O outro lado do SMN: a negociaçao colectiva

(In Blog, Ladrões de Bicicletas, 20/12/2016)

Todos concordam mas, na hora da verdade, os economistas de direita rezam avé-marias pelas empresas. O que normalmente não é referido é que a distribuição do rendimento em Portugal é das mais desiguais dos países da OCDE e que melhorar a parte que cabe aos rendimentos do trabalho no produto da economia tem efeitos positivos sobre: 1) O próprio crescimento do produto; 2) A receita fiscal, em consequência; 3) A redução da dívida pública. Se as empresas portuguesas vão reduzir o emprego porque aumentam o salário mínimo em 20 euros, menos de um euro diário, as que o fizerem por incapacidade económica o melhor é mesmo fecharem. Eu acho que não fecham. O que acontece é que temos um patronato anquilosado e mal habituado a ter que ceder parte do bolo que desde há décadas açambarcam de forma ávida e pouco produtiva, tendo margem mais que suficiente para o fazerem.

No link abaixo pode ler o artigo na íntegra.

(Comentário da Estátua de Sal). 


Todos os economistas estão de acordo em aumentar o salário mínimo nacional (SMN). Mas depois há uns que vêem mais os problemas em aumentá-lo. Aonde é que, na sua ideia, surge esse problema? Fonte: 3º Relatorio do SMNSurge quando, ao aumentar o salário mínimo, esse aumento fá-lo aproximar-se do salário mediano (seta amarela) – ou seja,…

via O outro lado do SMN: a negociaçao colectiva — Ladrões de Bicicletas

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