em breve teremos a escolha (ou sucessão de escolhas) perante nós: paz, ou mais imperialismo genocida. Nesse momento, quantos mais de nós estiverem bem informados, melhor será para todos.

      Vamos mandar homens portugueses para as trincheiras na Ucrânia ao lado de nazis? Ou vamos deitar abaixo o governo que tomar essa decisão?

      Vamos dar outro tiro nos pés e fazer sanções contra a China na guerra proxy que Trump se prepara para iniciar?
      (porque é esse o desígnio da continuidade total da política externa do império, que pode ser verificada ininterruptamente desde Bill Clinto até Trump 2, passando por Bush, Obama, Trump 1, e Biden)

      Vamos gastar mais na NATO, a mando de Biden/Trump/etc, e vamos continuar a destruir o estado de bem-estar na Europa, e a ver a Direita Fascista cavalgar no descontentamento, ou vamos perceber o que se passa e recusar dar ouvidos aos belicistas coreuptos?

      Vamos continuar na morte lenta no €uro que tanto mal faz a Portugal, e a condenar meio mundo à morte lenta devido ao domínio do dólar, ou vamos acompanhar o progresso para um Mundo multipolar de nações soberanas que cooperam numa lógica win-win?

      Vamos opor-nos ao colonialismo racista e ao genocídio, ou vamos continuar a ser amigos de nazi-sionistas?

      Etc.

      Tudo isto são coisas que vão acontecer nesta década. No actual regime, as PRESStitutas farão sempre propaganda/manipulação para o lado errado. Sempre! Quer sejam públicas ou privadas. E o país irá sempre fazer as “escolhas” erradas. Coloco entre aspas pois quem vota sem saber o que se passa, não está a escolher. E eleições feitas assim, têm ZERO legitimidade.

      O que interessa para nós, individualmente, não é se o bordel da RTP é gerido por putas Privadas ou putas deste regime.
      O que interessa é mudar de canal, fechar a TV, encerra o Facebook, fazer logout do X/Twitter, etc, e passarmos a estar bem informados via fontes alternativas, ou melho, ganhar o hábito de sermos os nossos próprios jornalistas, em vez de dependermos das vontades das PRESStitutas e dos chulos delas a casa momento.

      E colectivamente o que interessa não é o que se passa em sondagens e eleições de farsa totalmente ilegítimas neste Portugal vassalo, colonizado, nesta €uro-ditadura fascista, neste império anglo-americano criminoso de guerra, e neste ocidente coletivos nazi-sionista genocida.
      O que interessa é vivermos o suficiente para ver o dia em que as chaimites e tanques vão novamente apontar as armos e os canhões aos Ministérios em Lisboa.
      Só então haverá novamente verdade nas vozes de quem grita Liberdade, em vez da actual palhaça em que Vascos Lourenços e Ramalhos Eanes ridiculamente ainda celebram sem nada real para celebrar (serão traidores ou será só falta de noção?).
      Só então os cravos voltam a ser verdes e vermelhos.

      Até lá, tanto faz que o orelha da RTP repita as mentiras que lhe foram transmitidas pelo regime (i.e. pelo liaison do império dos EUA encarregue da propaganda na sua colónia Portuguesa), ou que repita as mentiras que lhe foram dadas pelo empresário que faz parte de um clube Bilderberg ou o raio que o parta.
      Só nos resta fazer figas para ver se sobrevivemos a esta fase de degradação do império, a mais perigosa de todas, pois ele ainda não foi derrotado, mas já comete loucuras devido ao medo que sente perto do fim da sua hegemonia.
      Imagina que chegamos a 2050 vivos, sem a M.A.D. ter extinto a humanidade num holocausto nuclear. O que é que interessa se a RTP era propriedade deste boi ou daquela vaca?

      O que interessa é chegarmos vivos ao dia em que o império desmoronar e passar a haver em Portugal (e na Europa) a oportunidade para a mudança de regime.
      Não interessa quem manda em quem filmar os próximos cravos vermelhos e verdes. Interessa é que esses cravos vejam a luz do dia e nós, com eles nas mãos ou ao peito, possamos gritar com total verdade: LIBERDADE!

  8. Helena Ferra Aveia, Diana Sollérias, Paulo Portais, Isidro Mortais, João Miguel Tabares, Luís Costa das Arribas, Rogério-a-Jacto, Zé Mil-Ases… um ser racional recolher (des)informação debitada por estes “monstros” do comentário televisivo tuga (quer no tempo de antena que têm, quer na deferência com que são tratados estes aldrabões “profissionais”), só se for mesmo muita patego e gostar de comer propaganda mal-amanhada às colheres.
    Os Cheganos e os Libelinhas agradecem os serviços prestados por estes mistificadores e contadores de estórias da carochinha… no fundo trabalham todos para os mesmos patrões. E não me venham dizer que é o George Soros…

  9. Melhor que isso so o Infarmed a dizer nos que as vacinas COVID são eficazes e seguras e que se as pessoas morrem depois de dar a vacina ou escassos meses depois e de outra coisa e e só coincidência. O que os grunhos não explicam e os excessos de mortalidade que ocorrem após as campanhas de vacinação.
    Cambada de energumenos, uma carga de chicotada a moda antiga ainda era pouco.

  10. Sem medos e falsas modéstias, «chamando os bois pelo nome», só próprio de homens verticais como o Major-General Raul Cunha!

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