Paz por meio da humilhação – As agruras do Schnüffelnführer [líder cheirador] Zelensky

(Dmitry Orlov, in Resistir, 04/03/2025)

Belicistas reunidos em Londres, mas com poucas cartas para jogar

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Os tempos em que vivemos estão fazendo com que as cabeças falantes de sempre reclamem incessantemente que os eventos estão se desenrolando demasiado rápido para que consigam acompanhar.

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2 pensamentos sobre “Paz por meio da humilhação – As agruras do Schnüffelnführer [líder cheirador] Zelensky

  1. Keir Starmer, o nome faz lembrar o vilão de um filme de ficção científica de quinta categoria, e efectivamente uma criatura sinistra.
    Subiu ao poder no seu partido defenestrando o antecessor, Jeremy Corbyn.
    Corbyn, considerado demasiado a esquerda, foi vítima de uma canalhice.
    A tal cultura de cancelamento a pretexto do antissemitismo por condenar os crimes de Israel e defender que a sua impunidade não podia continuar.
    Se e verdade essa falcatrua das terras raras é simplesmente infame e explica a vontade de torcer o pescoço a Herr Zelensky que Trump parecia ter. Seja Trump o que for e também um velho e os velhos detestam ser enganados.
    Mas isto coloca nos a todos em perigo.
    Neste momento temos o outro matulão a também achar que os europeus lhes tentaram passar a perna.
    Putin teve os acordos de Minsk, Trump as terras raras que já estavam dadas a outros.
    Não antevejo um cenário em que Estados Unidos e Rússia se unam para dar a Europa a lição que merece.
    Mas duvido que possamos contar com o outro lado do mar para nos ajudar se nos virmos quentes com a Rússia.
    E não adianta voltar a tentar assassinar Trump porque ele não e o único no seu país a achar que somos todos uns trastes.
    E parece me que a Dinamarca pode esquecer já a Gronelândia.
    Trump não tem a paciência de cabrao de Putin. Se se sente enganado pela Europa vai querer uma certa medida de vingança. E se puder ganhar alguma coisa com isso tanto melhor.
    E nós se ficarmos com os Açores já vamos com sorte.
    E sim, os ingleses foram os Estados Unidos do Século XIX, mandando e desmandando no mundo com extrema crueldade e total desprezo pelos outros povos, agindo sem honra e sem piedade. Ancorados num racismo grotesco que incluía por exemplo, que quem estivesse junto com alguém de etnia cigana durante mais de 30 dias fosse executado na forca.
    Atacar a China em duas guerras de saque e pilhagem para os forçar a deixar entrar a nefasta droga do ópio que destruir milhões de pessoas na China, em duas guerras, foi o grau 0 da infâmia.
    As revoltas eram esmagadas com crueldade extrema e matar a família toda de um revoltoso, incluindo crianças pequenas era prática comum.
    E tão conhecida era a prática que deu origem a criação de personagens literárias como o Príncipe de Dakkar/Capitão Nemo.
    Por cá tivemos os Mártires da Pátria. Gomes Freire de Andrade e outros, torturados e mortos no Forte de São Julião da Barra, no meio do Tejo, por quererem correr com a corja daqui.
    Agora e realmente grotesco ver os dirigentes da União Europeia a submeter se ao moribundo rei inglês, um celerado que terá tramado a morte da ex mulher para evitar que pudesse ter filhos de sangue árabe, já que o Imperador dos States lhes deu um chuto no traseiro.
    O problema e que a Rússia não e a Argentina do tempo da guerra das Malvinas e isto tem tudo para correr mal.
    Mas como esta gente não acorda que remédio se não dançar um tango com a morte.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

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