Perdeu a vergonha de vez

(Por Estátua de Sal, 29/01/2017)
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Como se suspeitava o problema dele não era mesmo a TSU. Era o salário mínimo, contra a subida do qual se opõe agora, e também às metas de subida que o Governo quer concretizar até 2019. (Ver a notícia aqui)
Até aqui andou a esconder e a dar a volta ao texto. Agora, perdeu a vergonha de vez. Antes assim, para que os portugueses saibam quem ele é e o chutem de uma vez por todas para o canto mais longe.
Sempre contra quem trabalha, talvez porque nunca trabalhou e não sabe o que é. Sempre contra os mais carentes porque sempre só soube viver a lamber as botas dos poderosos.
Este gabirú não passa de uma amiba que se julga um grilo falante. Nada diz porque a sua fala é a fala da desumanidade e do desprezo pelos outros. Um pequeno verme, perigoso, ainda assim.
Enquanto este pulha não sair dos écrans das televisões e das capas dos jornais o país não estará nunca suficientemente limpo e higienizado. É preciso varrê-lo de vez. A ele a todos os que lhe dão espaço público e tempo de antena.
Só nesse dia poderemos respirar fundo sem receio de contaminação por germes letais e por aragens pouco salubres.
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12 pensamentos sobre “Perdeu a vergonha de vez

  1. Coelho, Cristas, e o séquito dos seus apoiantes na comunicação social, devem convencer-se de uma vez por todas que jamais o PCP, o BE e o PEV deixarão cair o governo de António Costa para o entregar ao PSD/CDS.
    Depois deste episódio da TSU, muitos apoiantes de Coelho pretendem convencer-nos que agora o PSD está mais forte. Puro engano. Aquilo a que se assistiu no Parlamento com a furibunda intervenção de Coelho foi mais o estertor de uma morte anunciada do que qualquer prova de fortalecimento.
    Coelho não abdica da sua posição ideológica e das suas políticas da austeridade e empobrecimento. Ele acredita piamente que, como diz explicitamente: “Portugal só sai da crise empobrecendo. Não vale a pena fazer demagogia sobre isto, nós sabemos que só vamos sair desta situação empobrecendo – em termos relativos, em termos absolutos”.
    Coelho não alterou em nada a sua estratégia política para o país. É contra o aumento do salário mínimo, como é contra a reposição de salários e pensões.
    Foi e é este o seu Programa político de sempre, que ele considera interrompido ilegitimamente pelo governo do PS e que pretende retomar logo que chegue novamente ao poder apesar do governo de António Costa demonstrar a cada dia que passa que havia alternativa ao seu projecto neoliberal de austeridade e empobrecimento perpétuos.
    É por esta razão que o PSD continua sem apresentar qualquer alternativa à governação do PS.
    O seu programa político de hoje é o seu programa político de ontem.
    Aguarda apenas impacientemente que condições externas, como o Euro-grupo, BCE ou os Mercados forjem as condições financeiras e políticas favoráveis aos seus objectivos.
    E, ao contrário do que se diz nos meios afectos à direita neoliberal, o governo saiu mais fortalecido depois deste episódio da TSU. Sabe com o que pode contar dos partidos que o apoiam parlamentarmente. E não é demais o que desejam. Basta apenas que António Costa permaneça fiel à sua doutrina social-democrata de reposição de rendimentos, reposição das funções sociais do estado e melhoria das condições de vida das famílias portuguesas.

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