A Ferra Aveia

(Whale project, in Estátua de Sal, 28/09/2024, revisão da Estátua)


(Este texto resulta de um comentário a um artigo que publicámos do Major-General Carlos Branco sobre a censura que existe no Ocidente, quanto ao facto de a Ucrânia ser um alfobre de nazis e das suas práticas (ver aqui). Censura por censura, o autor preferiria que se censurasse a Helena Ferro de Gouveia, a “domadora de camaleões”, como ela própria se auto intitula. Como concordo a 100% com a preferência do autor e pela acutilância manifestada, resolvi dar destaque.

Estátua de Sal, 29/09/2024)


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Só não há é quem cale a Ferra Aveia que garante que, em Israel, não há tantas vítimas como em Gaza, ou no Líbano, porque lá se defende melhor a população.

Claro que defende, com as armas que lhes damos. Com toda a gente a armar esses demónios em forma de gente, melhor seria se assim não fosse.

Mas, em 7 de Outubro, não defenderam porra nenhuma porque lhes deu jeito, para darem argumentos a trastes vendidos, como a ela e a outros.

O que a senhora se esquece de dizer é que, a “população” de Israel vive em terra roubada e ocupada, e não tinha nada que lá estar. E, o que quer é roubar mais terras, não interessa quantos tenha de matar, porque os outros são gentios e não têm qualquer valor.

E não são só os muçulmanos que quer matar: são todos os cristãos, grupo no qual a Ferra Aveia se inclui. Já terá ela pensado na sorte que teve em viver na outra ponta do Mediterrâneo? Eu, penso nessa sorte, desde antes de ter tantos anos como tenho unhas nas mãos.

Cresci com os crimes hediondos de Israel. Sinto um cansaço tremendo de ouvir e ver os crimes de Israel. Sendo que, as suas vítimas vivem em terra ocupada e roubada por um bando de sodomitas sem entranhas e sem humanidade, que se acham o povo eleito de Deus e, todos os outros, inclusive a Ferra, não valem nada.

E se fosse Portugal a estar sobre um mar de petróleo, ou lá perto? Talvez alguém achasse lógico que déssemos parte do país, ou todo, porque, afinal de contas, D. Manuel correu com os judeus e a Inquisição tratou da saúde a muitos. Talvez ela, e a sua família, estivessem mortas sob uma bomba israelita.

Podíamos ter sido nós mas, para nossa sorte, não temos nada que interesse, nem nós nem os nossos vizinhos.

Porque essa gente cruel, racista e supremacista, poderia ter-nos sido lançada para cima, assim tivéssemos nós os recursos que interessam controlar.

Se a Palestina não estivesse próxima de um mar de petróleo, alguém lhes tinha atirado os israelitas para cima? Alguém já pensou porque é que nunca ninguém pensou dar uma terra aos ciganos e a outras vítimas de grandes perseguições? Os judeus não foram mais perseguidos que os ciganos, cambada de chocos.

Essa gente, de boa vontade crucificava-nos a todos. Porque é que a senhora não vai viver para Israel? Pessoalmente, pagava-lhe o bilhete de boa vontade, desde que ela calasse aquela boca vil de psicopata. A ela e a outros trastes.

Vá ver se o mar dá tubarão branco, do faminto.

De faca na liga

(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 12/11/2023)

Como é do conhecimento geral, à Sra. (?) Helena Ferro Gouveia foge-lhe com muita facilidade o pé para o chinelo (deve ser fruto da esmerada educação que teve na Suíça), e na última vez em que esteve a comentar conjuntamente com o meu particular amigo Major General Agostinho Costa, veio no final ao de cima a evidente falta de chazinho: pois, segundo foi depois noticiado, a cena foi mesmo de “faca na liga”:

Agostinho Costa afirmou: “Permita-me apenas um apontamento. Não respondo a argumentos absurdos, naturalmente, nem venho aqui para fazer debates com comentadores. Sou analista e venho analisar”. No entanto, Helena Ferro Gouveia interrompeu-o e atirou: “Eu também sou analista e venho aqui analisar. O senhor diminuiu-me e isso eu não admito, desculpe, mas não admito!“

A pivô Carla Moita tentou acalmar os ânimos mas, segundo o CM, a discussão continuou mesmo depois de saírem do ar. O general chamou a Helena Ferro Gouveia “mal-educada, ignorante e feia por dentro” e disse ainda: “Você tem de cuidar da autoestima, eu desprezo-a.”

Em resposta, a comentadora atirou-lhe um copo com água e chamou-lhe “misógino”. Segundo o jornal, desde outra discussão ocorrida a 18 de maio, perante José Alberto Carvalho, os comentadores não voltaram a falar um com o outro.”

O facto é que a má-educação, mau carácter e pesporrência evidenciadas por esta suposta “analista” (que se autoconsidera mais sabedora de assuntos de defesa que os militares e de história que os historiadores), se vem repetindo amiúde, sobretudo quando as suas mentiras e falsidades são desmascaradas em direto por outro comentador.

 E, se eu tivesse de comentar em simultâneo com aquela “aventesma”, pedia para verificarem primeiro se ela não será portadora de qualquer arma e para garantirem que ela deixou os chinelos no vestiário…! (A sério, pois eu já vi a dita cuja na sala de espera com chinelos, e só depois, quando em cena, calçar os sapatos).

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