(Major-General Carlos Branco, in Jornal Económico, 13/05/2025)

Sob a capa da criação de fundos para a reconstrução ucraniana, o acordo em causa garante a Washington uma presença norte-americana permanente na Ucrânia, numa fronteira adjacente à Rússia.
Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

A expressão “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita” podia aplicar-se ao acordo dos minerais [daqui em diante o Acordo] assinado em Washington, a 30 de abril de 2025, entre altos dignitários norte-americanos e ucranianos, e posteriormente ratificado pelo Parlamento ucraniano, que tem por objetivo criar um fundo de investimento para a reconstrução da Ucrânia. A saga em redor deste Acordo é longa, com o ponto alto na reunião de Trump com Zelensky, na Casa Branca, bem conhecida de todos. Apesar da insistência ucraniana em associar a este Acordo garantias de segurança norte-americanas, essa aspiração não se concretizou.
Há ainda alguns aspetos desse acordo por apurar. Compreende três documentos, mas só se conhece o que foi assinado, desconhecendo-se o conteúdo dos outros dois, pois o governo ucraniano não os facultou aos deputados. Alguns deles alertaram para o facto de a verdadeira substância do Acordo, a forma como irá funcionar, quem o controla e quais os compromissos legais a que a Ucrânia fica vinculada poder encontrar-se nos dois documentos não divulgados. Alguns deputados manifestaram incómodo pelo facto de estarem a ser pressionados para ratificarem uma versão incompleta do Acordo, quando poderão estar em causa sérias violações da soberania nacional.
As tergiversações norte-americanas também são conhecidas. Afinal, o objetivo do acordo já não é ressarcir os EUA das volumosas quantias gastas com o apoio à Ucrânia, anteriores à sua assinatura. Este acontecimento foi considerado uma vitória diplomática de Kiev. Resta saber se será mesmo assim, ou se não haverá algo obscuro que possa amarrar a Ucrânia, no longo prazo, a obrigações que foram negociadas sem transparência. As rápidas e sucessivas alterações da posição americana sugerem a possível camuflagem de intenções, em que se procurou desviar as atenções daquilo que era realmente pretendido.
O acordo
Talvez precipitadamente, alguns analistas associaram-se de forma apressada à narrativa da vitória ucraniana. Sendo o quinto acordo assinado por Kiev com os EUA desde 1999 (2008, 2017, 2011, 2021), de âmbito semelhante, restam poucas dúvidas das implicações que terá na soberania e independência do Estado ucraniano, já muito coartadas. Por exemplo, cerca de 40% da terra arável ucraniana encontra-se nas mãos de empresas estrangeiras, em particular americanas e chinesas.
A relação entre os signatários do Acordo é manifestamente assimétrica, com benefício da posição americana. As empresas ucranianas são excluídas dos projetos que se venham a contratar, nomeadamente empresas estatais como a Ukrnafta e a Energoatom. Kiev não será remunerada da distribuição de lucros do Fundo se violar os termos do acordo, e os gestores ucranianos perderão todos os direitos de voto no Conselho e nos comités relevantes do Fundo, gerido por um Conselho com igual número de representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos, mas em que os principais comités ficarão nas mãos dos gestores americanos.
Ao terem as empresas norte-americanas direito de preferência sobre os novos projetos que vierem a ser propostos a Kiev, os acordos já assinados pela Ucrânia com o Reino Unido e a União Europeia ficam comprometidos. Só se investidores americanos – os primeiros a terem acesso às informações sobre projetos mineiros e de infraestruturas – não manifestarem interesse nos projetos apresentados, é que outros investidores poderão avançar com a sua implementação.
Não é crível que os EUA disponham de novas informações relativamente ao que já se sabe sobre os depósitos de minérios em território ucraniano proporcionado pelos estudos geológicos da era soviética e que, pelos vistos, não terá motivado os oligarcas ucranianos e empresas estrangeiras a explorar nas mais de três décadas que nos separam da independência.
O argumento das “terras raras” inicialmente aduzido para justificar um “negócio da China” é falacioso. É sobejamente conhecido que a Ucrânia não é fonte de nenhum dos 17 metais que compõem a lista de “terras raras”. Não serão os depósitos ucranianos em “terras raras” que vão dar resposta às necessidades da indústria norte-americana nesta matéria. Ao que se deve juntar a viabilidade económica destas explorações. Segundo o Washington Post “levará pelo menos uma década para que os cobiçados recursos possam trazer benefícios às cadeias de abastecimento dos EUA.”
Como o Acordo se refere exclusivamente a minérios não explorados, a rentabilidade económica da sua exploração tem obrigatoriamente de incluir a sua mineração, o que requer um grande investimento cujo retorno económico não é garantido. O mesmo se coloca relativamente ao petróleo e ao gás, com reservas de pouca expressão, cuja exploração as torna pouco atrativas para empresas que podem investir noutros locais com um menor risco de investimento e níveis de retorno mais elevados.
A exploração de titânio, grafite e lítio poderá valer a pena, embora as reservas existentes não sejam muito significativas, o que não as torna particularmente rentáveis. Os depósitos mais promissores destes minerais encontram-se em território ocupado pela Rússia. Comparativamente com outros países, as reservas ucranianas são modestas. A instabilidade política e securitária da região é um desincentivo ao investimento. Muitas das reservas de gás encontram-se em zona de conflito, onde as empresas estariam relutantes em investir, mesmo na eventualidade de um acordo de paz.
Não deixa de ser importante sublinhar, que a Corporação Internacional de Financiamento do Desenvolvimento dos EUA (DFC), um parceiro do Fundo, mantém unilateralmente a autoridade sobre as decisões de investimento, a resolução de litígios e as alterações aos termos da parceria. O estatuto de parceiro menor, apesar da representação nominal equitativa no conselho de administração (3 de 6 lugares), não confere à Ucrânia poder de veto. Kiev assume responsabilidade ilimitada pelas perdas, incluindo disputas legais, flutuações cambiais e reclamações de terceiros, enquanto as obrigações dos EUA se limitam a consultas não vinculativas. Perante isto e muito mais, seria necessária muita boa-vontade para considerar este acordo uma vitória ucraniana.
A posição da Administração Americana
O facto de a Administração Trump se encontrar ciente destas circunstâncias, sumariamente expostas, leva-nos a reequacionar os verdadeiros motivos que terão levado Washington a um tamanho empenho neste acordo. No curto e no médio prazo, os benefícios económicos para os EUA advirão mais da venda de armamento norte-americano do que da futura exploração de recursos a descobrir e a explorar. Cada uma das partes contribuiu para o fundo com 50%, sendo o contributo norte-americano feito em géneros, leia-se armamento.
Mas sobrepor-se-ão os benefícios económicos aos geopolíticos? Sob a capa da criação de fundos para a reconstrução ucraniana, este acordo garante a Washington uma presença norte-americana permanente na Ucrânia, numa fronteira adjacente à Rússia, à semelhança daquilo que anteriores Administrações fizeram na Polónia, países Bálticos e Finlândia (onde detém autorização de acesso a 15 bases militares).
Ao descair-se e apresentar o Acordo como um fator de pressão sobre a Rússia, o Secretário do Tesouro norte-americano Scott Bessent, o mesmo que considera Vladimir Putin um criminoso de guerra, deixou cair a máscara sobre o verdadeiro objetivo do Acordo, sugerindo aquilo de que desconfiávamos. Mais do que as questões económicas, o grande empenho dos EUA no Acordo é de natureza geopolítica. Subjacente, embora não formalmente admitido por Washington, encontra-se um compromisso alargado com a defesa de Kiev, mesmo que isso não envolva forças militares norte-americanas, pelo menos por agora.
Não é possível nesta altura prever quando e quanto dinheiro os EUA receberão de volta, mas isso não foi determinante. Trump presta-se a fazer, de modo subtil, aquilo que Biden não foi capaz.
E que se houvesse alguma boa fé por parte desta gente a fatwa contra Putin teria sido suspensa ou coisa que o valha.
Mas não só ela não foi suspensa como ninguém deu ao presidente russo as garantias que foram dadas ao nefasto genocida Netanyahu de que não seria preso.
Ora só se Putin tivesse mesmo enlouquecido de vez e que aceitaria tal coisa.
Ou isto foi uma armadilha ou o pretexto para que Herr Zelensky tenha um motivo plausível para continuar esta guerra até ao último ucraniano e, pelo andar da carruagem, até ao último europeu.
E para que o Tiranossauro tenha um motivo plausível para estes bandos de pategos para continuar a apoiar Herr Zelensky.
Simplesmente nojento tudo isto.
E e a vida de todos nós que está em jogo.
E algum desses jornalistas de alguidar, sempre tão lapidares a encaminhar políticos ou a cobrir as congestões dos líderes da direita horas a fio, e a separar os “bons” dos “maus”, já se interrogou por que o Zelensky, esse “libertador da Ucrânia escolhido pelo destino”, nunca tem uma palavra de solidariedade para com as vítimas do genocídio e da limpeza étnica em Gaza? A maioria inocentes, mulheres e crianças? E nunca se interrogaram por que é Zelensky tão lesto e prestável a tecer loas a Israel e a colaborar com o regime de extrema-direita de Netanyahu? Não faria sentido referir-se e soludarizar-se a um povo martirizado por bombardeamentos indiscriminados, cercos e privações de água, alimentos, medicamentos, mantimentos e recursos, em vez de aos seus opressores e exterminadores, responsáveis por massacres? Não é Netanyahu acusado de crimes de guerra e genocídio pelo Tribunal Penal Internacional?
Não convém para fins de propaganda política e encantamento de pategos referir esta evidente contradição, não é?
E graças ao santo protector daqueles a quem eu antes da vacina chamava de peixe espada subdesenvolvido o Putin não vai cair na asneira de ir a terra do traidor Erdogan falar com Herr Zelensky.
Vai uma delegação que deve incluir o pau para toda a obra e que de parvo não tem nada Lavrov.
Ninguém merece acabar os dias numa masmorra do Ocidente.
Já bastaram os milhões de prisioneiros russos mortos em campos de concentração nazistas.
Nunca mais russos mortos em masmorras ocidentais.
Por muito azeda que as vezes possa ser a nossa opinião acerca das opções de alguns.
Você decidiu mesmo pegar no meu pé, como se diz no Brasil.
Não disse que os States acreditam que com a Gronelândia criarao uma barreira e sairão incólumes.
O que querem garantir e que a destruição da Rússia será total de modo a que possam sair dos bunkers e ir finalmente roubar o que lá há.
Se e um raciocínio de Jerico não cabe a mim julgar.
Também sei que se a guerra total se der só cá ficam as baratas.
O problema e que quem nos arrasta para a guerra não sabe e daí a grande patranha e o grande sarilho em que estamos metidos.
https://youtube.com/shorts/9MWEY7enSlQ?si=q02fc0vSDobODzTF
Sodoma e Gomorra nestes dois também, porra! Mas o mais merecedor, sem dúvida, era o anfitrião, exímio talhante certificado! Por onde andas, Deus, que ninguém te vê? Tiraste uma sabática, foi?
“Com ou sem Gronelândia é impossível que os Estados Unidos saiam incólumes de uma guerra contra a Rússia tendo em conta que os pontos de lançamento na Rússia se podem distribuir por uma área muito maior e se não for pelo Oeste por haver uma barreira na Gronelândia será pelo Leste.”
Não percebeste o que eu quis dizer. A Gronelândia encurta distâncias de tiro, mas não é uma barreira para nada nem ninguém e não foi isso que eu disse. E de uma guerra EUA-Rússia, ou NATO-Rússia, os Estados Unidos nunca sairão incólumes porque, neste planeta, incólume ficará ninguém. Também não foi isso que eu disse. Por algum motivo lhe chamaram MAD (Mutually Assured Destruction). Foi isso que quis dizer noutros comentários, quando falei em cogumelos laranja de que sobrarão apenas baratas e percevejos.
Sim, se houvesse qualquer poder divino já Israel teria sofrido o destino que segundo a Bíblia terão sofrido Sodoma e Gomorra.
E está de vez enterrada a esperança daqueles que ou votaram no Tiranossauro ou ficaram em casa pensando que este os tiraria do atoleiro da Ucrânia.
Outra “qualidade” que a direita tem e justamente a de mentir com quantos dentes tem na boca manipulando os medos, ou os ódios dos povos.
O Tiranossauro manipulou com mestria o medo que muita gente no seu país tem de que o atoleiro da Ucrânia acabe mal.
A promessa de cavar com o atoleiro em 24 horas foi, muito mais que a retorica anti imigração, o que garantiu uma vitória muito mais folgada que a obtida em 2016.
Porque isso foi a única coisa que mudou em relação ao discurso de 2016. E muito mais gente foi na conversa.
Para agora se ver a contas com uma violenta ditadura fascista que persegue a ciência e destrói tudo o que cheirar a direitos para o povo.
Com ou sem Gronelândia e impossível que os Estados Unidos saiam incólumes de uma guerra contra a Rússia tendo em conta que os pontos de lançamento na Rússia se podem distribuir por uma área muito maior e se não for pelo Oeste por haver uma barreira na Gronelândia será pelo Leste.
Mas a Gronelândia garantira efectivamente uma plataforma formidável que dará uma eficácia terrível a agressão norte americana.
Por isso não tenhamos ilusões, e mesmo a total destruição da Rússia que se pretende e isso terá um custo tremendo para todos nós.
A Europa não tem a barreira da plataforma da Gronelândia e será a primeira a ser arrasada em caso do conflito total que, na sua loucura, o Tiranossauro almeja.
E assim se assina um acordo para explorar recursos que a Ucrânia ou não tem ou já vendeu a outros para justificar a continuação do apoio a Ucrânia.
Porque com a mentalidade de rapina que muitos no tal Ocidente alargado teem, a exploração dos recursos da Ucrânia já é um motivo plausível para que continuemos a enterrar nos no atoleiro da Ucrânia.
E tendo em conta a loucura do Tiranossauro tudo pode acontecer, desde o envio massivo de homens em armas ao dar armamento nuclear a Herr Zelensky e seus esbirros.
E sim, os dirigentes europeus embalados no sonho molhado de séculos de por as maos nos recursos da Rússia pela destruição do seu povo vão achar certamente boa ideia dar a Gronelândia aos States para que mais facilmente estes consigam a tal destruição.
Se vivesse na Gronelândia já estaria de malas feitas porque viver sob o domínio de um país onde campeia o fanatismo religioso, a justiça implacável e um sistema carcerário que está entre os mais cruéis do mundo e a quase ausência total de direitos sociais não me agradaria nem um bocadinho.
Direita e liberdade? Vão dizer isso aos coletes amarelos que ficaram sem olhos ou aos que apanham porrada de criar bicho da polícia por se manifestarem contra o estado genocida de Israel.
Liberdade só se for a de não ter direito a nada a não ser trabalhar e calar a boca.
Tal como na Idade Média “o povo tem o direito e o dever de trabalhar”. Sem direitos nenhuns. E, ja agora, sempre com a espada do desemprego sobre a cabeça.
Vao ver se o mar da um cardume de tubarões brancos famintos.
E quem votar Montenegro, Iniciativa Liberal ou Chega no próximo domingo vá ver se o mar da choco e não se queixe quando o pau comer, perder ordenado ou reforma para comprar armas e os seus filhos marcharem para a Ucrânia.
O do meio foi ontem assassinado, por um bombardeamento democrático, no hospital onde recuperava de um bombardeamento anterior. E, de acordo com os próprios assassinos, foi deliberadamente escolhido para ser assassinado.
Se o Deus deles (dos “eleitos”) existisse realmente, há muito que teriam sofrido o tratamento de Sodoma e Gomorra!
Chama-se Jornalismo e chama-se Coragem. Até ao fim! Nesta Europa merdosa, dos seus merdia de reverência orgulhosa, as redacções de invertebrados não sabem o que isso é! E têm raiva a quem sabe!
https://youtube.com/shorts/45HAMtG_jKI?si=5JduLe5vVuHidPtb
*Nem os 60 mil gronelandeses cederam assim (afinal só contei metade)
Sem auto-determinação, há liberdade? Sem soberania sobre si próprio, ou de um Estado sobre o próprio território? Nem os 30 mil gronelandeses cedeam assim, capitulando aos caprichos dos yankees glutões!
Também nós por cá na Pategónia já vendemos boa parte dos anéis, restando os dedos e pouco mais… CTT, EDP, REN, os estaleiros navais, a PT… “no privatizar é que está o ganho”, zuniria agora uma libelinha de estufa…
“Isto é… a Agenda Vinte-Trinta!”
Em breve… num país que pertencia a si!
“Mas os imigrantes pá, os imigrantes… eles vêm para substituir a gente! Deviam ser era todos amaricanos, ou europeus do norte, esses é que trazem graveto! E portam-se bem, são exemplares!”
Ser de extrema-direita é ser um patego manipulado por encantadores de pategos, ou o próprio encantador de pategos.
Os pontos nos is, como sempre. Ao gato escondido com o rabo de fora que Carlos Branco aponta podemos juntar outro gatinho (ou gatarrão) de que, tanto quanto sei, até agora apenas o major-general Agostinho Costa falou: o verdadeiro motivo da fominha pela Gronelândia que faz salivar o megajagunço da Casa Preta. Em caso de confronto militar, basta comparar a distância que, sem a Gronelândia, os mísseis americanos teriam de percorrer entre o território continental dos Estados Unidos e a Rússia, pelo trajecto mais curto, sobre a região árctica, e a distância, muito menor, que percorrerão se forem disparados a partir da Gronelândia. Portos, bases navais e zonas industriais do Norte da Rússia, sem esquecer Sampetersburgo e Kalininegrado, no Báltico, e mesmo Moscovo, tudo ali à distância de uma pedrada! Uma maravilha!
Dir-me-ão que os EUA já têm, hoje, bases militares na Gronelândia, mas dois neurónios e meio serão certamente suficientes para perceber que a soberania americana sobre o território possibilitaria um secretismo e uma densidade de militarização muito maior, sem quaisquer reservas ou restrições. É fácil de entender que uma distância menor significa um tempo de chegada dos mísseis americanos a alvos russos muito mais curto, o que, obviamente, reduz também o tempo, capacidade e eficácia da resposta, tanto em contramedidas de intercepção dos mísseis americanos, por parte da Rússia, como em acções de retaliação russas contra alvos americanos.
Acresce que mísseis disparados da Gronelândia contra a Rússia têm uma capacidade de devastação de alvos militares e zonas industriais e civis neste país que uma resposta russa contra os locais de lançamento obviamente não teria. Porque a Gronelândia continuaria a ser, como é hoje, uma região praticamente despovoada, com pouquíssimos alvos militar ou economicamente significativos. Os alvos americanos com valor equivalente aos russos entretanto destruídos continuariam, tal como hoje, a distâncias muito mais seguras.
Basta consultar um mapa, ou, de preferência, um globo terrestre, para perceber sem ambiguidades a esperteza saloia do Donald. E basta também dar um pouco de corda à mioleira para perceber que o porteiro da Blackrock, o fanhoso da Albion, o Manu Morcon, a Ursula, a Kallas, o Rutte e restantes chihuahuas europeus o sabem também. Bom, talvez com a excepção do Toni Bosta, pobre canito que, por muito esforçado que seja (e é), ainda tem muito que aprender.
Caros amigos, camaradas, companheiros, palhaços, as divergências entre patrão e criados são aparentes, os objectivos são coincidentes. E o prémio que os faz salivar a todos é (ou seria), como sempre foi, a Rússia e suas enormes riquezas, que lubrificam os sonos molhados tanto do Donald como do corrupto senil que o precedeu, mais o nobelizado droner-in-chief Bará Kobama, a harpia Killary Klingon ou os esganiçados chihuahuas conjunturalmente órfãos da Europa, que nos envergonham a todos.
Brilhantes conclusões!
Coincidência ou não, também me lembrei da Gronelândia, e ainda não tinha surgido o teu comentário na minha tela!
Não pelas mesmas razões argumentativas, mas por alguma coisa veio à baila.
Salut, e saravá! Em inglês “amaricanizado” de transmissão rádio de teatro de operações, “over ane out”! Em germânico, auf wiedersehen! Goodbye, Putin!
“os sonhos molhados” e não “os sonos molhados”, as minhas desculpas.
“Não deixa de ser importante sublinhar, que a Corporação Internacional de Financiamento do Desenvolvimento dos EUA (DFC), um parceiro do Fundo, mantém unilateralmente a autoridade sobre as decisões de investimento, a resolução de litígios e as alterações aos termos da parceria.”
Corporação > Capitalismo > Neoliberalismo > Liberdade?
“Esquerda é igualdade, Direita é Liberdade”
…já dizia o cientista político que era na verdade propagandista político!
Sim, deve ser liberdade de fazer os outros não terem liberdade para nada, nem sequer direito aos recursos naturais do seu país. O truque é velho, e infelizmente resulta. Maus são os que não abrem as portas ao saque da Nação Insubstituível, Farol dos nossos valores e da demo-cracia.
Já dizia o Kissinger… ser inimigo dos EUA é perigoso, mas ser aliado é fatal!