(Media in ContraCultura, 13/10/2025)

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O CEO do Telegram, Pavel Durov, publicou na quarta-feira passada um poderoso e arrepiante manifesto, por ocasião do seu 41º aniversário, que pode ficar para a história como uma espécie de ‘célebres e últimas palavras’; uma elegia por um modelo civilizacional que está claramente em estado comático.
Durov diz que estamos a ficar sem tempo. Mas será que ainda vamos a tempo?
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Claro que o que não falta nas TV’s são comentadeiros a enganar pategos e não são só eles. Jornalistas também.
Como quando o Dentinho disse com todo o descaro que o povo de Tripoli não saía a rua para festejar a queda de Kadhafi, não por estarem cagadinhos de medo dos jihadistas que tomaram o poder com o apoio Ocidental traduzido em seis meses de ataques aéreos indiscriminados mas porque estava muito calor.
Ou quando estes bandalhos falam na Ucrânia inocente e democratica, infestada de nazis e com um “presidente” com mandato expirado há quase anos e meio, ou chamam ao genocídio de Gaza guerra entre Israel e o Hamas.
Entre dezenas de outros exemplos.
Mas este sujeito é particularmente tóxico e pelos vistos seria contratado a seguir a Raquel Varela, uma das poucas que não e das direitas tortas que lá havia ter levado uma corrida em osso.
Seria o grau 0 da infamia despedir alguém que pelo menos e de esquerda e meter lá um sujeito que saiu do Chega por achar que o Partido estava a ser demasiado moderado.
E tal só não aconteceu porque muita gente protestou.
Dizem agora que não conheciam bem o que o fedelho postava mas agora que viram bem decidiram que não era a melhor escolha.
Mas então contrata se alguem sem saber quem e? O que e que andam lá a fazer?
Claro que agora temos montes de pategos nas redes sociais a dizer que a RTP está tomada pela extrema esquerda.
Não sei se devemos rir ou chorar com tanta estupidez natural.
Mas pelo menos o fedelho da masculinidade tóxica vai ter de continuar a debitar asneiras nas redes sociais, pago pelos donos disto tudo, em vez de pelos meus impostos.
E va ver se o mar da megalodonte.
Por mim não tenho nada contra sites disto ou daquilo. Há uns onde simplesmente não vou porque são um velhacouto de fascistas, tipo Observador.
Há outros, que sao um albergue espanhol, tanto publicam cravo como ferradura. Vou lá de quando em vez e filtro o que me interessa.
Não tenho paciência e para censura como a que me avisou que a RT estava proibida por não sei que regulamento comunitário da treta.
Ate porque nem foi por Aki até subir que a Ucrânia Ocidental era um velhacouto de nazistas.
Censurando as vozes críticas e enchendo os mainstream de comentadores fascista, como um tal Gonçalo Sousa que lá acharam que era ma ideia contratar e a maneira mais segura de cairmos numa ditadura fascista na qual votamos.
E do tempo voltar atrás, mais precisamente ao tempo da Outra Senhora.
E que alguém me explique o que passou pela cabeça de quem manda no canal público de televisão para querer pagar com o dinheiro de todos nós um fedelho sem cara para levar uma barbatana de cetaceo musculado no focinho que aos 26 anos se define como “embaixador da masculinidade tóxica?”.
Valha lhes um burro aos coices.
Esse nem conhecia, mas ao menos assumiu logo que vinha para encantar pategos, e por pouco não passou no crivo. Depois há os Sebastiões Bugalhos que se dizem jornalistas e comentadores “moderados” e “independentes”, passam semanas e meses a comentar política e os políticos, e depois quando surgem as eleições lá saltam para liderar listas partidárias e prontos a “ir ao pote”… entre os “tóxicos” e os “moderados”, venha o diabo e escolha… andam todos ao mesmo…
Ai estátua, estátua, tristes são os declives por onde te deixas escorregar. Segui o teu link para o “arrependimento” tardio do jovem pavel, só para cair num caixote de lixo proto-fascista mascarado de plataforma para jovens conservadores de direita.
Nem me pronuncio sobre a indigente conversa do mentalmente indigente moço que culpa os neoliberais (neocons, globalistas e quejandos), adeptos ferrenhos do mercado livre, nem que seja à custa das liberdades, sejam elas coletivas ou individuais pelo roubo da liberdade que nos diz ser-lhe tão querida.
Mas o sitio, meu deus, o sitio, o caixote onde me fizes-te cair. Isso não te perdoo.
Bastava por o link do Twitter…. via-mos o original do jovem Pavel e já não esbarrávamos com a fuças de uns quantos cabrões! Já está já está!
Não! Não vamos a tempo.
O tempo não volta para trás, como desejava Tony de Matos no fado. (os xarrocos há falta de melhor, vão rosnar com o Fado. Culpa da Cartilha).
Hoje instalei e desinstalei um app, programa informático, no computador móvel que tenho, vulgo télélé, transparentemente fui informado que os “meus” dados seriam partilhados com 1656 ‘partners’.
Recentemente e porque a rua levantou suspeitas sobre o aplicativo MAX na Rússia, o porta-voz do Kremlin veio a terreiro dizer, o que todos no seu lugar dizem: -nada disso! Não somos como os outros, e davam números, podem não ser estes, mas eram algo assim, os mensageiros ocidentais compartilham dados com 835, por exemplo, e nós compartilhamos com 829.
Durov, pode dizer tudo e mais alguma coisa, pode até dizer, que acordo fez com o FSB, se era igual ou diferente, do que fez com a rapaziada da ‘piscina’ em Paris.
Não dá para des-inventar a coisa,