A roubar o dinheiro da Rússia

(Dmitry Orlov, in Resistir, 24/05/2024)

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No final de abril, a Câmara dos Deputados dos EUA aprovou uma legislação que, se promulgada, permitiria que Biden (ou quem quer que seja o próximo a aquecer a sua cadeira) confiscasse os ativos estatais russos congelados e os entregasse ao regime de Kiev.

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13 pensamentos sobre “A roubar o dinheiro da Rússia

  1. Pois, há coisas que não consigo relativizar e uma delas é a miseria provocada por termos um bando de ladrões, sociopatas e corruptos a frente dos destinos da Europa e Estados Unidos.
    A miseria é efectivamente a mãe de todos os abusos e vícios, não pode nem deve ser “relativizada”.

  2. Pois, esse belo tempo em que não havia stress, só havia “maluqueira”.
    E a maluqueira afogavasse numa zurrapa a que se chamava vinho e no bagaço com que se matava o bicho.
    Boa parte dos honestos chefes de família voltavam para casa da taberna, davam uma sova na mulher e faziam lhe mais um filho. Que podia ser que se “fizesse” e não morresse de fome ou doença.
    O meu avô materno tinha três empregos, ou melhor, três grandes cargas de trabalho para sustentar a família. Se sobreviveu até ser velho foi porque era fisicamente um bisonte.
    Felizmente para a minha avó, o homem de bisonte só tinha o tamanho o que a poupou a sina das vizinhas. Na sua rua, ela era a única que não era espancada.
    Uma irmã bem mais abonada, que não precisava de sair de casa para trabalhar, levava em compensação uma média de uma sova por semana. Teve 3 filhos e 17 abortos clandestinos.
    Um dia uma vizinha tentou despertar na minha avó o demônio da inveja. “A sua irmã não lhe falta nada”. “Porrada também não”, respondeu a minha avó, encerrando a conversa.
    Conheci os velhos sem nenhuma saudade do belo tempo em que não tinham carro, nem televisão, nem água canalizada, nem casa de banho em casa, nem luz.
    O meu avô dizia muitas vezes, “chamam ao outro tempo o tempo da vida barata. Tempo da vida barata e agora que tenho dinheiro para comprar as coisas”.
    Por mim não faço intenções de me habituar a miseria nenhuma que me seja imposta por sermos liderados por uma cambada de ladrões que não desistem de fazer a guerra. Terei de levar com ela.
    Habituar me, achar normal, nunca. O meu avô nunca achou normal e eu também não conto fazê lo.

    • Eu tentei ver as coisas de um outro lado,mas vistas as coisas desse lado Wale,é verdade,a mulher sofria muito,era usada e abusada conforme os critérios do marido…(Embora agora exista isso,mas em menos proporções) O que vai acontecer outra vez infelizmente.A pobreza é boa para isso.A minha mãe só teve 4 rapazes e isso por um lado teve um efeito positivo em todos nós,pois damos muito valor às mulheres…Agora a minha mãe só tem netas, o que antes era uma família de rapazes,agora é uma família de raparigas,algumas com cursos superiores,uma coisa inimaginável para ela à uns anos atrás devido à extrema pobreza.

      Em relação à guerra “nunca”,apenas tentei relativizar as coisas.

  3. Quase todos lobotomizados pela imprensa durante todos estes anos, e digo-o alto e bom som, com um sentimento de vergonha…Servir um Estado profundo que quer dominar o mundo. Foi esta a conclusão a que cheguei nos últimos 5 anos, “mergulhando” na geopolítica e na literatura sobre o assunto.

    Há muito a dizer sobre aquilo a que chamamos História (a que eu chamo “História Oficial”).
    Algumas pessoas fizeram tudo para que os povos da Europa esquecessem a História… distorcendo-a, alterando-a a seu bel-prazer, ocultando ou inventando factos históricos, tornando-a maniqueísta…

    Há momentos na história de um povo em que a sua única salvaguarda reside na sua capacidade de discernir as ameaças que lhe são ocultadas.

    Penso que a altura é a certa:
    -A Europa está de rastos (como o presidente chinês viu com os seus próprios olhos na semana passada)
    – os EUA querem voltar a concentrar-se em si próprios, com Trump a aproximar-se rapidamente.

    E o tempo está a começar a melhorar, pelo que é sempre melhor lutar com bom tempo.

    Já não deve faltar muito.

    2024, que ano fantástico!

    2025,vamos ter festa com muitos foguetes, com as alvoradas de manhã que não vai deixar muita boa gente dormir.

    …Ucrânia, Israel, Jogos Olímpicos, Trump, Doença X, … Taiwan?

    A 3° guerra mundial já foi declarada,agora é uma questão de tempo até se tornar oficial.

    A guerra tem muitos objectivos,a começar pela redução da população,fim das dívidas públicas,fim do estado social,etc,etc..

    A guerra é inevitável nas cabeças formatadas dos nosso líderes,que agora não sabem governar,não deixam governar,e nem governam.

    Os governos aplicam uma política de terra queimada, destruindo o tecido económico e social para impedir qualquer recuo, completando assim o sistema de repartição….A guerra (a verdadeira) é uma opção como outra qualquer para os financeiros que guiam os políticos. E o programa é endividá-lo…. (financiamento, fornecimento de armas, ajuda militar, envolvimento directo…). E onde paramos nesta história, no Donbass, na Crimeia, em Moscovo…. Os últimos a tentar foram Napoleão e Hitler…..Pensam que estão numa democracia e aceitam que os nossos líderes nos conduza à guerra e às suas consequências, sem um voto no parlamento…. Todos pagaremos caro por esta cobardia…. Continuem a procurar soluções individuais para os problemas actuais, mas não vão conseguir… a solução é colectiva….

    Deixem-me ver…
    – Criar dinheiro do nada
    – Emprestá-lo e ganhar juros com ele
    – Filtrá-lo através de bancos fracionários,
    extraindo todo o valor do topo,
    e dar-nos as migalhas.
    – Faz com que todos troquem o seu tempo limitado
    tempo limitado por ele.
    Para além disso…
    – A empresa onde trabalha é
    é tributada através do imposto sobre as sociedades.
    – Somos tributado através do imposto sobre o rendimento.
    – As nossas poupanças investidas são tributadas
    através do imposto sobre as mais-valias.
    – O dinheiro que gasta é tributado através do
    imposto sobre as vendas.
    – Depois, é novamente tributado através da
    inflação “O imposto invisível”.
    Um ciclo interminável de roubo.

    É evidente que a dívida global, sobretudo nos países ocidentais que estão a viver acima das suas possibilidades, é um grande risco para houver guerra. Quando olhamos para as reservas de ouro da China e Russia, vemos que esta mudança de rumo reflecte totalmente o risco óbvio de se perder tudo. É evidente que as poupanças vão ser utilizadas para pagar a dívida pública, guerra, e é isso que os globalistas querem.

    A solução parece-me ser dar ouvidos à velha sabedoria popular, que é não colocar todos os ovos no mesmo cesto. E não esqueçamos que a verdadeira solidariedade entre as pessoas (família, amigos, vizinhos) é fundamental para ultrapassar os problemas que vão chegar. E a fé na vida e na nossa capacidade de recuperação. Arriscamo-nos a ter de aprender a viver com a guerra. Os meus avós não tinham carro, nem telefone, nem televisão… e viviam muito confortavelmente e sem stress. Coragem, vamos ver!

    Por agora tudo não passa de um cálculo para manter a economia de guerra a funcionar, e os EUA estão muito satisfeitos por delegar compromissos militares nos países da UE, levantando o espetro da terrível ameaça russa…

    O ocidente arrisca uma guerra nuclear de pequenas proporções,porque matemáticamente uma guerra total nuclear não é possivel,segundo alguns especialistas….Vamos ver!

    Mas foi assim que o povo que gosta tanto dos seus filhos quis.

    Há muito tempo que digo repetidamente: “A Europa é a paz, a paz dos cemitérios”.

  4. Roubar e o que fazemos melhor e andamos a fazê lo desde o tempo dos vikings e, mais tarde, das Cruzadas. Com a expansão europeia para outros continentes o futuro de quem lá vivia foi aquele que se viu.
    Extermínio quase total nas Américas, onde o clima benigno na maior parte do Continente e, a quase ausência de doenças funestas ditou que para lá quiséssemos mandar os nossos indesejáveis e lucrar bem com isso ditou a necessidade de destruir quase toda a população que lá vivia.
    E não foi só com ferro e com fogo, mas tambem com doencas funestas como a varíola.
    Em África foi a industrialização da escravatura mas pelo menos como o clima não era nada bom livraram se do extermínio quase total.
    Na India o cenário foi quase como em África. Se o clima não era tão funesto nem tão doentio para os brancos também não era pera doce.
    Mas houve a sua conta de exploração e fomes terríveis porque se privilegiavam culturas que nos dessem jeito, em detrimento das populações locais, com a conivência das elites locais.
    Na Austrália onde o clima quente mas seco não era tão doentio,os aborifenes foram também quase todos exterminados.
    O problema é que sempre vimos a Rússia como ums terra, selvagem, onde os habitantes vestiam peles de foca e urso e onde, tal como na África e nas Américas, podíamos ir tu ar o que nos fizesse falta.
    Por isso os desgraçados sofreram invasoes de suecos e polacos e também razias de tártaros que sabiam que pagávamos bem pelos escravos que conseguissem capturar.
    As nossas tentativas de destruir a Rússia não acabarem com Napoleão e Hitler nem acabarão com Biden e companhia.
    Simplesmente porque sermos ladrões faz parte do nosso ADN.
    Boris Johnson voltou a Kiev a pegue sua “heróis do Batalhao Azov” que ataquem no interior da Rússia prometendo as armas necessárias.
    Isto só acaba se a Russia usar a técnica Israelita da terra queimada. Mas como a crueldade deles não é tanta como se diz por aí daqui a 10 anos ainda andamos a escrever sobre isto.

  5. Calma!
    A natureza tem horror ao vazio.

    A Direita na Rússia (sim! se não é comunista, é de direita, ou não é assim? ou só é, quando dá jeito?) pela caneta do seu Presidente, já está a tratar do problema. Assim fosse a nossa direita em Portugal.

    http://publication.pravo.gov.ru/document/0001202405230005?index=1
    (ligação não encriptada)

    (tradução automática)
    “Decreto do Presidente da Federação Russa datado de 23 de maio de 2024 No. 442
    “Sobre um procedimento especial para compensação de danos causados ​​​​à Federação Russa e ao Banco Central da Federação Russa em conexão com as acções hostis dos Estados Unidos da América ”

    https://noticiabrasil.net.br/20240523/putin-assina-decreto-que-descreve-resposta-russa-a-qualquer-apreensao-de-bens-congelados-pelos-eua-34750514.html

    • Experimenta dizer ao polícia (nem que seja o mais fanático Patega e goste de AVenturas à margem do código penal e da constituição) que tinhas o pisca ligado e querias virar à esquerda, quando fores apanhado, a vir da faixa da direita, atravessado em cima de um “compatriota” que ia em frente pela da esquerda e não ia virar à esquerda…
      Talvez nessa cabecinha se acendam umas luzinhas e percebas a diferença de sentido.

  6. Para quem queira conhecer um pouco a verdadeira estória dos EUA, que não a fabricada por Hollywood, uma honesta série sobre ele no Canal História, designada «Faroeste»!

      • O Santos tem toda a razão:
        A palavra mais correta e socialmente aceita é história, sendo essa a forma preferencial. A palavra estória aparece em dicionários e no vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras mas não é unanimemente aceita.

        Há quem defenda que devemos utilizar o termo história para a narração de fatos documentados e situações reais sobre o passado da humanidade e o termo estória para a narração de fatos imaginários, de ficção.

        Há, também, quem condene o uso da palavra estória. Visto a palavra história abranger os dois significados, consideram desnecessário o uso da palavra estória.
        Obrigado, pois, ao Santos pela correção!
        Deixar-se um pequeno comentário aqui à 1,38 da madrugada, depois de se ter assistido à série em causa, já meio a dormir, prega-nos, por vezes, destas partidas!😟

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