Como a ONU poderia agir hoje para impedir o genocídio na Palestina

(Craig Mokhiber, in Resistir, 16/09/2025)


Um mecanismo pouco utilizado da ONU, imune ao veto dos EUA, poderá trazer protecção militar ao povo palestino – se assim o exigirmos.


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Após vinte e dois meses de carnificina sem precedentes, três coisas estão claras: (1) o regime israelense não acabará com o genocídio na Palestina por sua própria vontade,  (2) o governo dos EUA, principal colaborador de Israel, bem como a maioria dos israelenses, e os representantes e lobbies do regime no Ocidente, estão totalmente comprometidos com esse genocídio, e à destruição e apagamento de todos os remanescentes da Palestina, do rio ao mar, e   (3) outros governos ocidentais, como o Reino Unido e a Alemanha, bem como demasiados estados árabes cúmplices na região, estão totalmente dedicados à causa da violência israelense – impunidade.

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6 pensamentos sobre “Como a ONU poderia agir hoje para impedir o genocídio na Palestina

  1. Um resumo muito bom sobre as razões pelas quais uns países teem o rabo preso e outros teem medo não havendo por isso qualquer possibilidade de travar a crueldade bíblica israelita.
    A vertente religiosa de toda esta brutalidade foi abordada num texto muito bom do Goulão e também já por aqui a tenho abordado.
    Com o fantasma das perseguições e o medo de sermos acusados de antissemitismo ninguém poe o dedo na ferida sobre o facto de o judaísmo que acabou por parir a versão mais radical, o sionismo, ser desde o seu início uma religião de crueldade e exclusão de todos os outros.
    Uma religião que diz aos seus crentes que são superiores aos outros e a única raça escolhida por Deus.
    A partir dessa premissa tudo pode ser feito a esses outros pois que são gentios e votados por Deus a destruição.
    O que deve espantar em quem tem uma religião assente nesses pressupostos e que alguns, que se contam pelos dedos, sejam decentes como os que perderam a vida na luta pelos direitos civis de toda a gente nos Estados Unidos ou os que na América Latina foram mortos por torturadores israelitas.
    E estes últimos encontram a morte as maos dos seus correligionários por não partilharem essa crueldade bíblica e de exclusão do outro.
    Não eram considerados verdadeiros judeus e por isso mereciam a destruição levada aos gentios.
    O escritor José Saramago lançou o escândalo a merecer noutros tempos inquisitoria fogueira por dizer que a Bíblia era um manual de maus costumes.
    Não disse mentira nenhuma. E um desses maus costumes e justamente o genocídio.
    Os judeus queriam ocupar a terra que lhe teria sido dada pelo próprio Deus e manter a sua pureza religiosa e racica. Pelo que nem lhes interessava manter os donos da terra como escravos.
    Daí as instruções são claras. Depois de terem sido mortos desde o velho que não podia roer a água ao recém nascido era preciso assegurar que quem fugisse a espada morreria de fome. Os animais deviam ser mortos e queimados, os campos deviam ser queimados, as árvores arrancadas, as cisternas de água e os pocos atulhados com pedras.
    Havia ainda pior, como teria acontecido ao primeiro povo que teria apanhado com eles após a saída do Egipto. Os Midianitas.
    As crianças do sexo feminino mais velhas, “que ainda não tinham tido contacto com um macho” teriam sido as únicas a escapar ao exterminio. Para um destino pior que a morte.
    Condenadas a rapar o cabelo e cortar as unhas tornavam se escravas sexuais animalizadas dos assassinos da sua família.
    Todo este mito fundador e pavoroso e nunca percebi as justificações dos pregadores para isto.
    Os cananeus seriam muito maus, fornicavam com quem calhava e sacrificavam crianças aos deuses. Nunca percebi porque raios e que isso justificaria que bandos de barbudos sedentos de sangue entrassem pelas suas cidades e os matassem a todos, incluindo as crianças.
    O problema e que muita gente hoje continua a comprar isto ou parecido para justificar os crimes de Israel.
    Os muçulmanos são muito maus para as mulheres, perseguem homossexuais e praticam casamento infantil. Depois andamos para aqui a falar nos coitadinhos dos palestinianos quando ninguém fala no Sudao e nos crimes do Boko Haram na Nigéria.
    Ora o problema a começar e que sim sempre falamos no Sudao e até o suficiente para conseguirmos dividir o país em dois sendo que nem por isso a guerra parou.
    Dos crimes na Nigéria também sempre se falou e se fala, se tal como no genocidio em Gaza ninguém faz nada isso e outro problema.
    Mas e assim que muita gente em pleno Século XXI justifica que estejamos todos a colaborar com o genocídio israelita achando que daí não vem grande mal ao mundo.
    Temos vontade de lhes enfiar uma barbatana de cetaceo musculado no focinho mas não ia adiantar nada.
    O que esta canalha se esquece e que esta gente mata tudo o que se cruza no seu caminho e mata também cristãos havendo bandalhos desses a defender a morte dos cristãos, que consideram blasfemos.
    Ate um traidor palestiniano que se converteu a feroz religião dos conquistadores da sua terra foi abatido por um soldado como um cão.
    Porque a sua ideia de superioridade e também racica pelo que nada pode valer aos marcados por essa gente para morrer.
    Mas temos gente em pleno Século XXI a repetir contra os muçulmanos as tretas com que há quatro mil anos esses trastes justificaram o extermínio dos cananeus.
    Vao ver se o mar da tubarão branco faminto.

  2. Está-se mesmo a ver…

    O Egito tem o exército preparado no Sinai, mas é só para meter medo aos próprios Palestinianos que se atrevam a fugir pela fronteira Sul de Gaza. O “presidente” Abdel Fattah el-Sisi é um vassalo às ordens dos EUA/naZionists. Não é dos mais vassalos, mas é dos mais covardes.

    O Líbano tem o governo e o exército preparados, mas é só para desarmar o Hezbollah e desmantelar a sua infraestrutura, de modo a permitir uma agressão de “israel” ainda mais fácil. O “presidente” Joseph Aoun é totalmente um vassalo corrupto e covarde dos EUA/naZionists, disposto a entregar o próprio país.

    O Catar tem o governo preparado para dar presentes milionários ao imperador Trump, tem uma Al-Jazeera que é uma “BBC do Médio Oriente”, só a destilar propaganda ocidental, alternada com ums pitadas de “pró-Palestina” para disfarçar. Deixou-se bombardear por “israel”, com os aviões dos EUA que deram suporte a esse bombardeamento, a levantarem voo do próprio Catar. Ridículo.

    A Arábia Saudita só quer saber de dinheiro, armas USAmericanas, condenar centenas de opositores à morte todos os anos, pintar de ouro as sanitas do “príncipe” Mohammed bin Salman, e apoiar fundamentalistas islâmicos terroristas ao seu redor, com destaque para a Síria. Tudo em nome de acabar com os Xiitas (Shia). O ódio inter-denominações islamitas torna-os cegos a tudo o resto.

    Os EAU (Dubai) andam demasiado entretidos a fazer ilhas artificiais para turistas milionários. E quando fazem alguma coisa fora de portas, fazem m*rda, como nas guerras no Iémen, Síria, Líbia, e Sudão. Com tanto dinheiro, nem um cêntimo usam para fazer o bem. Gostam é de mercenários e guerras proxy.

    A Jordânia então é o cúmulo do ridículo. O “rei” Abdullah II nasceu sem espinha dorsal. Se o projecto colonial “israel” é na prática uma base militar dos EUA no Médio Oriente, então a Jordânia é uma base militar de “israel” a leste do rio Jordão. Abrem o espaço aéreo para bombardear o Irão. Gastam dinheiro (que tanta falta faz ao seu povo) para proteger “israel” dos contra-ataques do Irão. Foram a base terrestre usada pelos EUA para apoiar os terroristas da al-Qaeda/al-Nusra/HTS na Síria.

    O Iraque nem sequer se consegue reerguer da dupla agressão de que foi vítima: a invasão injustificada do império Ocidental, seguida do Estado Islâmico criado e crescido no vazio deixado pelos agressores Ocidentais, quiçá de propósito… Hoje o povo protesta contra a presença dos EUA/NATO que ainda lá ocupa as suas terras, mas o império faz ouvidos moucos.

    O Kuwait tem mais com que se preocupar, dada a delicadeza da sua posição geográfica e a sua história de vítima de quem o rodeia.

    O Bahrein, coitado, é o “vaticano” do Mundo Árabe. É preciso uma lupa para ver aquilo nos mapas.

    O Paquistão tem mais com que se preocupar em relação ao terrorismo que a CIA continua a provocar dentro do seu próprio território, em relação ao separatismo no Balochistão, em relação às disputas territoriais com China e Índia, e em relação a uma sempre presente possibilidade de confronto militar, quiçá até nuclear, entre Paquistão e Índia.

    A Síria, após mais de uma década de guerra “civil”, foi finalmente destruída. Os terroristas apoiandos pelo Ocidente são obviamente uma carta a favor do naZionists de “israel”. A influência Russa diminuiu. A influência do Irão foi simplesmente destruída (assim como a via de abastecimento terrestre entre os IRGC do Irão e as forças do Hezbollah). Damasco é agora oprimida por um autêntico “bin Laden” de fato e gravata, mais amigo de Netanyahu do que do próprio povo Sírio multi-étnico e religiosamente diverso. As células adormecidas do que restou do Estado Islâmico (ISIS/ISIL) foram reactivadas, a matança de Alawitas e Curdos e Druze prossegue impune, e “israel” tem ainda mais pedaços dos Montes Golã e sonha até expandir e chegar ao Iraque…

    O Iémen, tal como a Líbia, é um esqueleto do que era antes da guerra “civil”. Os governos legitimamente suportados pelo povo de um lado, os regimes proxy do outro, e ninguém se entende. Só sabem que o cenário “Síria” lhes pode acontecer a qualquer momento. Ainda assim, o movimento Ansar Allah pode, cheio de orgulho, dizer que tem o título de ÚNICO governo no Mundo que fez alguma coisa contra o Genocídio em Gaza. O Hezbollah e o Hamas também o podem dizer, mas o primeiro não é governo, e o segundo, coitado, mal consegue sobreviver.

    Mais a oeste há a Argélia e Marrocos. A Argélia está mais interessada em viver a sua vidinha descansada e a meter só a ponta da colher, e só de vez em quando, nos conflitos no Mali e no Sahara Ocidental. E Marrocos é uma das partes na agressão contra o povo do Sahara Ocidental, só protegido mal e parcamente pela Frente Polissário.

    Quanto ao Irão, tem o coração no sítio certo, mas é só garganta. Todos os dias prometem salvar a Palestina e castigar (ou mesmo destruir) “israel”, mas como se viu, mal se conseguem proteger a si próprios. E sendo o coração dos Xiitas, rodeados de Sunitas por todos os lados, estão de certa forma isolados. Não se podem mexer mais do que já fazem. É esperar pela próxima agressão de “israel” e dos EUA, e rezar para que a sua defesa e contra-ataque corram o melhor possível e não resultem num conflito em larga escala.

    Depois a Rússia e a China, os dois representantes permanentes do Sul Global e do Multipluralismo no Conselho de Segurança da ONU. Um está a tratar dos seus problemas no Donbass, o outro está a preparar-se para tratar deles em Taiwan. A China até tem simpatia pela Palestina, mas está longe, e não tem qualquer chamamento para a guerra ou sequer intervencionismo. E a Rússia é ainda pior: perdeu a Síria, ainda não ganhou (nem vai ganhar) o Iraque. E tem boas relações com “israel”, ou não fossem os colonizadores naZionists tanto provenientes da Europa Ocidental e América do Norte, como também da Europa de Leste, em particular da Rússia.
    Rússia e China ainda não tiraram (nem vão tirar) o Egito das garras do FMI, nem os EAU (Dubai) das garras dos EUA, e nem sequer conseguem convencer a Arábia Saudita a confirmar a adesão a um mero fórum económico multipolar chamado BRICS.

    Portanto, feita esta análise, eu gostava de perguntar ao autor, que tem excelentes intenções e explica bem o seu ponto de vista, qual seria a composição da tal força militar “da ONU” para colocar fim ao genocídio em Gaza?

    A resposta é: ZERO. Nenhum país se vai oferecer. Quando muito, as IRGC do Irão, o Hezbollah do Líbano, o Ansar Allah do Iémen, as PMF do Iraque, e pouco mais, vão fazer “valentes” comunicados a dizer que estão preparados e À ESPERA DE OUTROS. Mas quando se virem sozinhos nessa oferta, sem que os OUTROS se juntem a eles, vai confirmar-se o status quo actual. Ou seja, mesmo que a excelente iniciativa proposta pelo Craig Mokhiber seja aprovada pelos dois terços da Assembleia Geral da ONU, a iniciativa morrerá depois na prática por falta de países voluntários. Isto é, aliás, um problema comum em várias intervenções dos chamados Capacetes Azuis. Ou não há voluntários nenhuns, ou são poucos para a tarefa proposta, ou são enviados de países que não têm realmente vontade de resolver o problema, pelo contrário, podem até estar no terreno a fazer pior (ex: tropas francesas/NATO no Mali).

    Portanto eu tenho uma proposta diferente, e que vai funcionar de certeza: corrupção e maldade. Afinal de contas essa é a essência desta humanidade de m*rda. A parte da corrupção passa por fazer um crowdfunding para aliciar militares do Paquistão, e comprar-lhes uma (ou várias) ogivas nucleares. A parte da maldade passa por fazer tudo o que for necessário para que essas ogivas sejam detonadas em Telaviv e Haifa só para “início de conversa” (tal como Hiroshima e Nagasaki), e depois usar as restantes ogivas como ameaça negocial: ou “israel” volta às fronteiras inicialmente inventadas em 1947 (i.e. devolvendo a Galileia toda à Palestina), ou o projecto colonial genocida “israel” será terminado à força, uma cidade de cada vez…

    Qual dos cenários tem mais probabilidade de sucesso? A N-ésima tentativa de diplomacia e “direito internacional” via inútil ONU, ou usar a violência contra os monstros? Vai uma aposta?
    Mas antes de apostar, deixem-se de falsas moralidades, de politicamente correcto, e de ingenuidade. Esses são os 3 principais ingredientes do sucesso da política externa dos naZionists. A nossa falsa moralidade (“ai ai o 7-Outubro foi onde tudo começou”, ou “ai ai os israelitas são reféns inocentes, e o Hamas é terrorista”), o nosso politicamente correcto (“ai ai não se pode dizer mal de israelitas, pois isso é anti-semitismo”), a nossa ingenuidade (“ah e tal, isto com diplomacia e resistência pacífica, vai ao sítio”). Animais monstruosos como Netanyahy, Trump, Biden, etc, todos os naZionists em geral, adoram que o resto do Mundo cometa a idiotice de insistir nesses 3 ingredientes.

  3. Claro que ninguém vai tentar fazer nada a Israel. Ninguém tem força para se haver com eles e com os seus amos americanos.
    Por isso o Irão teve de recolher as unhas depois de ter conseguido reagir a um ataque perfido e cobarde que muita gente sem vergonha na cara ainda celebre como tendo sido brilhante.
    Um pais mata cientistas e militares de outros, sabota sistemas defensivos e durante umas horas ataca até equipamentos da Segurança Social com o assassino mor a avisar que a barbaridade vai durar semanas e ainda há canalha a aplaudir isso.
    Brilhante foi sim a forma como o Irão recuperou sistemas sabotados, reconstituiu cadeias de comando, fez na tarde desse dos um ataque cinfrin com uns drones fajutos que deixaram os comentadeiros pro sionistas a beira de um orgasmo falando em tigres de papel e na noite desse mesmo dia começou a dar lhes o que mereciam.
    Há imagens de um bandalho militar sionista a dizer que a operacao está a correr na perfeição e de repente parar ao som das primeiras explosões a sério.
    E ao longo de 12 dias foi ver as ratazanas israelitas a abandonar a terra que lhes foi dada por Deus deixando os cipriotas a beira de um ataque de nervos e com razão. Esse tipo de refugiados também eu não os queria, vai chamar gentio s quem lhes fez os cornos.
    Depois veio o ataque do Trampas seguido por mais um ataque de Israel que teve como resposta a destruição de muita coisa no Sul do país na manha seguinte.
    Israel viu que se atacasse o Irão teria sempre resposta e o Irão viu que se continuasse a atacar aquele estado homicida teria de se haver com os Estados Unidos.
    Por isso Israel continuou com as mãos livres para atacar em Gaza, no Iémen, no Líbano, enquanto continuam a sonhar com o Irão.
    Na Europa a pouca vergonha continua.
    A União Ciclista Internacional atirou se ao Governo espanhol por este ter apoiado quem impediu a última etapa da volta a Espanha depois de protestos contra a participação de uma equipa israelita que começaram antes da volta começar.
    A mesma União que por muito menos impediu a Rússia de participar defende agora o direito de Israel o fazer demonstrando total falta de vergonha na cara.
    Isto da bem uma mostra de ate que ponto são longos os tentáculos do sionismo e até onde chega a falta de vergonha no focinho desta gente toda.
    Por isso não há mecanismo que valha aos palestinianos pois com vetos ou sem vetos ninguém se atreve a tocar em Israel.
    E acham normal que gente dessa participe em tudo quanto e competição e o raio que os parta.
    E vao chamar antissemita ao diabo que os carregue.

  4. O mecanismo invocado pelo articulista é este:
    https://en.wikipedia.org/wiki/United_Nations_General_Assembly_Resolution_377_(V)

    “… A resolução União pela Paz foi iniciada pelos Estados Unidos, [ 5 ] e submetida pelas “Sete Potências Conjuntas” [ 6 ] em outubro de 1950, como um meio de contornar novos vetos soviéticos durante o curso da Guerra da Coreia (25 de junho de 1950 – 27 de julho de 1953). Foi adotada por 52 votos a 5, [ 7 ] com 2 abstenções . [ 8 ] …”
    Belo começo com a guerra da Coreia e a burrice da URSS.
    O advogado autor do artigo é este:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Craig_Mokhiber
    Do “excelente” currículo apresentado, salva-se a família ser originário do que é o Líbano. Diz-me de onde vens …
    O problema não está nos vetos no Conselho de Segurança, o problema está, em quem é que, vai impor seja o que for pela força. É de força que se trata sempre. Vão ser os 5 chaimites tugas? Os polícias irlandeses?
    Os vetos no CS visam que os interesses fundamentais dos detentores do fogo-nuclear, não sejam beliscados. Tem funcionado até agora e deveria continuar a funcionar.
    Por os interesses fundamentais da Federação Russa estarem a ser ameaçados pela esquerda globalista/americana/sionista/…ista e …ista … é que o mar bate na rocha e os mexilhões ucranianos são os peões das nicas.
    Com uma longa carreira de ‘apparatchik’ bem pago na ONU espremido, nem gota pingou. Mal empregue o papel (virtual) em que foi escrito.

  5. Isso seria possível se o lobby sionista não tivesse a força que tem e não houvesse tanta gente com o rabo preso com aquelas gentis criaturas.
    Mesmo os países árabes ou teem o rabo preso ou teem medo, ou ambos pois sabem a impunidade que aquela gente tem e o apoio dos Estados Unidos, gente que perdeu de vez a vergonha e a humanidade, se e que alguma vez a tiveram.
    A presente administração norte americana e um pesadelo para o mundo.
    Se outras o foram esta e simplesmente louca, imprevisível e totalmente desumana.
    Por isso toda a gente tem medo de atacar aquele Alentejo que queima. Medo que a América que os protege lhes caia em cima com tudo.
    Por isso o Irão recolheu as unhas depois de lhes dar uma sova de criar bicho.
    Por isso Israel se ri das Nações Unidas e no dia em que estas concluíram que Israel está a cometer um genocídio os monstros desataram ainda mais o Inferno sobre Gaza.
    Um ministro disse que “Gaza está a arder”. Mais uma barbaridade a sair dessas bocas sinistras a juntar a tantas que sempre ouvimos, em especial nos últimos dois anos.
    A haver um Deus de decência nunca poderia ter escolhido tal gente de uma crueldade que parece diabólica se virmos o Diabo como força do mal absoluto.
    E vao chamar antissemita ao Diabo que os carregue.

    • Nem mais. Subscrevo o teu comentário. Vou só expandir mais a discussão acerca da parte religiosa.

      Se existe um deus criador do Universo, e se esse deus for bom, então de certeza absoluta que não é aquele “deus” (Yahweh) que está descrito no Antigo Testamento (ou Bíblia Hebraica, ou Torah, ou primeira parte da Bíblia Cristã), um documento definidor de um nacionalismo religioso baseado em guerra, opressão, ignorância, xenofobia, e genocídio.

      É absolutamente patético que os Cristãos, em pleno século XXI, insistam em legitimar tal documento abjecto, e é totalmente ridículo que se atrevam a dizer que o “Jesus Cristo” era um homem bom, perfeito, que só teria dito e feito coisas boas, ao ponto de ser escolhido como o corpo para esse “deus” (Yahweh) o possuir e ressuscitar…

      Tudo o que a “israel” moderna faz, pode ser enquadrado em textos abjectos do Antigo Testamento, desde a opressão de minorias (ex: o queimar dos templos dos outros deuses de Canaan), a guerra e massacres contra quem pensa diferente deles (ex: assassinato dos Fariseus. Ex: o deitar abaixo das muralhas de Jericó à sétima passagem), a destruição de cidades inteiras (ex: Sodoma e Gomorra), e até o genocídio (as 7 pragas do Egito, e particular a última, onde esse “deus” extermina crianças e bebés inocentes).

      De facto, os “israelitas” modernos, e os naZionists em geral, perceberam exatamente o que está escrito no Antigo Testamento. É pena que os Cristãos continuem armados em parvos a “interpretar” (a distorcer os versículos até eles “dizerem” o que não está lá escrito de forma nenhuma) e a glorificar o “deus” que “escolheu” só uma tribo criminosa em particular, e mais povo nenhum no Mundo.

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