(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 11/09/2025, Revisão da Estátua)

Haja alguém que trace um arco de circunferência com 700km (o alcance máximo dos drones usados) de raio e centro nos locais onde esses drones caíram na Polónia… talvez assim os totós comentadores, que têm ido papaguear as habituais fantasias, consigam entender que os tais drones só podiam ter iniciado o seu voo a partir de território controlado pela Ucrânia. Que os civis não saibam medir uma distância num mapa é compreensível… mas um militar é inaceitável.
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O que já se sabe é o seguinte:
- Foram cerca de 20 drones (fala-se em 19 – 23)
- A direção de onde vieram era da Ucrânia e nenhum veio da Bielorrússia.
- Eram drones de fabrico russo do tipo de reconhecimento (sem carga explosiva) e nenhum era do tipo dos de ataque (Geran).
- O alcance máximo desses drones é de 700km
- A linha russa mais à frente de onde os drones poderiam ter partido fica a mais de 1000km do local onde caiu um desses drones.
- Os ucranianos têm facilmente na sua posse drones russos de reconhecimento, mas o mesmo já não se passa com os de ataque, que rebentam quando intercetados ou quando atingem o alvo.
Perguntem a vocês próprios: Cui bono? – a quem é que isto interessa?
Conclusões, que mesmo um ignorante percebe:
- Tratou-se de um ataque de falsa bandeira por parte da Ucrânia para provocar uma reação musculada da NATO/UE contra a Rússia e/ou para exigir mais dinheiro e armas.
- As alegações das autoridades ucranianas já estão a ser apoiadas por uma miserável campanha mediática por parte de jornalistas ucranianos e do Ocidente, obviamente numa ação concertada para alienar a opinião pública.
- Salienta-se a extrema gravidade deste tipo de atuação que, face à imoralidade, histerismo e pânico de alguns dirigentes ocidentais (Macron, Merz, Starmer, Tusk, Costa, etc.), pode levar a uma escalada tal que nos arraste a todos para uma guerra mundial.
E acrescento também a minha seguinte opinião:
Assisti, por parte de alguns dos nossos dirigentes políticos e órgãos da comunicação social, a uma demonstração de incompetência, irresponsabilidade, arrivismo, servilismo, ignorância, precipitação, burrice e, em muitos casos, mau carácter militante.
Sobretudo, por parte de muitos comentadores e até, infelizmente, alguns militares (mesmo uns que só se manifestam nas redes sociais), foi evidente uma exibição de falta de nível e de cultura que roçou o criminoso pois só deu azo a duas interpretações da sua performance: 1 – são uns ignorantes ou não estudaram o assunto e mesmo assim arrogaram-se a manifestar uma opinião. 2 – Sabiam perfeitamente os factos e porfiaram em deturpar a realidade, só para prestarem mais um serviço aos nefandos interesses dos belicistas que nos querem enterrar a todos e assim auferirem mais umas prebendas. No fundo, uns refinados FDPs.
Também me parece que se a Rússia quisesse testar a Europa não era mandando esses drones da treta que nem sequer explodiram nem deram que fazer as anti aéreas no local que devem ser mais que muitas.
Tudo isto visou voltar a reunir os rebanhos de pategos que acreditam nos invasão russa ate a Costa da Caparica mas começam a estar cada vez mais preocupados com o fim do mês e cada vez mais fartos do apoio ao regime do pianista do pirilau que há mais de três anos nos está a complicar as contas que deitamos a vida.
Vão ver se o mar da Kraken.
Quanto ao Toneca quem tem cu tem medo e a sua entrada na lista de morte ucraniana fez o homem ver a luz do regime de Herr Zelensky.
Quem tem medo ou compra um cão ou procura outra coisa para fazer na vida.
Por isso pode também ir ver se o mar da tubarão branco faminto.
Dez minutos extremamente esclarecedores! E a vergonha que eu tenho do secretário-geral da ONU, o cipaio António Guterres, responsável máximo de tudo o que aqui é exposto! Ausência completa de espinha, discursatas pomposas, pose de canastrão, submissão total e canina aos interesses do patrão!
https://youtu.be/gfJSfwdKUok?si=_3OibAHFgIWXkV7M
https://sonar21.com/the-murder-of-charlie-kirk-and-unrelated-the-polish-false-flag/
Charlie’s murder destroyed any chance that the Polish false flag story regarding an alleged swarm of Russian drones over Poland would occupy the media’s attention… Ditto for the failed Israeli attempt to assassinate Hamas negotiators in Qatar. Those of you who live outside the United States don’t have that problem, and I am pretty sure those two stories dominated your news coverage.
Before focusing on the Polish story, let me just say that I wish the deaths of Palestinian women and children and senior citizens would receive the same attention and be treated with the same level of horror and outrage that attends the death of Charlie Kirk.
https://smoothiex12.blogspot.com/2025/09/he-may-be-in-trouble.html
1. Radicalized liberal (aka democrat or lefty–democrats are not real left) nutjob;
Psy-ops sobre psy-ops, cimeiras da coligação das vontades sobre cimeiras da coligação das vontades, propaganda para pategos sobre propaganda para pategos, desinformação sobre desinformação. Até as sondagens já são feiras para o AVentura das mentiras e das farsas aparecer em primeiro, e o Luís Montesnegros, apesar de todas as colagens à extrema-direita, já começa a ser descartado como mais um auto-proclamado “moderado”. É agradecer à comunicação social, ao tribunal constitucional, ao presidente da República e a todos os grandes interesses corporativos e “euro-atlantistas” que tornaram possível a ascensão dos demagogos mais inescrupulosos, e a sua seita-sortido de criminosos com incendiários, pedófilos, larápios, assassinos e torturadores, etc.
Isto é tudo o que o sistema corrupto instituído, defendido com unhas e dentes pelos “direitolas” dos “nossos valores e da democracia”, tem para nos oferecer: deturpações, ilusões, falácias, armadilhas, pobreza, desigualdade, sofrimento. Continuem a votar neles, ao “centro” e na “direita”.
Quanto ao Bolsonaro, primo do AVentura e do Trampas, pensava que era o dono do pedaço, agora vai ter um pedaço na choldra e vamos ver se será ele o dono do seu próprio cárcere.
Lixo é no lixo, e o fascismo também é lixo.
A estória tem um problema ainda maior do que os apontados pelo Major-General Raúl Cunha:
A1- parte do princípio que houve sequer 20 drones a cair em território Polaco, o que é difícil de acreditar, pois não houve a equivalente reacção nas redes sociais por parte dos Polacos. Se fosse só 1 ou 2 drones, percebia-se: podem ter caído onde ninguém os viu. Mas 20 drones? Barulhentos como uma motorizada de escape roto? Mais o som dos impactos? Num território da NATO militarizado até aos dentes, não houve anti-aéreas a trabalhar? Como pode ser credível esta afirmação do governo Polaco? Ainda por cima sem sequer revelar os destroços desses drones, escudando-se no “segredo da investigação”, à moda da “investigação” sobre o terrorismo no NordStream!
A2- ora, sem imagens dos destroços não podemos sequer saber quais os modelos usados. Podem perfeitamente falar em Geran-2 usados para reconhecimento, com alcance de 2500 Km, ou em Geran-2 com até 90 Kg de carga explosiva e que nessas condições têm 1000 Km de alcance (um alcance inversamente proporcional ao peso da carga explosiva usada, i.e. a Rússia pode perfeitamente adaptar a carga explosiva para atingir alvos mais longínquos).
Ou seja, se se partir logo do princípio que a Polónia diz a verdade, mesmo sem lhes exigir as imagens dos destroços todos, está-se imediatamente a permitir que façam também esta manipulação.
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Por outro lado, a própria explicação do Major-General Raúl Cunha tem também os seus problemas:
B1- não tem em conta as declarações da Bielorrússia sobre drones que entraram no seu espaço aéreo depois de desviados pelas defesas electrónicas da Ucrânia, que terão desorientado os tais drones.
B2- não tem em conta as declarações da Rússia que, primeiro, admite que isto aconteceu durante o seu ataque com drones à Ucrânia e, segundo, não desmentiu oficialmente que aqueles possam ser os seus drones, apenas diz que não fez nenhum ataque propositado ao território Polaco.
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Como sempre, nestas coisas das guerras em andamento, o ‘fog of war’ (nevoeiro de guerra) tudo cobre e impossibilita que quem está de fora possa ter a certeza sobre o que se passa.
Uma forma útil de analisar estes casos duvidosos é fazer teoricamente o que o Major-General Raúl Cunha faz: perguntar a quem interessam os acontecimentos (qui bono), mas não da forma que o Major-General Raúl Cunha faz: com certezas de que foi um ataque de falsa bandeira feito pelo lado Ucraniano.
Podemos especular, mas não afirmar.
Do lado Russo, um analista militar fez esta análise de forma exemplar, perguntou ‘qui bono’ e respondeu de forma mais completa:
– interessa ao regime Ucraniano agigantar este acontecimento (independentemente de ser ou não um ataque de falsa bandeira, ou uns drones Russos desorientados), para se vitimizar e pedir mais financiamento e tentar pela N-ésima vez arrastar países da NATO para uma guerra directa contra a Rússia.
– interessa à Polónia fazer barulho com isto de uma forma que nem sequer Duda tinha feito aquando do míssil Ucraniano que matou 2 polacos (e que o aldrabão Zelensky afirmava ser um míssil Russo). Porquê? Porque Nawrocki tem agora uma ordem imperial (da Casa Branca) para acelerar a militarização ainda mais. E se a Polónia se apresentar como “vítima”, sempre pode ir sacar mais uns quantos biliões aos seus clientes Ocidentais. O que lhe garante uma continuação reforçada da dinâmica de gastos e investimentos que tem feito o PIB da Polónia disparar com crescimento de 7% ou 8% ao ano.
– interessa aos EUA, claro, pois quanto mais as coisas piorarem, mais armas eles vendem aos seus vassalos, e mais lucram com a guerra proxy que planearam durante tantas décadas, que provocaram com o golpe da CIA em 2014, e que obviamente continuam a querer prolongar independentemente de quem seja a besta idiota (e respectiva entourage) que se senta na Casa Branca. Seja J.Biden ou D.Trump, Hillary Clinton ou Condoleezza Rice, Victoria Nuland ou John Bolton, etc. É tudo a mesmíssima m*rda: porcos fascistas supremacistas imperialistas colonialistas naZionistas genocidas. Só se diferem por uma coisa superficial (mas essencial para o povinho continuar distraído a acreditar que pode “escolher”): uns são Facho-Liberais e abanam bandeiras LGBT, enquanto outros são Facho-Nacionalistas e agarram-se à Bíblia (em particular ao Antigo Testamento, i.e. a Bíblia dos Judeus).
– mas também interessa à Rússia, por variadíssimas razões:
1) a loucura militarista da Europa apenas acelera o descontentamento dos Europeus, vítimas de cortes orçamentais (austeridade) nas coisas importantes;
2) a agressividade ocidental permite à Rússia continuar as operações militares até atingir os seus objectivos, sem nunca parecer ser a parte que recusa a paz aos olhos de quem interessa: o Sul Global;
3) como alguns elementos do próprio regime Ucraniano apontaram, tudo o que a Europa agora gastar a reforçar o flanco leste da NATO, em particular na Polónia, é dinheiro e material que deixam de ir para a frente de combate na Novorossiya;
4) e este ponto é maquiavélico, mas foi admitido por um Russo pró-Putin num canal Telegram importante, é que com o Ocidente a usar estes episódios com estas narrativas, isso abre espaço à Rússia para fazer o mesmo, quiçá acusando outros países que não a Ucrânia, e depois levando, só para dar um exemplo, ao justificar a 100% de coisas como a militarização da fronteira Russa junto da Finlândia e dos Bálticos.
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Para lá de polémicas e de especulação, temos ainda de analisar mais uma coisa: o comportamento actual, factual, indesmentível, da NATO: a organização onde um dos seus membros alega ter sido invadido por 20 armas ofensivas de um inimigo, não fez mais nada do que activar o artigo 4, que é na prática uma sessão de terapia em grupo. Mais nada.
Das duas uma:
– ou isto é uma prova de que a NATO já está na prática num estado equivalente à activação do artigo 5, e como tal não pode fazer mais nada a não ser continuar a dar a ajuda militar que já está a dar, e dando assim mais um indício aos Não-Ocidentais que a NATO na Europa é o chamado “paper tiger” (tigre de papel);
– ou então, se só fazem uma reunião (artigo 4), estão a admitir que não houve nenhum ataque Russo INTENCIONAL. E portanto, ou (1) sabem que os drones foram desviados pela interferência electrónica das anti-aéreas Ucranianas (versão da Bielorússia), ou (2) sabem que não foi a Rússia que mandou aqueles drones (false flag do regime Ucraniano), ou (3) sabem que não há mais fotos de destroços pois nunca houve 20 drones a entrar no espaço aéreo polaco (versão PsyOp da NATO via vassalos da Polónia).
Ou quiçá um ‘pot-pourri’ das 3 hipóteses anteriores, mal construído por aldrabões da estirpe da Ursula von der Leyen, e agigantado pelas PRESStitutas da MainStreamMedia (= Fake News e propaganda) do império naZionista genocida Ocidental, aka a “democracia” NeoLiberal, aka a DITADURA da oligarquia supremacista belicista. Um regime imperial que já fez bem mais de 20 milhões de vítimas desde 1945, um número que pode chegar a 30 milhões se considerarmos as piores estimativas e incluirmos as vítimas indirectas.
E só mais uma coisa: a distância que vai entre as posições Russas no Estreito de Kinburn (que administrativamente pertencia ao Oblast de Nokolaev/Mykolaiv, e que geograficamente até fica mais perto da cidade de Odessa do que da de Kherson), e o ponto mais próximo da fronteira da Polónia (junto ao Oblast de Lvov na Ucrânia), é exatamente 700 Km caso se faça um desvio para não sobrevoar a Pridnestróvia (ou Transnístria) que é o território separatista na Moldávia sob controlo de tropas Russas e “Moldavos” pró-Russos.
Se se fizer a linha a direito, através da Pridnestróvia, só se tiram algumas centenas de metros ao total desse percurso e o total passa a ser 699.8, isto segundo a régua do Google Maps.
E atenção, nem sequer estou a medir a partir da zona de areal do Estreito de Kinburn, mas só a partir da zona com vegetação, a partir da qual os Russos podem ter o mínimo de cobertura ou camuflagem para um lançamento destes.
Ora, 700 Km é exactamente o alcance anunciado para os drones de que o Major-General Raúl Cunha fala. E o alcance anunciado é é uma coisa, mas o alcance na prática é outra. Ou coisa são as características revelados ao público do drone que a Rússia exporta. Outra coisa são as características do drone mais recente que a Rússia usa e continua a desenvolver e a testar em pleno conflito.
E mesmo a isto temos de juntar as condições meteorológicas: em condições de vento a favor da trajectória, é totalmente plausível que estes drones façam mais de 700 Km e, portanto, no caso do percurso de que estamos a analisar, podem avançar até uma zona mais interior da Polónia.
Ou seja, o Major-General Raúl Cunha não pode fundar toda a sua argumentação, e muito menos fazer afirmações com certeza, tendo em conta a premissa de que os drones da Rússia (mesmo os do modelo só com 700 Km de alcance teórico) não chegam perto da fronteira Polaca.
Não deixa de ter alguma razão, mas também não pode afirmar ser dono dela. E obriga-me a retorquir: realmente é inaceitável que um militar não saiba medir uma distância numa mapa.
PS: para saberem exatamente que território os Russos controlam no Estrito de Kinburn, o SuriyakMaps é uma excelente fonte. O link já está tem o mapa centrado no local em questão:
https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1V8NzjQkzMOhpuLhkktbiKgodOQ27X6IV&ll=46.57910784987038%2C31.50235340819181&z=10
Realmente estou a ver uma fuçanga tremenda em acusar a Rússia, por parte dos ocidentais.
Ontem ouvi o Tiago André Lopes a contestar a propagada, apoiado em dados concretos, como é seu costume, e a idiota da jornalista a insistir na palhaçada, papagueado teorias sem nexo para nos convencer que os russos querem conquistar a Europa até à Costa Caparica.
Como já foi referido, os ukras não conseguem apreender drones russos armados porque explodem, claro. Por isso, acredito que seja um ataque “falsa bandeira”, ou aproveitamento de um erro, para desviar as atenções das crises políticas/económicas europeias, dos avanços russos, do genocídio em Gaza e, principalmente, matar as tentativas de conversações com vista a acordos de paz.
Acham mesmo que os russos estão a testar ou a tentar amedrontar a Europa desta forma?
Só podem estar a gozar…
Excelente, directo, como sempre.
E segundo uma sondagem há cada vez mais bananas, burros, pategos a querer votar no homem dos hambúrgueres.
O Chega segue a frente nas intenções de voto.
Talvez um psiquiatra decente, de formação, consiga explicar a puta de loucura que parece ter tomado conta desta cambada de tugas.
Cada vez mais parecem apostados em lixar a vida a outros mais do que ela já está do que melhorar a sua.
Do outro lado do mar o Bolso acaba de ser condenado a 27 anos e três meses de cadeia.
Um pais de quem os europeus sempre disseram cobras e lagartos as vezes com razão soube agora ensinar ao mundo como deter a maré negra da extrema direita.
Nunca as maos doam aos juízes brasileiros.
A ver o que fará agora o Tiranossauro e sua corja.
O que é certo e que esta treta pôs até um comentador que nunca foi patego ao longo destes vai para quatro anos, o Agostinho Costa, a dizer que havia 30 por cento de possibilidades de ter mesmo sido a Rússia.
Que interesse teria a Rússia em mandar uns drones da treta, para nao acertar em nada, para mostrar poder antes de um exercício militar?
Não lembra ao careca.
Mas lembra a quem sabe que há muita gente farta de viver cada vez pior para que continuemos a sustentar o regime corrupto de Herr Zelensky e uma guerra que cada vez mais gente percebe que pode continuar os anos que tiver de durar mas não pode ser ganha.
Isto foi uma operação de falsa bandeira para voltar a agitar o fantasma da possível invasão russa, como se a Rússia tivesse algum interesse numa manta de retalhos de estados falhados e gente doente.
A CNN Portugal proclamava ontem “Europa sob ameaça”.
Nao ha vergonha nenhuma no focinho mas e sempre bom que alguém ainda tenha e se de ao trabalho de desmontar uma boa treta.
Não que isso mude alguma coisa junto dos pategos que acreditam seja na especial crueldade russa seja no seu interesse em ocupar esta choldra.
E que agora mesmo aqueles que estão fartos de sentir esta guerra no bolso já acham normal que morram a porta do hospital para que haja dinheiro para armas capazes de conter os “pretos da neve”.
Que grandes patranhas e que grande sarilho em que estamos metidos.
Rais partam o major-general Raul Cunha, sempre a insistir na desagradável mania de pôr a realidade a estragar uma boa tret… perdão, uma boa história!