(Hugo Dionísio, in Strategic Culture Foundation, 14/10/2024, revisão da Estátua)

A recuperação do nazismo coloca-nos a todos, os povos ocidentais, ao lado e sob a influência nazi-fascista!
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O cerco à Rússia não se confina ao domínio militar, comercial, institucional ou financeiro. Antes destas, foi implantada uma outra barreira – melhor dizendo, “alimentada” -, no sentido de se constituir uma espécie de “cintura sanitária” agressiva e activa, constituída pelos estados cujas fronteiras comunicam, por terra ou por mar, com as da Federação Russa.
Esta “cintura sanitária”, conceptualizada a partir do que sabemos ser o enquadramento mental das classes dominantes ocidentais, tem uma natureza profundamente ideológica, visando tocar, de forma repulsiva, nos valores mais profundos e encarnados na história russa dos últimos 100 anos e, através dessa conexão, provocar uma relação antagónica caracterizada por um mútuo efeito repelente, prevenindo qualquer comunicação humana que se pudesse estabelecer entre as partes.
A força soberana que reside na cultura multinacional, multiétnica e multirreligiosa russas, responsável, desde logo, pela capacidade de agregação de forças que tornou possível a derrota do nazi-fascismo na segunda guerra mundial, é também o que separa as reservas minerais, humanas, energéticas, entre outras, das garras do capitalismo ocidental e do seu ímpeto alimentado pela fase imperialista em que se encontra.
Se a brutalidade de uma ideologia como o nazi-fascismo representou, na primeira metade do século XX, o combustível que alimentou a agressão à então pátria soviética, foi a sua preservação e recuperação históricas – num processo de revisionismo e branqueamento sem paralelo – que possibilitou, já nas primeiras décadas do século XXI, a sua utilização como combustível para a tal “cintura sanitária” em torno da Rússia. 100 anos depois, repete-se a receita, embora com as limitações claras que o desespero impõe.
O que pode ser mais antagónico e mutuamente repulsivo do que o nazismo em contacto com o que se pode considerar a “alma russa” actualizada com os acontecimentos do século XX? Que mais vívida e carnal imagem existe, na sua brutalidade e violência, para além do pesadelo sofrido, principalmente pelo povo Russo, às mãos do terror nazi?
Os primeiros a sofrerem o efeito desta “cintura sanitária” são os próprios cidadãos de origem russa que, após o colapso da URSS, se quedaram na Estónia, Lituânia ou Letónia e hoje aí residem. Para além de proibirem a comunicação social russa, violando o seu direito à opinião e à informação, com base numa suposta política de combate à “propaganda do Kremlin” (algo a que também se assiste em toda a EU e à margem das constituições nacionais dos diversos países), a Letónia promoveu mesmo a eliminação do ensino do russo dos currículos escolares, o que provocou preocupações por parte de especialistas da ONU em direitos Humanos, relativamente à protecção dos direitos nas minorias étnicas. Para quem acusa a Rússia de não as ter em conta…
Segundo a narrativa, o Kremlin usa o russo como arma, que depois utiliza como veículo para a sua propaganda, perpetrada através da designada “média estatal”, que referem como toda a comunicação social que, financiada ou não pelo executivo russo, não está alinhada com a narrativa ocidental. O que nunca referem é que, afinal, o uso do russo como veículo de propaganda não será, como dizem, um exclusivo das fontes russas, pois a própria letónia financia órgãos de comunicação como o Meduza, os quais, escrevendo em russo, apenas visam passar informação alinhada com a narrativa ocidental.
Não sendo tão radical como a Letónia na eliminação da língua russa dos currículos escolares, a Estónia é, mesmo assim, um exemplo de destruição de monumentos alusivos à vitória soviética sobre o nazismo. Principalmente sob o mandato de Kaja Kallas, o processo de remoção destes monumentos assistiu a uma aceleração, chegando mesmo a ser discutida no quadro europeu, processo que levou à remoção do Tanque Soviético nos arredores da cidade de Narva. Segundo a mesma Kaja Kallas, o tanque é uma “arma do crime” – talvez do “crime” de derrotar nazis – “estando a morrer pessoas na Ucrânia com o mesmo tipo de tanque”.
Mas esta perseguição à cultura e memória soviéticas – não apenas russa – diz-nos que a propagação de uma lógica russófoba incorpora uma dimensão que vai para além do mero confronto étnico, representado, por exemplo, na discussão de limitações da aquisição de propriedade imobiliária, por parte de cidadãos russos, na Letónia, na sequência de uma proposta feita pelas autoridades finlandesas. Para quem diz que o povo russo é oprimido, não se percebe esta generalização.
A ligação do confronto étnico com as populações russófonas e russas, ao passado soviético e à memória da vitória sobre o nazifascismo, encontra origem na vaga de colaboracionismo e simpatia com a ideologia nazi que ocorreu nesses países, por parte de uma certa camada da população e classes dominantes, antes, no início e durante a segunda guerra mundial. A responsabilização da Federação Russa, enquanto única depositária da memória histórica colectiva da vitória do multinacional exército vermelho sobre as hordas nazis, faz a ponte entre a cobiça dos vastos recursos detidos pela Rússia e a necessidade de encontrar fundamentação ideológica, teórica, psicológica e emocional que justifique a agressão.
Tal justificação teórica e ideológica, a meu ver, é fornecida pelo neonazismo e pela glorificação do passado colaboracionista com as forças de Hitler. A força dessa ideologia anticomunista, racista e supremacista branca, colocada num primeiro plano, aliada ao processo de revisão histórica e branqueamento do terror nazifascista, faz a ponte, do passado para o presente, entre o anticomunismo que justificou a agressão à URSS e a russofobia que serve de desculpa ao cerco actual.
Ora, para promover a tal “cintura sanitária” com a Federação Russa, cuja função reside em impedir o contacto saudável entre a Europa (Alemanha, principalmente), a Rússia, repúblicas euroasiáticas e China. foi preciso recuperar o activo histórico que constitui a ideologia nazi, para os EUA e para as classes dominantes do ocidente colectivo. Como sucede com todos os activos, só se recuperam os que já existem per se. A recuperação do património histórico nazi é resultado de um processo, mais longo, de preservação e revitalização desse activo.
Actualmente, quando assistimos à glorificação dos “Irmãos da Floresta”, um grupo abertamente anticomunista surgido nos países bálticos, formado por ex-membros das Waffen-SS locais e que lutaram contra o que designavam como “ocupação soviética”, mesmo depois do fim da segunda guerra, tendo sido responsáveis por horríveis crimes contra civis e polícias soviéticos, operado com informação da inteligência ocidental, ou assistimos ao branqueamento e entronização de organizações como o “Sonderkommando A”, o qual, colaborando com as forças nazis, recorrendo a letões e lituanos, assassinaram quase 250.000 judeus na Lituânia, até 1944, verificamos que o património histórico nazi está bem vivo e mais forte do que alguma vez esteve, desde o final da segunda guerra mundial.
Para possibilitar o seu ressurgimento e recuperação foi necessário implementar todo um processo de revisionismo, minimizando os danos e branqueando os seus crimes. Na Lituânia homenageou-se o general Povilas Plechavicius que combateu ao lado dos nazis; em 2008 o parlamento lituano equiparou as ideologias comunista e nazi, o que representou uma normalização e recuperação histórica do nazismo (ao contrário de uma diabolização, como muitos defendem) e, em 2010, os tribunais lituanos declararam a suástica “parte do património cultural do país”, provando que a equiparação ideológica não passa de um processo de recuperação histórica desse passado.
O facto é que, desde 1991 que milhares de comunistas foram perseguidos na Lituânia, ao passo que foram sendo permitidas manifestações com símbolos nazis e lemas racistas. Sintomático! Como disse Jean Pierre Faye no prefácio ao livro “O arquipélago de Sangue”, escrito por Chomsky e Herman, o acto de incluir o nazismo e comunismo no saco do “totalitarismo”, permitiu aos EUA apoiar as forças mais retrógradas, reaccionárias e tirânicas, contanto que não se dissessem apoiantes do “totalitarismo”.
Assim, equiparando as ideologias comunista e nazi, o facto é que as autoridades lituanas, como hoje muitas outras na União Europeia dos “valores” e da “democracia”, perseguem os comunistas, mas toleram – para não dizer algo mais – as manifestações de extrema direita. Aliás, a profusão de governos abertamente reaccionários e racistas na União europeia, comprova de forma quase irrefutável as razões que estiveram na base de equiparação. O facto é que em todos esses países, os comunistas são perseguidos, ao passo que os nazis são admitidos. Nada como a prática como critério de aferição da verdade!
No caso Português, um grupo como o 1143, alinhado com as facções mais extremistas em Portugal e com gente que tem um passado de perseguição – e assassinato – de migrantes e minorias de qualquer tipo (comunistas, homossexuais, negros, asiáticos ou muçulmanos), é caracterizado na comunicação social mainstream como sendo um simples “grupo nacionalista”. O que terá tal a ver com o apoio por parte de André Ventura, do partido Chega, contra o que referiu como “Imigração descontrolada”? E porque razão não refere o mesmo André Ventura, os órgãos de comunicação social que lhe dão voz e espaço e os poderosos interesses que o apoiam, que quem contrata os imigrantes são as empresas, que são as associações patronais quem junto aos governos pede a abertura das fronteiras, que são as UBER desta vida quem mais explora a imigração e que é a própria União Europeia, que André Ventura defende, que fomenta, causa e legitima toda a imigração a que assistimos? E porque razão não atacam o turismo descontrolado que destrói Lisboa, actividade, para a qual, trabalham grande parte dos imigrantes?
Ora, esta lógica racista que faz a ponte com o anticomunismo, visando ligar a Rússia actual, como única depositária do passado soviético e daí partir para a sua diabolização actual, de modo a justificar uma agressão, isolamento e opressão que possibilite a sua pilhagem – como sucedeu nos terríveis anos 90 do século XX sob Boris Ieltsin – encontra exemplo claro na permissão, por parte da Meta (Facebook, Instagram, WhatsApp), em os seus usuários poderem exprimir mensagens de ódio contra os russos).
Esta perspectiva russófoba, absolutamente inaceitável para uma Europa que se diz “dos valores”, representa um pilar fundamental da adesão destes países à OTAN e deixa antever a que mecanismos recorrem os EUA para conseguirem que os países “eleitos” façam da adesão à aliança atlântica, não apenas uma questão de defesa contra a Rússia, mas, acima de tudo, uma necessidade existencial. E o nível de extremismo implantado é tão grande que, basta ouvirmos a forma como a elite, que compõe o regime de Kiev, fala sobre os russos, não os distinguindo, para perceber que o ódio é indiscriminado, profundo, visceral, como só algo irracional, como o racismo, pode ser. E a própria sobrevivência da OTAN depende desse ódio irracional, animal.
Para preservar no tempo, recuperar e revitalizar o património histórico nazi, há um país em especial que cumpriu esse papel como nenhum outro: o Canadá! Ainda hoje, o Canadá resiste a fornecer as identidades dos 900 nazis foragidos que aí encontraram santuário.
Já num artigo passado expus o verdadeiro museu vivo que a Universidade de Alberta, e a sociedade canadiana, são para os fugitivos dos julgamentos de Nuremberga, nomeadamente os da 14ª divisão da Galicia Waffen SS. Contudo, o legado canadiano, neste aspecto, vai muito mais longe, tendo-se constituído esse país como um refúgio pacífico para cientistas, militares e outros foragidos nazis.
Embora neste país, entre 1985 e 1986, e após muita pressão política e popular, se tenha realizado uma investigação sobre o assunto, na altura designada por Comissão Deschênes, chegando-se mesmo a uma compilação de nomes, a verdade é que o trabalho deixou muito a desejar e foi realizado para produzir resultados, no mínimo, ambíguos.
A comissão não investigou materiais mantidos na União Soviética ou em países do Bloco de Leste, potencialmente perdendo evidências cruciais que aí se encontravam; o Juiz Deschênes estabeleceu condições rigorosas para consultar evidências desses países, mas tendo a resposta soviética para a consulta chegado apenas em junho de 1986, tal foi considerado tarde demais para a comissão viajar e examinar, o que deixa antever que o levantamento da realidade material não constituía, talvez, o objectivo principal da missão.
A comissão não investigou uma lista de 38 nomes adicionais fornecida no final do inquérito, devido ao que considerou como restrições temporais; ficou incompleta a investigação de uma lista de 71 cientistas e técnicos alemães; a segunda parte do relatório final da comissão, contendo alegações contra indivíduos específicos e recomendações sobre como proceder em certos casos, permanece confidencial e não foi divulgada ao público; uma cópia não editada do relatório de Alti Rodal para a Comissão Deschênes, que contém relatos detalhados de como criminosos de guerra entraram no Canadá e a responsabilidade do governo pela sua entrada, não foi totalmente divulgada; os arquivos do Departamento de Justiça e da Polícia Montada Real Canadense sobre criminosos de guerra nazis mantidos por essas agências não foram tornados públicos; as provas das actividades anteriores dos membros da Divisão da Galiza não foram examinadas, nomeadamente as que referiam potenciais crimes de guerra cometidos em outras unidades policiais alemãs antes de se juntarem à divisão; um estudo secreto conduzido pela comissão descobriu que autoridades britânicas e americanas transportaram para o Canadá colaboradores nazis, vindos da Europa Oriental, logo após a Segunda Guerra Mundial sem informar o governo canadiano e com um escrutínio mínimo.
Ainda hoje a retenção destas provas conduz a debates contínuos sobre a precisão e a integridade do trabalho da comissão, com muitos argumentando que, ao invés, o trabalho da comissão ajudou a encobrir o registo histórico sobre criminosos de guerra nazis no Canadá. Parece que a Comissão Deschênes visou mais branquear o passado, do que avaliá-lo e julgar os crimes cometidos.
Todo este dossier foi reactivado aquando da polémica relativa à recepção de Yaroslav Hunka no parlamento canadiano. As acusações de branqueamento têm-se multiplicado, o que não admira, considerando que foi essa a comissão que declarou os membros da Divisão da Galicia Waffen SS como inocentes da prática de crimes de guerra, pois, segundo arguiu, haviam sido examinados aquando da sua admissão no país.
Actualmente, após toda esta pressão, argumenta-se que a divulgação total do trabalho da comissão para além de poder deixar marcas na credibilidade do governo canadiano, pode ainda “ajudar a Rússia”, na medida em que ajuda a reforçar a narrativa de “desnazificação” do Kremlin. Ora, não era algo que não se soubesse, o problema não é conhecer a verdade, o problema consiste em diabolizar a Rússia, descredibilizar a sua versão dos factos e justificar a continuação da guerra.
O que esta realidade demonstra, mais do que nunca e especialmente quando ouvimos Blinken referir que os EUA são um país do ártico e que quer formar com o Canadá e os países europeus bálticos, uma organização para manter aquela região “livre de conflitos” (agora seria hora de dar umas fortes gargalhadas), é que o Canadá não apenas constituiu um importante “armazém museológico” para preservação, protecção e recuperação dos activos nazis, como agora passa também a fazer parte da “cintura sanitária” que os EUA promovem à volta da Rússia. Tudo isto também demonstra que o Canadá não passa de uma república das bananas e um campo de retiro dos activos humanos importantes para o imperialismo anglo-americano.
O que nos ensina esta triste realidade é que o revisionismo histórico que visou comparar o comunismo ao nazismo não visou apenas normalizar o segundo e desabilitar historicamente o primeiro, apagando a contribuição da URSS para a vitória aliada na segunda guerra mundial. Visou muito mais do que isso. Visou criar uma barreira repulsiva entre a Rússia e os que seriam, geograficamente, os seus aliados naturais, os países europeus…
Coincidentemente, para os que acusam Putin de ser “fascista” e de “extrema direita”, é a Europa dos “valores” e da “democracia” quem fica do lado nazi… A recuperação do nazismo não coloca apenas a Rússia do outro lado…. Coloca-nos a todos, os povos ocidentais, ao lado e sob a influência nazi-fascista!
Fonte aqui.
A ideia não era acrescentar nada a um texto fantástico mas simplesmente discorrer um pouco sobre o facto de não ser de hoje que os democráticos ocidentais apoiam fascismo e nazismo.
Fascismo, nazismo e, hoje em dia, sionismo fanático, genocida e reles.
Parece impossível que haja uma “verde” a dizer que Israel tem todo o direito a atacar locais civis em Gaza pois que não basta atacar terroristas, e preciso destrui los. E se os israelitas
atacam locais civis e porque os terroristas os usam e assim sendo esses locais civis perdem o estatuto protegido.
A sério, aquela coisa chamada Analenna Baerboeck vomitou isso.
Outra gente vomita que foi o Irão que provocou a morte de milhares de palestinianos ao instigar os movimentos de resistência a atacar Israel. Para ter razões para fazer propaganda contra os coitadinhos dos israelitas que só matam porque são obrigados por uma gente que não gosta nada deles e os quer matar a todos, coitadinhos.
O que ninguém explica é quem obriga a nojenta soldadesca a postar milhares de vídeos onde se gabam das atrocidades que cometem. Ao menos os nazis tentavam esconder os seus crimes. Estes trastes sentem se tão impunes e superiores a todos nós que fazem coisinhas destas e ainda há quem tenha a pouca vergonha no focinho de os defender.
Se esta gente armasse as maos dos assassinos mas pelo menos se calasse e não dissesse coisas destas tornava tudo isto um pouco menos difícil de aguentar.
E sim, também não tenho religião alguma mas tenho amigos religiosos que são gente decente. E que também não acha piada nenhuma a andarmos a apoiar nazismo e sionismo.
E por isso acho uma canalhice atacar locais de culto religioso sob o pretexto de que apoiam os nossos inimigos.
O ataque a Cherkassy foi justificado por aqueles trastes porque os fiéis ortodoxos sao considerados pro russos.
Para muito bons espíritos por cá iso certamente justifica uma campanha de espancamentos e pilhagem numa catedral.
E já tiveram sorte que ninguém ainda se lembrou de fazer o que há uns anos fez um porco colono judeu matando mais de 20 fiéis que rezavam na mesquita de Al Aqsa.
Em Gaza e tambem no Líbano Israel tem se dedicado com afinco a destruir locais de culto religioso não só muçulmano mas também cristão.
Em Gaza a terceira igreja mais antiga da cristandade foi destruída nos primeiros dias do genocídio.
Atacar e destruir locais de culto e um ataque aos mais profundos sentimentos das vítimas e e por isso que os cães raivosos sionistas o fazem.
E o que os nazistas ucranianos pensam e que se os sionistas o fazem com a nossa benção porque e que eles não poderão fazer o mesmo.
Já agora, a Alemanha nunca foi desnazificada e por isso apoia nazis na Ucrânia e em Israel. Já agora alguém devia explicar aqueles trastes que não e bonito querer fazer os vizinhos de Israel continuar a pagar com as suas vidas os crimes de Hitler. Se teem tanta pena de Israel dêem lhes um bocado da Alemanha e assim os sionistas deixam de ter achar que teem razões para matar os vizinhos em nome da segurança.
Alias, era isso que devia ter sido feito. Teem aqui uma terra onde podem viver em sossego e se alguém vos atacar nos damos lhe uma sova de criar bicho. A terra que vocês acham que Deus lhes deu não vos podemos dar porque já lá vive gente.
Mas como queríamos controlar o petróleo do Médio Oriente achamos boa ideia lançarmos lá um bando de fanáticos que se julgam superiores a todos os povos do mundo.
O resultado e a orgia de sangue e morte a que assistimos hoje pelas maos de uma gente que mantém a mentalidade genocida de há mais de três mil anos atrás.
Vão ver se o mar da megalodonte.
Bom comentário.
Os textos do Hugo Dionísio não são para comentar. São excelentes. São só para ler e apreciar. Acrescenter alfuma coisa só pode estragar, principalmente de escrevinhadores amadores como nós.
Mas acabei de ver isto no canal Russian Diplomat, mantido por uma simpática e bem intencionada Russa estudiosa de política internacional. Ela publica em Russo e também publica logo a sua tradução em Inglês, da qual faço cópia & colagem:
“The largest Archangel Michael Cathedral in Ukraine in Cherkassy was seized by radicals in camouflage on the second attempt, the Union of Orthodox Journalists reports.
In the morning, 100 armed men tried to seize the Archangel Michael Cathedral of the UOC in Cherkassy. They knocked out windows, broke doors, played songs about Bandera and threatened parishioners who were standing inside during the liturgy. The metropolitan was injured.
After the seizure, the attackers smashed the accounting department, stole computers, donations from parishioners for a new bell, Orthodox crosses, church utensils, books, as well as jam and winter supplies.”
Ligação (link) para esta publicação no Telegram:
https://t.me/R_Diplomat/13090?single
Obrigatório. Se o vosso navegador de internet não conseguir abrir, instalem o Telegram (dá tanto no telemóvel como no computador). Esta publicação é acompanhada de 4 vídeos onde se comprova o terror nazi-fascista da ditadura Ucraniana, vassala (e com apoio incondicional nos seus crimes) do império anglo-americano nazi-sionista genocida, do qual a República das (e dos) Bananas de Portugal é também vassala.
Nazi-Fascistas, com total apoio dos “Democratas” (Neo)Liberais ocidentais, a invadirem uma igreja Ortodoxa em Cherkassy na Ucrãnia, e a agredir os Cristãos que lá oravam.
Mesmo sendo ateu, isto dói-me na alma. E pela n-ésima vez, mais uma prova factual que reforça o meu ÓDIO pelo regime ocidental (e por quem o defende) e o meu total apoio ao corajoso povo Russo, à grande liderança Russa, e aos heróis Russos que dão a vida para derrotar este mal pela segunda vez na história.
Apetecia-me agora colocar aqui a bandeira da vitória, aquela vermelha com a estrela soviética, com a data de 1945 e a data actual (ou os anos passados desde 1945), tal como os Russos fazem quando LIBERTAM mais um pedaço da Rússia histórica no Donbass (a que chamam de “Ucrânia”).
Mas infelizmente esta ferramenta de comentários só permite texto e não permite incluir imagens.
Mas fica aqui a nota.
Obrigado Hugo Dionísio.
Obrigado Estátua de Sal.
Obrigado povo Russo.
E obrigado povo Ucraniano, oprimido pelos UcraNazis, e que espera pela chegada dos seus amigos e/ou irmãos da família Eslava.
PS: e como é óbvio, nos bordéis MainStreamMedia do império nazi-sionista genocida ocidental: RTP, SIC, TVI, CNN, FOX, BBC, Euronews, etc – esta notícia não passará. E o regime nem precisa de censurar. As PRESStitutas sabem bem o que é melhor oara a sua conta bancária em moeda estrangeira: euros e dólares.
Censura, essa, é “só” contra os canais de notícias Russos.
É assim o estado a que isto chegou, outra vez. Uma ditadura fascista, mas agora na versão 2.0, em que a natureza do regime é muito mais profissionalmente mascarada e escondida do cidadã comum, coitado, que não faz a ponta de um corno do que se passa no Mundo e nem sequer no seu próprio “país”, ou melhor, num dos territórios Não-independentes do império anglo-americano nazi-sionista genocida, aka a “Democracia” (Neo)Liberal.
As democracias liberais sempre foram muito amigas do fascismo e do nazismo.
Estes sistemas eram ideais para manter “com dono” os trabalhadores, em especial naqueles países onde a miséria em que viviam os tornava mais reivindicativos.
Foi o caso de Espanha, Itália e Portugal.
A Europa apoiou os franquistas dado o lado republicano ter comunistas nas suas fileiras.
As relações com “Il Duce” também foram correndo mansas.
Toda a gente sabia que Franco era um assassino sem entranhas, capaz das maiores atrocidades isso não impediu os bons democratas de lhe aquecer as costas durante e após a terrível Guerra Civil Espanhola.
As democracias ocidentais fecharam os olhos as atrocidades nazis até ao começo da Segunda Guerra Mundial.
O arrebanhar de adversários políticos para campos de concentração começou logo em 1933, a destruição de bens de judeus começou bem antes da celebre Noite de Cristal, os deficientes e doentes eram abatidos como cães, a Alemanha nazi anexou a Checoeslovaquia e mais tarde a Áustria, mas todas as democracias assinaram acordos com a Alemanha nazi.
A então Uniao Soviética foi o último pais a fazê-lo e só o fez para ganhar tempo quando Staline percebeu que era mais fácil as democracias ocidentais atacarem a União Soviética que os nazis.
Terminada a guerra, as democracias ocidentais mantiveram vivas as brutais ditaduras ibéricas e Portugal foi membro fundador da NATO.
Churchill fartou se de pedir aos americanos a destruição da União Soviética com armas nucleares mas estes por uma vez na vida tiveram um pouco de bom senso até porque não tinham a certeza se a União Soviética já não teria esse tipo de armas.
Por isso o alinhamento desta cambada com o fascismo e o nazismo não e de hoje.
Afinal e o fascismo que garante os privilégios dos donos disto tudo, na Ucrânia e o fascismo que garante a pilhagem do país, e o fascismo que anima a guerra contra a Rússia.
Pilhar a Rússia e um sonho de séculos e para isso precisamos do fascismo.
Como precisamos do seu gemeo, o sionismo, para pilhar os recursos do Médio Oriente.
Isto é tudo uma cambada.
Uma das raras vezes (talvez até a única) que perdi algum tempo a ver o espaço do Rogeiro-a-Jacto e do Zé Mil-Ases, esses supra-sumos da geostratégia e do armamento, mui imparciais como se sabe, versava o Rogeiro sobre o pacto Molotov-Ribentropp, de Não-Agressão Germano-Soviético, ou Nazi-Soviético, apontando o dedo à Rússia com o seu objectivo actual de “desnazificar” a Ucrânia, quando fora aliada da Alemanha Nazi. No ecrã passavam imagens de arquivo a preto e branco, com ruas cheias de estandartes e bandeiras com a cruz suástica e a foice e o martelo lado a lado, que eram para o célebre entendido em matérias e material de guerra, o prego no caixão da Rússia soviética e da actual, pós-soviética, e concluia-o com aquele sorrisinho endiabrado e ar um pouco aparvalhado, estimulado com o entusiasmo do seu colega de painel barbudo.
Escusado será dizer que todos os outros pactos anteriores a esse celebrados pelas principais potências ocidentais com o regime nazi, alguns deles aceitando a ocupação de outros países, como a Chéquia (Sudetas) – Pacto de Munique, por exemplo, não foram sequer mencionados nesse programa, e sou tentado a apostar que nunca tiveram qualquer menção daquela dupla em todo o tempo de antena que já tiveram juntos, e mesmo separados, desde que as diatribes na Ucrânia lhes proporcionaram tamanho tacho enquanto propagandistas encartados do belicismo e do militarismo russófobo.
E é com esta desfaçatez de quem sabe que está a iludir pategos, contando apenas uma pequena parte da História, omitindo propositadamente todo o resto que não convém à narrativa – primeiro porque ajuda a contextualizar aquilo que expõem isoladamente, depois porque revela que os “defensores dos nossos valores e da democracia” fazem igual ou pior que os “agressores autocratas sem escrúpulos” – que os semeadores da ignorância e da desinformação ganham a vida.