(Tiago Franco, in Facebook, 20/05/2026, Revisão da Estátua)

O país está melhor, os portugueses é que estão pior… 🙂
Estudem, metam esses cérebros a produzir, arrebanhem aqueles 1000 euros por inteiro e rezem aos santinhos por uma carinha que vos permita casar e arranjar alguém para dividir a despesa do T1 antes dos 35.
Paguem impostos até rebentar enquanto vão assistindo à destruição do SNS e da escola pública. Passem o dia parados nas filas de acesso aos grandes centros enquanto queimam gasolina ao preço da Alemanha.
Peçam aos vossos país que tomem conta do miúdo ou desembolsem mais umas centenas para a creche. Vão construindo o currículo, sem real progressão de carreira, enquanto semi-analfabetos chegam a deputados da Nação e legislam em teu nome.
Aceitem que o subúrbio é o vosso local de excelência porque o centro urbano está direcionado para turistas e investidores estrangeiros. Esqueçam os transportes públicos e assumam o carro, tributado duas vezes, como hipótese única.
Orem por genes bons que vos protegem das filas de espera por um médico e compreendam que a classe média, que vos dizem ser aceitável ao fim de 40 anos na UE, é aquilo a que o resto da Europa chama pobreza.
Sim, juventude. Não esbanjem o vosso talento para lá de Monção. Ainda se arriscam a ter uma vida como a do Luís, sem precisarem de avenças, e isso seria uma chatice.
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Outra coisa fantástica nesta nossa Europa. Hoje cumprem se dois anos em que Herr Zelensky e ditador de facto da Ucrânia.
Mas como o nazismo não morreu vamos continuar a financiar o traste.
O Passos mandou emigrar, o Luís manda ficar mas não dá condições para isso.
Quem e que pode comprar uma casa com os preços do mercado.
Há T1 a ser vendidos por meio milhão de euros, qual e o jovem que pode comprar um?
E se tiver filhos, como se amontoar num T1?
E com a precariedade que o Luís quer introduzir no mercado de trabalho como sonhar que um dia as coisas podem melhorar e podem vir a ganhar um ordenado decente?
O Luís e um troca tintas.
Não que a Europa seja um sonho.
Depende de onde se tem o azar de ir parar e depende das circunstâncias.
Pessoalmente se tivesse emigrado para a Alemanha já estava na horta do Senhor prior.
Porque do reforço da vacina da COVID para poder continuar a trabalhar não me safava.
E tendo em conta como me correu a “vacinação primária” mas que na altura nos vendiam como definitiva tinha mesmo morrido.
Gente que teve de emigrar para lá nos tempos do Coelho morreu mesmo ou está as voltas com sequelas que não se desejam a ninguém.
Por isso quando me falam e emigrar até me arrepio porque sei até que ponto pode a aventura correr o pior possível.
Mas o que e certo e que um Governo destes não dá a ninguém condições para ficar por cá.
E acabam nas unhas de gente para quem o nazismo não morreu.
Porca de vida.