Os cornos mansos estão dentro ou fora dos jornais ?

(Por oxisdaquestão in Blog oxisdaquestao, 11/01/2025, revisão da Estátua)


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Em verdade vivemos tempos em que não é possível saber se os cornos mansos estão dentro ou fora dos jornais. Se os ditos jornalistas vivem enganados e gostam da situação, se são os clientes-leitores que gostam de engolir todos os enganos que se lhes vendem, impressos em resmas de eucaliptos feitos pasta.

Acima eis uma das muitas imagens que se podiam recolher – esta com o embaixador da China – da transmissão na Telesur do ato de posse onde a “pressão internacional” – da CIA e do Departamento de Estado de Blinken-Biden na figura do bêbado Urrutia e da sua dominadora Corina –, não está presente. Nem podia. Os planos terroristas dos mercenários enviados a Caracas foram todos descobertos e anulados. E depois havia muita gente no exterior a seguir, apoiando, a investidura do presidente reeleito.

No Público, que é um jornaleco que faz de conta, a realidade não conta e por isso não se busca, não se mostra, não entra na sua informação de bosta. Seguem-se os ditames dos serviços secretos que mais golpes de estado organizaram em todo o mundo e sob as mais diversas circunstâncias.

Na redação do Público cheira-se o cú do dono e vai-se atrás dele comendo-lhe a porcaria e cagando-a depois já processada para a sua clientela, manada de cornos mansos que vivem a sua vida ruminando, depois de pagarem o jornal e o mostrarem, vaidosos, preso no sovaco. Por tudo isto bem nos podemos admirar com a “cornice mansa” que encharca o fenómeno da comunicação social sob o domínio ianque-NATO.

Também na RTP3 uma dita representante da ONU, dalgum seu cesto do lixo, vociferava contra a detenção de centenas de indivíduos, sem culpa formada e sem local de estadia conhecido; a tipa – que me desculpem as mulheres sérias – encobria o facto de 125 mercenários estrangeiros terem sido capturados pelos serviços de segurança e já terem declarado as suas intenções terroristas de, com os seus actos tipo jihadistas, pretenderem impedir ou ofuscar a tomada de posse.

A tipa pode ser classificada no grupo dos jornalistas cornos mansos, putéfios e mentirosos sem nenhuma dificuldade. Sendo da ONU, mostra o que são os empregados do Guterres e para que servem. Na RTP3, canal onde o dinheiro dos nossos impostos é derretido e transformado em merda informativa. Era uma gorda de queixos ao lado e meia adornada que conduzia as operações na latrina daquele “noticiário“… repetido de hora em hora. Enquanto isso, em Caracas, a posse decorria vitoriosa.

E basta: entre cornos mansos e a merda das latrinas informativas, temos visto que chegue. A clientela é serena e assemelha-se ao escaravelho.

Fonte aqui

25 pensamentos sobre “Os cornos mansos estão dentro ou fora dos jornais ?

  1. Pois, no tempo da guerra colonial a treta que se vendia até aos soldados despejados da metrópole, alguns tenho como primeiro calçado de toda uma vida as botas da tropa e que os turras eram todos estrangeiros, do Zimbábue e por aí, os autóctones estavam tão contentes sob o nosso benevolente domínio que nunca se iriam revoltar.
    Há realmente coisas que nunca mudam.
    Os ucras se realmente capturassem norte coreanos vivos não os deixavam vivos e tratariam de exibir todos os cadáveres que pudessem.
    Mas também já foi dito que os russos queimam os rostos dos norte coreanos mortos. Se assim fosse também não teriam os ucras problemas em exibir esses rostos queimados de homens de baixa estatura e tez amarelada.
    Por amor ao raio que os parta. Sei que há muita gente estúpida mas não o somos todos.
    Quem é burro e já engoliu a propaganda anti russa não deixara de o fazer, nao precisam de mais papinha.
    E nós não precisamos que nos continuem a insultar a inteligência.
    Preparem e o que vai dizer quando Herr Trump tomar um aliado como o Canadá pela força.
    Como e que o vão justificar.
    Não que o Canadá não o mereça com as atitudes canalhas que teem tido.
    Vão ver se o mar da choco.

  2. As instituições podem mudar-se de um dia para o outro, a cultura dominante, ao invés, poderá levar gerações. E a cultura dominante no nosso país, mau grado um 25 de Abril, ainda será a dos «comunistas comerem criancinhas ao pequeno almoço». Dai não se poder estranhar que se veja na Rússia todos os males do mundo!

  3. E agora garante a CNN que nenhum sistema de água poderia impedir o que está a acontecer na California.
    Fosse aquilo na Rússia e logo veriam se não era possível resolver a coisa em menos de uma hora e sem água nenhuma.
    A culpa seria toda daquele malandro do Putin que teria descurado o combate a fogos por ter mandado tudo para a sua guerra malvada contra os pobres e inocentes ucranianos.
    E seria a mais pura das verdades.
    Valha lhes um burro aos coices.

  4. O problema com certa imprensa e seus comentadores não reside na discordância quanto ao que nela possa ser expressado, mas nos fato de nos tratarem como simples mentecaptos fossemos, a quem todas as patranhas podem impingir! Como tal, não nos podem exigir que, depois, sejamos «polidos» com ela e com eles!

  5. Tem razão amigo Camacho. E mandar o gajo para a Rússia. Já. Ira directamente, sem passar pela casa da partida e sem receber dois mil escudos.

  6. Claro, linguagem de grande elegância foi a de Boris Johnson, aquele primor de inteligência e elegância, digna de um rinoceronte em fúria a chamar idiota de merda ao Putin.
    Elegante e um estado ter a pouca vergonha de ter um prémio de 25 milhões de dólares sobre a cabeca de Nicolas Maduro acusando o homem de narcotráfico e de tráfico de armas, do qual não há provas algumas mas quem precisa disso?
    Elegante e um país vender armas a traficantes mexicanos, 80 por cento das armas com que aquela gente mata polícias e cidadãos e andar a dizer que são os latinos que levam o crime aos States e não o contrario.
    Elegante e por a polícia a malhar quem vem para a rua dizer que Israel está a cometer genocídio e andar a chamar antissemitas e apoiantes do terrorismo a quem se insurge contra a barbárie.
    O “chegamos, vimos, ele morreu”, proferido pela Killary Clinton a propósito do linchamento barbaro de Kadhafi foi um primor de elegância.
    Andar a chamar Putinista e a dizer que deveriam ser deportados para a Rússia mesmo sem serem russos nem terem nenhum ascendente russo por as mulheres da sua família terem sido sérias também e um primor de elegância.
    Podíamos estar aqui até amanhã a falar dos primores de elegância com que temos sido brindados nos últimos tempos.
    Mas fiquemos com o último. Queridos cheganos de Vila Nova de Milfontes foram ontem armar desacato na Rua do Benformoso.
    Houve sete feridos.
    Tal deu o mote para que Moedas viesse dizer que Lisboa tem um problema de insegurança e o que aconteceu foi atribuído a “divergências políticas” pelos nossos presstitutos.
    Tudo muito elegante e querido.
    Deixemos de elegâncias. Isto e o atentado terrorista contra a embaixada da Venezuela, a juntar a montes de incidentes envolvendo grunhos racistas, incluindo o do indiano abatido a tiro dentro de casa ou do negro pai de três abatido na rua por um ex criminoso da guerra colonial nostálgico, que já temos tido significa que temos um problema nada elegante com a canalha vil da extrema direita.
    Por isso tratem de abrir a pestana e acordar ou isto vai tudo correr mal.

    • Muito renitentemente, lá carreguei na hiperligação para ver a “prelecção selecta” do Major Isidro Mortais. As patranhas sobre os norte-coreanos continuam a ser requentadas a gosto, ora morreram 1 terço deles, ora só uma parte, ora os sobreviventes foram transportados para serem tratados “segundo as Convenções de Genebra, mas morreram todos no caminho e só sobraram aqueles dois”.
      Sem dúvida que tudo isto faz muito sentido, sobretudo na cabeça de um patego fanatizado devorador de propaganda made in West/USA.
      Quanto aos métodos dos temíveis norte-coreanos, fascinante exposição. Vão com “instruções claras da Glória ou Morte, na iminência de seres capturado põe termo à vida”. “Com um tiro por baixo do queixo ou com uma granada junto ao corpo. São instruções bastante precisas, nenhum país do mundo as faz, nem a Rússia”.
      Já agora, este homem é tão sapiente das coisas da guerra e das técnicas de tirar vidas (incluindo a própria) e não sabe que o suicídio ritual “fazendo aquele corte no abdómen em ângulo recto (sic)” se chama seppuku, e não hara kiri? E qual “ângulo recto”?
      “Conhecimento factual, em acções directas, boots on the ground, só aqui em Kursk. Houve acções de reconhecimento em Donestsk”. E não se escapuliram todos, desertando aos magotes para ir directos ao animatógrafo do Rossio ou o cinema Olímpia?
      Enfim, nem o Herman José conseguia sacar uma caricatura deste idiota debitador de propaganda mais ridícula.

    • Mas na lógica do Majorizado (sobretudo pela remuneração que deve receber em cada espaço televisivo de propaganda, e são muitos por semana), tudo faz sentido. Se não, vejamos: é óbvio que nenhum coreano que foi “levado para ser tratado segundo as Convenções de Genebra” chegou vivo aos “centros de tratamento”, uma vez que os intratáveis ucranianos deram cabo deles como quem mata-moscas às 7 de cada vez.
      Mais a mais, com as “instruções precisas para colocarem termo à vida, Glória ou Morte”, os poucos que ainda se aguentaram vivos depois de lidarem com os formidáveis ucranianos, a caminho do tratamento convencionado, que eles respeitam meticulosamente por ser Genebra uma cidade ocidental e não russa ou norte-coreana, digo eu, ainda tiveram forças para ter em conta os mandamentos do infame Kim Korea, e puseram fim às suas vidas no percurso, não se sabe agora como, pois que pistolas para alvejar os queixos ou granadas para rebentar os peitos já não deviam ter, pois as revistas ucranianas não deixam passar nada. Assim, provavelmente asfixiaram-se uns aos outros, ou engoliram uma cápsula de cianeto, ou então saltaram dos transportes em andamento e caíram mal ou foram abatidos.
      Estas pérolas da inteligência militar qualquer dia darão um livro de anedotas do tamanho de uma enciclopédia de fazer rir (ou chorar, porque quem paga este circo todo, este chorrilho de propaganda absurda, são os povos, de Lisboa a Vladivostok).

  7. Segundo o magnífico major-general Isidro Morais Pereira, já morreram em combate, na região de Kursk, quatro mil soldados norte-coreanos. Tenho muita pena, Herr General, mas Vossa Excelência está errado. Dos 11 mil soldados norte-coreanos que Vossa Excelência está farto fartinho de nos dizer que foram despejados em Kursk porque os pretos das neves da Moscóvia não conseguem lá chegar de trotineta, já morreram em combate pelo menos 50 mil e não a ninharia de quatro mil que Vossa Excelência nos quer fazer crer. Ao vê-lo a minimizar as perdas da ralé moscovita e afins (que já não podem com uma gata pelo rabo), face à inquestionável superioridade ucrânio-ocidental, começo a desconfiar ser Vossa Excelência um horrível criptoputinista, tentando contrabandear por debaixo da mesa a diabólica propaganda subversiva do Creme Lin. A reforçar esta minha desconfiança está a evidente falta de noções básicas de aritmética por parte de Vossa Excelência (característica dos pretos das neves), e muito menos de aritmética quântica, cujo domínio é absolutamente indispensável na contabilidade (também ela quântica) em apreço. Passar bem, Excelência. Ou bem mal, se a criptoputinice se confirmar.

    Ver aqui:
    https://cnnportugal.iol.pt/aominuto/6207bf6c0cf2cc58e7e276ff

  8. E ainda tivemos aquele “artefacto pirotécnico” arremessado para a varanda do consulado venezuelano em Lisboa… certamente não se tratou de extremismo ou terrorismo, pois que extremista e terrorista é quem for conivente com o Maduro. Foi sim um acto estético muito mais legítimo que lançar tintas contra pessoas, estátuas, quadros e instituições, ninguém se magoou e se queimou os estores e quase a bandeira da Venezuela, foi um sinal divino de “laissez faire” e “avante Doutrina Monroe!” – “avante” não, que é comuna, “go go go Doutrina Monroe!”.

    • Terrorismo seria se fosse a embaixada de Israel, caro Albarda-mos. Ou dos EUA. Ou de um dos bantustões da criadagem europeia, incluindo o nosso. São nuances de novilíngua que terás (teremos) toda a vantagem em aprender. Só assim serás (seremos) feliz.

  9. “Que horror! Exporem assim desta forma a podridão que nós consumimos com tanta satisfação pagando exorbitâncias para saborear merda informativa como se fosse conteúdo gourmet de autor! Não se faz, que infâmia!”

  10. Que linguagem é esta ? Que baixeza de comentário…
    Uma coisa é defender o regime de Maduro, mesmo utilizando rebuscados argumentos, outra coisa é este texto completamente marginal, deselegante, de mau gosto, e já agora de péssimo cheiro.
    Um pouco mais de inteligência que substitua linguagem tão rasteira….

    • Caríssimo De Castro, tens toda a razão. Em vez de merda, o autor devia ter escrito cocó, ou talvez subproduto final do metabolismo, excretado pelo troço final do tracto digestivo. Já não há respeito, foda-se! Perdão… insemine-se, queria eu dizer. Saravá!

    • Tem razão, a linguagem do texto é muito directa e põe a descoberto a porcaria que é a informação sujeita à nato. Para a próxima leia com máscara e não desista de continuar a chafurdar nos jornais que pretendeu defender. Não esqueça o correio da M e o JN. Consuma as suas mentiras e sinta-se feliz e satisfeito. Beba só frases bonitas, ainda que imbecis e fora da realidade. Desejo-lhe um futuro a abarrotar de eloquência !

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