Pokrovsk, a fortaleza, não apenas desmoronou, ela implodiu

(In canal ISLANDER do Telegram, 11/11/2025, Trad. Estátua)


Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

A fortaleza não apenas desmoronou, ela implodiu. Não por causa de uma blitzkrieg, mas sim por um cerco russo sistemático e constante, homens exaustos e linhas perfuradas por drones.

 A “fortaleza ucraniana no Donbass”, Pokrovsk, outrora o pilar da defesa da Ucrânia em Donbass, foi completamente destruída. E com ela, a ilusão de um esforço de guerra sustentável, apoiado pelo Ocidente, esboroou-se. Nada mal para um posto de gasolina glorificado.

Enquanto o Ocidente estava ocupado a zombar do PIB da Rússia ou debochando das importações de produtos de higiene pessoal, Moscovo construiu uma máquina de guerra que supera a produção combinada de munições da NATO em mais de quatro vezes. O retorno do investimento? Humilhante para o Ocidente. Enquanto a NATO gasta triliões para abastecer um estado fantoche em colapso, a Rússia está a usar menos de um décimo desse custo para demolir toda a estratégia da máquina de guerra ocidental – militar, económica, diplomática e no espaço da informação.

O mito de que o dinheiro da NATO poderia comprar a vitória. De que as sanções poderiam estrangular uma civilização. Essa propaganda só pode disfarçar o colapso. Enquanto a fumaça sobe sobre  o Donbass, a última fortaleza caiu, e com ela a ilusão de controle do Ocidente. Pokrovsk — a pedra angular da defesa ucraniana em Donetsk — implodiu sob o peso esmagador da exaustão militar, política e moral.

A fortaleza de Donbass deveria sustentar a linha da frente. Em vez disso, expôs a maior farsa desta guerra: a de que a Ucrânia lutava pela democracia. O que ela busca agora é tempo, ganhar tempo para o inevitável acerto de contas. A corrupção em escala industrial, tanto do fantoche Zelensky quanto a dos seus mestres, será exposta.

Pokrovsk não era apenas mais um ponto no mapa. Era o coração logístico da posição ucraniana em Donetsk — um entroncamento ferroviário e rodoviário que alimentava toda a frente central, com vastos depósitos, hospitais e posições fortificadas entrincheiradas na sua extensão industrial. A sua queda abre uma brecha de 100 quilómetros na linha de defesa ucraniana. E o que há oeste? Um território sem barreiras naturais. Sem zona de amortecimento urbana. Apenas uma estepe ondulada e aberta que leva diretamente ao Dnieper. Para a Ucrânia, isto não é um revés tático — é a morte da manobra. Cada brigada de reserva alocada aqui é uma brigada que não existirá para a próxima frente: Zaporozhye, Kharkov ou as travessias do Dnieper.

 Em Mirnograd, duas formações de elite, a 25ª Divisão Aerotransportada e a 38ª Infantaria Naval, encontram-se agora cercadas, suas linhas de abastecimento sob fogo constante de drones FPV. Os carregamentos de munição por drones de carga são uma metáfora para todo o esforço de guerra ucraniano: insuficiente, tardio e entregue de um céu em colapso.

Pokrovsk marca o ápice de uma transformação que o Ocidente jamais compreendeu, uma metamorfose na arte operacional russa. Acabaram-se os dias dos pesados ​​grupos táticos de batalhão. O que vemos agora é um exército de nós: pequenas equipas de assalto autónomas coordenadas por uma cobertura permanente de drones e apoiadas por artilharia de precisão que nenhum exército ocidental consegue replicar em escala.

Os drones FPV são o novo sistema de localização de artilharia, a nova arma antitanque, a nova guerra psicológica. Cada vila, cada trincheira e pontos fortes  são mapeados, vigiados e apagados com precisão algorítmica. O próprio campo de batalha tornou-se senciente. A doutrina ocidental tradicional de blindados em massa, comando centralizado e supremacia aérea desmoronou-se diante desta nova forma de guerra distribuída.

Pokrovsk é a prova: uma fortaleza urbana inteira neutralizada não por bombardeamentos de saturação, mas por um desgaste quase invisível, centenas de micro batalhas dissolvendo-se num avanço contínuo. Isso não é uma “guerra lenta e árdua”. É uma aniquilação algorítmica deliberada.

Pokrovsk não é meramente uma vitória militar. É um espelho erguido para o mundo ocidental, mostrando o que acontece quando o poder degenera em arrogância. A mesma arrogância que zombou do PIB da Rússia agora raciona munições.

Os mesmos especialistas que previram o colapso de Moscovo agora sussurram sobre o colapso de Kiev. Os mesmos impérios que alegavam defender a liberdade agora censuram a verdade. A história não se lembrará dos discursos vazios. Ela lembrar-se-á de quem se adaptou, de quem perseverou e de quem confundiu narrativa com poder.

16 pensamentos sobre “Pokrovsk, a fortaleza, não apenas desmoronou, ela implodiu

  1. Alguém viu hoje mais uma rubrica “Quimérias da Sollérias, com Baú-Guarda”, entre a 00H27 e a 00H47, no canal do costume?

    Outro grande momento de televisão, estrelando o duo dinâmico mais acutilante e mordaz nas artes da geopolítica e da guerra na Eurásia. Diana, a pitonisa televisiva, ruiva, esguia e altiva, enumerando os problemas e as soluções para o triunfo da União Europeia, e da “sua” Ucrânia, coadjuvada por Miguel, moreno, redondo e baixo, formando um par caracterizado pelos seus contrastes físicos, mas inversamente proporcionais semelhanças ideológicas. Um “match” mais que perfeito!

    Afirmou a diva no fim, vaticinando o futuro e os cenários complexos que encerra:

    “A Europa… a União Europeia já não é o que era, e já não vai voltar a ser. E dêem as voltas que derem, a União Europeia se saísse desta guerra da mesma maneira que entrou, algo tinha corrido muito mal. E uma das coisas que a Europa vai ter que fazer, é aceitar que países como a Ucrânia têm corrupção endémica que não vai desaparecer completamente… ou parte, ou flexibiliza-se.”

    Assim orou Diana Sollérias… não se lhe viu uma arrelia, uma crise de nervos, um ataque de sentimentalismo bacoco… só sorrisos e elevação e boa disposição, e alguns momentos de ligeiro dramatismo. Perante a solenidade de tal afirnação, anuiu o fiel escudeiro reduzindo-se à sua redundância, permitindo à apresentadora encerrar mais um fascículo da saga com toda a elegância.

    Uma autêntica mina de sapiência e entendimento! Recomendado!

  2. Trump já voltou a querer reunir com Putin, disse no princípio da semana que talvez daqui por duas semanas. Isto está relacionado com os desenvolvimentos recentes na linha da frente, uma vez que o exército russo está a conseguir progredir e conquistar mais território, aumentando a sua força negocial, ao contrário da Ucrânia, que se arrisca a perder a porção que detinha em Donetsk, no mínimo e no imediato, e no máximo e a médio prazo os oblasts de Kherson, Zaporizhzhia e Kharkiv em toda a sua extensão, ou quase.
    Esta alteração de forças, ou desequilíbrio estratégico, é mais um grande problema para Zelensky, que tanto contou com os Tomahawks que tão cedo parece que não vão chegar, o que não é por acaso. Trump é agora uma espécie de agente duplo, que tenta controlar o contendor adversário, e também o aliado, que também se faz de difícil e insubmisso, apesar da dependência total para alimentar o esforço de guerra, quer dos EUA quer da Europa (NATO), mas sobretudo das armas e financiamentos americanos ou com o aval da Casa Branca.
    Assim, Trump restringe o poder de Zelensky e do seu regime, obrigando-o a sofrer no terreno e no “teatro de operações”, mas também a nível diplomática, e no “circo mediático”. Para isso contribuem também os recentes escândalos de corrupção, divulgados até mesmo na Europa Ocidental, onde se tornou tabu qualquer investigação séria à corrupção e à falência democrática na Ucrânia. É portanto mais um dado revelador da real politik actual, que haja rupturas tão grandes e extensas no regime ucraniano, a vários níveis. O colapso já esteve mais longe, e isto forçará Zelensky a ser mais flexível em negociações e obrigará a medidas diplomáticas para alcançar um cessar fogo (já que a chantagem que fez está a revelar-se um bluff de consequências catastróficas), tentando conter a extensão dos danos estruturais e regimentais, e a dimensão das perdas territoriais. Daí a reunião na Europa, provavelmente na Hungria, ter voltado a ser uma hipótese provável, admitida pelo próprio presidente dos EUA, que já deve ter sido informado da situação e percebe a oportunidade para conseguir retirar dela o maior ganho para si e para os interesses americanos – como sempre fazem todas as administrações americanas. Já os europeus ainda defendem Zelensky e tentam pelo menos manter ou reforçar a sua imagem de “grande líder”, que começa a perder força e a meter água. Mas para a Europa é o que resta, manter as aparências e continuar a apostar no peão (promovido a rei) que intercede por eles contra a Rússia, fazendo o trabalho sujo. Não percebem os “grandes líderes” europeus que estão a ser surripiados e enfraquecidos por Trump e por Zelensky, mais do que por Putin. Enquanto isso as populações e os soldados nas linhas da frente vão sofrendo suplícios e fazendo sacrifícios… no fim, restará uma Ucrânia enfraquecida, fragmentada e espoliada por todos eles, sem excepção. Quando se confia em vendedores de banha da cobra as consequências podem ser miseráveis e o definhamento absoluto e irreversível. Para a posteridade ficarão a história (e as memórias de toda esta insensatez, e as duras consequências) – até que a apaguem ou a esqueçam, e a tentem reescrever de novo como se fosse a primeira vez e o destino “inevitavelmente” outro. Mais ilusões e manipulações impingidas pela velha propaganda imperialista recauchutada.

  3. A CNN afirma que foi o mau tempo que ajudou os russos a entrar em Prokovsk.
    Pelos vistos os soldados de elite ucranianos não quiseram constipar se, meteram se debaixo de telha e os malandros dos russos entraram.
    Uma maneira como qualquer outra de explicar uma derrota estrondosa por parte de quem, segundo esta gente toda, tem estado a ganhar desde que a fase mais quente da guerra que começou em 2014 começou.
    Valha lhes um burro aos coices.

    • E também têm dito que Prokovsk “não tem valor estratégico”, tal disseram de todas as outras cidades ucranianas que têm caído. Está visto que a arma mais potente dos russos é a estupidez dos europeus.

  4. Só o “Estátua” comenta a queda de Prokovsk ….
    Percorre-se toda a informação e nenhuma das comadres alvitra meia linha sobre o assunto
    Será a ressaca do caso BBC ? Se sim,longos dias de silêncio aí virão, tais e tantas foram as profecias de Vitória ,todas goradas, haja justiça com essa canalha derrotada. Marte, deus da Guerra, tem as suas tinetas e sempre ri melhor quem ri no fim.
    Lembro o saudoso Pinto dos Santos, numa ceia onde todos pediram rim e o P.do Santos sem se decidir…finalmente também pediu rim, exclamando : quem rim no fim, rim melhor !!!

  5. O excelente texto publicado no Islander traça um vivído retrato dos acontecimentos no terreno e faz-me lembrar uma situação semelhante ocorrida na frente leste na II WW. A tremenda arrogância de Hitler, levou-o a autoproclamar-se comandante supremo, após a primeira esmagadora derrota perto de Moscovo.. Assim ordenou ao 6º exército a tomada de Estalinegrado, não por ser um objectivo estratégico, mas apenas para tentar humilhar o seu inimigo Estaline. Após tremendas bastalhas de desgaste, a cidade foi finalmente tomada e o 6º exército ocupou os escombros. Quando celebrava eufórico a vitória, Hitler foi informado pelo marechal von Paulus que o seu exército estava a ser cercado pelo norte e pelo sul por forças russas muito superiores e que tinha de abandonar a cidade rapidamente enquanto ainda podia sair. Hitler respondeu irritadíssimo que as forças alemãs nunca recuam. Teriam de resistir até à primavera seguinte, altura em que um novo exército alemão as libertaria. Paulus resolveu obedecer, contrariando toda a sua experiência militar. Um mês depois, completamente faltos de tudo, os alemães tiveram de sofrer a tremenda humilhação de se render. A Rússia capturou assim um exército inteiro com todos os seus oficiais, equipamento, documentos tudo, apenas porque um louco os forçou a aceitar um beco sem saída.
    Na Ucránia, o palhaço Zelly, também impediu as suas tropas de recuarem e sair do cerco inevitável, mostrando ao mundo que fazer chover dinheiro e armas no caldeirão/picador de carne, é uma estratégia completamente suicidária e que aquelas forças cercadas seriam muito mais úteis se tivessem recuado enquanto ainda o podiam fazer. A tremenda estupidez dos líderes europeus ultrapassa tudo o que seria aceitável. Até parece o atrasado mental do N.Melo que adquiriu helicópetros militares americanos de ataque para, imagine-se, apoiar a “emergência médica”, os quais, devido à sua dimensão nem sequer podem aterrar nos heliportos dos hospitais. Ah, eu queria aplaudir!

    • Então mas o Ministro do Ataque do Atlético Norte era suposto fazer o quê, comprar helis chineses ou russos de assistência médica para levarem feridos e pacientes urgentes aos hospitais? E os alemães e franceses custam os olhos da cara e não servem para largar fogos e foguetes estrondosos! Assim com os helis militares americanos, quando um cair no cumprimento da missão, já pode o Nuno Marmelo anunciar no posto de comando, como viu nos filmes de Hollywood: “Black Hawk down! Black Hawk down!” Ao que lhe responderão, através do rádio: “sim, senhor ministro, mesmo em cima do Hospital!”

      Estas carolas direitolas não páram…

  6. Depois de tudo o que aconteceu seria de elementar justiça que fosse reformado com prisão perpétua no fundo da Sibéria pois que sou contra a pena de morte.
    Mas para que mais alguém aceite no futuro ser proxy desta gente esta gente tem de provar que pelo menos consegue proteger os cabecilhas.
    Pelo que e provável que esse traste tenha uma reforma dourada.
    Claro que sempre poderá ser apagado pelo braço longo do SBU como foi a cupula dirigente chechena. Sem que para isso fosse preciso matarem as suas famílias todas como muitas vezes faz o povo eleito.
    Por enquanto ainda a procissão vai no adro pois que não será desta que a guerra acaba pelo que Herr Zelensky ainda pode ser útil.

  7. Se isto fosse como a anedota do alentejano que está a dormir em cima da árvore e é acordado, talvez um propangadista acordasse sobressaltado agora e indagasse, sobressaltado e espantado: “ai eles vêm aí? Bop-bop-bop-bop-bop-booop, vrummm, vruuummmm, vruuuuuuuummmmmmmm”… e lá arrancaria ele para outra, na sua Casal Boss ou na Zündapp imaginária, apressado.. mas não, estes propagandistas são demasiado preguiçosos e viciosos para acordarem da sua letargia e alienação…

  8. Uma pergunta. O que foi feito dos civis que habitavam a cidade?
    Para onde foram levados? Serão encontradas valas comuns e provas de um crime gigantesco?
    Se assim for terá o Ocidente cara para nos continuar a dizer que temos de nos sacrificar pela Ucrânia?
    Não há dúvida que vivemos tempos negros.

    • Tem havido sempre 3 destinos para os civis destas vilas e cidades em disputa, que esperaram até ao último momento e não fugiram da Ucrânia em tempo útil:

      1) são evacuados voluntária ou forçadamente pelos autoridades de Kiev, e vão viver para outras partes da Ucrânia, junto de familiares, ou refugiam-se na restante Europa sem qualquer intenção de voltar a este estado falhado;

      2) ficam escondidos em caves de grandes prédios ou bunkers de zonas industriais, rezando para que os bombardeamentos não lhes acertem em cheio nem façam desmoronar os edifícios em cima deles. Ficam ou devido à teimosia de quem prefere morrer em vez de abandonar a sua casa, ou por crença na chegada célere dos seus salvadores/libertadores Russos;

      3) o mais arriscado é pegar na trouxa e nos animais de estimação e tentar atravessar a linha da frente em zonas e alturas de maior calma, através de estradas secundárias, de terra batida caso não seja época da rasputitsa (época das lamas onde até os tanques pesados ocidentais ficam atolados), onde não haja bombardeamentos nem batalhas posicionais de artilharia, ou onde esses confrontos não sejam evidentes.

      Todas as opções são arriscadas e implicam sofrimento. No caso da terceira opção pode infelizmente acontecer o que o Major-General Raúl Cunha descreveu há dias (e que eu já tinha visto logo no dia 3 de Novembro): os psicopatas nazionalistas da ditadura de Kiev usam os drones FPV, pagos com o nosso dinheiro (que nos falta no SNS…) para assassinar estes civis indefesos.

      As prostitutas do BE e Livre, que repetem a cartilha da CIA/Pentágono dizendo que “temos de dar armas à Ucrânia para defender aquelas pessoas”, obviamente são gente sem um pingo de vergonha no focinho. Fazem de conta que não sabem que os nazionalistas Ucranianos massacram o povo do Donbass como quem massacra um povo estrangeiro. De facto eles não são o mesmo povo.
      Estas prostitutas do BE e Livre fazem de conta que não sabem que as intenções destes nazionalistas ucranianas, já várias vezes declaradas em público nos canis do regime, e uma vez até num canal de TV francês, é fazer mal aos Russos e aos Ucranianos russófonos ou pró-Russos e, caso conseguissem mesmo INVADIR o Donbass e a Crimeia, queriam fazer lá o mesmo que os nazi-sionistas fazem na Cisjordânia e em Gaza: massacres constantes, uma limpeza étnica, e quiçá um GENOCÍDIO.

      Se virem as estatísticas oficiais da demografia na Rússia, esta aumentou a população permanente em vários milhões de pessoas. Estes milhões foram SALVOS pela Rússia! Pela Rússia de Putin, pelo povo Russo patriota que, independentemente de votar em Putin ou nos partidos da oposição (inclusive o maior deles todos, o Comunista), é um povo que quase unanimemente apoia esta intervenção militar 100% PROVOCADA e 100% JUSTIFICADA.
      Nenhum daqueles MILHÕES de humanos (salvos pela Rússia) seria salvo por uma prostituta numa palhaçada de uma flotilha rumo ao Mar Negro…

      FORÇA RÚSSIA!
      Libertem a Novorossiya toda, de Kharkov até Odessa! E salvem a Pridnestróvia e Gagaúzia da mais que expectável agressão dos EUA via proxy: invasores Romenos.

      Morte aos nazis, aos imperialistas, aos terroristas, aos fascistas, aos belicistas e criminosos de guerra, aos neo-colonialistas e genocidas!
      Ou seja, morte aos “democratas” Liberais ocidentais que têm estado por trás da esmagadora maioria da maldade e sofrimentos no Mundo inteiro. Sejam eles os donos do império (em Washington DC e Wall Street) ou os seus vassalos corruptos: traidores da Europa a fazerem-se passar por “líderes” dos ex-países (agora meras províncias) do chamado Ocidente Colectivo.

      Força China! Força Irão! Força Venezuela! Força Sahel! Força Sul Global! Força anti-fascistas e anti-imperialistas de todo o Mundo!
      Se Roma acabou em chamas e ruínas, então Washington DC também acabará. Nenhum império dura para sempre. Acabam todos por sofrer as consequências da sua arrogância, e implodem todos sob o peso da sua podridão.

      Até agora, a implosão ainda é só da narrativa, mas está já a ser muito engraçada:

      2022: “vamos destruir a Rússia toda no campo de batalha, e bastam as nossas sanções para os levar para a idade da pedra. Putin será escorraçado, e a seguir acabamos com a China.”

      2023: “vamos fazer um contra-ataque com os super tanques ocidentais e ao menos vamos chegar à Crimeia para negociar numa posição de força. Os Russos andam a roubar chips das máquinas de lavar. A China terá de esperar…”

      2024: “não é possível a Ucrânia recuperar os territórios perdidos, mas se gastarmos mais milhares de milhões pode ser que o nosso herói Zelensky resista mais um pouco e nos salve da humilhação total. Óh China, se faz favor, não te zangues mais devido à nossa arrogância e às tarifas do imperador”

      2025: “por favor Putin, dá-nos ao menos um cessar-fogo para recuperarmos as forças, já temos Starmers e Macrons só com 10% de apoio popular, em Washington já é preciso o exército nas ruas e em Nova Iorque já elegem “socialistas”, já andamos a cortar na saúde só para poder comprar armas e mesmo assim é insuficiente, pois o regime de Kiev só pode (na melhor das hipóteses) abrandar o vosso avanço. E afinal até concordamos: o Zelensky é um corrupto que manda o seu povo morrer desnecessariamente.”

      2026: ?

Deixar uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.