(Por José Gabriel, in Facebook, 17/09/2024, revisão da Estátua)

Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

“Ao princípio era o Caos, a Noite, o negro Érebo…”, conta-nos Hesíodo, ao descrever a autocriação do Mundo. O Caos é, assim, a realidade primordial, o infinito e escuro abismo, o indeterminado, no interior do qual tudo se gerará por um processo a que os biólogos chamariam mitose, já que é um processo assexuado, por cisão de elementos, sendo que o Caos poderia ser considerado uma potência divina andrógina, da qual emergirão, numa elegante, poética – e dialética – sucessão as potências divinas primeiras – Gaia, Tártaros, Eros, Anteros – da interação das quais toda a realidade devirá – incluindo os deuses, que só no final deste processo têm direito à existência, não tendo, portanto, nenhum papel nesta história.
Muitos séculos mais tarde, o poeta romano Ovídio, com aquele despachado espírito latino, identificou a noção de Caos com confusão e desordem, dando ao conceito diferente sentido e compreensão do que se encontra na complexa teia narrativa da Teogonia do poeta grego.
E a noção lá se foi degradando, como se o mito das idades, também narrado por Hesíodo, em Os Trabalhos e os Dias – a Idade do Ouro, a Idade da Prata, a Idade do Bronze, a Idade dos Heróis e a atual, Idade do Ferro; atual para o poeta, já que, passados todos estes séculos, nós podíamos, pelo menos ao ver a nossa televisão, acrescentar-lhe a Idade dos Calhaus – ganhasse nova razão. E assim, desde o divino Hesíodo, passando pelo descuidado Ovídio, aos comentadores, produtores de notícias, fabricantes de percepções p’ró povo, a beleza e a grandiosidade da inicial ideia de Caos, foi-se transformando em caos, dispositivo rasca de manipulação de consciências ao serviço de quem mais pagar aos seus titereiros.
Que bizarro percurso argumentativo é este que aqui percorres, descuidado José? – perguntareis.
Eu explico. Depois de ouvir, em vários canais de notícias televisivos, a palavra caos aplicada ao Serviço Nacional de Saúde, e constatando que os métodos de montagem de notícias e linguajar narrativo não diferem muito do que já víamos aquando do governo anterior, notamos que alguma coisa está a decompor-se, já que o cheiro não engana. Quer dizer: parece que a alguém interessa – muito para lá do âmbito de um confronto partidário – fazer germinar na consciência dos cidadãos a noção e a convicção de que o SNS está um caos, se reduz a um caos, e que importa alguém pôr mão a esta situação. Quem? Há alguns anos, os dois partidos eleitoralmente dominantes, PS e PSD – apesar das diferenças óbvias, já que o primeiro votou a favor da fundação do SNS e o segundo votou, desde logo, contra -, argumentariam entre si qual dos dois seria capaz de tal façanha.
Mas, notem: hoje, as cloacas televisivas não poupam na adjetivação, nas mentiras, nas deformações torpes da realidade e do acontecido, mesmo com a direita no poder. Como nenhum de nós acredita que a comunicação social televisiva – e não só – o faz por escrúpulo e corajosa vontade de servir a verdade, pois há muito que a verdade é a última coisa que interessa a esta gente, forçoso é concluir que esta violenta campanha de distorção da realidade e de mentira grosseira – de onde estão sistematicamente ausentes a crítica procedente e a vontade de informar com probidade e verdade – sobre o SNS, esta brutal pressão sobre a consciência dos incautos, só tem uma explicação e ela está cada vez mais à vista: os interessados, os donos dos grandes grupos privados que sobrevoam o sector da Saúde – desde os Hospitais às seguradoras, passando por outros poderosos interessados – já não se satisfazem com a fatia que recebem do orçamento da Saúde, já não lhes chega o poder fáctico que já têm neste domínio. Já nem lhes chega o serviço dos seus mainatos ministeriais, os quais lhes vão fazendo o jeito consoante a fragilidade ou fortaleza das suas consciências – longe de mim igualá-los nas suas práticas e intenções -, lhes vão ajeitando os mecanismos de gestão e governo das Unidades de Saúde, até que os seus principais protagonistas – os seus profissionais e os seus utentes – percam complemente qualquer controlo eficaz sobre a sua direção, objetivos e funcionamento.
Numa palavra: eles já não se contentam em condicionar a ação de governos e ministros; eles querem governar e promover diretamente os seus interesses. Para isso, já têm ao seu serviço o aparelho ideológico que mora nos esgotos televisivos, os quais não se cansam de falar do tal caos sem produzir uma única notícia sobre o seu extraordinário desempenho – por vezes proezas! -, sobre a dedicação e sobre as competências que habitam nas unidades públicas de Saúde. E bem sabemos como mecanismos ideológicos de manipulação condicionam a perceção da realidade e, a partir daí, promovem comportamentos desadequados e visões do mundo distorcidas.
A manobra está a caminho. E nunca este jogo esteve tão perigoso, E não nos enganemos: a triste amostra de ministra da Saúde que agora governa não é a doença, por muito torpes que sejam algumas das suas intervenções. Ela é um sintoma. Uma verruga. De uma doença que nos pode ser, política e fisicamente, fatal.
E não, o SNS, com todas as suas dificuldades e insuficiências não é o caos, não é um caos. Mas pode vir a ser um defunto, se quem deve cuidar não tiver a coragem que se impõe. Se os cidadãos não sacudirem a poeira da indiferença, lavarem os olhos das ilusões, endireitarem a coluna. E ouvir quem, verdadeiramente, está com eles.
Finalmente, ocorre perguntar a razão deste ódio do capital e suas metástases liberais a um sistema tão obviamente bondoso como o SNS? Os interesses, sim, são muitos milhares de milhões em causa e os gulosos bem sabem que há que sugar depressa os recursos, pois um sistema de saúde convencionado com a iniciativa privada – para além dos casos razoáveis e já hoje praticados – é financeiramente insustentável seja para que país for.
Mas o ódio tem raízes mais profundas que o interesse e a cupidez, por muito que estas sejam determinantes. Lembrem-se de que os serviços nacionais de saúde surgiram no pós-guerra, em países da Europa do Norte, na altura governados por coligações e/ou acordos entre sociais-democratas e comunistas. E correspondem ao que de mais generoso e avançado havia nos projetos e pensamento político do tempo, obedecendo à mais avançada aspiração de Marx, “de cada um segundo as suas possibilidades, a cada um segundo as suas necessidades”. Nenhuma outra instituição dos estados modernos se aproxima, sequer, deste nível de exigência, desta excelência ética e política. E se os cidadãos se lembrassem de aplicar este objetivo a outras realidades sociais? Daí, suscitar ódios verdes a quem sonha apropriar-se dos recursos públicos distribuídos pelo sistema e impedir que este possa, outrossim, progredir e positivamente contaminar outros domínios do Estado. Daí, a urgência de as populações defenderem o SNS a todo o custo. Quem não percebeu que esta é uma questão de vida ou de morte, acorde. Antes que seja tarde.
Esta é a escola dos políticos que ficará célebre pela sua constante preocupação pela “saúde dos mercados financeiros”, e que andam de bazucas em PPR em Planos de Revitalização da Economia Europeia sem que os cidadãos europeus vejam as desigualdades económicas esbaterem-se, pelo contrário, a concentração da riqueza aumenta e a propalada “convergência” já foi colocada na gaveta e esquecida…
Basta ver a actuação do BCE, do FMI e da UE nos tempos da troika para perceber qual é a sua lista de prioridades quanto às “saúdes”…
Por isso tenho insistido, não servem, caducaram e estão ultrapassados, a História vai julgá-los e expô-los, nem com toda a propaganda e cosmética de agências de comunicação, e ordens de mérito e medalhas e prémios conseguirão apagar o que fazem.
E também insisto que não vão ser neo-pategos nem libelinhas que vão alterar este rumo dos acontecimentos… quando muito, irão acelerá-lo na sua visão corporativista mais ou menos estatizante, sempre alunos, maus ou bons, dos mesmos ditames dos think-tanks corporativos.
Qualquer político que não mostre oposição aos think tanks e lobbys quando estes pretendem subtrair direitos, qualidade de vida, liberdade, justiça, dignidade aos cidadãos, não merece crédito se o que se pretende é uma mudança do paradigma, uma verdadeira democratização, a redistribuição equilibrada dos meios, e as condições essenciais e nevrálgicas para que tenhamos desenvolvimento e crescimento real.
Da mesma forma, descartar qualquer político que priorize o belicismo e o esbanjamento de recursos em programas supranacionais ou coligações internacionais que não promovem o nosso desenvolvimento, a saúde colectiva e individual dos cidadãos (sem sequer os consultarem e muitas vezes convencendo através de propaganda mediática que a maioria aprova as medidas ditadas de fora e logo adoptadas, e os respectivos recursos alocados, e que o voto em eleições prévias confere o direito de em situações críticas invulgares e inesperadas, ou não divulgadas publicamente até não mais serem esquecidas. aos políticos de poderem aplicar decisões externas que nenhum português sancionou por voto), e apostam em alimentar conflitos que só trazem morte, sofrimento e destruição aos envolvidos (apesar de as armas se destinarem a um dos lados, e só em alguns conflitos, variando as razões conforme as agendas e as alianças, muitas vezes acabam por cair nas mãos do outro lado, mas mesmo que não caiam alimentam sempre o conflito e o conflito consome vidas sem olhar a quem).
Tem de vir outra cepa de políticos, de outra escola, mais saudáveis, menos corruptos e manipuláveis, com outra fibra, sem cheirar a queimado que estes só complicam e agravam os problemas, iludindo os cidadãos em primeiro lugar.
Bom, por acaso estava a pensar aqui com os meus botões, e agora já é um pouco tarde para reverter a situação, mas com o dinheiro das vacinas compradas em quantidades industriais (e foi preciso o almirantado para distribuirem e escoarem os stocks sem entupimentos e desvios) canalizado para o SNS (hospitais, enfermeiros, médicos, unidades de saúde, etc) e o dinheiro das bazucas da Úrsula que vinham para os países da UE mas foram parar à Ucrânia, mais os tanques e o material de guerra enferrujado e por vezes quase obsoleto fosse aplicado em meios de prevenção e combate aos incêndios, aeronaves (aviões e helis), bombeiros, guardas-florestais, etc provavelmente o retorno para os portugueses seria provavelmente muito maior, mais construtivo a médio-longo prazo e melhor para as pessoas e também (penso que teoricamente ainda é para eles que o governo da república governa, mesmo sabendo a influência dos lobbys nacionais e internacionais na prática).
Os incêndios não só geram imensa destruição irrecuperável como ainda implicam indemnizações ou canalização de fundos do estado para, que muitas vezes são distribuídas ineficientemente, ou até desviadas e usurpadas, ou seja, são despesa acrescida que pouca ou nenhuma reposição sócio-económica trazem (o que se passou com os fundos de apoio após os incêndios de Pedrógão Grande foi a vergonha que se viu).
Portanto, é fazer as contas…
As prioridades estão todas trocadas, mas assim como aos cidadãos o desconhecimento da lei não serve de alibi ou atenuante, os governantes têm obrigação de saber o básico e as leis da natureza e do mundo natural em que vivemos, e não pode servir de desculpa a sua natureza humana, pois se não sabem o essencial e não têm bom senso (ou noção) ou não praticam na sua acção e actividade política, nos cargos políticos que desempenham, então são inaptos para os ocuparem, mais do que incompetentes.
Se a saúde dos cidadãos, que depende em primeira instância e muito da (relação e) qualidade ambiental, natural, rural e urbana, das cadeias alimentares, dos ecossistemas e é bastante afectada pelos vários tipos de poluição, alguns tipos de radiação, etc, e também em segunda instância e por vezes de forma decisiva da qualidade do sistema de saúde onde podem ser tratados, operados, analisados, é considerada como secundária ou terciária no planeamento do orçamento do Estado, no investimento público, é natural que o número de pessoas doentes aumente (por haver um decréscimo da qualidade ambiental, e também nos países desenvolvidos, pelo envelhecimento populacional reflectido nas pirâmides etárias), e haja uma sobrecarga ainda maior num sistema de saúde público impreparado, por vezes decrépito, seja por falta de enfermeiros, médicos, técnicos especialistas, seja por carência de infra-estruturas e instalações.
Um problema que se auto-alimenta pela degradação ambiental e pela degradação do sistema de saúde, contribuindo para que cada vez mais pessoas enfermas ou feridas acorram a um SNS menos equipado, pior preparado e ineficiente, sobrecarregando-o.
Quais são os factores geo-físicos, biológicos, sociais, económicos que mais contribuem para a melhoria da saúde das populações, a sua prosperidade e desenvolvimento sustentado?
Apostar em armas, bazucas e tanques? Alguns dos novos aviões, que depois vão patrulhar outros espaços aéreos que não o português, custam dezenas e centenas de milhões de euros. Que retorno isso traz para a esmagadora maioria da população portuguesa? Sem ser aquela que está metida nessas negociatas ou que se mexe nesses tachos, e por vezes cai nas boas graças e é promovido ou sai para ocupar alto cargo na indústria privada?
Afinal, qual o retorno real das vacinas para Covid-19, que custaram aos estados largas centenas de milhões e hoje se sabe que no máximo conferem imunidade por 2 ou 3 meses, e nada de imunidades de grupo? Outro mito que ajudou a fazer muitas negociatas ainda hoje polémicas a nível da CE (a Úrsula e os seus sms que o digam).
A saúde dos portugueses (e não é no curto prazo, estas coisas planeiam-se e projectam-se no médio-longo prazo) é um objectivo dos governantes? E se não forem eles, quem será?
Se toda esta quantidade industrial de recursos não fossem canalizados para o lucro da indústria farmacêutica (biotecnologia química) e da indústria das armas, aviação, balística (guerra), e sim para o bem do povo português (que é a quem vão pedir depois as contas, e os votos, com a inflacção a subir a galope, qualquer dia apanhando a abstenção nas urnas), já imaginaram como as coisas podiam ter sido ligeiramente diferentes?
E agora ainda anda tudo a chorar para aumentar o gasto em armamento e exércitos, por causa das necessidades da NATO, com a UE, supostamente uma união económica e promotora da paz e do desenvolvimento dos povos europeus e não só, a transformar-se numa muleta do belicismo e da corrida armamentista, ao mesmo tempo que anda a apregoar às freguesias, leia-se estados-membros, as “transições energéticas verdes”, “a redução da pegada carbónica”, a “economia de custos”, “o desenvolvimento sustentado”, que são principalmente estratégias de marketing para as corporações industriais e comerciais continuarem a fazer o mesmo que até aqui fizeram. Não se vê qualquer contenção ou redução do uso do plástico, quase tudo é embalado em plástico, os copos iam ser proibidos mas continuam a ser de plástico nos festivais, eventos, bares de rua, roulottes, etc,. O processamento do lixo em Portugal deixa muito a desejar, falta limpeza não só das matas e dos campos agrícolas mas também das ruas, das praias interiores e costeiras, das vias, etc, Não há uma cultura cívica, nem com o chimpanzé Gervásio (ou lá como lhe chamavam) a separar o lixo na TV e a explicar como se faz… e o exemplo começa nos políticos e nos “estadistas” deste país, fechados nas suas redomas e cúpulas, sem contacto com a realidade diária dos portugueses, e ainda mais desfasados do mundo rural e natural. Sempre a falar em mercados (das liberalidades), feiras (das vaidades), instituições europeias, banca, e esses enriquecem todos à custa de todos os outros, cada vez mais, a um ritmo mais frenético, descompensado e vertiginoso.
Façam como disse o Prof. Marcelo, se não querem contribuir para ajudar a resolver os verdadeiros problemas do país e das pessoas (e não são os da bolsa de valores de Londres, Frankfurt ou Wall Street), pelo menos mantenham-se longe, em silêncio, e não atrapalhem!
*mais construtivo a médio-longo prazo e melhor para as pessoas e também a economia (o PIB) e os índices de desenvolvimento, qualidade ambiental, etc e tal
Os fogos também têm impacto económico nos transtornos momentâneos que provocam, o corte de vias de comunicação, por exemplo, a paragem forçada de actividades, o pânico e o transtorno e o desgaste nas pessoas, etc, além dos impactos de médio e longo prazo em todas as vertentes.
*indemnizações ou canalização de fundos do estado para reparações e reabilitações,
Bom e assertivo comentário.
Pois, devíamos ter feito alguma coisa. Ideias? Algumas?
O SNS foi destruída durante 30 anos, ponto: agora estamos a sofrer as consequências, e é bom que assim seja. O que é que fizemos para o defendermos? Ficámos nos nossos sofás, dizendo a nós próprios que é um assunto dos outros.
A evocação da política de terra queimada é simultaneamente deliciosa e fatal,de toda a sua camarilha que só sonham em destruir o serviço público em benefício do sector privado… e essa é definitivamente a ambição.
Nos Estados Unidos, correm com o doente para o hospital … Se ele tiver um cartão de crédito (ou melhor ainda, um cartão Gold está doente)… se for pobre, não está doente!
Claro que é evidente que há uma carência, isso é certo. Se juntarmos a isso a falta de medicamentos, temos um país, uma nação que prefere gastar quantias abismais de dinheiro em guerras em vez de cuidar do seu povo.
Depois, as pessoas de bem dizem para si próprias: temos de poupar nos desempregados, na saúde, sem perceberem que, um dia, essas pessoas de bem podem vir a ser confrontadas com o desemprego e a doença. O povo é, por vezes, muito estúpido…Afinal de contas, o povo merece o que tem, não é verdade?
Não estamos longe do ponto de ruptura em tudo: a União Europeia está em pleno frenesim para satisfazer as necessidades exigentes de Davos. Vai rebentar!
Por um verdadeiro sistema de saúde para todos, vão à Rússia! É assim que se reconhece uma civilização avançada ou decadente.
O mais importante é: “Já não temos urgências,médicos , a nossa doutrina tem de ser mudada e adaptada!” É mais que tempo de os Portugueses deixarem de esperar tudo do Estado, de se aperceberem da desintegração de todas as instituições e de tomarem consciência de que os “serviços públicos” já não existem.
Ao estado, faltam-lhe duas coisas: que tenha um grande líder e que exista (ainda) um Estado. Sem isso estamos em apuros …
Teremos de reaprender a viver sem serviços públicos: eles já não existem e não têm qualquer hipótese de voltar…
E, sobretudo, deixem de pensar que o Estado quer o melhor para nós: está-se nas tintas …
Há quantos anos é que os “teóricos da conspiração” nos avisaram disto?
Este país está cada vez mais fora de controlo. Não precisamos que o exército russo nos deite abaixo, estamos muito bem sozinhos.
É todo o sistema de organização social que precisa de ser revisto: Rebentar com esta mega-burocracia ilusória, mandar para casa os palhaços que servem de comediantes políticos e que fingem governar sem terem competências nem qualquer responsabilidade pessoal.
O país está a afundar-se…. e até se está a tornar perigoso ir ao hospital por um problema de saúde não vital… porque não se sabe como se vai sair de lá… As urgências estão a transbordar…
A grande substituição está a decorrer… Nada de grave… Temos excelentes líderes não eleitos em Bruxelas…Alguns até andam à pancada à procura de um lugar…
A minha humilde opinião: O nosso país está a tornar-se terceiro-mundista, e a uma velocidade vertiginosa… E o pior é que tudo isto está a ser banalizado de uma forma mortificante, como se nada tivesse acontecido…..
Porra, pá, a reincidência no martelar de uma coisa e o seu contrário é enjoativa e enganas-te a ti próprio se acreditas enganar alguém. A ânsia de enganar está a tornar-se patética e só não digo que estás cada vez mais reaça porque sempre o foste! Toma os comprimidos, pá, talvez consigas disfarçar um pouco. Estão na gaveta de baixo da mesa-de-cabeceira.
E com toda a pouca vergonha continuam a “vender” com todo o descaro as vacinas para a COVID. Depois o desgraçado do velho vão levar a vacina da gripe porque sempre levou essa e se não lhe fez bem mal também não e moem no para dar no outro braço a da Covid continuando a ter a pouca vergonha de dizer que aquilo reduz o risco de doença grave e hospitalização.
Mesmo que tal fosse verdade em relação ao hoje muito mitigado vírus da COVID e impossível que não saibam que aquela porcaria aumenta em muito o risco de hospitalização e morte por um monte de outras doenças a escolha.
A saber trombose, enfarte, miocardite, cancros, doenças auto imunes.
Os outonos dos últimos anos teem sido particularmente mortíferos mas os senhores doutores ganham o deles e por isso nenhum se atreve a proteger os seus doentes desse charlatanismo e dizer que o rei vai nu.
Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.
E não, não sei como é que se acaba com essa pouca vergonha de os médicos exercerem no público e depois exercerem no privado conseguindo assim outro ordenado ganhando o dinheiro que querem.
Depois no público queixam se que ganham mal, como se em Portugal não se ganhasse mal em todo o lado e em todas as profissões e fazem tudo quanto é figura triste.
Passam a vida a queixar se que nem umas Amelias, que não teem condições, pedem escusa de responsabilidade e outras tretas e agem com negligência muitas vezes grosseira e desumanidade pura.
Talvez uns meses a exercer na Faixa de Gaza ou até na Cisjordânia os fizessem ver o que e isso de falta de condições.
Conheco uma carniceira de ma morte que no privado era toda delicodoce.
E uma gente que, por a conhecer no privado, estando sem médico de família, caiu na asneira de solicitar para ter a criatura como médica de família no público.
E enquanto a malta foi mantendo a saúde a coisa correu bem.
Quando um dos membros do agregado, na sequência de AVC massivo pós vacina COVID e doença auto imune causadora de hipertiroidismo começou a desenvolver perturbações mentais com ideacao suicida e que a porca torceu o rabo.
De que se a criatura se quisesse matar era a escolha dela e era preciso aceitar a que não havia problema nenhum se bebesse lixívia ou qualquer coisa corrosiva pois que não iria morrer, só ficaria era toda queimadinha por dentro, os familiares ouviram de tudo. O problema foi uma filha da criatura achar toda essa psicopatia perfeitamente lógica.
E quando a família, em desespero, recorreu a psiquiatria pública correu o pior possível.
Em pouco mais de quatro meses de internamento, sem que se visse o que e que realmente se estava a passar a nível endocrinologico, a criatura foi diagnosticada com depressão psicótica, considerada louca irrecuperável e posta regularmente KO com um injectável indicado para a esquizofrenia.
Mais tarde, em consultas privadas de endocrinologia a criatura foi diagnosticada com hipertiroidismo severo e doença de Graves.
Injectável esse que tem uma lista de efeitos secundários mais comprida que os tentáculos de uma lula colossal entre os quais a possível formação de coágulos sanguíneos pelo que se recomenda precaução antes de se pensar em usar a coisa em gente que teve AVC.
Ora o bandalho chefe dessa equipa médica também exerce no privado e gostaria de saber a quantos dos que atende no privado já fez esse trabalho.
Se também diria que se estava nas tintas para se a depressão e orgânica e punha a pessoa na rua com 43 quilos, a parecer um prisioneiro de Auschwitz, certamente para morrer nas maos da família e não nas deles.
Sem uma palavra de explicação sobre a medicação e os seus efeitos.
Obrigado a uma medicação perigosa na sua condição e que faz a família ter caganeira sempre que outro remédio não tem que levar o familiar a tomar outra injecao daquelas.
Porque e que a coisa continua? Porque o tribunal estasse nas tintas para os pedidos da família, que não tem tanto dinheiro como insinuaram os bandalhos que trataram a criatura barbaramente mas ainda vai tendo dinheiro para pagar consultas num privado decente, e nem a m*rda manda as criaturas. Quando estas pedem que o tratamento por aquele bando de energumenos negligentes e desumanos seja substituído por outro.
Coitado de quem lá cai. Resta nos mesmo e ir tentando manter a saúde.