(Pacheco Pereira, in Público, 18/10/2025)

A ideia de que o PS tem perdido por causa de uma sua putativa radicalização e esquerdização entrou no lugar-comum, mas está longe de ser verdadeira.
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No centro da crise da esquerda em Portugal está o PS. O PS, mesmo apesar de as suas políticas reais muitas vezes não se distinguirem das da direita, era o grande depositário dos votos à esquerda em Portugal. Juntava-se-lhe o PCP nos seus tempos passados por baixo, e o Bloco por cima. O PS era o partido da governação, e em determinadas circunstâncias agregava a si o PCP e o Bloco, como a fronteira ao voto no PSD, criando uma separação com a direita e, ocasionalmente, com o centro-direita.
Mesmo quando não tinha o PCP e o Bloco ao seu lado, mesmo quando estes o atacavam, o PS era o muro eleitoral que impedia a direita de chegar ao poder ou a limitava no exercício do poder. Mesmo quando perdia eleições, estava lá e era um muro fiável pela sua dimensão. Tinha fissuras e tentações, mas não era possível o descalabro da esquerda sem o PS tombar. E o PS está a cair, eleitoralmente, politicamente e ideologicamente, e arrasta atrás de si o Bloco e o PCP. Apenas o Livre tem resistido.

A vaga de direita não começou agora, mas de algum modo mudou qualitativamente com a aparição do Chega. O Chega é o grande revolucionário do sistema político-partidário e, embora não tenha acabado com o bipartidarismo, enfraqueceu-o na sua utilidade para o partido do Governo, que agora tem sempre duas opções. Este processo é também favorecido pela deslocação à direita do PSD desde os tempos da troika, com o abandono dos últimos sinais da social-democracia da sua génese. Este processo foi agravado pela tentativa de competir com o Chega, adoptando a sua agenda. Os resultados não têm sido brilhantes.
Há hoje vitórias eleitorais do PSD sobre o PS, a mais importante é a que traduz a ocupação do voto urbano pelo PSD. Mas há igualmente vitórias políticas e ideológicas. A vitória táctica mais relevante foi a de interiorizar no PS os argumentos da direita sobre a crise dos socialistas. A ideia de que o PS tem perdido por causa de uma sua putativa radicalização e esquerdização entrou no lugar-comum, mas está longe de ser verdadeira. O PS não se radicalizou, bem pelo contrário, e mesmo o anterior secretário-geral foi o que inverteu o sentido útil da política de imigração, o que não é de somenos.
A chantagem política e ideológica do aparelho comunicacional da direita, cada vez mais forte, passa pelo apoio às claras ou disfarçado a José Luís Carneiro, a António José Seguro e, nas autárquicas, a Ricardo Leão, em Loures, e, pela divisão em Lisboa, a João Ferreira, do PCP. A que se soma uma clara chantagem política sobre o Orçamento e, em linhas gerais, a qualquer entrave que o PS possa colocar às políticas do Governo.
Hoje, a mínima afirmação de qualquer política que pareça vagamente merecer o nome de socialista é imediatamente classificada de “ideológica” versus técnica, e “radical”. E quando se analisa o conteúdo dessas políticas hoje consideradas “radicais”, são políticas que não são mais do que de centro-esquerda ou sociais-democratas, que há alguns anos ninguém classificaria como “radicais”.
E o PS, mais por inacção do que por acção, tem-se deixado manietar por este cerco, que inclui o domínio cada vez maior da direita pela capacidade de classificar, nomear, “chamar nomes”. Uma comunicação social, hoje muito dominada pela direita, funciona como megafone para as classificações. O Chega insulta, o PSD e o CDS nomeiam, e o PS passa da afirmação à justificação.
É certo que há um vento de direita nas democracias que o populismo faz soprar mais forte, mas é também verdade que a esquerda tem muita responsabilidade na criação de condições para esse vento, em particular em Portugal. O resto da esquerda abriu também caminho para esta perda de identidade e correlativa fragilização. O Bloco nunca deixou de ser um partido de elite com causas de elite, e o seu abandono da luta social a favor das “causas fracturantes” ajudou a criar um mundo de espectáculo muitas vezes afrontoso ao cidadão comum. O PCP, que tinha na esquerda um quase monopólio da luta social, tornou-se um sindicato médio, preso nas suas metacausas pela posição a favor da rendição da Ucrânia, a que chama “paz”.

A actual crise da esquerda portuguesa não passa apenas pela sua crise de identidade, passa também por uma perda de coragem política, pela sua moleza numa ecologia política muito agressiva à direita. Como os democratas americanos face a Trump, que só agora começam a perceber que o medo e a voz baixa só fortalecem uma política que assume hoje a forma dominante de bullying.
Por tudo isto, ideias, políticas e métodos, a direita domina a governação e a política, o Chega controla a agenda e a “narrativa”, o PS voa tão baixinho que dizer que voa é um exagero, e hoje o consumo da política, fundamental, em democracia mudou-se para locais mal frequentados como as redes sociais. Uma geração está a crescer nesta ecologia e não vai ser grande coisa.
Resistir é o único verbo com dignidade, vai ser duro, leva tempo e faz estragos, mas é a única maneira de travar a ascensão da brutalidade, da ignorância e de uma sociedade de pobres e excluídos, perdidos na sua invisibilidade.
O autor é colunista do PÚBLICO
De salvadores desses livre nos o santo protector dos cachalotes.
A Catarina Martins, do BE, enquanto euro deputada e tendo visitado a Ucrânia , apresenta-se agora como candidata à PR para salvar a nossa democracia! Deve ser com o que, encantada com o respetivo regime, observou por lá!🥸
O próprio Pacheco Pereira foi à ditadura nazi de Kiev, apoiar o imperialismo ocidental e tudo o que a CIA lhe manda apoiar…
“O PCP, que tinha na esquerda um quase monopólio da luta social, tornou-se um sindicato médio, preso nas suas metacausas pela posição a favor da rendição da Ucrânia, a que chama “paz”.”
Obviamente o Pacheco Pereira só fala neste mesma imprensa dominada pela Direita cada vez mais fascista, porque diz alarvidades destas, tal como a CIA lhe manda dizer.
E quem diz a CIA, pode dizer USAID, ou NED, ou outr m*rda qualquer por onde passam as avenças do império.
Para o Pacheco Pereira, fascista apoiante de golpes da CIA e de nazis, a fazer-se passar por “democracta moderado”, a rendição da Ucrânia não é paz. Por isso é que ele coloca aspas na palavra.
Para este monte de m*rda, a “paz” é a continuação da guerra, da destruição e da matança, sempre com armas made-in USA que custam os olhos da cara aos oprimidos e roubados contribuintes Europeus.
Para este atrasado mental que se faz passar por “intelectual”, resolver o conflito e as causas do conflito, não é “paz”. Para ele a verdadeira paz é aquilo que os nazis de Kiev disserem, que é na prática aquilo que a Rand Corporation (think tank do Pentágono) escrveu em 2019 na preparação final da provocação desta guerra proxy: prolongar o conflito, e sobre-extender a Rússia, para a impedir de ter meios de salvar a Síria, a Venezuela, a Arménia, etc. E tudo isto em preparação para outras duas grandes guerras: contra o Irão e contra a China.
Isso é que é a paz verdadeira no dicionário deste porco fasista vassalo de imperialistas genocidas e colaborador de nazis e terroristas.
É por isso que esta besta tem permissão para escrever e comentar na MainStreamMedia escrita e televisionada.
E a parte de mestre desta ilusão é este boi dizer, na mesmíssima imprensa do regime que lhe paga a avença, que essa imprensa está dominada por gente má.
O editor fascista do Público, ao ler isto de braço dado com o Pacheco, até deve ter dado uma gargalhada de deitar abaixo o escritório…
E pronto, é assim que se faz com mestria a propaganda do império, da oligarquia fascista, da maquina6de guerra imperial genocida nazi terrorista sionista, é assim que se manipula o leitor mais desprevenido, simultaneamente fazendo-o pensar wue está a ler uma coisa muito “honesta”, “intelectual”, “alternativa”, e “corajosa”.
O Pacheco Pereira, se quiser, tem lugar no “Kyiv Independent” (100% financiado pelo regime criminoso dos EUA/NATO), e pode ter a sua coluna semanal ao lado da dos restates glorificadores de nazis.
Mas se calhar depois ficava demasiado óbvio quem o Pacheco realmente é…
Eu só gostava de ter poder de mandar estes animais todos para uma praça em Donetsk ou Lugansk ou Sevastopol, para serem julgados pelas vítimas dos imperialismo ocidental. Pelas pessoas que perderam logo em 2014 as suas casas e familiares, a sua liberdade, democracia e paz. Que logo desde 2014 começaram a ouvir o som da NATO a explodir nas suas ruas…
No final deste texto todo do corno Pacheco, o que é que os leitores do Público ficam a pensar? Ficam a pensar que o posicionamentos pró-Paz do PCP é uma coisa inaceitável.
E que o posicionamento pró-Guerra do Pacheco e companhia é que é a atitude certa.
Este artigo deste avençado imoral é isto, e só isto, e nada mais que isto.
Reparem bem como este vómito de comentador do regime, apenas começa dando a entender que a culpa seria da tal imprensa dominada por Cheganos, mas no meio do artigo dá a facada real que lhe pagam para dar: a culpa, afinal de contas, é do PS, e do BE e do PCP.
E reparem ainda como a culpa “não” é fo Livre, pois, claro está, esse partido inventado por Bruxelenses e wokes de Washington, tem de ser levado ao colo até não sobrar voto nenhum no PCP e no BE, e até o PS estar eleitoralmente dividido ao meio, e com esses votos todos mas mãos do Guaidó de Lisboa: Rui Tavares.
No fundo, a prostituta que dá pelo nome de Pacheco Pereira, está para os leitores do Público e para o eleitorado da Terceira Via (o centrão, vá), tal como o Daniel Oliveira está para os leitores do Expresso e para o eleitorado do Euro-Socialismo (a esquerda urbana, aka wokes, vá): gente que se faz passar por “razoável” e por “intelectualmente honesta”, e que são muito “anti-MainStream”, mas que na realidade são snipers do império ocidental (fascista/neoliberal, oligárquico) que estão sempre a fazer pontaria à cabeça de quem REALMENTE SE OPÕE a este mesmo império.
É por isso que tanto o Daniel como o Pacheco repetem alarvidades como criticar a posição pró-Paz do PCP, ou criticar o “radicalismo” da Esquerda que recusou o orçamento de DIREITA do PS/Costa, ou continuam a repetir a cartilha da CIA/Pentágono onde se chamar de “democracia” àquilo que de democrático NÃO TEM NADA: os EUA, a UE, a Ucrânia, e o projecto colonial chamado “israel”.
É por isso que no final de contas os patronos do Pacheco lhe pagaram a viagem até à ditadura nazi de Kiev para defender essa “democracia” e a continuação da tal “paz à la NATO”, e os patronos do Daniel lhe pagaram a viagem até Havana para lá escrever um artigo (que podia ter sido escrito por um qualquer operacional da CIA no New York Times) a dizer que é uma “tragédia” que Cuba ainda não tenha tido uma mudança de regime, quiçá como aquela em que Pinochet assassinou Allende e em que “os mercados” da City Londrina e da Wall Street Nova-Iorquina e o FMI logo se atropelarem para fazer subir a bolsa de valores e o rating do Chile, quiçá à velocidade de um ponto percentual por cada 100 anti-imperialistas assassinados e enterrados em valas comuns…
É isto quem estes monstros realmente são. Agora falta só saber qual deles vai a Damasco abraçar o terrorista da al-Qaeda que a CIA/Mossad colocaram no poder, e qual deles irá a Taiwan para apoiar a próxima “paz à la NATO” que o império está a preparar com armas, como sempre, financiadas por nós contra a nossa vontade (via aumentos de orçamento da NATL, e via tarifas do “daddy” Trump que a vassala Leyen aceitou, já para não falar nos investimentos e compras de NGL caríssimo), e sem o conhecimento da esmagadora maioria do leitor/eleitorado comum que ainda comete o suicídio intelectual de se “informar” via MainStreamMedia ocidental.
O corrupto Pacheco acaba ainda o seu artigo de propaganda com um patético apelo à resistência. Resistência contra quê e contra quem?
Se por acaso os ocidentais um dia destes abrem os olhos, a resistência não tem lugar para os Pachecos e os Danieis. A resistência será feita contra o império (e regime vassalo na nossa província) que ele defende com unhas e dentes.
Não há lugar numa real resistência para capatazes do Tio Sam. Não há lugar num real movimentos de defesa da democracia real e da soberania para aqueles (Pacheco e Daniel e companhia) que andam de mãos dadas com Guaidós e Zelenskys, e só não andam também de mãos dadas com Netanyahus porque isso lhes estragaria o disfarce e colocaria em causa o sucesso da sua missão: continuar a manipular o seu público-alvo.
E o que mais dá nojo e que todo esse dinheiro está a ser dado a Ucrânia sem quaisquer condições, a única e de continuar a guerra.
Já quando foi preciso emprestar a Grécia e Portugal para tapar os buracos das bolhas imobiliárias e dos desmandos dos bancos as condições foram virar nos a vida do avesso.
Chamaram nos de tudo, humilharam nos, ofenderam nos, cortaram nos salários, serviços de saúde, tudo.
Perdi um familiar próximo para uma infeção hospitalar porque nem lixívia havia.
Agora vejo ate o meu pais a dar dinheiro a nazis para que façam a guerra a Rússia, sem perguntar contas, sem exigir nada.
Enquanto por cá mulheres teem os filhos na rua porque a ambulância não chega.
E pedem me que ache isso tudo normal.
Vão ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos. E queira o santo protector dos cachalotes que o encontrem.
E que sejam comidos até ao último osso assim como nos estão a esfolar para ajudar o nazismo ucraniano a fazer a guerra.
https://www.youtube.com/shorts/F_5H8Oq7G64 🥸
É preciso ter lata: então para o Rosenberg do Cavaquismo só há “deslocação à direita do PSD desde os tempos da troika”?! O que chamar, então, à privatização das empresas públicas de luz, energia, transportes e telecomunicações, começada por Cavaco Silva e gostosamente continuada por sucessivos governos “socialistas”? Como classificar a privatização, Cavaquista, de um dos principais poderes públicos que é a concessão de crédito (a “Banca”): “social-democracia”?
Não; o “abandono dos últimos sinais da social-democracia da génese” do PSD aconteceu logo que os seus deputados chumbaram a constituição do SNS na Assembleia da República (o que esperar de um partido fundado por um deputado da antiga Assembleia Nacional fascista?).
O ter votado a favor do SNS foi, de resto, o único vestígio de socialismo no PS.
Tudo pela Ucrânia, nada contra a Ucrânia! Para a Ucrânia e em força! Mais 220 milhões para o arsenal do Zelensky, a bem dos nossos valores e da demo-cracia!
Não só é pândego, como é da pandilha auto-proclamada “moderada”, que quer “a guerra custe o que custar, dure o que durar”! Nem o Trampas quer tanto como os “moderados” continuar a guerra, apesar de ser o único que lucra com a continuação das hostilidades sem qualquer risco de perda territorial ou de recursos.
Que vá dar banho ao cão e seja surpreendido por uma alcateia de lobos marinhos.
Sim, cabe também perguntar porque e que o Bloco caiu mais ainda apesar de os seus dirigentes terem também participado nas romarias a Kiev e nos insultos a Putin.
Efectivamente um pandego.
O PCP perdeu-se “pela sua posição a favor da rendição da Ucrânia, a que chama paz”.
Então, o Bloco perdeu-se porquê?! Pelo apoio à “resistência” gloriosa da Ucrânia?!
E esta questão da guerra, na Ucrânia e na Palestina, não tem nada a ver com a queda do PS? Neste caso, pela minha parte, posso afirmar que tem. A posição destacada do Governo PS, sob a batuta de um tal António Costa, de sabotagem de uma diplomacia a favor da Paz, tornou por demais visível a miséria política e ética desse clube! Nesse aspecto, a direita, toda direita, do PSD ao Chega, foi bem mais inteligente não fazendo grande alarde das posições que defendia: conseguiu, e consegue, passar melhor pelos pingos desta chuva diluviana que continua a ameaçar-nos de afogamento, disfarçando como pode os dilemas que a atravessam, nos alinhamentos ideológicos que estas guerras comportam.
Enfim, este analista Pacheco é um pândego!…
Bem dito!
E o PS já não e esquerda há muito tempo, se calhar nunca foi tendo em conta a sua génese.
E a deriva a direita começou logo quando Soares afirmou que era preciso meter o socialismo na gaveta.
Se isso nem sempre se traduziu em perdas eleitorais tem a ver mais com a pouca qualidade dos políticos de direita que com o merito do PS.
Mas com uma extrema direita que caiu no goto dos pategos claro que as perdas eleitorais chegaram a sério.
Ainda hoje tive ocasião de ouvir duas pategas ainda jovens a dizer que o Chega fez história com a proibição das burcas.
Como se por cá alguém alguma vez tivesse usado disso mas tal não entra em cabeças de vento.
E claro que ninguém se deu ao trabalho de ler a argumentação muito certa do Movimento Democrático de Mulheres sobre o paternalismo e menorização da mulher que estas coisas significam.
Lembrando também que hoje e a burka, amanhã pode ser o lenço, o decote ou o tamanho da saia.
E quanto a coisas que tapam a cara já se devem ter esquecido dos dois anos em que nos obrigaram a tapar a cara com aquelas máscaras horrendas a respeito de nos tratarem da saúde.
Ai já ninguém se preocupava com o facto de as pessoas não poderem ser identificadas e o raio que os parta.
E e por causa desta recua de animais que ainda vamos ter a besta do quarto Pastorinho como primeiro ministro.
Tudo bem que ele já vai mandando e muito neste galinheiro.
Por causa dos pategos que lhe deram 60 deputados mas últimas eleições.
Mas se ao menos se mantivessem calados poupavam me umas quantas irritacoes de fígado.
Vão ver se o mar da tubarão branco cheio de larica.
Claro, para esse pavão o PCP tinha de propor a rendição da Rússia ao nazismo, coisa que não fez na II Guerra Mundial quando perdeu 20 milhões dos seus cidadãos as mais da barbárie.
E ou a Ucrânia se rende ou as nossas reformas vão lá parar mas o Pacheco de certeza já está garantido.
Mas esteja descansado que enquanto houver um ucraniano de pé a Ucrânia vai continuar a fazer a guerra a que gente como o Pacheco chama luta pela paz porque o nazismo e assim mesmo e foi assim que aconteceu há 80 anos.
Para a saúde e as reformas da plebe esta se ele nas tintas e de calhar já reservou um bunker a prova de tudo pois que já chegaram a Portugal.
Va ver se o mar da megalodonte. E queira o santo protector dos cachalotes que encontre um.