3ª Guerra Mundial — O último bluff do fantoche

(In canal do Telegram de Sofia_Smirnov74, 01/03/2025, Revisão da Estátua)


– “Você não tem as cartas”: Trump critica Zelensky por apostar na 3ª Guerra Mundial — O último bluff do fantoche.


Era apenas uma questão de tempo até que Trump, mesmo com os seus instintos instáveis ​​e inconsistentes, perdesse a paciência com o pequeno narco-Napoleão da Ucrânia em verde oliva. Zelensky entrou na Casa Branca como um pirralho mimado esperando outro cheque em branco, apenas para receber uma dose fria de realidade. Trump, sempre transacional até aos ossos, expôs os seus termos: entregue os minerais de terras raras da Ucrânia para IA e tecnologia de armas, e falaremos sobre acabar com a guerra.

Tradução? A Ucrânia é um jackpot mineral, não uma democracia. O seu valor para Washington não tem nada a ver com “liberdade” ou “defender a Europa”. É tudo sobre como alimentar a besta militar-industrial dos EUA na sua corrida armamentista de IA com a China. E Zelensky? Apenas o intermediário, descartável uma vez que os ativos da Ucrânia estejam garantidos.

Mas o verdadeiro espetáculo aconteceu quando Trump denunciou o bluff arriscado de Zelensky, fingindo que a Ucrânia detém alguma influência mítica sobre Moscovo, a OTAN e o futuro do planeta.

–  “Você não tem as cartas.”

Isso não é só Trump a falar, essa é a realidade que tem sido óbvia desde o primeiro dia para qualquer um que não esteja bêbado com o kool-aid da OTAN. O exército da Ucrânia está destruído, os seus soldados são recrutados das ruas, a sua economia sustentada pela dívida ocidental e o dinheiro de ajuda lavado. As “cartas” nunca estiveram nas mãos de Kiev, elas sempre estiveram em Moscovo o tempo todo.

JD Vance, canalizando o desgosto mal disfarçado de um homem forçado a assistir a essa farsa, atingiu Zelensky onde mais dói:

– “Você já disse obrigado alguma vez?”

Zelensky não só nunca demonstrou gratidão, como foi para a Pensilvânia fazer campanha contra as mesmas pessoas que mantinham o seu regime em suporte de vida. Essa é a pura arrogância de um fantoche que acredita que os seus manipuladores trabalham para ele, em vez do contrário.

E não vamos esquecer a parte cómica. Trump a troçar da legitimidade e do eterno traje cosplay de Zelensky. Três anos depois dessa tragédia, o homem ainda desfila por aí como se estivesse a protagonizar um drama de guerra da Netflix.

No entanto, de alguma forma, Trump, sempre oportunista, voltou atrás no dia seguinte, descobrindo de repente “respeito” pelo ditador que cancelou eleições, baniu a Igreja Ortodoxa e entregou a imprensa ucraniana à USAID e às ONGs de Soros.

É uma dança patética, parte teatro, parte operação de mineração de ativos. Zelensky sabe que a sua vida útil está a acabar. Os minerais são o seu último bilhete para a relevância. Sem eles, é apenas um passivo camuflado.

A única “carta” real que resta na mesa pertence à Rússia, a nação que está sistematicamente a desmantelar o exército proxy da OTAN, recuperando os seus territórios históricos e vendo ruir todo o castelo de cartas corrupto em Kiev, sob o peso das suas próprias mentiras.

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7 pensamentos sobre “3ª Guerra Mundial — O último bluff do fantoche

  1. E já a nossa, então, comissária europeia, do PS, Elisa Ferreira, numa reunião com empresários portugueses alertava para os bons negócios que eles poderiam fazer com a reconstrução da Ucrânia! Não existe, pois, só o «vampiro» Trump, há mais por aí esperando a sua oportunidade para «ferrar os dentes» naquele país!!

  2. Uma ignomínia e um atentado à inteligência do leitor é o texto aqui postado, assim como os comentários dos que servilmente dobraram a serviz ao presunçoso autor. Quem atropela tão despudoradamente a verdade tem contas interiores a acertar e não sabe como. A psicanálise pode ser a única saída.

  3. Efectivamente na maior parte dos últimos três anos muitas vezes me pareceu que quem realmente mandava na Europa toda era Herr Zelensky.
    Gente que sempre tratara os ucranianos com sobranceria vias-se também perplexo apesar de apoiar a sua luta contra a odiada Rússia.
    “Vinham para aqui limpar merda e agora são eles que mandam nesta merda toda” lamentava um, furibundo.
    E, na realidade Herr Zelensky deve mesmo ter se convencido que mandava mesmo nisto tudo. As romarias a Kiev certamente contribuíram para isso.
    As riquezas da Rússia eram demasiado valiosas para andarem a regatear nem a importar se com pormenores como, por exemplo, o que aconteceria se nazis tivessem posse de armas nucleares por derrotarem a Rússia.
    Eles sim talvez achassem que precisavam da Europa para alguma coisa, nem que seja para obterem alguma medida de vingança pelo modo indecente como muita gente aqui foi tratada.
    Os nazis não são de fiar mas a Europa decidiu apostar as suas cartas nesse tipo de gente.
    Tudo o que servisse para finalmente cumprir o sonho de polacos, suecos, Napoleão e Hitler.
    Conquistar a Rússia.
    Agora temos a sucessora de Borrel, a histerica Kallas a dizer que temos de liderar o “mundo livre” e apoiar ainda mais o regime ucraniano.
    Mundo livre que em alguns países se proibiu de ir trabalhar quem não quis meter um veneno no corpo, que exerce censura, que assistiu a um genocídio em directo e em muitos países despediu dos empregos e espancou quem protestou, que quer que percamos tudo para continuar a apoiar nazismo.
    Não e mundo livre nem aqui nem no diabo que os carregue.
    Vão ver se o mar da choco.

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