Europa à Beira do Abismo?

(João Gomes, in Facebook, 30/05/2025, Revisão da Estátua)

Imagem do ataque russo ao Aeroporto de Lviv onde estacionavam aviões fornecidos pela Europa à Ucrânia.

Cresce o Risco de Escalada Militar Direta com a Rússia

Nos bastidores das capitais europeias, cresce a inquietação com a possibilidade de um colapso militar total da Ucrânia, enquanto líderes de peso como o chanceler alemão Merz, o presidente francês Macron e o primeiro-ministro britânico Starmer debatem medidas cada vez mais ousadas – e arriscadas. Em causa está a recente reabertura da possibilidade de permitir à Ucrânia usar mísseis ocidentais para atingir alvos em profundidade no território russo, incluindo até Moscovo.

A proposta, inicialmente avançada por Merz e depois parcialmente desmentida, sinaliza uma mudança de paradigma: o fim da autocontenção estratégica que vigorava desde o início do conflito em 2022. Essa prudência anterior estava ancorada num receio compreensível de escalada nuclear ou de um confronto direto entre a NATO e a Rússia – cenário que agora parece cada vez menos impensável.

Um campo de batalha em desintegração

O panorama no terreno é sombrio. A Ucrânia enfrenta uma crise militar sem precedentes: perdas humanas insustentáveis, exaustão de recursos, escassez crítica de munições e uma incapacidade industrial que contrasta com a máquina de guerra russa – amplamente superior em artilharia, drones, mísseis e poder aéreo.

O avanço russo em regiões como Kharkiv, Dnipro e Donetsk ameaça provocar o colapso em cascata das linhas ucranianas, forçando Kiev a reposicionar tropas ou a recuar para o rio Dnieper. Especialistas apontam que, se nada mudar, o exército ucraniano pode atingir o “ponto de dissolução” até o outono de 2026 – ou antes.

Além disso, fontes indicam que os sistemas de defesa aérea ucranianos estão à beira da exaustão. A redução na taxa de interceção de drones de 90% para menos de 30% em algumas áreas expõe cidades e infraestruturas a bombardeamentos contínuos. A produção russa, tanto de mísseis quanto de drones, ultrapassa largamente a capacidade do Ocidente, hoje debilitado por décadas de desindustrialização.

O dilema europeu: intervir ou recuar?

Posição da Ucrânia no território europeu.

Perante este cenário, surge a questão: estará a Europa disposta a aceitar uma vitória russa e a imposição de um governo pró-Moscovo em Kiev? Ou arriscará um envolvimento direto, com tropas no terreno e mobilização militar geral, num confronto de grandes proporções que, ironicamente, os EUA de Trump parecem cada vez menos dispostos a apoiar?

A resposta é complexa. Os EUA, sob Trump, retiraram o apoio total a Kiev e pressionam por negociações de paz – mesmo que em termos desfavoráveis à Ucrânia. Para os países europeus que mais apostaram na estratégia de contenção e apoio indireto – como Alemanha, França e Reino Unido -, o dilema é existencial: ou aceitam a derrota estratégica da Ucrânia, ou escalam o conflito com consequências imprevisíveis.

A tentação de atingir a Rússia à distância – usando tecnologia europeia, mas mantendo soldados “fora do campo de batalha” – parece uma aposta cada vez mais arriscada. A Rússia já alertou que ataques em profundidade ao seu território com armamento europeu seriam tratados como atos de guerra, com retaliações diretas não apenas contra a Ucrânia, mas contra os próprios países fornecedores.

A hipótese do “governo pró Rússia”

Caso a Ucrânia sofra um colapso político-militar, torna-se plausível o cenário de Moscovo impor um governo pró-russo em Kiev. Do ponto de vista realista e estratégico, muitos analistas consideram que os europeus – esgotados económica, política e socialmente – poderão acabar por aceitar esse desfecho, ao estilo do “fait accompli” da Crimeia em 2014. Para os EUA, que observam à distância, tal desfecho poderia até representar mais uma “vitória de pirro”: Europa enfraquecida, Rússia sangrada, e o foco global deslocado para o Indo-Pacífico, onde está o verdadeiro interesse estratégico americano.

Este é um momento de decisão:

Com as cartas lançadas, a Europa enfrenta talvez o seu maior dilema desde a Segunda Guerra Mundial. Qualquer passo em falso pode significar o início de um conflito continental em larga escala, com mobilização generalizada e consequências imprevisíveis.

A alternativa – aceitar a derrota da Ucrânia e a expansão da influência russa – pode ser vista como humilhação geoestratégica, mas evitará o sacrifício humano de milhões.

Num tempo de retórica inflamada e decisões precipitadas, é a prudência, e não a bravura, que pode salvar a Europa de um novo abismo.

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13 pensamentos sobre “Europa à Beira do Abismo?

  1. Ainda se vai descobrir que os norte-coreanos é que resolveram a contenda a favor da Rússia… e eles é que são responsáveis pela guerra na Europa não ter fim… os norte-coreanos, o povo mais esmifrado do mundo e ao mesmo tempo vilipendiado pelos ocidentais, os quais amiúde referem o “complexo de Napoleão” de Kim Jong-Un e o seu regime inflexível.
    “Complexo de Napoleão” esse que pela France e na Deutschland jamais grassou e desgraçou… nem nos dias que correm esse famoso complexo os aflige, nem nunca os atingiu…
    Quo Vadis, “mundo livre”?

    • E a seguir virão os spin-doctors, à boleia dos partidos da direita “não moderada”, aquela que “é preciso institucionalizar”, e começarão a propagar:

      – se é o regime norte-coreano mais eficaz que “os nossos valores e a demo-cracia” nas artes da guerra e da geoestratégia mundial, então pois que faremos a nossa versão, sem renegar o sacro-santo “mercado livre”, ou seja, as sagradas corporações, mas com o mesmo nível de opressão política sobre as forças antagónicas, empobrecimento generalizado, militarização e repressão estatizante.

      “Et voilá”, assim será também por cá… e só então vamos “salvar a nação” e “infligir uma derrota estratégica à Rússia”, 2 em 1.

      É assim que eles dão a volta à cabeça dos crédulos, dos incautos e dos pategos.

  2. Um mercenário australiano capturado confessou que o seu ordenado era qualquer coisa como oito mil dólares mensais, ou seja, sete mil e 500 euros.
    Isto para um reles soldado raso, carne para canhão. Agora e imaginar quanto ganharão oficiais, apontadores e operadores de misseis e drones.
    De onde vem tanto dinheiro?
    Raios partam a Ucrânia e quem a apoia. Por quanto mais tempo teremos de pagar a estes malandros?

  3. E como a Ucrânia também não tem capacidade demografica para fazer a Rússia sangrar, em especial porque já antes da guerra o país tinha sido sangrado pela emigração, a solução foi recrutar hordas de mercenários em todo o chamado Ocidente alargado e não so.
    Ate países longínquos como a Nova Zelândia tiveram de reconhecer a perda de cidadãos seus no teatro de guerra ucraniano.
    Que afinidade com a Ucrania poderá ter um jovem dos antípodas, a ponto de arriscar lá a vida e morrer?
    Gente africana ou do Médio Oriente, desesperada, e alguma dela fanatizada pelo ódio anti russo como os combatentes do Estado Islâmico pode ser enlaçada no conto de sereia de cidadania europeia ou norte americana.
    Como aliás prometiam sites de recrutamento nas vésperas da falhada contra ofensiva do Verão de 2023.
    Quantos desses desgraçados terão lá morrido, nunca saberemos.
    Sonhando com cidadania europeia ou norte americana ganharam em terra estranha a cidadania que nos espera a todos: a da terra dos pés juntos.
    Outros e a promessa de chorudas recompensas monetárias que os anima.
    Não há outra razão para irem para lá jovens da Nova Zelândia, do Brasil ou até de Portugal. Na Boca Zelândia não e certamente a ideia de fuga a uma vida de miseria ou o fanatismo religioso que os anima. E a promessa de ganhar dinheiro, muito, nem que seja as custas de matar.
    E quem paga isso tudo?
    Para além das armas, quem paga a peso de ouro essas hordas mercenárias?
    Somos todos nós.
    No helicóptero de combate a incêndios que não aparece, nas instalações degradadas onde odiados funcionários públicos vão trabalhando esperando que a humidade e o bolor não lhes f*dam os pulmões, ou que o ar condicionado sem manutenção há anos não pife de vez deixando os a mercê do terrível Verão português, na ambulância que não chega a horas, na inflação galopante.
    Estamos todos a pagar esta guerra com língua de palmo e ainda achamos normal que alguns dos nossos jovens la deixem a vida.
    E e o racismo que faz com que ninguém se levante contra isto, que nos faz acreditar que mais tarde ou mais cedo venceremos e que a pilhagem da Rússia compensara tudo isto. Que nos faz insultar quem se insurge, chamando os de putinistas e dizendo que deviam ser mandados para a Rússia e obrigados a pagar o bilhete.
    E como a Russia não pretende deixar se pilhar, isto tem tudo para correr mal.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

  4. NÃO SE PODE FICAR À ESPERA QUE OS RUSSOS FAÇAM O TRABALHO TODO DE LUTA PELA LIBERDADE!
    —> os cúmplices da civilização dos 500 anos de roubo&pilhagem que se entendam!!!
    —> os Identitários defendem o regresso da liberdade ao planeta: separatismo-50-50!…
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    P.S.
    O plano-A (esperteza Sun-Tsu) dos democratas-cúmplices da civilização 500 anos de roubo&pilhagem:
    -> o plano «nove em cada dez»: nove, em cada dez, dos mais variados analistas ocidentais garantiam: armas da NATO na Ucrânia… juntamente com… sanções económicas à Russia, e… a Russia seria conduzida ao caos: tal seria uma oportunidade de ouro: iria proporcionar um saque de riquezas da Russia muito superior ao saque de riquezas que ocorreu no ‘caos-Ieltsin’ na década de 1990.
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    O plano-B dos democratas-cúmplices: (como a Rússia não possui a capacidade demográfica da civilização-500-anos) impor uma guerra de desgaste demográfico… a Rússia vai ter que fazer um ‘ajuste demográfico’… tal ‘ajuste’ vai abrir uma backdoor: para a dissolução da Identidade Russa.

  5. E mais um mercenario português morreu em combate na Ucrânia.
    Qual e o fanatismo e a lavagem ao cérebro que levam jovens de um país no cu da Europa a imolar se onde o diabo perdeu a avó torta?
    Um sujeito dos Bombeiros Voluntários de Sacavém que trocou o combate aos fogos e o socorro a vítimas de doença no seu país pelo espalhar de morte e destruição ao serviço de um estado nazi.
    Que esse seja o fim de todos os mercenários que se juntam as hordas nazis seja na Ucrânia seja onde for.

  6. O ponto é que nenhum dos líderes parece aceitar a realidade de que a guerra da Ucrânia está perdida, sempre esteve perdida desde o início. Nesse sentido insistem em caminhar a largos passos para um confronto aberto com a Rússia, mesmo sem o guarda-chuva americano. E não são apenas provocações verbais, são tb no terreno. Andam a instigar países mais pequenos a envolverem-se em actos agressivos contra o colosso russo. Ainda há dias, por exemplo, a Estónia foi espicaçada a deter navios russos no Canal da Finlândia. Claro que os petroleiros passaram, mas pediram ajuda e logo veio um caça sobrevoar a zona. Então, os sicários do império esgoelaram-se de imediato, alegando que o espaço aéreo NATO fora violado. Queriam o quê?
    Aqui pelo rectângulo, algumas comentadeiras e comentadeiros de serviço ainda continuam a dizer apostar numa vitória do palhaço Zelly, mas sem explicar como, naturalmente, e até o Costinha, cada vez mais isolado, esbraceja no mesmo sentido. Também Hitler se ofereceu as armas-maravilha e o resultado foi o que já estava escrito nos astros. Agora sucede o mesmo. Só não vê quem não quer

  7. Nem mais. Para isso era preciso que esta gente se preocupase mais com a sua própria vida e menos com a de ciganos e migrantes, que querem matar ou expulsar.
    Veremos esse dia chegar? Ou resta nos esperar que uma avela russa aterre em Lisboa quando um Tekever causar um número insuportável de vítimas?
    Infelizmente parece que estamos muito mais próximos da segunda que da primeira.

  8. “A alternativa – aceitar a derrota da Ucrânia e a expansão da influência russa – pode ser vista como humilhação geoestratégica, mas evitará o sacrifício humano de milhões.”

    Aceitar a derrota da Ucrânia é aceitar a realidade. Nunca foi objectivo dos EUA, nas décadas em que prepararam esta guerra por procuração (com extensa documentação ANTERIOR a 2022), levar a uma derrota da Rússia, pois tal cenário levaria ao uso de armas nucleares.

    A Rússia avança em todas as frentes, está no terreno a atingir progressivamente todos ks seus objectivos, e só teve de usar uma parte do seu potencial para o conseguir fazer, e ainda lhe sobram meios para assefurar a defesa do resto do território (que é o maior país do Mundo) e continuar a ajudar países amigos a livrarem-se de terroristas (na maior parte dos casos terroristas apoiados pelo ocidente), e ainda sobram veículos e armas para exportar para vários países.

    A influência Russa não terá expansão nenhuma. Pode é recuperar o que lhe foi roubado em 2014, quando os EUA fizeram o golpe sangrento em Kiev, com recurso a nazis tresloucados que acreditaram que a UE/NATO seriam sinónimo de democracia.

    O povo Russo, russófono, e pró-Russo de várias partes da Ucrânia está finalmente a ver uma esperança ao fundo do túnel. São milhões de pessoas vítimas da agressão ocidental desde 2014, diariamente oprimidas por uma brutal ditadura em Kiev onde se acha “normal” andar a glorificar nazis, a ceebrar o passado de colaboração com Hitler, e a usar símbolos ligados aos nazis e em particular às brutais SS.

    A humilhação geoestratégica da Europa já está consumada. Não foi a Rússia sozinha quem a fez. Foram em boa parte os EUA e um grupo de pessoas na própria Europa, que nada mais são do que traidores corruptos ao serviço de Washington.

    Os tais “líderes” Europeus parecem cães a repetir o que se ladra a partir de Washington, andam aos zigue-zagues, hoje dizem uma coisa, amanhã o seu contrário, primeiro iam destruir a Rússia, agora pedem um cessar fogo de joelhos, as suas sanções causam mais problemas à Europa (enquanto Rússia cresce 4% ao ano, tem pleno emprego, e pouquíssima dívida).

    E quando Putin se diz disposto a sentar-se à mesa para negociar, toda a gente ficou a saber o seu lugar: a negociação direta é com os EUA, a negociação secundária é com a Ucrânia, e os cães (Europeus vassalos de Washington) nem à mesa se sentam, por mais que ladrem.

    Quanto ao sacrifício humano de milhões, é olhar para a Palestina ilegalmente ocupada, onde ilegítimos colonizadores ocidentais, com base numa ideologia racista extremista, provocam fome, exterminam mulheres e crianças indefesas, bombardeiam hospitais e campos de refugiados, assassinam jornalistas e trabalhadores da ONU, cometem limpeza étnica e GENOCÍDIO, e ainda chamam a isso tudo de “defesa” ou “única democracia do Médio Oriente” ou “direiros humanos”.

    Depois de exterminarem milhões de humanos no Iraque, Afeganistão, Líbia, Sérvia, Vietname, Laos, Camboja, etc, num total que já vai acima de 20 milhões de vítimas, comparável ao “currículo” do nazismo, e sem nunca pedir um único perdão, e sem julgar um único ocidental responsável por tamanha nojeira criminosa, de que estão à espera?
    Que agora, de repente, esses monstros sentados em Washington, Londres, Bruxelas, Jerusalém ocupada, Paris, e arredores, sintam algum tipo de consciência?
    Não. Quando for para nos sacrificar a todos, eles nem vão pestanejar.

    Por isso, isto só lá vai com uma revolução. Uma revolução que, ao contrário do grande erro cometido após o 25-Abril, desta vez não deixe estes animais à solta, livres para se reagruparem e voltarem ao poder: político, económico, e comunicacional.

    Como Portugal não tem Sibéria, então faça-se um gulag merecido para esta gentalha ali na ilha das cagarras…
    Ficavam lá tão bem, lado a lado: Ventura, Portas, Montenegro, Durão, Sócrates, Costa, Rui Tavares, Rodrigo Guedes de Carvalho, José Rodrigues dos Santos, Ricardo Costa, a família Salgado toda, a família Azevedo toda, a família Balsemão toda, tudo quanto é avençado da Cofina e da CNN, etc.

    Depois de restaurada a democracia, a liberdade, a verdade, a independência, e a decência, bastava só cumprir a Constituição de 1976, pré-revisões de traição que deram facadas na nossa soberanis em nome da integração no império de Bruxelas, que é por sua vez, como se vê, apenas uma sucursal do império de Washington.

    Neutralidade militar, defesa assegurada, consciência tranquila, e zero colaboração com imperialismos e belicismos e colonialismos (sionismo) genocidas.

    Imaginem só, Portugal a usar o seu dinheiro para se desenvolver, por exemplo com soberania energética, com urgências abertas e SNS sem listas de espera, com saneamento básico para todos, etc, em vez de andar a oferecer chaimites, tanques, helicópteross mísseis, drones (os Tekevee com 1000 Km de alcance, que um dia destes podem levar a que um Orechnik aterre em Lisboa…) e artilharia e balas, tudo doado a nazis, que os usam para atacar civis no Donbass e arredores.

    Imaginem um Portugal que é convidado para ir a Moscovo celebrsr o Dia da Vitória CONTRA o nazismo, em vez de um Portugal onde até oportunistas desonestas e covardes do BE vão em delegações (no lugar deixado vago à última hora pele Chega, e ao lado de PS, PSD, IL, e companhia) a Kiev dar passou-bens a ditadores, golpistas, corruptos, e nazis. E esquecendo por completo os civis que os nazis massacram desde 2014, inclusivé queimando pessoas vivas numa casa dos sindicatos em Odessa.

    Nem Salazar desceu tão baixo, pois esse ao menos era um patriota que procurou um caminho estreito para salvar Portugal da Segunda Guerra Mundial, e nunca se aliou descaradamente a nazis, mesmo apesar da amizade entre Salazar e Franco, Mussolini, e Hitler.
    Quando até uma besta como Salazar fica bem na fotografia, quando comparado ao lado das bestas actuais em Lisboa e Bruxelas, então está tudo dito.

    Valha-nos o espírito e a memória de Otelo, Maia e companhia, pois em carne e osso só temos o Goveia e Melo e a restante cambada de NATO-cornos especialistas em propaganda e traição à pátria e ao povo Português.

    Cda país tem o que merece. Portugal doou helicópteros Kamov aos nazis Ucranianos, e depois ficou sem meios suficientes para combater incêndios.
    Em breve teremos um Primeiro-Ministro chamado Ventura e um Presidente que só sabe fazer a saudação militar sob uma bandeira dos EUA/NATO.
    Falta a luz no país inteiro quando alguém dá um peido junto a uma estação elétrica em Espanha.
    Vamos todos voar na Ryanair quando a Luftansa comprar a preço de saldo o que resta da TAP.
    Se quisermos material informático, temos de ir para a lista de países de segunda classe, onde os EUA nos puseram deade que se intensificou a competição na IA.
    Os UMM são peças de museu, e se quisermos manter menos de 1% do nosso parque automóvel montado (NÃO fabricado) em Portugal, temos de pedir com muito jeitinho aos Alemães.
    Direitos Laborais é coisa de “extrema” Esquerda, pois o que é bom são falsos recibos verdes, caducidade da contratação colectiva, quase inexistência de sindicalismo e de fiscalização laboral, e andar a ser escravizado pelas Uber, Glovo, e companhia.
    E que tal gente a ser expulsa de casa, sem poder comprar comida no final do mês, porque os salário que já eram miseráveis, foram ainda mais ultrapassados pela inflação (causasa pelas sanções)?
    Ah, e depois de uma década perdida com austeridade e sacrifício, toca a f*der os défices e as dívidas outra vez, pois a escumalha de Washington+Bruxelas mandou-nos comprar muitas armas…

    O sacrifício humano de milhões já é isto.
    A humilhação geoestratégica já está consumada.
    E a esmagadora vitória da Rússia só é ultrapassada pela vitória ainda maior da China e do restante Sul Global, que está a erguer-se sem perder a dignidade.
    E, muito sinceramente, isso é uma excelente notícia para nós a longo prazo.
    Um Mundo mais decente, e com a China a liderar dando o exemplo.
    Em Portugal só se discute a pressa em vender a TAP, algo que agravará o nosso défice externo. Na Rússia há um ranking para ver qual a empresa que mais meios aéreos fabrica e exporta, se os Topolev, Antonov, Ilyushin, Sukhoi, Mikoyan (dos famosos MiG), etc.
    Em Portugal debate-se se um dia, no futuro, alguma vez será construída o primeiro metro de linha de comboios de alta-velocidade. Na China já construíram o equivalente ao suficiente para ligar a Europa toda.
    Em Portugal estamos em estagnação e endividamento e sem soberania desde que aderimos (anti-democraticamente) a uma moeda estrangeira chamada Euro, cujo banco central está em Frankfurt, e não quer saber das necessidades do país. Nos BRICS promove-se a soberania de cada país, defende-se importância das moedas nacionais, e a brasileira Dilma lidera o banco de investimento (NDB), cujos empréstimos não são sinónimo de humilhações como acontece no ocidente com burocratas do FMI a dar ordens a governos nacionais para impôr austeridade.

    Bem vistas as coisas, até posso de forma bem humorada acabar assim: se querem o colapso da Rússia e da China, então convidem-nos a aderir à UE e ao €uro de imediato. Mas se querem a salvação de Portugal, entao rezem para que os exércitos Russo e Chinês cheguem a Lisboa o quanto antes!

  9. CÚMPLICES DA CIVILIZAÇÃO DOS 500 ANOS DE ROUBO&PILHAGEM [farinha do mesmo saco (uma mudança de retórica para que fique tudo na mesma)]:

    – nacionalismos mainstream;

    – ‘direitas’ mainstream;

    – ‘esquerdas’ mainstream (berloques de esquerda, etc).

    E mais:

    – os Supremacistas Demográficos (africanos mainstream, e, etc) TAMBÉM são cúmplices da civilização 500 anos de roubo&pilhagem!!!

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    [Todos em conluio (sim!!!) com os negócios de roubo&pilhagem… e negócios no caos… e negócios de substituições populacionais… dos ‘construtores de caravelas’ (negócios transnacionais).

    Este pessoal a aplaudir de pé a quadrilha-de-Kiev… e a Blackrock, a família Soros, etc… a fazer os seus negócios]
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    [A TERCEIRA VAGA dos cúmplices da civilização 500 anos de roubo&pilhagem:
    1° vaga – os napolianos;
    2° vaga – os hitlerianos;
    3° vaga – os democratas-cúmplices (Merkel, Holland, etc, vangloriaram-se, para o seu eleitorado, da sua esperteza Sun Tsu)]

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    Como é óbvio e natural, os Identitários reivindicam Liberdade/Distância/Separatismo de TODOS os cúmplices da civilização 500 anos de roubo&pilhagem.

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    SIM:

    -> os Identitários não estão interessados em ser cúmplices da civilização 500 anos de roubo&pilhagem.

    -> mais: a História não começou há 500 anos!!!

    [separatismo-50-50]
    [REGRESSO DA LIBERDADE AO PLANETA: povos autóctones dotados da liberdade de ter o seu espaço, e explorar as suas riquezas naturais]

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    ..

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    FOI REALMENTE UMA GRANDE CHATICE:

    -> se os napolianos não tivessem sido derrotados… e… os eslavos russos não oferecessem abundância de mão-de-obra servil/escrava… então… os napolianos (ocidentalismo mainstream) teriam feito aos eslavos a mesma ‘coisa’ que foi feita aos nativos norte-americanos e aos nativos australianos (milhões de mortos à fome, etc)… e… substituição populacional!

    LOGO

    tal seria uma oportunidade para os supremacistas demográficos… (fornecedores de abundância de mão-de-obra servil)… ocuparem e dominarem novos territórios.

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    Resumindo:

    —>>> A MÁSCARA CAIU… VÊ-SE QUEM ESTÁ EM CONLUIO!……

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