As raízes nazis da NATO

(GABRIEL ROCKHILL, in Observatoriocrisis, 28/12/2024, Trad. da Estátua)

Que a NATO seja na verdade NAFO, a Organização Fascista do Atlântico Norte, não é brincadeira. É uma realidade mortalmente séria e precisa de ser mudada. A luta contra a NAFO é uma parte essencial da luta contra o fascismo e o imperialismo.


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Os historiadores burgueses descrevem frequentemente o nascimento da NATO como uma organização de defesa do Atlântico Norte necessária para conter a chamada ameaça soviética. O que os historiadores burgueses não mencionam é que a ideia de uma aliança militar anticomunista entre a Europa Ocidental e os EUA foi fortemente apoiada por uma figura importante na política alemã e que a NATO tem sido por vezes considerada uma criação sua. Este homem era Heinrich Himmler, famoso pelo seu papel como líder das SS e um dos principais arquitetos do Holocausto nazi.

O coração da Segunda Guerra Mundial estava no Leste, onde Hitler, com o apoio financeiro dos principais capitalistas ocidentais, prometeu destruir o que catorze estados capitalistas não conseguiram erradicar na sequência de 1917: o socialismo realmente existente.

Assim que se tornou claro para Himmler que esta guerra tinha falhado, começando com a Batalha de Estalinegrado em 1943, ele começou a fazer propostas secretas ao Ocidente para formar uma aliança que lhes permitisse, coletivamente, fazer o que os nazis (bem como os fascistas japoneses) eram incapazes de fazer sozinhos.

Esta ideia atraiu sectores da elite ocidental e figuras poderosas dos principais países imperialistas partilharam a opinião de Himmler. Allen Dulles, o futuro diretor da CIA, queixou-se de que o seu país estava a combater o inimigo errado porque os nazis eram cristãos arianos pró-capitalistas, enquanto o verdadeiro adversário era o comunismo ateu.

Dulles, que trabalhava na altura na instituição antecessora da CIA, o Gabinete de Serviços Estratégicos, foi um dos interlocutores de Himmler para a planeada aliança anticomunista do Atlântico Norte. O general Karl Wolff, antigo braço direito de Himmler, ofereceu a Dulles, em troca de uma amnistia pós-guerra, o desenvolvimento, com os seus aliados nazis, de uma rede de inteligência contra Estaline.

Foi exatamente isso que aconteceu, e Dulles integrou muitos outros nazis e fascistas nas fileiras de uma internacional anticomunista. Isto incluiu o chefe dos serviços de inteligência nazis centrados na URSS, Reinhard Gehlen, que foi nomeado pela CIA para chefiar a inteligência da Alemanha Ocidental após a guerra, onde passou a contratar muitos dos seus colaboradores nazis.

Também incluiu, como parte da Operação Italian Dawn, Valerio Borghese, o homem conhecido como o Príncipe Negro e um dos principais líderes do fascismo do pós-guerra, que foi salvo de cair nas mãos soviéticas pelo OSS e mais tarde trabalhou para a CIA.

O oficial japonês que assinou a declaração de guerra contra os Estados Unidos, Nobusuke Kishi, conhecido como o “Diabo de Shōwa” pelo seu governo brutal de uma colónia japonesa no nordeste da China, também foi reabilitado pela infame Agência, que financiou a sua ascensão a Primeiro-ministro do Japão. Contudo, estes exemplos são apenas a ponta do iceberg, uma vez que um número incontável de fascistas foi reabilitado após a Segunda Guerra Mundial, sendo que, pelo menos 10.000 foram trazidos diretamente para os Estados Unidos.

Quando a NATO foi oficialmente criada em 1949, Portugal foi um dos seus membros fundadores. Naquela altura, Portugal era uma ditadura fascista, o que só prova o facto: a NATO foi, desde a sua fundação, uma aliança militar das potências imperialistas (fossem democracias burguesas ou estados fascistas) contra o comunismo, que era precisamente o que Himmler tinha em mente. .

A Grécia aderiu à NATO em 1953, depois de os comunistas, que desempenharam um papel de liderança na libertação do país dos nazis, terem perdido uma guerra brutal contra os novos ocupantes anticomunistas: o Reino Unido e os Estados Unidos. Tendo sido reintegrado o rei pró-fascista e depois estabelecido um governo fantoche de direita, as potências imperialistas ocidentais acolheram a Grécia na NATO assim que esta se tornou num Estado cliente anticomunista fiável. Estes padrões são visíveis ao longo da longa história da NATO, e a Ucrânia é apenas uma das versões mais recentes de um Estado cliente neofascista

A Alemanha Ocidental aderiu à NATO em 1955, o mesmo ano em que o rearmamento da República Federal da Alemanha foi autorizado através dos Acordos de Paris. O governo da Alemanha Ocidental selecionou os voluntários e admitiu 61 generais e almirantes nazis da Wehrmacht no seu novo exército, bem como muitos mais em escalões inferiores.

Entre os oficiais nazis de mais alta patente que se juntaram ao exército da Alemanha Ocidental estavam Hans Speidel e Adolf Heusinger, que foram empossados ​​como os seus dois primeiros tenentes-generais. Speidel tornou-se “chefe do Departamento de Forças Combinadas do Ministério da Defesa” e serviu como um dos principais conselheiros militares do Chanceler Konrad Adenauer (posição posteriormente ocupada por Heusinger). Heusinger, a quem Hitler se referiu como “meu fiel e leal colaborador”, tornou-se o oficial militar de mais alta patente da Alemanha Ocidental, o equivalente ao presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos. Ele também atuou como avaliador-chefe da Organização Gehlen da CIA, desempenhando sua tarefa tão bem que a Agência o “considerou seriamente” para o cargo de Gehlen, de acordo com documentos internos. Heusinger, foi também como agente da CIA, que “continuou a consultar e a confiar nos representantes da CIA”, que relataram que “consideravam que as opiniões políticas de Heusinger favoreciam claramente os interesses dos EUA”. Estes dois líderes nazis foram promovidos e tornaram-se os primeiros generais de quatro estrelas da Alemanha Ocidental.

Ambos aqueles dois altos oficiais nazis desempenharam papéis importantes na NATO. Em 1954, Speidel foi nomeado o principal “negociador sobre a questão da entrada da Alemanha na NATO”. Supervisionou a integração das forças armadas da Alemanha Ocidental na NATO e foi nomeado chefe das Forças Terrestres Aliadas na Europa Central. Isto significava que Speidel era “o comandante operacional sénior de todas as divisões alemãs, americanas, francesas e britânicas atribuídas à Região Central da NATO”. E Heusinger, um oficial nazi de alta patente diretamente envolvido na guerra genocida contra a URSS, teria sido o principal comandante terrestre da NATO se a guerra eclodisse com os países do Pacto de Varsóvia. Esta figura tornou-se “oficial militar superior e principal conselheiro militar do secretário-geral” da NATO, servindo como presidente do Comité Militar da NATO, “o posto mais alto no ramo não civil da organização”.

Speidel e Heusinger, como muitos outros que aderiram à NATO, não eram nazis de baixa patente. Speidel foi promovido a tenente-general em janeiro de 1944 e condecorado com a Cruz de Cavaleiro da Cruz de Ferro pelos seus serviços na guerra de eliminação antissoviética.

De acordo com um folheto informativo de 1961 do senador Wayne Morse, Heusinger tornou-se “chefe de operações do estado-maior de Hitler” em 1941 e foi “responsável pelo planeamento militar de todas as invasões nazis depois disso”. Ele chefiou os esquadrões especiais de extermínio (Einsatzgruppen) que tinham a tarefa de liquidar “todos os judeus e outros grupos”.

Heusinger explicou a sua opinião sobre estas questões com notável franqueza: “Sempre foi minha opinião pessoal que o tratamento da população civil e os métodos de guerra anti partidária (extermínio) apresentavam aos líderes políticos e militares uma oportunidade de levar a cabo os seus planos, nomeadamente, o extermínio sistemático do eslavismo e do judaísmo.”

Speidel e Heusinger não foram os únicos alemães a seguir o caminho dos nazis rumo à NATO, mas as suas posições de liderança revelam quão descarada tem sido a NATO no que diz respeito aos seus laços com o fascismo. Ambos também estiveram envolvidos na criação de exércitos “restantes”, que eram milícias fascistas secretas cujo suposto propósito original era servir como forças militares que permaneceriam atrás das linhas inimigas para realizar atos de sabotagem, espionagem, no caso de uma invasão soviética.

Na Alemanha, o coronel nazi Albert Schnez criou uma rede de cerca de 2.000 oficiais nazis e 10.000 soldados, alegando ser capaz de mobilizar 40.000 combatentes em caso de guerra. Eles tinham apoio financeiro do mundo dos negócios e compartilhavam regularmente informações com a Organização Gehlen. O próprio Gehlen era “o pai espiritual do Stay Behind na Alemanha”. A organização de Schnez também tinha contactos com duas outras redes nazis, ambas financiadas secretamente pelos EUA: o Technischer Dienst (Serviço Técnico) e a Liga da Juventude Alemã.

Os exércitos de retaguarda que estes líderes nazis estabeleceram na Alemanha Ocidental faziam parte de uma rede da Europa Ocidental de milícias fascistas secretas criadas pela CIA, MI6 e NATO.

Estas organizações recrutaram nazis, fascistas e outros anticomunistas de extrema-direita, forneceram-lhes armas e munições e equiparam-nos totalmente para travar a guerra. Foram ativados para cometer ataques terroristas de bandeira falsa contra a população civil, que foram atribuídos aos comunistas para justificar a repressão e obter apoio para os chamados governos da lei e da ordem.

Esta estratégia anticomunista de tensão foi extremamente letal: matou centenas de pessoas e feriu milhares. A NATO esteve por detrás destes ataques terroristas de bandeira falsa e os nazis da NATO estiveram, no mínimo, envolvidos na criação das organizações que os cometeram.

A conhecida piada de que a NATO é na verdade NAFO, a Organização Fascista do Atlântico Norte, não é brincadeira. É uma realidade mortalmente séria e precisa de ser mudada. A luta contra a NAFO é uma parte essencial da luta contra o fascismo e o imperialismo.

(*) O autor é professor de Filosofia na Universidade de Vilanova.

Fonte aqui.


 

7 pensamentos sobre “As raízes nazis da NATO

  1. E esta gente sem vergonha no focinho apoia os piores trastes da humanidade desde que possa fazer a vida difícil a Rússia.
    O caso mais recente foi o da Síria, tendo a Ministra dos Negócios Estrangeiros alemã, a infatigável amiga do nazismo ucraniano ido visitar o país e dizendo aos russos que e hora de saírem da Síria.
    Isso já eles estão a fazer, mudando se para a Libia que em termos estratégicos ate fica mais central.
    Pergunto eu e se valeria a pena colocar mais de 20 milhoes de pessoas na mão de demônios só para dificultar um pouco a vida a Rússia.
    A senhora acabou desfocada nas fotos oficiais porque isto fotos de mulheres são coisas do demónio.
    Isso nunca aconteceria na administração laica que ajudamos a derrubar só porque queríamos levar a Rússia a mostrar fraqueza.
    Aconteceu agora e esta gente cala a boca.
    A Baerboeck foi humilhada pois que os pragmáticos novos senhores da Síria não são tão pragmáticos que aceitem ap
    ertar o bacalhau a uma mulher.
    E eu pergunto como será a vida das mulheres na nova Siria pro ocidental se nem uma representante de um país estrangeiro que os ajudou a tomar o país de assalto esses trastes respeitam.
    E assim que defendem a democracia e os valores dos direitos humanos?
    Vão ver se o mar da kraken.

  2. Claro. Como ainda hoje grandes empresas norte americanas beneficiam com a mao de obra escrava de populações aprisionadas.
    Quando o Chega fala de por os presos a trabalhar porque os malandros cometem crimes e ainda teem cama, mesa e roupa lavada e também disto que estamos a falar. E e preciso que tenhamos todos noção da barbaridade de que estamos a falar.
    Um preso norte americano pode trabalhar na agricultura, na indústria e num monte de outros trabalhinhos de corno por salários a rondar os 10 a 20 cêntimos por hora que sao gastos a comprar comida que consigam tragar.
    Porque a comida prisional e escassa e muitas vezes os ingredientes estão literalmente podres e impróprios para consumo humano. Por isso ninguém se recusa a trabalhar. Porque não e só com o espancamento por parte dos guardas que tem de contar. E com a possibilidade de morrer literalmente a fome ou de intoxicação por comer podre.
    Por isso e que os Estados Unidos teem a maior população prisional do mundo tanto em termos absolutos como relativos.
    E não venham com as tretas de que só vai preso quem e criminoso e por isso merece.
    Em muitos Estados norte americanos pode se ser preso por dizer uma asneira no quintal da casa que o vizinho ouça.
    Pode se ir preso por ter uma divida fiscal, pode se estar anos e anos há espera de julgamento. Pode se ir preso por não pagar uma multa de trânsito.
    Um atropelamento acidental, que aqui pode valer uns meses sem carta e ter durante um ano ou dois uma representante do Ministério Público que so falta dizer que o cristão e filho do Putin e não sabe por lá pode valer 15 anos de cadeia, tenha o desgraçado culpa ou não.
    Muitas coisas que aqui valem simplesmente uma coima lá dao anos de cadeia e se esquecido por lá se forem de minorias étnicas.
    Porque para que o sistema seja alimentado e preciso que pelo menos dois a tres milhões de pessoas, cerca de um por cento da população adulta do país, estejam presos.
    John McAfee, um velho de 75 anos, acusado de fuga aos impostos suicidou se numa prisão em Barcelona por saber que iria ser extraditado.
    Numa das últimas vezes que me foi dado ver a RT antes da censura tive oportunidade de ver o apelo desesperado de Edward Snowden na sequência dessa morte de um homem com idade para ser seu avô. “Não nos façam isto. Não nos extraditem quando não cometemos crimes violentos. Nos temos um dos sistemas carcerários mais cruéis do mundo”.
    Porque muitas vezes os europeus recusam extraditar gente para certos países onde efectivamente podem ser maltratados mas quando se trata dos Estados Unidos, o farol da humanidade para estes trastes, há sempre um juiz sem um pingo de vergonha no focinho que acha normal mandar um desgraçado para lá.
    E não, meus filhos de uma égua parida, não é normal.
    Ha uns dias, o preso negro Richard Brooks foi barbaramente espancado por guardas prisionais. Morreu num hospital de Nova Iorque horas depois desse espancamento selvagem cujas imagens são terríveis.
    Continuo a não perceber como e que há animais capazes de fazer daquilo.
    Isto e no Século XXI. Imaginem como seria nesse farol da humanidade há 90 anos atrás.
    Como não se iriam dar bem com um regime esclavagista, defensor da sacrossanta propriedade empresarial, como o fascismo e o nazismo.

  3. O apoio encapotado ao nazismo não é novidade nenhuma.
    Desde sempre as chamadas democracias liberais apostaram no fascismo para evitar “contagios” da Revolução Russa.
    A Itália foi a primeira vítima, seguindo se Espanha e Portugal porque era justamente aí que esse risco de “contágio” era mais forte.
    As ideias socialistas e revolucionárias eram particularmente fortes entre massas de trabalhadores miseráveis e tratadas pouco melhor que os cães.
    Em certas zonas rurais de Itália os trabalhadores ainda eram fechados nos seus alojamentos miseráveis a noite.
    Mas o combate contra o comunismo ateu começou cedo. Forças militares de 17 países invadiram a Rússia numa operação que se prolongou até 1921.
    A grande dimensão do território soviético, o depauperamento militar resultante da Primeira Guerra Mundial e a relutância dos Estados Unidos em embarcar a fundo na empresa ditou o fracasso dessas forças em matar o comunismo ateu no ovo.
    E foi provavelmente também essa invasão que levou a atrocidade que foi matar o Czar e toda a sua família directa. A família real foi morta ao fim de mais de um ano de cativeiro. Não foi uma decisão a quente nem uma morte poucas horas após a captura como aconteceu a Ceausescu ou Kadhafi. Pesou certamente aí a necessidade de tirar aos invasores algo porque lutar.
    Derrotados os comunistas quem subiria ao trono? Quem seria credível aos olhos do povo?
    Foi uma atrocidade mas talvez as nossas democracias liberais tenham ajudado a selar o destino de uma família inteira incluindo crianças.
    Mas a vida nunca foi um valor a defender por estes trastes e um martírio também nos dava jeito chorando se depois as competentes lágrimas de crocodilo que nos permitiram diabolizar o regime ateu.
    Também na Alemanha devastada por sanções económicas o socialismo começava a ganhar adeptos e por isso surgiu o nazismo.
    Fascismo e nazismo eram queridos pelas democracias liberais. Não tocavam na propriedade privada, eram religiosos a sua maneira e punham os trabalhadores no seu lugar dando lhes algumas migalhas. Muitas vezes a custa da exclusão de muitos outros.
    Foi o despedimento de quadros qualificados judeus que deu empregos aos quadros qualificados “arianos”.
    A destruição pura e simples dos considerados débeis também não escandalizava ninguém pois que programas de eugenia e de morte de internados eram praticados um pouco por todo o lado de forma encapotada em especial nos países nórdicos.
    Foi a excessiva voracidade de Hitler que levou as democracias liberais a combaterem Hitler quando na realidade queriam combater a Rússia soviética.
    Muita gente achava sim estar a combater o inimigo errado.
    Por isso esperaram até onde foi possível até lançar o famigerado dia D, quando viram que a derrota soviética era impossível.
    Finda a guerra trataram de julgar alguns dos mais notórios criminosos para judeu ver e preservar intacta a maior parte da cúpula nazi porque ela continuava a ser necessária para combater o comunismo ateu.
    Essa cúpula começou rapidamente a trabalhar e isso explica como um pais onde se podia ser preso e torturado por dizer que a vida estava cara foi admitido numa aliança que se dizia que visava defender a liberdade e a democracia.
    Findo o comunismo ateu continuamos a alimentar o fascismo em todo o lado porque nos interessa pilhar recursos que simplesmente não suportamos que sejam detidos por outros que não nos.
    Por isso apoiamos o nazismo israelita, ucraniano e islâmico como se vê agora na Síria.
    Por isso ninguém se importa quando os países europeus caem nas garras da extrema direita, um após outro.
    Vao ver se o mar da megalodonte.

    • “Fascismo e nazismo eram queridos pelas democracias liberais. Não tocavam na propriedade privada, eram religiosos a sua maneira e punham os trabalhadores no seu lugar dando lhes algumas migalhas. Muitas vezes a custa da exclusão de muitos outros.”

      Além disso, a mão-de-obra escravizada detida nos campos de concentração, permitiu à Alemanha Nazi aumentar a produção e diminuir os custos, o que além de ajudar a revitalizar a economia, permitiu que as corporações europeias e americanas continuassem a investir e colaborar com o regime hitleriano mesmo quando este já se expandia e ocupava os vizinhos.

  4. Finalmente! Um “norte-coreano”! Quer dizer, não é bem… mas, enfim, o homem tem os olhos quase em bico, não tem? E quem não tem cão caça com gato, né? Para borregos, qualquer par de olhos semi em bico basta, meus e minhas, e o Rogeiro vai certamente descobrir que o gajo até é primo em segundo grau do Kim Jong-Un, enviado para a Moscóvia de castigo por ter sido apanhado a beber uma Coca-Cola Zero imperialista gamada às escondidas na despensa comunista do parente dirigente.

    https://www.swentr.site/russia/610430-musk-comments-story-soldier-rt/

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