Patriots: A Europa procura os seus mísseis e o inverno não espera por ninguém

(B.Partisans, In Fórum da Escolha, in Facebook, 13/08/2026, Revisão da Estátua)


As máquinas de lavar roupa parecem ter ganho… 🙂


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Depois de prometer defender a Ucrânia até ao último míssil, a Europa está a descobrir que, de facto, atingiu o último míssil.

Bruxelas está agora a vasculhar os arsenais europeus com a graciosidade de um alcoólico que procura uma última garrafa atrás do sofá. Um Patriota aqui? Um PAC-3 esquecido aí? Dá uma boa vista de olhos atrás das caixas, Han, certamente sobrou uma.

Durante quatro anos, porém, o Ocidente vendeu-nos uma história maravilhosa: o arsenal democrático era imenso, a indústria ocidental era todo-poderosa e a Rússia estava condenada a fabricar os seus mísseis com máquinas de lavar.

Pequeno problema: as máquinas de lavar roupa parecem ter ganho.

O Politico descreve uma Europa que se debate com aquela disciplina particularmente humilhante conhecida como aritmética. A Alemanha está relutante em esgotar ainda mais as suas reservas, enquanto outros proprietários do Patriot começam a perceber que um sistema de defesa aérea sem mísseis tem aproximadamente o mesmo valor militar que um extintor de incêndio sem espuma.

E os números de Julho da Ucrânia não ajudam em nada: 29 mísseis balísticos russos afirmaram ter sido intercetados de um total de 195.

A este ritmo, o Patriot corre o risco de se tornar em breve mais um item decorativo do que um sistema de defesa aérea.

Mas Bruxelas tem, obviamente, uma solução: uma licença de produção! Maravilhoso. Entregámos os projetos a Kiev e, através da magia do mercado, surgem instantaneamente fábricas, máquinas-ferramentas, engenheiros, componentes, subcontratados, cadeias de abastecimento e milhares de trabalhadores qualificados.

Só que levará alguns anos. O inverno, esse sacana pró-russa, chegará daqui a uns meses.

Porque eis o pormenor de que os estrategas dos talk shows televisivos se esqueceram: não se produzem mísseis com milhares de milhões. Produz mísseis com uma indústria. Os biliões só permitem que compre aquilo que alguém é capaz de fabricar.

Nem os Estados Unidos têm um botão “+1.000 Patriotas”. Aumentar massivamente a produção leva anos. Entretanto, cada intercetor enviado para a Ucrânia é retirado de um arsenal destinado a outra pessoa.

Depois de explicar que a Rússia iria ficar sem mísseis, o Ocidente descobre agora, com uma certa ironia poética, que é o Ocidente que está a ficar sem intercetores.

Há quatro anos que a Europa confunde anúncios com capacidades, orçamentos com conchas e conferências com fábricas. Transformou o esforço de guerra industrial num exercício de comunicação institucional: uma conferência de imprensa de manhã, milhares de milhões à tarde e uma escassez à noite.

Foi-nos prometido o arsenal das democracias. O que estamos a ter agora é o mercado de velharias da NATO. E enquanto Bruxelas ainda procura no fundo do armário mais uns mísseis, o Inverno aproxima-se silenciosamente.

Pelo menos o inverno nunca prometeu ser solidário com a Ucrânia.

Fonte aqui

Um pensamento sobre “Patriots: A Europa procura os seus mísseis e o inverno não espera por ninguém

  1. Estes psicopatas da treta que nos governam podem ir a procura dos Patriots no diabo que os carregue.
    Esses engenhos, que as forças russas teem ido destruindo e por isso sao sempre precisos mais dão antes de tudo um sorvedouro de dinheiro.
    E quem vai abrir os cordões a bolsa são, como ao longo destes quase cinco anos, os contribuintes europeus.
    Isto tem sido um negócio e peras para os Estados Unidos e por isso Trump deu o dito pelo não dito sobre fornecer aos ucranianos tecnologia para produzir esses sistemas.
    O que preocupa o velho ogre não e a possibilidade de esses nazis mais tarde os poderem usar contra nós pois que ele sabe muito bem que governos fascistas como o dele nada teem a temer do nazismo ucraniano.
    Quem pode ter alguma coisa a temer são aqueles a quem ele chama comunistas.
    Mas o seu país tem muito a ganhar com isto exaurindo uma Europa que continua a pensar que vive no tempo do Leonardo da Vinci quando comprava aqueles desgraçados aos tártaros.
    Entretanto temos Herr Zelensky a pedir que os Estados Unidos lhe vendam “10 por cento dos seus Patriots” pois com isso destruirão todos os mísseis balisticos russos.
    Maldita cocaína que não o matas de uma vez e o pões a dizer asneiras destas.
    Porque ainda por cima se esquece de engenhos que já caíram em cima da Ucrânia como kinzhals e Oreshnics que não só são imunes aquelas tretas como as destroem.
    Depois quem pagaria esses engenhos seriam mais uma vez os europeus e não o seu país atolado em dívidas e sem dinheiro para mandar rezar um cego.
    Muito menos ele que se tem enchido a conta disto.
    Mas esta canalha que nos desgoverna continua a sonhar vingar Hitler e pilhar impunemente a Rússia e continua a querer alimentar esta besta nazi.
    E nós vamos continuar a pagar isto enquanto houver um ucraniano ou um mercenário vivo.
    Raios partam a Ucrânia e o fanatismo daquela canalha toda.

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