(Dmitry Orlov, in SakerLatam, 03/06/2026)

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O ataque pedosionista contra o Irã está em seu quinto dia e, apesar da habitual névoa da guerra, agora é possível fazer algumas observações e talvez até mesmo tirar algumas conclusões provisórias.
Quase o primeiro ato da coalizão judaico-pedófila foi um sacrifício ritualístico de virgens ao seu deus Baphomet. Para isso, bombardearam uma escola feminina em Minab, no Irã, matando 171 meninas e 14 de suas professoras e ferindo 95. Hoje estão enterrando-as. Isso não foi um erro nem um acidente, mas um sacrifício humano: torturar e matar crianças é o que essas pessoas fazem. Ah, e depois há o canibalismo — não nos esqueçamos disso. Os judeu-pedófilos provavelmente ficaram desapontados por não poderem comer algumas dessas meninas.
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Caro Albarda-mos,
Que Epstein e seus compinchas — desde o ex-príncipe idiota ao fanfarrão da Casa Preta, passando pelo príncipe consorte da Killary Klingon e muitos outros — abusaram de menores, não tenho dúvidas. Que usaram e usam o poder que o dinheirinho lhe conferia e confere para abusos de toda a espécie e tráficos variados, também não. Já quanto a esquartejarem criancinhas para depois as trincarem como bifanas Michelin, cheira-me mais a teorias da constipação. Ou obstipação, se preferires. Acusar de tudo e mais um par de botas os nossos desamores, mesmo quando as acusações parecem, ou podem ser, fantasiosas e difíceis de acreditar, pode ter como resultado (quanto a mim funesto) desacreditar as acusações fundamentadas e justas que também lhes são feitas. O que poderá dar-lhes jeito para se safarem destas entre os pingos da chuva, à pala do absurdo das outras. Vá-se lá saber porquê, lembrei-me das consagradas teses que por cá (e por todo o lado) passavam como verdades bíblicas de que os comunistas comiam criancinhas. E de acusações semelhantes que na Idade Média (e não só) levaram muitas mulheres à fogueira, acusadas de bruxaria. São clássicos, camarada, e geralmente não passam disso.
Mas admito que possa estar enganado.
Eu não poria as minhas mãos no fogo por eles… tendo em conta tudo o que se sabe, que é só a ponta do iceberg…
Mas o canibalismo não é uma prática tão rara e incomum assim, e não estou a falar da Papua-Nova Guiné ou da selva amazónica, nem da África equatorial… aliás, é cada vez mais frequente no “mundo livre”, onde os “polícias do mundo” costumam ser um pouco mais brandos que nas outras partes, pelo menos para alguns, quando se trata de “defender os nossos valores e a demo-cracia”, os direitos humanos e os “bons costumes”…
É só pesquisar o fenómeno, e perceber que há mesmo uma espécie de “culto gastronómico”, ou tara… e até há quem se ofereça para ser a refeição!
E pode ser que alguns dos elementos cristãos dessa coligação Epstein que agora ataca o Irão prestem culto a divindades maçónicas como esse Baphomet.
Já o bandalho que querem impor ao Irão deve prestar culto ao Deus da branca. Aquele nariz grosso não engana.
Uma irmã do traste matou se aos 19 anos bebendo um cocktail letal que daria para matar quatro homens onde também entrava a branca.
Cambada de tarados.
Obrigado pela lição. Não estou muito dentro dos “mistérios” dos pedreiros livres. Aquilo parece me tudo uma grande patacoada.
Mas sei que os homens dos aventais mandam em muita coisa neste mundo.
Não me parece e que os sionistas precisem de alguma divindade além da sua.
José Saramago dizia a propósito da Bíblia que aquilo era um manual de maus costumes que dava pesadelos as criancinhas.
Um desses meus costumes era sem dúvida o genocídio e a morte em massa.
E sim, quando era criança a coisa deu me pesadelos.
Não conseguia imaginar o que era uma criança que vivesse com a mãe e a avó já viúvas. Isso pode acontecer ainda hoje, conheci pelo menos um caso, e viesse um bando de barbudos.
Que matasse a mãe e a avó por “ja terem tido contacto com um macho” e levasse a miúda de 12 ou 13 anos para que fosse a escrava sexual animalizada dos assassinos da sua família.
Segundo aquela manual de maus costumes foi isso que aconteceu a uns tais de midianitas, os primeiros a ter contacto com aquele bando após 40 anos a vaguear no deserto.
Outros povos terao tido destinos ainda piores.
Foi nesse sentido que disse que os sionistas não precisavam de divindade nenhuma porque a sua chegava perfeitamente.
Obrigado por não me ter chamado nome nenhum mas simplesmente ter explicado melhor quem e esse tal de Baphomet, sujeito igualmente pouco recomendável.
Que grande patranha e que grande sarilho em que estão metidos todos os que teem a desdita de ser vizinhos do Estado sionista.
Por cá a única coisa que preocupa certos trastes, alguns dos quais estiveram no Governo, e a possibilidade de o Irão resistir e a guerra se arrastar.
Como os vampiros que o Zeca cantava, nada os prende as vidas acabadas.
Vão ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.
Não tenho motivos para ofender ninguém, apenas quis contextualizar as referências que o autor do texto fez, para não parecerem tão descabidas e excêntricas. Ele apenas se referiu à divindade dos maçons/pedreiros livres, quando mencionou Baphomet, e quando falou em canibalismo foi com base nos ficheiros Epstein (e-mails onde se refere “beef jerky”, entre outros, muitos deles com rasuras para esconder nomes – para quê, se eram só gastrónomos gourmet a falar de carniça seca e congelada?)…
Por isso não vale a pena agradecer, mas compreendo e não pretendo confundir ninguém, só esclarecer certas dúvidas relativas ao texto e ao que o autor refere. O desconhecimento de certas “nuances”, chamemos-lhes assim, pode levar ao descrédito e à desconfiança, mas se calhar ele sabe muito bem o que está a dizer. Melhor que qualquer um de nós.
Quanto aos sionistas, são os maiores desavergonhados que por aí andam. E exemplos de espécimes desses, sem vergonha nem carácter, não faltam. E sim, eles já têm o seu Deus omnisciente, omnipotente (que tem 72 nomes, ou mais, segundo a tradição cabalística), não precisam de divindades e ídolos menores, djinn, demónios, etc… para justificar os seus crimes, que à luz da sua religião, e da tradição talmúdica, e mesmo da Torah, são justificáveis e não pecaminosos, antes virtuosos. Porém, não devemos colocar judeus e sionistas no mesmo saco, pois nem todos os judeus são sionistas, e nem todos os sionistas são judeus. E tal como noutras religiões, há divisões canónicas e ritualísticas, diferentes tradições e grupos, por vezes até conflituantes e adversários.
A História de Baphomet
https://medium.com/@Sid.Porter/the-history-of-baphomet-78ac22ff641
O sionismo e um culto de morte. Está no Antigo Testamento, um brutal manual do genocídio escrito há milhares de anos e cartilha pela qual esta gente se continua a guiar em pleno Século XXI.
Não e preciso por mais na carta inventando cultos a outros deuses da morte. O seu chega e sobra.
Segundo a horrorosa doutrina plasmada no Antigo Testamento teria sido o próprio Deus a ordenar. “Golpeai, teu olho não deverá ter do, nem do idoso, nem da mulher, nem da criancinha”.
Noutras passagens pode ler se, “o pecador morrera como mero rapaz mesmo que tenha 100 anos”.
Não há dúvida que para essa gente Khamenei era um grande pecador tal como são todos os que nao se submetem ao seu dominio.
Não há cultos a deus nenhum mas apenas ao Deus vingativo, ciumento e cruel plasmado no Antigo Testamento.
E nisto que o Cristianismo falha por tentar transformar este Deus cruel num Deus de amor, tolerância e paz.
Os evangélicos de extrema direita não tiveram problema algum em recuperar esse Deus cruel e castigador para que Israel e os seus crimes pudessem ser justificados.
E para que uma nova cruzada, como a que está a acontecer contra o Irão fosse também justificada.
Agora como e que alguém que e russo e provavelmente religioso justifica uma barbaridade destas? Não quer reconhecer que e também em nome do seu Deus que isto se faz e então sai se com esta.
Não lhe vou dizer que vá ver se o mar da megalodonte porque também percebo a perplexidade de alguém que provavelmente também cresceu a dizerem lhe que havia um Deus bom.
Que grande patranha e que grande sarilho.
O Baphomet é uma divindade ligada à maçonaria cabalística, que frequentemente é representado como um humanóide com cabeça de bode e cascos nos pés, e que aponta com uma mão para cima e outra para baixo, significando “as above, so below” (em cima como em baixo), expressão que tem origem na Tábua da Esmeralda supostamente escrita por Hermes Trismegisto.
Assume a forma de um ídolo, e por isso contraria os preceitos cristãos (e judaicos, pois os 10 mandamentos originalmente destinaram-se aos judeus) de não adorar falsos ídolos. Mas a Maçonaria Especulativa sempre serviu para subverter as normas éticas, religiosas e culturais das sociedades em que se insere, substituindo-as pelas suas próprias, e formando uma estrutura de poder secreta e sem escrutínio público dentro das nações e dos estados, com tanto poder quanto a igreja, ou semelhante.
Daí a menção a Baphomet, específico do culto maçónico e símbolo do seu sistema de crenças próprio.
Eles também veneram o Grande Arquitecto, o Criador (o Demiurgo), mas não é exactamente o Deus hebraico ou cristão, Jesus Cristo nem entra na equação, praticamente, não há santíssima trindade, há apenas o olho que tudo vê, ou seja, omnisciente e omnipresente, controlo, sigilo, manipulação nas sombras. São uma antítese dos cátaros, que se isolavam da sociedade para assumir plenamente as suas crenças, por isso esses foram perseguidos e exterminados e a Maçonaria desenvolveu-se e instalou-se mesmo com a existência da Inquisição e dos autos de fé. Bom, também é verdade que os Cavaleiros Templários acabaram por ser perseguidos, presos e assassinados numa original sexta-feira treze, e depois se transformaram na Ordem de Cristo, mas isso aconteceu porque o rei de França estava endividado e enfraquecido e lhes quiz saquear a fortuna e terminar o seu domínio e influência. Parte da origem da Maçonaria moderna está associada a esses eventos, que estão na sua génese. Os cátaros foram praticamente massacrados e extintos.
Aliás, uma das acusações feitas aos templários, nomeadamente ao seu líder capturado Jacques de Molay (último Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários). era precisamente a adoração a Baphomet, um ídolo com cabeça de bode, além de outras práticas habitualmente invocadas para prender, torturar e matar pessoas na idade média (sodomia, feitiçaria, paganismo, etc).
Mas a verdade é que os sobreviventes da Ordem do Templo de Salomão se refugiaram em Portugal e algumas partes mais remotas da Europa (Escócia, por exemplo), formando a Ordem de Cristo, (cujo Convento de Cristo, em Tomar, é um ex-libris arquitectónico-maçónico) uma ordem religiosa católica que com os séculos perdeu o seu carácter cristão (com a queda e o desmantelamento das ordens religiosas militares), transformou-se e evoluiu para o que é hoje o Grande Oriente Lusitano, com influências europeias e mais tarde americanas (tal como as ordens maçónicas oficiais do Rito Escocês).
Considero DESONESTO, intelectual e profundamente desonesto, o que aqui é dito. Meter na mesma lógica canibalismo com pedofilia, é totalmente absurdo, desviante, e só uma mente vil e retorcida avança com comparações (linguísticas) deste tipo.
Absolutamente execrável !, pelo que recomendo a leitura de um dicionário !
Também achei disparatado, mas levei a coisa para o sarcasmo pelo absurdo.
Será assim tão “disparatado” e “absurdo”?
https://youtube.com/shorts/iFSCwQ9cbbo?si=i2Bz1aWQK9z5P_yr
“Food for thought… no pun intended”
(o assunto é demasiado macabro para piadolas, e muita coisa está por “desvendar”…)
Googlei e deu-me isto:
https://www.google.com/search?q=beef+jerky+meaning&oq=beef+jerkey+mea&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqCwgBEAAYChgLGIAEMgYIABBFGDkyCwgBEAAYChgLGIAEMgsIAhAuGAoYCxiABDILCAMQABgKGAsYgAQyCwgEEAAYChgLGIAEMgsIBRAAGAoYCxiABDILCAYQABgKGAsYgAQyCwgHEAAYChgLGIAEMgsICBAAGAoYCxiABDILCAkQABgKGAsYgAQyCwgKEAAYChgLGIAEMgsICxAAGAoYCxiABDILCAwQABgKGAsYgAQyCwgNEAAYChgLGIAEMgsIDhAAGAoYCxiABNIBCTExMTg3ajBqN6gCD7ACAfEFltP9dgBEAcA&client=tablet-android-samsung-ss&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8#lfId=ChxjMe
Sim, e eles estavam sempre a falar na mesma coisa entre eles, e o quanto diferia da “comida normal”, porque eram gastrónomos obcecados com carnucha congelada.
Faz todo o sentido…
Caro Albarda-mos,
Que Epstein e seus compinchas — desde o ex-príncipe idiota ao fanfarrão da Casa Preta, passando pelo príncipe consorte da Killary Klingon e muitos outros — abusaram de menores, não tenho dúvidas. Que usaram e usam o poder que o dinheirinho lhe conferia e confere para abusos de toda a espécie e tráficos variados, também não. Já quanto a esquartejarem criancinhas para depois as trincarem como bifanas Michelin, cheira-me mais a teorias da constipação. Ou obstipação, se preferires. Acusar de tudo e mais um par de botas os nossos desamores, mesmo quando as acusações parecem, ou podem ser, fantasiosas e difíceis de acreditar, pode ter como resultado (quanto a mim funesto) desacreditar as acusações fundamentadas e justas que também lhes são feitas. O que poderá dar-lhes jeito para se safarem destas entre os pingos da chuva, à pala do absurdo das outras. Vá-se lá saber porquê, lembrei-me das consagradas teses que por cá (e por todo o lado) passavam como verdades bíblicas de que os comunistas comiam criancinhas. E de acusações semelhantes que na Idade Média (e não só) levaram muitas mulheres à fogueira, acusadas de bruxaria. São clássicos, camarada, e geralmente não passam disso.
Mas admito que possa estar enganado.
eu acho desonesto falar em pedofilia neste país sem referir aquela instituição pedófila (e os que nela cresceram)
Reza Pahlavi em Munique, “entrevistado” por dois russos que se especializaram em pregar partidas a altas individualidades do mundo inteiro.
https://youtu.be/GfkOdUmfAyg?si=I4rZRpE9teJ28iO8
ou
https://youtu.be/GfkOdUmfAyg?si=4MQwNLeYhRS8HGca