Não Há Fumo sem Fogo ou Chama Criminosa

(Dieter Dellinger, 16/06/2018)

incendiários

(O que anda a fumar a senhora Procuradora? Cannabis da reles? Coca adulterada?

Faz um ano sobre o grande incêndio de Pedrogão. Culpados, quem? Causas naturais? Incendiários? Não! Para o Ministério Público os culpados foram os bombeiros e quem os comandou, mais uns funcionários secundários da EDP e da Ascendi! Incendiários, nem um, mesmo depois das reportagens da TVI mostrando engenhos usados para pegar os fogos!
 
Com esta Justiça, a colaborar com os criminosos, o país não tem futuro nenhum. A não ser que haja coragem para deitar fogo, não aos pinhais, mas aos poderes que emanam das togas de magistrados deste jaez.
 
Estátua de Sal, 16/06/2018)

O DIAP de Leiria por via da procuradora Ana Simões resolveu comemorar o aniversário do incêndio de Pedrógão Grande tonando arguidos um conjunto de 10 pessoas que nada, absolutamente nada, tiveram a ver com o incêndio, isto é, não foram INCENDIÁRIOS e esqueceu que não há fumo sem fogo. (Ver notícia aqui ).

O fogo em Pedrógão Grande disseram erradamente elementos da PJ terá tido origem numa descarga elétrica natural numa situação meteorológica de ventos de 85 km/h com um calor abrasador, mas ninguém viu essas descargas.

A ser verdade, a procuradora Ana Simões descura o princípio basilar da hierarquia da causa criminosa ou natural. Em todos os fogos houve, sem dúvida, INCENDIÁRIOS humanos ou por absurdo naturais. nunca se verificou um incêndio natural com a dimensão do de Pedrógão e, menos ainda no território nacional num número de 16450 fogos e incêndios.

É TERRíVEL ler o texto da procuradora Ana Simões que acusa o comandante de bombeiros Augusto Arnaut de homicídio e ofensas corporais por negligência. Tenebrosa acusação para um bombeiro que exerce essa atividade há 32 anos e comanda há 18 anos.

Como pode uma procuradora que nunca pertenceu a um corpo de bombeiros e nada estudou sobre meteorologia, incêndios e outros fenómenos de género fazer com tanta ligeireza uma acusação tão grave.

O advogado Mário Cerol que foi comandante de bombeiros voluntários – que está sujeito às mesmas acusações tenebrosamente injustas – é um homem que esteve em 2009 ligado à candidatura do PS à Câmara Municipal de Alcobaça, o que prefigura o crime mais grave para a procuradora Ana Simões.

O Comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro de Leiria está também acusado pela Ana Simões porque na ocasião estava doente no hospital e comandou as operações por telemóvel.

A poderosa e riquíssima empresa que explora autoestradas e pode pagar grossas comissões não é arguida pelo crime de falta de limpeza das bermas, mas apenas dois simples trabalhadores rurais de uma empresa subcontratada e dois funcionários da Ascendi que a procuradora Ana Simões esconde os nomes. Respeitinho pelo Capital é muito bonito por parte da Justiça.

A engenheira do Gabinete Técnico da Câmara é também arguida.

O DIAP de Leiria agarrou-se à eventual causa natural em que ninguém na população de Pedrógão acredita para acusar de homicidas um grupo de INOCENTES, cujo grande CRIME é o mesmo de Sócrates, estarem ligados ao PS ou terem sido nomeados por pessoas do PS ou servirem para inocentar a empresa capitalista Ascendi que é a única entidade com culpas no cartório que pode pagar indemnizações. A lei aplica-se à empresa que devia ter verificado se estava a ser cumprida e nunca o foi, nem no ano passado nem em anos anteriores. A própria Ascendi criou as condições para que a lei não fosse cumprida e não disponibilizou as máquinas para limpar os taludes ao longo da estrada de que é concessionária nem pagou qualquer verba significativa para isso.

Até agora nenhum INCENDIÁRIO foi acusado e condenado pelo que a tese do homicídio indireto por negligência aplica-se por inteira a toda a Procuradoria Geral da República em todos os 16450 fogos e incêndios registados no ano passado com especial relevo nos que provocaram vítimas mortais, dada a sensação de IMPUNIDADE que estão a transmitir aos INCENDIÁRIOS cada vez mais protegidos por quem quer politizar o fogo e não combater o crime.

Os Bombeiros levarão menos de meia hora a iniciar o combate a um incêndio que se propagava nesse espaço de tempo por mais de um quilómetro. Ana Simões não pode considerar CRIME o facto de os bombeiros não estarem no local em que se teria dado a descarga elétrica natural, da qual não há prova nem testemunhas sérias.

A estratégia criminosa do Ministério Público foi a de responsabilizar os que estiveram envolvidos no combate ao incêndio. Os valentes bombeiros portugueses são agora acusados de serem homicidas enquanto os INCENDIÁRIOS ficam IMPUNES para voltarem a queimar meio milhão de hectares da PÁTRIA para cumprirem as intenções de Rui Rio e Marcelo Rebelo de deitar abaixo o Governo se os incêndios voltarem a repetir-se.

A presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários, Marta Soares, está preocupado com o Sporting e esteve com a venda de materiais representados pela empresa do filho, não estando a defender aqueles que se sacrificam voluntariamente quase sem recompensa pecuniária e muitas vezes sem comida para combater o fogo.

Ana Simões caia em si na Razão e perceba que está a cometer um gravíssimo CRIME de FALSA ACUSAÇÃO.

Desgraçada PÁTRIA que não respeita os seus MELHORES, os BOMBEIROS que a DEFENDEM e que são criminalizados por pessoas como a Ana Simões.

VIVA PORTUGAL E QUE OS MAGISTRADOS HONESTOS E PATRIOTAS SE REVOLTEM CONTRA ESTA INJUSTIÇA.

O Falso “Sozialstaat” Alemão

(Dieter Dellinger, 13/06/2018)

ingrid

As Contas da Viúva Alemã Frau Ingrid Millgram de 84 anos de idade condenada por juízes mais do tipo Nazi SS que Humano:

Receitas:
Euros
423,52 – pensão de viuvez
302,18 – pensão de velhice
51,00 – subsídio de renda de casa
———-
776,70 – Total

Despesas:
506,00 – renda da casa + aquecimento social
24,00 – eletricidade social
40,00 – telefone
4,50 – Associação de inquilinos
13,12 – televisão e rádio
5,12 – revista Hör Zu
8,31 – serviço nacional de saúde alemão pago por reformados
15,00 – medicamentos, parte paga pelo paciente
8,10 – taxa do banco para ter conta e cartão
80,00 – prestação de custas judiciais e condenação por roubar comida
———–
704,15

Ficam-lhe 72,55 para comer todo o mês, pois comprar roupa ou produtos de higiene não chega.

Os 80 euros que os nazis dos tribunais lhe roubam mensalmente davam para ter uma quantia de 152,55 com a qual podia comer a comida barata alemã, pão, salsichas e chucrute.

O juiz ” NAZI SS” condenou a uma pesada multa e custas judiciais por ter roubado comida no valor de 84,65 Euros que foi fundamentalmente 500 g de carne e esteve presa por isso durante 55 dias e 15 horas durante os quais perdeu 10 kg de peso devido à abundante comida prisional alemã. A gigantesca cadeia de supermercados alemã não perdoou a pequena dívida do roubo nem a queixa em tribunal no qual não pôde utilizar advogado por não ter dinheiro.

Esta senhora que viveu melhores dias e é culta e educada faz parte dos 2,9 milhões de reformados/as idosos da riquíssima Alemanha que vivem na mais profunda pobreza.

Estes dados foram tirados da página 53 da revista “Der Spiegel” do dia 9.6.2018. Claro, menos o termo nazismo que é da minha autoria, mas merecido a quem não tem piedade de uma pobre idosa de 84 anos de idade e muitas mais.

Na Justiça alemã ficou a cultura de um certo “Nazismo Impiedoso” e uma Ingrid de 84 anos recebe muito menos que qualquer refugiado.

O falecido marido tinha um negócio de produtos agroalimentares e quando se reformou colocou uma avultada quantia em fundos de bancos americanos que faliram completamente sem que o Estado americano tivesse indemnizado, deixando o casal na pobreza e apenas com alguns móveis bons e vestidos que a pobre vai usando até se gastarem completamente.

Sucedeu à Ingrid aquilo que muitos portugueses desejam aos seus compatriotas que perderam as suas poupanças roubadas pelo cavaquistas do BPN e pelo Salgado Espírito Santo e que não foram condenados. Em Portugal também uma Ingrid de 84 anos apanhada a roubar comida num supermercado era capaz de levar mais de 55 dias de prisão.

Isto mostra que o social na Alemanha e até na Escandinávia e outros países da Europa tende a desaparecer. Fica apenas a extrema MISÉRIA.

Na foto acima: Ingrid Millgram à porta da prisão. A Alemanha é um dos poucos países do Mundo que prende por quase nada uma pessoa de 84 anos de idade que já sofreu um ataque de coração e padece de algumas doenças. Em Portugal poderia ser condenada a pena suspensa, algo que a justiça sádica alemã não gosta de utilizar. Apesar da sua idade, Ingrid é ainda uma senhora interessante, dizem as televisões alemãs, nas quais ela tornou-se uma heroína para grande vergonha da magistratura alemã. À saída da prisão tinha muita gente a oferecer-lhe dinheiro e nenhum juiz a pedir desculpa por esse atentado à condição humana, algo que historicamente foi sempre desconhecido dos alemães.

O Falso "Sozialstaat" Alemão

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(Dieter Dellinger, 13/06/2018)
ingrid

As Contas da Viúva Alemã Frau Ingrid Millgram de 84 anos de idade condenada por juízes mais do tipo Nazi SS que Humano:

Receitas:
Euros
423,52 – pensão de viuvez
302,18 – pensão de velhice
51,00 – subsídio de renda de casa
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776,70 – Total

Despesas:
506,00 – renda da casa + aquecimento social
24,00 – eletricidade social
40,00 – telefone
4,50 – Associação de inquilinos
13,12 – televisão e rádio
5,12 – revista Hör Zu
8,31 – serviço nacional de saúde alemão pago por reformados
15,00 – medicamentos, parte paga pelo paciente
8,10 – taxa do banco para ter conta e cartão
80,00 – prestação de custas judiciais e condenação por roubar comida
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704,15

Ficam-lhe 72,55 para comer todo o mês, pois comprar roupa ou produtos de higiene não chega.

Os 80 euros que os nazis dos tribunais lhe roubam mensalmente davam para ter uma quantia de 152,55 com a qual podia comer a comida barata alemã, pão, salsichas e chucrute.

O juiz ” NAZI SS” condenou a uma pesada multa e custas judiciais por ter roubado comida no valor de 84,65 Euros que foi fundamentalmente 500 g de carne e esteve presa por isso durante 55 dias e 15 horas durante os quais perdeu 10 kg de peso devido à abundante comida prisional alemã. A gigantesca cadeia de supermercados alemã não perdoou a pequena dívida do roubo nem a queixa em tribunal no qual não pôde utilizar advogado por não ter dinheiro.

Esta senhora que viveu melhores dias e é culta e educada faz parte dos 2,9 milhões de reformados/as idosos da riquíssima Alemanha que vivem na mais profunda pobreza.

Estes dados foram tirados da página 53 da revista “Der Spiegel” do dia 9.6.2018. Claro, menos o termo nazismo que é da minha autoria, mas merecido a quem não tem piedade de uma pobre idosa de 84 anos de idade e muitas mais.

Na Justiça alemã ficou a cultura de um certo “Nazismo Impiedoso” e uma Ingrid de 84 anos recebe muito menos que qualquer refugiado.

O falecido marido tinha um negócio de produtos agroalimentares e quando se reformou colocou uma avultada quantia em fundos de bancos americanos que faliram completamente sem que o Estado americano tivesse indemnizado, deixando o casal na pobreza e apenas com alguns móveis bons e vestidos que a pobre vai usando até se gastarem completamente.

Sucedeu à Ingrid aquilo que muitos portugueses desejam aos seus compatriotas que perderam as suas poupanças roubadas pelo cavaquistas do BPN e pelo Salgado Espírito Santo e que não foram condenados. Em Portugal também uma Ingrid de 84 anos apanhada a roubar comida num supermercado era capaz de levar mais de 55 dias de prisão.

Isto mostra que o social na Alemanha e até na Escandinávia e outros países da Europa tende a desaparecer. Fica apenas a extrema MISÉRIA.

Na foto acima: Ingrid Millgram à porta da prisão. A Alemanha é um dos poucos países do Mundo que prende por quase nada uma pessoa de 84 anos de idade que já sofreu um ataque de coração e padece de algumas doenças. Em Portugal poderia ser condenada a pena suspensa, algo que a justiça sádica alemã não gosta de utilizar. Apesar da sua idade, Ingrid é ainda uma senhora interessante, dizem as televisões alemãs, nas quais ela tornou-se uma heroína para grande vergonha da magistratura alemã. À saída da prisão tinha muita gente a oferecer-lhe dinheiro e nenhum juiz a pedir desculpa por esse atentado à condição humana, algo que historicamente foi sempre desconhecido dos alemães.

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