Pedrógão Grande

(Dieter Dellinger, 19/09/2018)

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Foto: Aqui o proprietário não esconde que a casa inicial era de 1959 ou 1969.

Entre as muitas dezenas de casas a reconstruir, há 4 casos identificados sem provas concludentes como irregulares.

Os proprietários foram constituídos arguidos, o que não quer dizer que sejam verdadeiros criminosos como pretende a justiça. É preciso provar.

Querem acusar o presidente da Câmara de ter criado um gabinete de emergência irregular para tratar da reconstrução das casas e respetivas indemnizações. Um gabinete de apoio perante uma situação de emergência não tem nada de irregular, dado que a Câmara não estava preparada para enfrentar a catástrofe. Os procuradores de justiça de deveriam ter constituído um gabinete de investigação à origem do incêndio e só a partir daí ver se houve negligência no combate ao fogo.

Mas, o grande culpado foi Marcelo Rebelo de Sousa, o eterno nervoso, que politizou ao máximo um desastre criminal e ou ecológico para criar carisma e popularidade e quis pressa a todo o custo, impedindo as autoridades de funcionarem devidamente. Hoje, no que respeita a Pedrógão esse carisma caiu por terra em toda a linha, tanto no que respeita à reconstrução como às causas do incêndio.

Não é possível acusar e condenar pessoas que não atearam o fogo sob o pretexto que não o teriam combatido muito bem, dado que ninguém sabe o que é combater bem a malvadez de incendiários e não se sabe se foi obra de criminosos ou da EDP que deixou os cabos quase à solta a roçarem pelas árvores.

A procuradora Joana M. Vidal parece ter uma propensão para a INJUSTIÇA que é de bradar os céus porque coloca-se no fim da linha quando tudo deve começar pelo princípio e este é saber quem causou o incêndio e acusar e condenar os criminosos.

Acusar um dirigente de bombeiros voluntários hospitalizado na altura e outro que é um advogado socialista que deu sempre muito do seu tempo para apagar fogos gratuitamente é de uma INJUSTIÇA dura só concebível em regimes nazis ou estalinistas.

Costumo dizer que a Joana odeia o PS, mas não sei se é verdade. A acusação ao ex-PM Sócrates é tão complexa e mete tantos arguidos que parece impossível que em tribunal possa sair uma conclusão. Terá sido por isso que o juiz Carlos Alexandre e o Rosário mais o Guerra tentaram um julgamento popular pela imprensa porque admitem falecer antes de o julgamento terminar.

Dá a impressão que o único objetivo era a confusão e julgamento público e não o jurídico.

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