(Por Patrick Lawrence, in Blog Osbarbarosnet.blogspot.com, 21/09/2024)

Na imagem: O General CQ Brown, Jr., Presidente do Estado-Maior Conjunto, participa numa cerimónia de deposição de coroas de flores do 11 de Setembro ao lado do Presidente Joe Biden, da Vice-Presidente Kamala Harris e do Secretário da Defesa Lloyd J. Austin III, no Pentágono, em Washington , DC, 11 de setembro de 2024. (Foto do DOD do especialista chefe em comunicação de massa James Mullen).
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A Casa Branca de Biden e a máquina do Partido Democrata, que tentam levar Kamala Harris do segundo lugar do regime para o primeiro lugar, tornam-se mais interessantes a cada semana. A campanha de Harris, finalmente, dois meses depois de as elites e os financiadores do partido terem aprovado a sua candidatura, ultrapassando qualquer aparência de processo democrático, publicou uma plataforma a que chama “Um Novo Caminho a Seguir”, e abordarei isto na devida altura. Estou menos interessado agora em palavras publicadas num website do que em dois desenvolvimentos recentes que deveríamos considerar em conjunto, mesmo que ainda ninguém tenha pensado em fazê-lo.
Lentamente e com muita segurança, torna-se claro, através destas reviravoltas semanais, como um novo regime Democrata, caso Harris vença em 5 de Novembro, se propõe gerir os negócios do Imperium. E por mais que muitos eleitores tolos possam ter a ilusão do contrário, se Harris tomar a Casa Branca, o seu negócio não será nem mais nem menos do que gerir o império – as guerras, as provocações, as sanções ilegais e outras punições colectivas, os clientes terroristas em Israel, os neonazis em Kiev.
Na passada quarta-feira, 4 de Setembro, Liz Cheney surpreendeu Washington e, suponho, a maioria de nós, quando anunciou que apoiaria a candidatura de Harris à presidência. A ex-congressista do Wyoming, uma instigadora de golpes de guerra que se mantém entre os falcões da política externa de direita, não foi a primeira republicana a saltar para o altar nesta época política, e também não foi a última: dois dias depois, o pai de Liz fez o mesmo. Dick Cheney, claro, dispensa apresentações.
Instantaneamente, a campanha de Harris declarou a sua satisfação por ter o apoio destes corajosos patriotas, como a organização lhes chamou nas suas declarações oficiais.
Uma semana depois de toda esta política de alto calibre, o Presidente Biden reuniu-se no Salão Oval com Keir Starmer, o novo primeiro-ministro britânico, para considerar a proposta da Ucrânia de disparar mísseis fornecidos pelo Ocidente contra alvos bem dentro do território russo . Os britânicos estão prontos a agradar ao regime de Kiev, tal como os franceses, mas todos – Londres, Paris, Kiev – precisam da permissão de Biden para ampliar a guerra desta forma.
Neste momento, Biden e o Secretário de Estado Blinken estão na sua fase “Bem, talvez”, e deveríamos estar à beira dos nossos lugares a pensar se eles concordarão com estes planos. Mas já não vimos este filme antes e não sabemos como acaba? Não foi: “Talvez enviemos sistemas de foguetes HIMARS”, “Talvez tanques M-1”, “Talvez mísseis Patriot”, “Talvez F-16”? Ainda antes do encontro Biden-Starmer, na semana passada, Blinken e David Lammy, o secretário dos Negócios Estrangeiros britânico, durante uma visita a Kiev para conversações com Volodymyr Zelensky, já davam fortes indícios de que Biden iria mais uma vez concordar com os planos do presidente ucraniano e do PM britânico que foi coreografado para lhe apresentar.
A estipulação em que Biden e Blinken pretendem agora insistir é que não concordarão em deixar Kiev utilizar armas fornecidas pelos EUA – que parecem ser diferentes das armas fabricadas pelos EUA – contra alvos no interior da Rússia. Esta não é mais do que uma daquelas divisões em que a Casa Branca de Biden negoceia quando quer parecer atenciosa e cautelosa, mas não é nenhuma das duas coisas. Alguém me dirá que diferença fará para a Rússia se Moscovo for atingido por um míssil enviado pela Grã-Bretanha, França ou Estados Unidos?
Estas pessoas estão a reunir-se para planear a escalada imprudente das potências ocidentais numa guerra por procuração que não têm forma de vencer e sabem que não têm forma de vencer. O desespero é o mesmo que o desespero: esta é a minha leitura simples destas deliberações. Entre o planeamento da guerra e as mudanças nas lealdades políticas, o que testemunhámos nas últimas semanas? Esta é a nossa questão.
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Quando os Cheney, pai e filha, se alistaram nas fileiras da campanha de Harris, Jen O’Malley Dillon, a presidente da campanha, elogiou o primeiro pela sua coragem e a segunda pelo seu patriotismo. Noutras partes da “colmeia” de Harris, como presumo que lhe chamamos, os comentadores liberais quase não se entusiasmaram com a migração política de Liz e Dick Cheney, ignorando o facto de parecer ser mero oportunismo.
James Carden publicou um artigo conciso sobre este assunto, “Cheneymania Seizes the Democrats”, na edição de 12 de Setembro do The American Conservative. “Os aplausos selvagens que se seguiram ao anúncio de Liz… são indicativos de onde os liberais colocam agora as suas prioridades”, escreveu o antigo comentador de Washington, “e contribuem em grande medida para explicar por que não são fiáveis em questões de segurança nacional”.
Há muita política na exuberante saudação dos Democratas aos Cheney, claro. O pessoal de Harris quer tirar o máximo partido das divisões entre os republicanos e, no caso de Liz Cheney, explorar a animosidade que surgiu entre ela e Donald Trump. Mas temos de olhar mais de perto para compreender plenamente este bailado político. Certa vez, Liz Cheney teve uma quezília pública com Rand Paul sobre quem era “Trumpier”. Dick Cheney é culpado de mais crimes de guerra, crimes contra a humanidade e lucros de guerra do que Donald Trump poderia sonhar nos seus sonhos mais doces.
Nenhuma menção a isso quando pensamos nestas duas deserções políticas? Não li nem ouvi falar ninguém dentro da colmeia Harris.
Stephen Cohen costumava brincar, só que não estava a brincar, que existe um partido em Washington e que se chama justamente Partido da Guerra. Acabamos de nos lembrar da presciência do falecido e eminente russo. Não há qualquer intenção entre as pessoas de dizer a Kamala Harris o que professar para questionar as numerosas agressões e ilegalidades desta nação, ou mesmo para reconsiderar as políticas externas desastrosamente mal calculadas do regime de Biden, que são indistinguíveis da agenda neoconservadora.
Leia A New Way Forward, um documento de 13 páginas. A página e meia dedicada à segurança nacional e aos assuntos externos equivale a um discurso dedicado à russofobia, à sinofobia, à NATOfilia e à “força de combate mais letal do mundo”, o que parece ser a ideia de Harris de um corpo diplomático. É assim que pensa o Partido da Guerra de Steve Cohen e como parece. Como declaração de intenções, a plataforma Harris-Walz acomoda-se inteiramente à muito provável decisão da Casa Branca de Biden de escalar o conflito na Ucrânia ao ponto de arriscar a Terceira Guerra Mundial que Biden finge não querer.
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A análise mais clara e mais séria do pensamento Biden-Blinken – é esta a minha palavra – sobre autorizar Kiev a atacar alvos no interior da Rússia com mísseis fornecidos pelo Ocidente veio de Vladimir Putin. O presidente russo falou na passada quinta-feira, um dia antes das conversações de Starmer com Biden, em resposta à pergunta de um repórter. Vale a pena ler a sua declaração na íntegra, dada a evidente gravidade que atribui às deliberações do Ocidente:
“O que estamos a assistir é a uma tentativa de substituir noções. Porque não se trata de saber se o regime de Kiev está ou não autorizado a atacar alvos em território russo. Já está a realizar ataques com veículos aéreos não tripulados e outros meios. Mas usar armas de precisão de longo alcance fabricadas no Ocidente é uma história completamente diferente.
A verdade é que – já mencionei isto, e qualquer especialista, tanto no nosso país como no Ocidente, irá confirmá-lo – o exército ucraniano não é capaz de utilizar sistemas de ponta, de alta precisão e de longo alcance fornecidos pela Oeste. Eles não podem fazer isso. Estas armas são impossíveis de utilizar sem dados de inteligência de satélites, que a Ucrânia não possui. Isto só pode ser feito utilizando satélites da União Europeia, ou satélites dos EUA – em geral, satélites da NATO. Este é o primeiro ponto.
O segundo ponto – talvez o mais importante, e mesmo o ponto chave – é que apenas o pessoal militar da NATO pode atribuir missões de voo a estes sistemas de mísseis. Os militares ucranianos não podem fazer isso. Portanto, não se trata de permitir ou não que o regime ucraniano ataque a Rússia com estas armas. Trata-se de decidir se os países da NATO se envolvem directamente no conflito militar ou não.
Se esta decisão for tomada, significará nada menos do que um envolvimento directo – significará que os países da NATO, os Estados Unidos e os países europeus são partes na guerra na Ucrânia. Isto significará o seu envolvimento directo no conflito e mudará claramente a própria essência, a própria natureza do conflito, de forma dramática.
Isto significará que os países da NATO – os Estados Unidos e os países europeus – estão em guerra com a Rússia. E se for esse o caso, então, tendo em conta a mudança da essência do conflito, tomaremos decisões adequadas em resposta às ameaças que nos serão colocadas.”
Há claramente pessoas de bom juízo dentro das camarilhas políticas de Washington que podem ler esta declaração pelo que ela é e compreender o risco que o regime de Biden corre à medida que se aproxima de uma decisão oficial sobre a questão dos mísseis. Mas estas cabeças mais sábias não aparecem em ascensão. A visão prevalecente parece residir em pessoas como William Burns, o director da CIA, que pensa que Putin está a fazer bluff e, de forma bastante absurda, estão dispostos a descobrir se estão certos, chamando esse bluff.
Eis parte de uma carta que 17 ex-embaixadores e generais enviaram ao governo de Biden na semana passada, citada no The New York Times . Ao ler estas frases, pense porque é que os signatários desta carta a escreveram e como estão tão confiantes no seu julgamento como professam:
“O alívio das restrições às armas ocidentais não provocará uma escalada em Moscovo. Sabemos disto porque a Ucrânia já está a atacar territórios que a Rússia considera seu – incluindo a Crimeia e Kursk – com estas armas e a resposta de Moscovo mantém-se inalterada.
Pense agora se aqueles que escreveram e assinaram esta carta e, por extensão, aqueles que dirigem a política para a Ucrânia, são sãos ou loucos.
Entre as alegadas preocupações do regime Biden ao ponderar autorizar a Ucrânia a alargar a guerra está a diferença que os ataques ao interior russo fariam. A Casa Branca e o Pentágono querem ver um plano, como foi noticiado. É uma boa pergunta inquirir sobre a razão deste tipo de escalada, mas não tenho a certeza se uma resposta importa muito para aqueles que estão sentados à mesa na sala do gabinete da Casa Branca.
Como já argumentei várias vezes, o regime de Biden classificou, insensatamente, esta guerra como uma guerra entre a democracia e a autocracia. Consequentemente, pode dar-se ao luxo de arriscar todo o tipo de escaladas precipitadas, mas não pode dar-se ao luxo de perder.
Entrando em palco à direita, possivelmente no momento certo, Volodymyr Zelensky diz agora que quer mostrar a Biden, e mais tarde a Harris e Trump, o seu “plano para a vitória sobre a Rússia”. O Washington Post noticiou na passada sexta-feira que isto consistirá em muito poucas partes. “Todos os pontos dependem da decisão de Biden”, disse o presidente ucraniano num fórum recente em Kiev.
Como observou o Post, Zelensky tem até agora vergonha de revelar estes pontos, mas há relatos, muito aquém dos confirmados, de que existem três deles. A primeira é a autorização de mísseis, a segunda é uma garantia de que a NATO irá implantar sistemas de defesa aérea para proteger o oeste da Ucrânia, e a terceira – vejam só – é uma garantia de que a NATO enviará tropas terrestres para áreas de retaguarda do conflito.
Estas propostas, se confirmadas quando Zelensky fizer a sua próxima viagem a Washington, alinhar-se-ão todas numa direcção: o tema corrente do regime de Kiev continua a arrastar o Ocidente ainda mais para a guerra, tal como o regime de Netanyahu em Israel estar sempre a tentar fazer o mesmo na Ásia Ocidental. Zelensky, o primeiro-ministro israelita, Biden: O problema do mundo neste momento, ou um deles, é que nenhuma destas pessoas pode dar-se ao luxo de perder as guerras que a sua arrogância as levou a iniciar.
É provável que os Anglos e os Americanos façam um anúncio oficial sobre a utilização de mísseis de longo alcance contra a Rússia depois da Assembleia Geral da ONU concluir os seus trabalhos em 28 de Setembro. Starmer indicou isso recentemente. Na melhor das hipóteses, descobriremos que Putin abalou tanto Washington e Londres que estes recuarão neste último plano de escalada. É possível. Mas os EUA e as outras potências da NATO não recuaram muito até à data, é bom que nos lembremos.
MK Bhadrakumar, o antigo diplomata indiano que publica o consistente boletim informativo Indian Punchline, publicou um artigo na segunda-feira, 16 de setembro , argumentando que as potências anglo-americanas estão a transformar a guerra por procuração na Ucrânia numa roleta russa. Eis parte do raciocínio de Bhadrakumar. Storm Shadows são os mísseis que Starmer permitiria a Kiev disparar contra a Rússia se o regime de Biden aprovasse o plano:
“Moscovo antecipa que a estratégia EUA-Reino Unido poderá consistir em testar as águas, primeiro (abertamente) utilizando o míssil de cruzeiro britânico de longo alcance Storm Shadow, lançado pelo ar, que já foi fornecido à Ucrânia. Na sexta-feira, a Rússia expulsou seis diplomatas britânicos destacados para a embaixada de Moscovo, num aviso claro de que os laços entre o Reino Unido e a Rússia serão afetados. A Rússia já alertou o Reino Unido para graves consequências caso o Storm Shadow fosse utilizado para atingir território russo.
O que torna a situação em desenvolvimento extremamente perigosa é que o jogo do gato e do rato até agora sobre o envolvimento secreto da NATO na guerra da Ucrânia está a dar lugar a um jogo de roleta russa que segue as leis da Teoria das Probabilidades.”
Bhadrakumar tem exactamente razão, na minha opinião, mas com uma pequena falha no seu argumento. Pode dizer-se que os americanos e os britânicos estão a jogar, por muito pouco sérios que sejam, mas os russos não.
Fonte aqui.
Todos os males do mundo havidos. Não sei onde é que o corrector vai buscar estas coisas.
Claro que não insultas ninguém, só acusas aqueles a que chamas wokistas de serem culpados de todos os males do mundo gahidos e a haver.
Depois fiquei a saber que chamar a alguém esquerdista de m*rda afinal de contas e um tratamento carinhoso.
Obrigado pelo esclarecimento.
Amigo Joaquim, sei que quem foi ao focinho do aprendiz de PIDE Escarduca ou lá como se chamava o pequeno traste não precisa de defesa mas a conversa dos wokistas começa a dar me volta as tripas.
Como se falar em direitos fosse crime.
Quanto a alguém achar que eu ando a fazer promoção ao País de Gales, nada a fazer.
Quanto a Alemanha já tinha mostrado com a crise das vacinas COVID que nunca foi desnazificada.
Vi gente esperar por mais de quatro horas ao frio e a neve para ir dar o malfadado reforço porque se o não dessem no outro dia já não ia trabalhar.
Compartilhei essa espera durante cinco horas, com um temperatura de uns três graus abaixo de 0 enquanto uma criatura sobrevivente de cancro marcava lugar para o marido que trabalhava ali perto.
Dias antes tinha passado pelo mesmo com ela.
Corria o ano da Graça de Deus nosso Senhor de 2021. Fim de Novembro.
Eu tinha caído na asneira de dar aquilo a que hoje se chama vacinação primária, não tinha intenção de dar mais nenhuma acontecesse o que acontecesse porque percebi que mais uma seria a minha morte.
E pensava no que seria de mim, que estava de férias, se vivesse e trabalhasse ali. Se teria de subornar uma enfermeira, como conseguiram fazer alguns, juntar me a uma Corona Party ou pedir penico na embaixada da Rússia.
Esta última apavorava me e cheguei a ter pesadelos com isso.
A segunda dose de reforço a mulher teve anemia perniciosa e o marido um cancro num lugar de que pouca gente tinha ouvido parar.
A sanha de tirar o pao da boca de quem não se queria ir envenenar mais so acabou porque os sequelados foram demais para poder ser escondidos.
E foi também por isso que a nazi Van der Pfizer não levou a sua avante de tornar a coisa obrigatória em toda a União Europeia.
Por isso nada me espanta agora, nem o apoio aos nazis ucranianos nem a sanha contra todos os detractores dos nazionistas
A Alemanha continua tão nazi como há 80 anos.
E mais um edificante capítulo(zinho) da heróica epopeia da bófia(zinha) do IV Reich(inho). Zieg Heil again!
https://youtu.be/BhD8o2FeA_M?si=fa-HAyo1kYQa215V
A gloriosa bófia do IV Reich(inho) mete na ordem um esquerdista de m*rda, um perigoso terrorista antissemita. Zieg heil!
https://www.swentr.site/news/604467-berlin-protest-police-chase-child/
Por alguns momentos pensei que estava a ler comentários no twitter.. (X)…só que com mais caracteres!
Esquerdista como muito gosto. De merda e o diabo que carregue toda a canalha fascista que diz que a culpa de os alt right crescerem e porque há gente a dizer que os negros teem direito a não levar um tiro porque um senhor polícia o confundiu com um bandido, que as mulheres teem direito a não ser espancadas na sua própria casa e que os homossexuais teem o direito a não ter uma espinha de charro do alto enfiada no cu ou ser mortos como acontece em muitos sítios e em muitas terras que se dizem bons cristãos.
Se tens alguma coisa contra esquerdistas tens bom remédio. Vai escrever no Aspirina B onde ate loas ao estado genocida de Israel são muito bem vê vindas. Sem falar a loas aos heróicos nazis que combatem o malvado Putin.
Quanto ao povo estar mais rico, porra. Também me perguntei onde raio alguém tinha ido buscar isso.O povo aceita isto tudo porque está anestesiado e embriagado pela propaganda.
No Reino Unido um em cada seis habitantes passa fome e tem de recorrer a bancos alimentares.
Em todo o lado a inflação e a subida dos juros faz os estragos possíveis em países onde os ordenados não sobem que se veja desde o início do Século.
Por isso cabe perguntar que parte do povo é que está mais rica.
Mas dizer que a culpa de estarmos a caminho de um grande saco de gatos e porque dizermos que mulheres, pessoas racializadas e minorias sexuais devem ter direitos não lembra ao careca.
Wale eu não falei para ti,e acho que para ser de esquerda é preciso ser digno desse nome…Um homem digno de esquerda não insulta ninguém,isto não é politica de sarjeta.Debater significa progresso,mas há quem não saiba..Se não se está de acordo um homem de esquerda argumenta,não insulta,porque eu não insulto…Eu não sou,mas toda a minha familia é comunista, e sempre respeitaram as minhas opiniões,apesar de não estar de acordo,e sei como é.Não é gente que não sabe ser da esquerda…Eu dou-me ao respeito,se há gente que não sabe dar-se ao respeito,isso é problema de cada um…Respeitinho é preciso…agora não manipulem as minhas palavras que não vale a pena!
O coitado do básico continua a não te acertar com o nome, amigo Whale. Se lhe cobrares uma multa por cada infracção, ficas rico. Et vive le respeitinhe da Silva! Zieg Heil!
Ton ami gauchiste de m*rde.
Soldados do Planalto? Pensava que era um colégio civil… não sabia que rivalizavam com o Colégio Militar.
Sei que o assunto é sério, quase tão sério como os wokes esquerdistas irem tomar conta da Europa, da América e destruir o mundo ideal regido pelo Deus Capital dos neoconservadores (pategas) e dos neoliberais (libelinhas)…
…talvez sejam notas de humor para desanuviar da seriedade do problema.
Estranhamente ou talvez não, as semelhanças da III guerra em curso com a II vão-se acumulando. O palhaço que o ocidente faz desempenhar o papel de SG NATO, Stoltenberg, declarou recentemente sobre o envio crescente de armas para a Ucrânia que “quanto mais armas, mais paz haverá”. Sucede que Hitler dizia exactamente o mesmo. Talvez Soltenberg desconheça essa frase do sr. do bigodinhoi, mas quando ambos dizem o mesmo, tal deveria fazer-nos levantar as orelhas! As semelhanças não param aí. Hitler apostava toda a sua máquina militar nas novas armas que chamava “maravilha” (Wunder Waffen), dizendo que com isso ganharia a guerra. De facto, os mísseis balísticos V2, os novos aviões a jacto, os novos e poderosos tanques Panther e Super-Tigre e os novos submarinos eram todos armas superiores a tudo o que dispunham os aliados, mas em nada impediram a total derrota. Assim tb o títere Zelly anda a pedir mais armas-maravilha, sejam tanques, mísseis, anti-mísseis ou caças. Em ambos os casos, a entrada no conflito dessas armas de modo nenhum serviu para ganhar seja o que for, até porque os aliados nunca tiveram nenhum plano para ganhar a guerra, esta ou qq outra (excepto a II). O alegado plano de Zelly, não passa de piedosas intenções. As constantes escaladas do conflito, como demonstram, os factos, em nada aproximaram os falcões-NATO de qq coisa parecida com uma vitória. Em atitude tipicamente americana, os sucessivos fracassos, longe de implicarem drástica mudança de tática ou de estratégia, apenas têm servido para se insistir nos mesmos fracassos, consubstanciando a frase de Einstein: “Loucura é repetir as mesmas acções e esperar resultado diferente”.
Uma questão: porque é que os neoconservadores estão a promover a desordem mundial?
Dito isto, a nossa elite decadente, embora cada vez mais medíocre, é também mais astuta e desonesta , e o povo é também mais submisso e menos corajoso, porque são mais velhos e mais ricos. É por isso que a elite continua no poder.
A Europa é, desde há muito, um continente belicista, responsável por duas guerras mundiais. Porque não uma terceira? É este o desejo expresso pelo Parlamento Europeu.
Um míssil hipersónico sobre a sede da NATO seria um bom aviso!
A forma como a guerra está a evoluir torna impossível prever uma solução diplomática. Por um lado, os ucranianos não podem aceitar as anexações territoriais e admitir que as perdas humanas e materiais foram inúteis. Por outro lado, Putin tem de obter resultados positivos para apresentar ao povo russo. O conflito não tem fim à vista e a escalada vai aumentar na frente ucraniana. O processo de rearmamento na Europa Ocidental e o envolvimento de várias potências do lado da Rússia tornam a situação bastante explosiva.
Quanto ao rearmamento do Ocidente, é preciso dispor de recursos financeiros: a Bloomberg estima que a Volskwagen vai despedir mais de 30 mil empregados, a Audi, na Bélgica, está à beira do colapso, etc. Podem continuar a armar-se, mas para isso terão de poupar dinheiro fechando escolas, hospitais,e serviços publicos essenciais…
Toda a gente sabe muito bem que os ucranianos têm cada vez menos munições, apesar das entregas da NATO, que esgotou a maior parte das reservas não estratégicas, que a idade média dos combatentes é superior a 45 anos e está a aumentar, e que a sua rede energética está à beira do colapso. O inverno será muito rigoroso para a Ucrânia e a queda de Pokrovsk será o princípio do fim para o exército ucraniano, uma vez que é o principal centro logístico e ferroviário do Donbass. 2025 será o ano dos grandes avanços russos e/ou do fim da guerra através de negociações vantajosas para os russos. É por isso que Zelensky parece subitamente tão empenhado em reunir os russos à volta da mesa para negociar, porque sabe que, dentro de pouco tempo, as condições serão muito mais desfavoráveis para a Ucrânia.
Qual era o objetivo da operação ucraniana no Oblast de Kursk? Segundo Zelensky, era tomar a central eléctrica de Kursk. Conseguiram-no? Não, nunca se aproximaram mais de 100 km, tendo entrado apenas cerca de 40 km para além da fronteira, numa linha curta. Nenhum objetivo militar foi destruído, nenhum depósito de munições ou de combustível, nenhuma ocupação de posições topográficas vantajosas, é irremediavelmente plana e ocupada por civis e guardada nas fronteiras por recrutas. Porque é que esta região teria sido especialmente vigiada?
Os ucranianos mobilizaram, de facto, as suas melhores tropas e armas para esta operação, até os próprios ucranianos o disseram… O número de prisioneiros ucranianos desde os primeiros dias foi impressionante, permitindo que todos os recrutas capturados pelos ucranianos fossem recuperados por troca. Hoje, estão a ser expulsos com pesadas perdas, e só os soldados do planalto parecem não ter consciência disso. O que é que Kiev ganha com isso? Apenas reabrir o debate sobre ataques profundos em território russo. Mas isso não vai acontecer, os russos avisaram e os Estados Unidos recuaram .
Mas quanto ao resto,o ocidente está disposto a apostar a vida dos Europeus…
O que farão os russos se a NATO fizer ataques profundos na Rússia, com armas ocidentais? Provalvemente destroi os satélites da nato – Ataca os países da nato com mísseis hipersónicos – Fornecer mísseis hipersónicos aos inimigos ocidentais.
Os doutrinados ocidentais dizem que um confronto com Putin é perigoso para ele. Não é igualmente perigoso para os ocidentias, sabendo que Putin tem mais armas nucleares do que o ocidente?
Os nossos líderes tem filhos,netos,etc,etc.. Será que eles pensam sobreviver à 3° guerra mundial?
Será que eles tem alguma na manga?Ou será que são assim tão cegos?
Conheci alguns políticos locais que eram capazes de vender a sua propria mãe,em nome da ideologia e dinheiro.
De facto, os ucranianos encurralaram-se a si próprios. Putin nunca traçou linhas vermelhas até agora; foram os europeus que traçaram essas linhas vermelhas. O problema das armas de longo alcance não é a autorização, mas a intervenção da NATO para organizar os disparos, o que os ucranianos não podem fazer sozinhos.
No dia em que as palavras “linhas vermelhas” saírem da boca de Putin,vão ver o que é guerra. Por outro lado, a forma soviética de fazer a guerra é diferente da europeia.
A solução é dividir a Ucrânia em dois Estados. Uma Ucrânia Ocidental (com Lviv como capital, porque fica perto da fronteira com a Polónia) e uma Ucrânia Oriental (com Kharkiv como capital, porque fica perto da fronteira com a Rússia). O rio Dniepr, muito largo (um dos mais largos do mundo), seria a fronteira natural entre as duas Ucrânias. ( A fronteira não seria a linha axial do rio, mas o próprio rio, com uma proibição total de navegação). A Ucrânia Oriental tornar-se-ia então um Estado “tampão” entre o território russo e a zona da NATO, à qual a Ucrânia Ocidental se poderia juntar….
Embora a Ucrânia, os EUA e a UE não o querem, mas seria uma solução…
Por isso não haverá diplomacia porque o Ocidente não a quer. Com o tempo, esperam pôr-lhe termo com a Rússia. Sabendo disso, a Rússia preparou-se e não baixa a guarda, porque tem os meios para o fazer…
Preparem-se é tarde demais!
Bojarda em xexé menor: “o povo é também mais submisso e menos corajoso, porque são mais velhos e mais ricos”
MAIS RICOS?!?!?!?!?! Porra, pá, e se te fosses f*der?
Bojarda em xexé maior: “Hoje, estão a ser expulsos com pesadas perdas, e só os soldados do planalto parecem não ter consciência disso.”
“SOLDADOS DE PLANALTO”?!?!?!?! Andas a traduzir o quê? Mandarim? Mas que p*ta de música mais rançosa e malcheirosa, geostrategista de aviário! Devias ter mais cuidado, já que vergonha não tens nenhuma.
Eu sei o que quis dizer,seu wokista de merda,nem para isso serves!
Respeitinho,eu alguma vez faltei-te ao respeito esquerdista de merda?Se não estás contente não lês,simples..
Não prestas mesmo para nada,não vales nada esquerdista de merda!
Vai trabalhar,que é o que te faz falta,e deixa os outros em paz.Deixa de ser a merda da sarjeta, já tem que chegue.
Já estava a estranhar a culpa ser toda dos neo- conservadores e nada de alusões aos “wokistas esquerdistas”… este é o verdadeiro André Campos sem filtros…
“Respeitinho,eu alguma vez faltei-te ao respeito esquerdista de merda?
(…)
Não prestas mesmo para nada,não vales nada esquerdista de merda!
Vai trabalhar,que é o que te faz falta,e deixa os outros em paz. Deixa de ser a merda da sarjeta, já tem que chegue.”
Muitas anos a trabalhar no duro lá na France (onde são muito “supérieurs”) e a pescar em mar alto ao largo do Alto Minho e da Galiza conferem uma fibra especial a um alt-rightola empedernido, entendido das bolsas e dos mercados de matéria prima, investidor científico e calculista nos mesmos, estudioso da Bíblia e auto-didacta da política e das relações internacionais. Se querem guerra com este profeta da geopolítica, façam cuidado! Ele é um caçador de wokes, um coleccionador de carapaus de corrida esquerdistas e vai ensinar aos neoconservadores e neoliberais a piarem fininho, pois está preparado para o Apocalipse e eles não. Arrependa-se quem ofende aquele que nunca faltou ao respeito aqui! A 3.ª Guerra Mundial não vos salvará do castigo divino, no meio de todo o caos e confusão.
Se não estou contente não leio e deixo-te em paz e à solta, direitolo infiltrado? Tira o cavalinho da chuva, a alergia a vigarices não mo permite. Direitolo e básico, mas sem ser de m*rda, claro, que o respeitinho é muito bonito! Tão básico que nem percebeste que, finalmente, acabaste de te despejar aqui sem qualquer disfarce, em todo o esplendor do cocó reaccionário de que és feito. Mérito outro eu não tivesse, esse já ninguém mo tira. Beijinhos, um abraço ao jagunço Ventrulhas.
“Por mais que seja santa, a guerra e a guerra”. Assim cantava Fausto e a verdade e que o Ocidente sempre teve a sua conta de Jihadistas e guerras santas.
E sempre houve uma boa dose de loucura pelo meio.
Talvez o maior episódio de loucura tenha sido a Cruzada das Crianças de 1212.
Instigados por um pastor que teria apenas 12 anos milhares de crianças da Alemanhas e Norte de Itália dirigiram se para Sul.
Podemos fazer a pergunta óbvia. Onde estavam os adultos para lhes dar um bom par de acoites no rabo e os mandar de volta para casa?
Infelizmente para todos esses pobres diabos os adultos acharam perfeitamente lógico que crianças fizessem uma cruzada. Porque, com a ajuda de Deus os inocentes poderiam fazer o que os adultos não tinham conseguido, limpar a terra santa de infieis.
O resultado foi que quase todos foram vendidos como escravos e quase nenhum voltou a ver a sua terra.
Hoje temos gente a acreditar que um pais com menos 90 por cento da superfície de outro e com menos dois terços da população que outro poderia ganhar uma guerra contra esse outro infiel.
Esse país terá hoje na sua zona Ocidental 19 milhões de habitantes porque muita gente fugiu.
Mas continuamos a acreditar que com a ajuda dos Deuses, ou seja, das nossas armas, poderão vencer.
Como vencer significa para esta gente a destruição total da grande nação infiel isto tem tudo para correr mal.
Porque não é crível que pais nenhum aceite a sua destruição total sem fazer nada se tiver meios de pelo menos infligir igual castigo a outros .
Afeganistão, Iraque e Libia não tinham esses meios. Foi por isso que não nos castigaram. A Rússia tem esses meios.
E não e verdade que ataques a Crimeia e Kursk não tenham tido resposta.
A Ucrânia tem sido regularmente bombardeada e está a ser derrotada tanto em Kursk como no Donbass.
E também a Rússia tem tido capacidade para recrutar tropas estrangeiras pois são muitos os que a Sul sabem que a destruição do único país que pode militarmente fazer frente ao Ocidente só levara a multiplicação de Líbias e Iraques. Não e só a China que sabe isso.
Ninguém saberá quem será a próxima vítima da nossas guerras de libertação de povos da tirania e todos os países desejarao ser pobres como Jo e não ter recursos nenhuns pois é muito mais seguro.
E se estamos muito ufanos dos nossos 980 milhões de habitantes devemos ter em conta que neste mundo há mais seis mil milhões que não acham graça nenhuma a ideia de terem os seus crueis colonizadores a mandar sem entraves no mundo.
E até alguns poucos ca dentro também não acham graça nenhuma e conto me entre esses.
Agora o que e que esta gente pensa que acontecerá se houver mesmo a tal tempestade sobre os céus da Rússia que pretende aquele traidor a humanidade de seu nome Keir Starmer?
Provavelmente uma tempestade de armas de todo o tipo sobre a nossa base de lançamento, a Ucrânia.
Depois e ver até onde esta gente está disposta a escalar esta guerra, esperando que pelo menos não inventem outra cruzada das crianças.
Mas podem inventar muito pior e pensar, por exemplo, que a morte em massa numa guerra nuclear resolverá o problema do desemprego na Europa e Estados Unidos.
Há tudo a esperar dos discursos psicopaticos de políticos e comentadeiros nos últimos tempos.
E, infelizmente só nos resta mesmo esperar. Pois que nenhum cardume de tubarões brancos famintos nos poderá salvar.