II Guerra Mundial – 1 de setembro de 1939

(Carlos Esperança, in Facebook, 01/09/2025)


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Há 86 anos, Hitler invadiu a Polónia, apesar dos correligionários que aí tinha, e iniciou a II Guerra Mundial. O clima político e económico tinha semelhanças com o atual. As fronteiras e o «espaço vital», hoje trocados pelos mercados, foram detonadores de uma catástrofe em que, pela segunda vez, a Alemanha ganhou todas as batalhas e perdeu a guerra.

Dessa tragédia, do desvario belicista, dessa delinquência nacionalista, a História regista nomes sinistros: Hitler, Goebbels, Bormann, Himmler, Goering, Eichmann, Ribbentrop, Rosenberg e Rudolf Hess.

Hoje, 86 anos depois, parecem mais confiáveis os principais entusiastas da corrida ao armamento e mais generosa a justificação. Defender as fronteiras de um país invadido é bem mais aceitável do que pretender conquistar um território, mas o entusiasmo de dois alemães causa alguma perplexidade.

Friedrich Merz e Von der Leyen, o primeiro em nome da Alemanha, e a segunda no da UE, apoiam o país europeu invadido por outro igualmente europeu, e arrastam a Europa para um confronto que só acabará, como todas as guerras, pela capitulação de um deles, ou à mesa das negociações. E surpreende que, depois de três anos e meio de guerra, jamais tenham equacionado um plano de paz para negociar.

Quem apoiou a divisão da Jugoslávia e o ataque à Sérvia, para lhe amputarem o Kosovo, e se conformou com a ocupação de cerca de 37% do território e divisão do Chipre pela Turquia, certamente justificaria maior recato na defesa de uma causa, por mais justa que seja, com recurso à guerra.

A política externa da UE, ora confiada a Kaja Kallas, só beneficiou a Turquia e a China, dois países que são a antítese das democracias que nós defendemos. Não foi a Rússia, o País invasor da Ucrânia, que virou costas à Europa Ocidental, foi esta que a escorraçou para benefício geoestratégico dos EUA.

Agora, quando os EUA se desinteressam da guerra na Ucrânia, limitando-se a vender-nos armas para manter a guerra, ainda nos impõe tarifas sem reciprocidade e exige o sacrifício de 5% do PIB em detrimento dos apoios sociais.

E a senhora Von der Leyen, parece uma gladiadora a gritar ao imperador Cláudio, digo Trump, “Salve, César, aqueles que vão morrer te saúdam”.

O mundo está diferente e quando pensávamos que já não havia um país comunista, apenas ditaduras e democracias, vemos o neoliberal Trump a disparar tarifas e o “comunista” Xi Jinping, a defender o comércio livre! 😊

O que dói é ver a deriva belicista e o desvario de Trump sufragados pela UE e a China a ser a beneficiária da guerra na Europa, que destrói a UE e a confiança nos EUA.

Ontem assistimos ao tropismo da Índia para a China, a esquecer a rivalidade histórica, com o PM Narendra Modi a declarar que o problema das fronteiras estava resolvido.

Abandonámos o Brasil à vingança de Trump, provavelmente a vítima que não resiste a mais uma ditadura pró-americana, e assistimos ao regresso do obscuro regime da Coreia do Norte ao convívio da China, Rússia e Índia.

E a UE fica a persistir na guerra com o RU, o país satélite dos EUA que quis destruí-la.  A UE quis isolar a Rússia e isolou-se.

É de desconfiar da pressa e segurança com que a senhora Von der Leyen atribuiu à Rússia o ataque ao sistema de GPS no voo que a levou à Bulgária.

Sabemos como começam as guerras. Raios partam a sorte!

1 de setembro de 2025

11 pensamentos sobre “II Guerra Mundial – 1 de setembro de 1939

  1. O Carlos Esperança tem um grave problema, se continua com este paleio ao fim de 3 anos e meio. Desde quando é que a Rússia invadiu a Ucrânia?

    Não!

    Um bando de agentes da ditadura golpista ilegítima nazi de Kiev+CIA/NATO é que invadiu 4 países: a Ucrânia independente e democrática em 2014, as Repúblicas independentes de Donetsk e Lugansk logo a seguir (e outra vez os bombardeou massivamente a meio de Fevereiro de 2022, despoletando a JUSTIFICADA intervenção Russa na guerra EM ANDAMENTO), e invadiram tambem a Rússia a partir de finais de 2022, após os referendos de independência e anexação.

    Aquele território (Lugansk, Donetsk, Zaporizhia, Kherson, e já antes a Crimeia) passou, para todos os efeitos, a ser Rússia, de acordo com a vontade livre e democrático e soberana de quem +90% de quem vive naquelas regiões (resultado confirmado por sondagens ocidentais!), e tudo isto feito bem mais de acordo com o direito internacional do que aquela aberração chamada “kosovo”.

    A Rússia está a defender o povo Russo e Ucraniano pró-Russo e anti-nazi, perante a invasão consumada em 2014 pelos nazis ucranianos e fascistas europeus e seus donos: os imperialistas genocidas dos EUA.

    É devido a estultos como Carlos Esperança que não há oposição possível ao regime podre em que vivemos. Acabam sempre a repetir a propaganda do regime, por incapacidade para a identificar e desmascarar.
    Provavelmente, o Carlos Esperança também é daqueles parvos que chama “reféns” aos porcos colonizadores que vivem em “israel”, e chama “terrorista” a quem os foi prender com LEGÍTIMA VIOLÊNCIA em território Palestiniano ilegalmente ocupado.

    O diabo está nos detalhes. De cada vez que um “bem intencionado” como Carlos Esperança e tantos outros repetem as palavras chave da propaganda do ocidente, este imperio nazi terrorista genocida ganha mais um bocado de oxigénio, quando devia era estar a ser asfixiado e a ser colocado na guilhotina.

    Na Ucrânia, a vítima são os Russos e Ucranianos pró-Russos e anti-Nazis.
    E os CULPADOS são os nazis ucranianos, os Europeus fascistas e vassalos corruptos dos EUA, e obviamente os porcos imperialistas USAmericanos, que comprovadamente fizeram o golpe e durante décadas planearam e provocaram e agora prolongam esta guerra PROXY contra os anti-nazis.

    E na Palestina é a mesma coisa. O Hamas é um grupo formado por vítimas que se decidiram revoltaram e resistir.
    A sua violência está legitimizada na Carta da ONU e nas decisões do Tribunal Internacional de Justiça.
    E os CULPADOS são todos os colonizadores ilegítimo “israelitas”, wue já no tempo início eram comparados a NAZIS por Einstein e Arendt. E são também culpados todos os sionistas nos países ocidentais, em particular EUA, Reino Unido, e Alemanha, novamente culpados de GENOCÍDIO / HOLOCAUSTO de um povo semita.

    E quando o Carlos Esperança se atreve a dizer que é “compreensível” que a UE apoio o regime GOLPISTA DITATORIAL NAZI em Kiev, isso é obviamente uma alarvidade e é o Carlos Esperança a repetir acriticamente a propaganda do império ocidental.

    Acresce ainda que a UE é uma organização meramente civil, sem representatividade democrática (também uma DITADURA), e com a qual o regime Ucraniano teoricamente não tem relação nenhuma, logo NENHUM do apoio da UE à Ucrânia (mesmo que fosse a vítima) seria justificável.

    O dinheiro para armas usadas por nazis vassalos dos EUA, está LITERALMENTE a ser-nos roubado dos bolsos por decisões de quem não é eleito por nós.

    Por muito menos que isto, os colonos republicanos dos EUA começaram a matar os imperialistas monárquicos Ingleses.
    No taxation without representation!

    E no entanto, o que chama o Carlos Esperança a esta podridão toda? Diz que é “bem mais aceitável”…
    De boas intenções e de “anti-fascistas” e “anti-imperialistas” destes, está o inferno cheio.

    Mais noção, se faz favor!

  2. Não e de todo descabido o sacrifício de um qualquer peão de brega para justificar junto dos pategos a guerra total que acreditam que ganharão por terem mais homens e mais armas.
    Costa e um bom candidato até por ser o único que não e “ariano”.
    Aposto também em Herr Zekensky que sempre podera ser substituído por um nazi mais claro e cujos consumos de substâncias proibidas não sejam tão evidentes.
    Agora veio outro responsável militar alemão a dizer que também sofreu interferências.
    O que arrepia mesmo e o modo como a Alemanha prova de vez que nunca foi desnazificada e o sonho de criar um espaço vital as custas da Rússia nunca morreu.
    Continua bem vivo em pleno Século XXI e cada vez me parece mais que vamos mesmo para a guerra total agora que finalmente perceberam que continuando como estamos e com a teta do armamento grátis americano seca nunca a Ucrânia vencerá e vamos continuar a ver a nossa economia sangrar.
    Por isso estes psicopatas estado dispostos a dar o grande salto não interessa as consequências que isto tenha para nós.
    Alias, com a aquilo a que se chamou crise das dívidas soberanas e as vacinas COVID já essa canalha provou que para eles também as nossas vidas não valem uma casca de alho.
    E como os pategos não acordam resta nos beber a taça até ao fim amargo.

    • A substituição de Zelensky não vai ocorrer. As últimas semanas deixaram isso bem claro.

      A guerra é para continuar. A Europa paga, os EUA vendem as armas. Negociações, nem pensar.

      Os lunáticos de Washington até Kiev, passando por Londres e Bruxelas e arredores deixaram isto bem claro: é para insistir e até reforçar todas as ameaças ocidentais (NATO, nazismo, russofobia) que JUSTIFICAM a continuação de DEFESA por parte dos Russos.

      Assim sendo, o ditador nazi Zelensky vai só deixar o cargo quando o cargo (de capataz do império na província de Kiev) deixar de existir.

      E das duas, uma:

      – ou vai deixar de existir, pois a Rússia vai novamente até Kiev, assim que a guerra de atrição chegar ao ponto de saturação em que a Ucrânia vê as suas linhas colapsar;

      – ou vai deixar de existir, pois haverá uma provocação em território Russo (feita pelos nazis a mando do imperador em Washington, mas via um dos vassalos corruptos Europeus, ex: Merz) que obrigará a Russia a fazer desaparecer Kiev num só golpe com uma só ogiva.

      Na opção número um, o ditador nazi Zelensky acabará refugiado em Miami ou Washington, como tantos outros ditadores fantoche do império dos EUA.

      Na opção dois, o ditador nazi Zelensky terá um fim comparável ao do seu herói Hitler: enterrado num bunker. Mas desta feita, sem ter tempo de sequer colocar cianeto no focinho nem uma bala nos cornos.

      A opção do nazi mais ariano seria Zaluzhnyi, a ser preparado em Londres neste momento. Mas é uma opção que me parece cada vez menos provável.
      Não estou a ver nenhum cenário onde o ocidente consiga justificar tal substituição.
      Talvez só a queda de um avião com Zelensky a bordo, devido a “interferência do Putin no GPS”. E se calhar até é por isso que já semearam a semente (inception) com a mentira da Leyen na Bulgária.
      Mas nesse caso, não seria realmente uma substituição. Seria um enterro e uma sucessão.

      Tendo em conta o que os EUA fizeram aos denunciantes da Boeing (que tropeçarem numa cadeira e bateram com o cérebro numas balas de caçadeira…), e tendo em conta o que tentaram fazer ao Fico, e o que fizeram aos cientistas no Irão, então nada me surpreende neste regime de total podridão que é a “democracia” Liberal.

  3. Depois dos danos colaterais numa delegação da UE em Kiev, apresentados como consequência de um ataque cirúrgico e dirigido à UE como alvo, agora os guionistas e “spin doctors” da propaganda para pategos servida na “união dos 27” a granel jogaram a carta da “dama em perigo”, logo encarnada pelha velhaca von der Leyem, que parece uma medusa mas não mete medo a ninguém, apesar da repulsa que causa a sua venalidade.

    Claro que quem come isto também consegue ver activos soviéticos a torto e a direito, mesmo sabendo que a própria presidente da Comissão Europeia não sufragada pelos povos europeus já antes lhes atestara que os russos teriam de desmontar electrodomésticos apropriados aos ucranianos para conseguir ter as placas, os chips e os circuitos para ter componentes para poder construir e apetrechar as suas armas de guerra. Agora a conversa é a oposta, conseguiram alegadamente interferir com o sistema de navegação do avião onde viajava Ursula!

    Lá terá a UE de ir comprar aviões aos EUA, para equipar a frota dos “grandes líderes” que querem proibir combustíveis fósseis para os automóveis mas de semana a semana lá andam a voar ao encontro uns dos outros para encenar “ci(u)meiras das vontades”, e fazerem de conta que são importantíssimos para as questões prementes da geopolítica internacional.

    Temo é que às tantas os roteiristas da propaganda para pategos percebam que cada vez se tornou o argumento mais ridículo, e ainda resolvam sacrificar um”patsie” qualquer tipo António Costa (cai sempre bem um “sacrifício do(s) portugues(es)” para animar as hostes) e lá vai o Consiglieri da Kallas e da Leyen para a sucata, ficando com as favas, claro está, os soviéticos… os russos!

    Estas carolas direitolas não páram!

  4. DEMOCRACIAS E DITADURAS

    Carlos Esperança faz alusão no seu artigo a democracias e ditaduras, não deixando claro quem são uns e quem são os outros, deixando isso, presumo, ao critério dos leitores.
    Não é fácil a escolha.
    Optamos pela democracia liberal de Carlos Esperança, de Trump, Macron, Merz, Meloni, Starmer, Putin, etc., ou pela democracia popular da China?
    Optamos pela ditadura capitalista de Carlos Esperança, de Trump, Macron, Merz, Meloni, Starmer, Putin, etc., ou pela ditadura “comunista” do povo chinês?
    Ou será que o simulacro de eleições nos países (capitalistas) do ocidente coletivo são a verdadeira “democracia”?

    • Bem apontado. O Carlos Esperança infelizmente faz parte da Esquerda-Inútil, em Portugal liderada pelo Livre, liderança do que resta do BE, e a ala “esquerda” do PS.

      O império nazi terrorista genocidal ocidental chama “ditadura” às democracias realmente representativas e soberanas.

      E sempre que a máquina de propaganda deste império o faz, lá vão os Carlos Esperanças, os Rui Tavares, as Marianas Mortáguas, os Pedro Nuno Santos, etc, ajudar o Uncle Sam a apontar o dedo e a repetir a mentira.

      Mas ma realidade, quem apoia Guaidós e Zelenskys, e Mondlanes, em NADA difere, no essencial dos essenciais, em relação aos André Venturas, Netanyahus, Trumps, e companhia.

      Viva a resistência em Cuba! Nicarágua! Bolívia! Venezuela! O Petro da Colômbia! E parcialmente o Lula no Brazil! Etc.

      Viva a resistência em Moçambique! Guiné-Bissau! Mali! Niger! Argélia! África do Sul! Burkina Faso! A Frente Polisário do Sahara Ocidental. Etc.

      Viva a resistência na Rússia! Bielorrússia! Transnístria! Sérbia! Srpska! Ossétia do Sul! O Fico da Eslováquia! Etc.

      Viva a resistência no Iraque! Hamas! Hezbollah! Ansar Allah no Iémen! Irão! Os corajosos Judeus anti-sionistas obrigados a viver numa coisa chamada “israel”. Etc.

      Viva a resistência na China! Vietname! Indonésia! Índia! O exército na Tailândia! O povo da Coreia do Norte! Ilhas Salomão! Etc.

      REAIS ANTI-FASCISTAS E ANTI-IMPERIALISTAS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!!!

      Os fascistas nazis terroristas colonialistas sionistas genocidas NeoCon NeoLib do império oligárquico ocidental são o nosso verdadeiro e único inimigo!

      E a “esquerda” brâmane, woke, globalista, euro-corna, “verde”, zelenskyista, Guaidó-ista, etc, não passa de uma coisa inútil. De idiotas inúteis para as respectivas pátrias, mas úteis para o regime! Um estorvo para o progresso real da humanidade.

  5. Porque raio havia a Rússia de querer matar a von der Pfizer.
    Ela está a fazer um óptimo trabalho em destruir a economia europeia, isolar o continente e fazer com que ninguém confie em nós.
    A Rússia teria de ser muito benevolente porque só por pena dos mais de 400 milhões de desgraçados que vivem nesta cloaca a que se chamou Uniao Europeia trataria de tentar matar a von der Pfizer.
    E a Rússia não tem razão nenhuma para ter qualquer tipo de misericórdia para com quem quer a sua destruição.
    Por isso se alguém alguma vez livrar a Europa dessa criatura nefasta não sera a Rússia pois que ela esta a fazer um óptimo trabalho em virar nos a vida do avesso.
    Estamos a pagar a nossa russofobos com língua de palmo graças a esta criatura.
    Por isso, se querem avançar com a guerra total sigam em frente mas não inventem um motivo destes.
    Porque isto ainda é pior que a treta das armas químicas do Iraque.
    Vão ver se o mar da Kraken.

    • Claro. No tempo da “outra senhora”, não daquela do século passado, mas ainda mais antiga, quando as bruxas não voavam de avião mas em vassouras, se uma se despenhasse, ou mesmo que não, dizia-se que era bruxedo.
      Agora a bruxa voa dentro de um avião xpto, verificado do cockpit ao porão de carga, atrasa-se 9 minutos e trata-se de “interferência russa”.
      São pategos, senhor… são euro-pategos… alimentados a ração de propaganda.

      • Uma coisa positiva tem de ser realçada: se o avião da Úrsula von der Leyen se atrasou 1 hora e precisou de mapa em papel e sem o Flightradar o perder de vista, então isso são três revoluções da ciência:

        1) geração de matéria a partir do nada: não há mapas em papel nos aviões modernos, mas os pilotos lá geraram um a partir do nada.

        2) viagens no tempo: o relógio dela cronometrou uma hora inteira só no espaço de 9 minutos de atraso real. Antes,. só tinha visto isto no filme Interstellar.

        3) o flightradar manteve acesso ao sinal de GPS: ou seja, isto só pode ser comunicação quântico! Um sinal que chega ao trasponder do avião e simultaneamente não existe (devido a bloqueio).

        No que já é tradição em 2025, de todos fazerem nomeações para o cada vez mais patético Prémio Nobel, eu proponho portanto um Nobel extraordinário de todas as ciências em simultâneo para a Úrsula von der Leyen.

        Que inteligência… que cérebro… que mente! E Mente! E Mente outra vez! E mente novamente. É uma coisa que nunca pára.
        Não se esqueçam portanto de assinar o certificado com o nome certo:
        Ursa von der Lying.

  6. E ainda nos estamos a esquecer da divisão do Sudão em dois, sendo que ambas as partes estão em guerra civil, ou a Etiopia, amputada da Eritreia que se tornou um imenso campo de escravos do Estado.
    Mas a Ucrânia tinha de manter as suas fronteiras mesmo que andasse a dizimar a populacao do Leste colocando a entre a morte ou a fuga para a Rússia.
    Vão ver se o mar da Kraken.

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